Lógica Game AstraZeneca Seroquel

Plan your projects and define important tasks and actions

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
Rocket clouds
Lógica Game AstraZeneca Seroquel por Mind Map: Lógica Game AstraZeneca Seroquel

1. Paciente Depressivo Maior

1.1. Bateria1: Oi, tudo bem? Que bom que você conseguiu chegar rápido

1.1.1. Pergunta Ótima: É, Eu consegui pegar um corta caminho por dentro que me ajudou. E aí como você está? Como está o tratamento com o novo médico que você tanto queria? O que ele está fazendo de diferente?

1.1.1.1. Resposta Ótima: Bem! Eu consegui sim ir à consulta. Foi ótimo meus pais terem conseguido esse novo psiquiatra pra mim. Sinto que agora consigo me controlar muito mais. Ele mudou minha medicação, agora não sinto mais tanta dificuldade em me concentrar e tenho mais vontade para fazer as coisas que eu gosto.

1.1.2. Pergunta Boa: É, eu consegui pegar um caminho alternativo. E aí como você está? E seu tratamento, como anda?

1.1.2.1. Resposta Boa: Estou bem, obrigada. Desde que mudei meu tratamento consigo dormir muito melhor.

1.1.3. Pergunta Ruim: É, eu consegui chegar a tempo. E você, como está se sentindo ultimamente?

1.1.3.1. Resposta Ruim: Ah, estou muito melhor desde que troquei de médico.

1.2. BATERIA 2

1.2.1. Pergunta Ótima: Que ótimo, fico feliz por você! E como você está se sentindo com relação a você mesma depois dessa mudança no tratamento?

1.2.1.1. Resposta Ótima: Ah, me controlando cada vez mais, ainda sinto um pouco de ansiedade. Mas em compensação estou começando a me exercitar mais, o que não acontecia antes. Estou me arrumando mais, até voltei a passar batom.

1.2.2. Pergunta Boa: Que ótimo, e está se sentindo menos ansiosa?

1.2.2.1. Resposta Boa: Ah, me sinto bem menos ansiosa agora, que era uma coisa bem difícil pra mim.

1.2.3. Pergunta Ruim: Que bom, seu último médico não estava sendo tão bom assim pra você né?

1.2.3.1. Resposta Ruim: É, realmente a troca foi muito boa pra mim. Estou sentindo melhoras.

1.3. BATERIA 3

1.3.1. Pergunta Ótima: E quanto às crises que você tinha? Acha que com essa mudança de medicamentos trará uma melhora? Lembro que suas crises eram complicadas.

1.3.1.1. Resposta Ótima: Se eram. Antes eu chorava sem parar sem motivo, quando não estava chorando, estava comendo, lembra daquele bolo de chocolate que devorei uma vez que saímos? Bom, espero perder peso agora.

1.3.2. Pergunta Boa: E quanto às crises que você tinha?

1.3.2.1. Resposta Boa: Eu não conseguia sair de casa antes, nem falar com ninguém. Estou te recebendo aqui, já é um avanço.

1.3.3. Pergunta Ruim: E o que você espera do futuro com esse novo tratamento?

1.3.3.1. Resposta Ruim: Ah, espero melhorar e poder viver em sociedade novamente, aos poucos. Minha família merece isso também.

2. Paciente Maníaco Bipolar

2.1. Bateria1: Tudo bem? Que bom que você veio, eu estou bem sozinho ultimamente na minha própria casa, imagine aqui.

2.1.1. Pergunta Ótima: É, deve ser difícil mesmo, há quanto tempo você está aqui? Não é a sua primeira vez é?

2.1.1.1. Resposta Ótima: Bom, eu sempre fui assim, um dia estava feliz, no outro estava péssimo. Do nada. Mas não queria ser rotulado como doente mental, até que tive essas fortes dores de cabeça e acabei sendo internado a primeira vez, por 15 dias. Essa é a minha segunda. Já estou aqui há 30 dias.

2.1.2. Pergunta Boa: É, deve ser difícil mesmo, como você está se sentindo? Está mais tranquilo?

2.1.2.1. Resposta Boa: Estou sim, obrigado. Com o novo medicamento estou dormindo bem melhor. Já não assisto dois ou três filmes seguidos na madrugada.

2.1.3. Pergunta Ruim: É ruim ficar internado, não? E ainda pela segunda vez...

2.1.3.1. Resposta Ruim: É, não é o melhor dos mundos. Mas estou melhorando.

2.2. Bateria 2

2.2.1. Pergunta Ótima: Poxa, e como está sua cabeça aqui dentro?

2.2.1.1. Resposta Ótima: Ah, minha cabeça está girando a mil por hora, como sempre. Mas isso é bom, me dá prazer, me sinto bem melhor do que com toda aquela melancolia que eu sentia antes da primeira internação.

2.2.2. Pergunta Boa: E depois da primeira internação? Sua vida ficou uma bagunça, não foi?

2.2.2.1. Resposta Boa: Tinha insônia, não dormia a noite, fazia coisas demais ao mesmo tempo. Chutei o balde, né? Acabei deixando a família e o emprego.

2.2.3. Pergunta Ruim: Você acha que está pronto pra sair com o novo medicamento? O que o seu médico disse?

2.2.3.1. Resposta Ruim: Tenho que esperar pela nova avaliação do médico, mas eu não entendo nada do que ele diz.

2.3. Bateria 3

2.3.1. Pergunta Ótima: Da primeira vez que você foi internado e medicado, o que aconteceu? Você não teve uma melhora significativa?

2.3.1.1. Resposta Ótima: Ah tive um efeito temporário de falsa felicidade proporcionado pelo remédio. Era falso, sabe? Não durou muito. Mas foi o que me tirou da primeira internação, foi o que me tirou a vontade de me matar, coisa que não consegui na primeira vez. Não gosto de falar muito nisso.

2.3.2. Pergunta Boa: O que você sentia antes da primeira internação?

2.3.2.1. Resposta Boa: Eu não tinha forças pra nada, nada mesmo. Isso me fez fazer tudo o que fiz.

2.3.3. Pergunta Ruim: E quanto à sua família? Mesmo distantes o que eles dizem que mudou no seu comportamento com o novo medicamento?

2.3.3.1. Resposta Ruim: Bom, primeiro preciso me tratar, para depois pensar nisso. Certo? Uma coisa de cada vez.

3. Paciente com Depressão Bipolar

3.1. Bateria 1: Oi tudo bem? Obrigado por ter vindo aqui antes de anoitecer, você sabe que não gosto de sair a noite. Me desculpe.

3.1.1. Pergunta Ótima: Eu tentei não me atrasar, eu sei que você não gosta. Como você está se sentindo? conseguindo se controlar?

3.1.1.1. Resposta Ótima: Você tem razão, sempre fiquei irritada com pessoas lentas ou que se atrasavam, como você por exemplo. Estou tentando me controlar. E falando em controle estou levando minha vida assim, tentando me controlar, se vejo algum sinal, ligo um alerta interno e me controlo. Se começo a fazer coisas demais, como eu sempre fiz, já me controlo.

3.1.2. Pergunta Boa: eu sei que você não gosta de sair muito à noite. Sua cabeça ainda está um turbilhão?

3.1.2.1. Resposta Boa: Sempre foi, desde pequena. Meu pensamento é em alta voltagem, não consigo me concentrar nem prestar atenção. Mas isso está melhorando com a medicação.

3.1.3. Pergunta Ruim: É eu sei. Sente falta de sair à noite? O que mais você sente falta de fazer, que fazia antes da crise?

3.1.3.1. Resposta Ruim: Sim eu sinto. As vezes queria voltar no tempo.

3.2. Bateria 2

3.2.1. Pergunta Ótima: E seu humor como está? O medicamento está ajudando?

3.2.1.1. Resposta Ótima: Acho que sim, antes eu tinha pensamentos extremamente agressivos e de repente tinha medo de tudo. Era muito instável, não sinto mais tanto isso.

3.2.2. Pergunta Boa: Com todos esses pensamentos, como está sua ansiedade?

3.2.2.1. Resposta Boa: Antes eu não conseguia manter uma conversa por ficar pensando em outras coisas, pra essa ansiedade minha solução era outra, hoje, a medicação está me ajudando bastante a resolver esse problema.

3.2.3. Pergunta Ruim:Você teve que largar seu trabalho depois da crise. Você voltou a trabalhar normalmente ou ainda não consegue fazer algumas coisas?

3.2.3.1. Resposta Ruim: Estou voltando aos poucos...uma coisa de cada vez.

3.3. Bateria 3

3.3.1. Pergunta Ótima: O que você usava pra controlar essa ansiedade antes desse tratamento?

3.3.1.1. Resposta Ótima: Sempre bebi bastante, foi quando procurei a primeira psicóloga. A Ansiedade era tanta que só bebendo pra melhorar.

3.3.2. Pergunta Boa: Antes, você não tomava os remédios que eram prescritos, isso te deu uma crise forte, né? Como foi?

3.3.2.1. Resposta Boa: Eu achava que não precisava de medicamentos, até que um dia travei dentro do carro. Depois disso fiquei dois anos dentro de casa.

3.3.3. Pergunta Ruim: Quando você não tomava os medicamentos prescritos anteriormente pelo outro médico, você se sentia mais ansiosa?

3.3.3.1. Resposta Ruim: Sim. Me sentia muito mais ansiosa.

4. Médico Liberal

4.1. BATERIA 1: E aí Rep, como vai? Puxe uma cadeira, fique à vontade. REP: Muito obrigado, sabe eu tenho acompanhado seu trabalho, li o caso clínico do último paciente que você tratou. DR: Poxa, que bacana, e o que achou?

4.1.1. Pergunta Ótima: Pelo que eu li o paciente chegou de outro tratamento, não foi? Como era esse tratamento?

4.1.1.1. Resposta Ótima: Sim, era tratado com uma dose de 600mg de Quetiapina.

4.1.2. Pergunta Boa: Pelo que eu li, o paciente chegou aqui com sérios problemas, você o internou logo de cara?

4.1.2.1. Resposta Boa: O quadro era grave, mas decidi não internar logo de cara, optei pelo tratamento.

4.1.3. Pergunta Ruim: Anterioremente o paciente estava internado? Você sabe o motivo?

4.1.3.1. Resposta Ruim: Acredito que não, chegou aqui com um tratamento comum.

4.2. BATERIA 2

4.2.1. Pergunta Ótima: Você partiu do tramento anterior para qual opção?

4.2.1.1. Resposta Ótima: Bom, com a dosagem alta anteriormente apresentada, fui diminuindo a dose para Seroquel XRO.

4.2.2. Pergunta Boa: O paciente chegou aqui com outra prescrição, certo? Quando ele decidiu ir ao médico?

4.2.2.1. Resposta Boa: Sim chegou com prescrição de outro médico. Geralmente, as pessoas só procuram um médico quando sentem sintomas de depressão, que foi o que diagnostiquei no nosso paciente. Já quando têm crises de euforia, acham que é algo normal e que são capazes de tudo.

4.2.3. Pergunta Ruim> O tratamento atual é semelhante ao tratamento anterior?

4.2.3.1. Resposta Ruim: Não tivemos que mudar muito, o paciente não estava reagindo tão bem ao tratamento anterior.

4.3. BATERIA 3

4.3.1. Pergunta Boa: E esse tratamento tem qual duração geralmente? Ele já se sente melhor?

4.3.1.1. Resposta Boa: Depois de dois anos, hoje vejo o paciente mais estável e conseguindo se auto controlar. É muito gratificante para mim.

4.3.2. Pergunta Ótima: Porque esse tipo de paciente demora a procurar tratamento?

4.3.2.1. Resposta Ótima: Esse paciente tinha várias crises, mas demorou a procurar um diagnóstico médico porque é convidativo se sentir muito bem, é uma agitação falsa, você logo se dispersa ou se cansa. Ele me procurou quando se sentiu muito mal.

4.3.3. Pergunta Ruim: Você acredita que o paciente poderá ser internado no futuro, mesmo com o tratamento?

4.3.3.1. Resposta Ruim: Bom, a idéia aqui é ele se controlar mais e mais, para que isso não ocorra no futuro.

5. Médico Moderador

5.1. BATERIA 1: Olá Rep, como vai? Tudo certo? Sente-se, fique a vontade. REP: Trago algumas novidades para você hoje, mas antes, eu cruzei com seu último paciente na saída e não pude deixar de ouvir o que vocês disseram um ao outro, fiquei curioso sobre o quadro dele. DR. Ah sim, é um caso muito interessante mesmo.

5.1.1. Pergunta Ótima: Quais eram os sintomas do paciente no início do tratamento?

5.1.1.1. Resposta Ótima: Além da depressão, chegou com a qualidade do sono prejudicada o que é de praxe, prescrevi Seroquel XRO para auxiliar o paciente a ter um sono mais estável na dose de 50 mg.

5.1.2. Pergunta Boa: Como era a relação dele com a família?

5.1.2.1. Resposta Boa: Com a depressão, a relação familiar era a pior possível. O relacionamento se torna muito instável nesses casos.

5.1.3. Resposta Ruim: Os sintomas iniciais podiam ser tratados com Quetiapina?

5.1.3.1. Resposta Ruim: Alguns deles sim, foi o que tentamos trabalhar no início.

5.2. BATERIA 2

5.2.1. Pergunta Ótima: Dados esses sintomas iniciais, o que mais preocupava o paciente com relação ao tratamento?

5.2.1.1. Resposta Ótima: Esse paciente apresenta sintomas depressivos, queixava que o remédio estava o deixando meio superficial meio limitado e que precisava de um pouco mais de energia, mas ao mesmo tempo tinha medo de engordar.

5.2.2. Pergunta Boa:Dados esses sintomas iniciais, seriam necessários outros medicamentos para o tratamento?

5.2.2.1. Resposta Boa: O paciente retornará agora nesse mês e outros medicamentos serão necessários, pois a família disse que ainda há períodos de instabilidade no humor e ele ainda se sente muito desanimado.

5.2.3. Pergunta Ruim: Dados esses sintomas iniciais, dependendo do tratamento, é possível que outros sintomas apareçam?

5.2.3.1. Resposta Ruim: Sim, com certeza, dependendo da medicação podem aparecer outros efeitos colaterais ou até mudanças de comportamento, como em todo tratamento.

5.3. BATERIA 3

5.3.1. Pergunta Ótima: E qual a maior dificuldade que você encontrou nesse tratamento?

5.3.1.1. Resposta Ótima: O paciente queixava que precisava de um pouco mais de energia, que o remédio o deixava limitado, mas ao mesmo tempo tinha muito medo de engordar.

5.3.2. Pergunta Boa: E qual foi a sua maior dificuldade para identificar a doença e conseguir aplicar o tratamento correto?

5.3.2.1. Resposta Boa: Quando os sintomas de instabilidade de humor aparecem de maneira brusca, fica mais fácil identificar e tratar. Mas quando esses sintomas se “arrastam” por anos e surgem aos poucos, fica mais difícil identificar a doença.

5.3.3. Pergunta Ruim: O quão difícil é para o paciente ser tratado com outro medicamento a não ser Seroquel? Especificamente nesse caso.

5.3.3.1. Resposta Ruim: Acredito que qualquer tratamento seja difícil, à medida que o medicamento começa a agir, a força de vontade do paciente faz a diferença.

6. Médico Conservador

6.1. BATERIA 1: Olá Sr. Rep, como está o senhor? É sempre um prazer. Como posso ajudá-lo? REP: Como vai Doutor, tudo bem? Eu me mantive ocupado ultimamente acompanhando o perfil de um paciente de um caso clinico que o senhor escreveu mês passado. Sabe de qual caso eu estou falando? DR: Ah, sim! Como não lembrar? O que você quer saber sobre ele?

6.1.1. Pergunta Ótima: Me diga uma coisa, quando ele chegou, como o histórico te ajudou a iniciar o diagnóstico e o tratamento?

6.1.1.1. Resposta Ótima: O histórico é muito importante para um diagnóstico mais preciso. Já na depressão, eles com frequência procuram o médico. É o caso desse paciente, que chegou com quadro grave depressivo

6.1.2. Pergunta Boa: E me diga uma coisa, quando ele chegou aqui e iniciou o tratamento, quais sintomas tiveram uma melhora significativa?

6.1.2.1. Resposta Boa: Teve algumas fases de melhora, mas a família ainda queixa dele não dormir à noite.

6.1.3. Pergunta Ruim: E me diga uma coisa, quando ele veio pra cá os sintomas iniciais eram muito graves?

6.1.3.1. Resposta Ruim: Gravíssimos, por isso iniciei o tratamento imediatamente, ele teve uma melhora com isso, mas não o sufuciente.

6.2. BATERIA 2

6.2.1. Pergunta Ótima: Logo que identificou esses sintomas iniciais, qual foi a primeira medida que tomou?

6.2.1.1. Resposta ótima: Imediatamente após a chegada do paciente, eu já prescrevi dois antidepressivos associados para controlar os sintomas.

6.2.2. Pergunta Boa: Logo que identificou esse problema de insônia relatado pela família, qual foi sua primeira ação?

6.2.2.1. Resposta Boa: Bom, para tratar esse problema de sono relatado pela família, Entrei com ansiolítico e quetiapina 50 mg para um efeito sedativo mais potente e dessa forma acalmar o paciente na hora do sono

6.2.3. Pergunta ruim: Logo que ele chegou, era o caso de já entrar com Seroquel?

6.2.3.1. Resposta Ruim: Depende do paciente, nesse caso não.

6.3. BATERIA 3

6.3.1. Pergunta Ótima: Quais os efeitos desses sintomas na vida da pessoa?

6.3.1.1. Resposta Ótima: O paciente não consegue controlar os impulsos e irrita-se toda vez que alguém o contraria. Além de se endividar e provocar brigas, durante um episódio maníaco a pessoa pode vir a colocar em risco ou destruir seu casamento, abandonar o emprego e os amigos, comprometer sua reputação e credibilidade ou arruinar-se financeiramente.

6.3.2. Pergunta Boa: Qual a diferença de uma pessoa como essa em relação às outras?

6.3.2.1. Resposta Boa: Dizem que o bipolar está duas doses de uísque acima do resto da humanidade. Parece bom, mas a que preço?

6.3.3. Resposta Ruim: Qual o maior obstáculo no tratamento de um paciente como esse?

6.3.3.1. Resposta Ruim: Tratar o paciente o mais rápido possível para que ele se integre à sociedade rapidamente.