Estabelecer Comunidades Intencionais

Organizar as ideias necessárias para montagem de uma Ecovila.

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Estabelecer Comunidades Intencionais por Mind Map: Estabelecer Comunidades Intencionais

1. Permacultura

1.1. Sistema de design sustentável - Ecodesign de exteriores

1.1.1. Cada função é apoiada por diversos elementos e cada elemento desempenha diversas funções

1.1.1.1. Cooperação

1.1.1.2. Sustentabilidade

1.1.1.3. Conexões entre elementos

1.1.1.3.1. Animais

1.1.1.3.2. Casa

1.1.1.3.3. Plantas

1.1.1.4. Funções planejadas - Localização relativa

1.1.1.5. Cada elemento deve ser planejado para desempenhar o máximo número de funções

1.1.2. Padrões naturais

1.1.2.1. Ciclos

1.1.2.1.1. Lunar

1.1.2.2. Fases

1.1.2.3. Ritmos

1.1.2.4. Regularidades

1.1.2.5. Ordens

1.1.2.6. Fractais

1.1.2.7. Formas

1.1.2.7.1. Espiral

1.1.2.7.2. Globular

1.1.2.7.3. Dentífrico

1.1.2.7.4. Hexagonal

1.1.2.7.5. Circular

1.1.2.7.6. Ondular

1.1.2.7.7. Concêntrico

1.1.2.7.8. Machado de 2 laminas

1.1.2.8. Sequencia de eventos que ocorrem no espaço e tempo

1.1.3. Lei do menor esforço

1.1.3.1. Distribuir tratamento esgoto / lixo / abastecimento

1.1.4. Componentes

1.1.4.1. Estruturais

1.1.4.1.1. Tecnologias

1.1.4.1.2. Estruturas

1.1.4.1.3. Conexões

1.1.4.1.4. Pesquisas

1.1.4.2. Abstratos

1.1.4.2.1. Éticas

1.1.4.2.2. Tempo

1.1.4.2.3. Dados

1.1.4.3. Sociais

1.1.4.3.1. Cultura

1.1.4.3.2. Pessoas

1.1.4.3.3. Leis

1.1.4.3.4. Economia

1.1.4.4. do Local

1.1.4.4.1. Água

1.1.4.4.2. Terra

1.1.4.4.3. Paisagem

1.1.4.4.4. Clima

1.1.4.4.5. Plantas

1.1.5. Zonas Energéticas pelo uso intensivo

1.1.5.1. Zona 0

1.1.5.1.1. Casa

1.1.5.2. Zona 1

1.1.5.2.1. Oficina

1.1.5.2.2. Horta

1.1.5.2.3. Viveiro

1.1.5.3. Zona 2

1.1.5.3.1. Pomar

1.1.5.3.2. Animais

1.1.5.3.3. Açude

1.1.5.4. Zona 3

1.1.5.4.1. Alimentos extensivos

1.1.5.5. Zona 4

1.1.5.5.1. Agrofloresta

1.1.5.6. Zona 5

1.1.5.6.1. Bosques estruturais

1.1.5.6.2. Reserva

1.1.5.7. Caminho percorrendo todas as zonas

1.1.6. Setores

1.1.6.1. Movimentação do sol

1.1.6.2. Areas Frias e Quentes

1.1.6.3. Ventos

1.1.6.4. Queimada

1.1.6.5. Seca

1.1.6.6. Inundação

1.1.6.7. Sombra

1.1.6.8. Barulho

1.1.6.9. Vizinhos

1.2. Efeito de borda

1.2.1. Mangue

1.3. Aikido

1.4. Profunda - Quântica

1.4.1. Combate à entropia

1.4.2. A natureza produz mais energia sozinha do que com a intervenção humana

1.4.3. Agrofloresta

1.4.4. Energia gerada a partir de relações

1.4.5. Sintropia; Perceber os movimentos da natureza e incentivar aqueles que são benéficos

1.5. Awire - Aliança multiétnica de permacultura

2. Autonomia Financeira

2.1. Economia Solidária

2.1.1. Histórico

2.1.1.1. Socialismo utópico

2.1.1.1.1. Poder descentralizado

2.1.1.1.2. Cooperativismo

2.1.1.2. Anos 60-80

2.1.1.2.1. Paul Singer

2.1.1.3. Cáritas

2.1.1.3.1. Pastoral

2.1.1.4. Movimento Sem Terra

2.1.1.5. Sindicalismo

2.1.1.6. SENAES

2.1.2. Consumo consciente

2.1.2.1. Princípios

2.1.2.1.1. Por que comprar

2.1.2.1.2. O que comprar

2.1.2.1.3. Como comprar

2.1.2.1.4. De quem comprar

2.1.2.1.5. Como usar

2.1.2.1.6. Como descartar

2.1.2.2. 4R´s

2.1.2.2.1. Repensar

2.1.2.2.2. Reduzir

2.1.2.2.3. Reutilizar

2.1.2.2.4. Reciclar

2.1.3. Organização e Estratégia

2.1.3.1. ONG

2.1.3.1.1. Unisol

2.1.3.2. Rede de Troca

2.1.3.2.1. Rede de consumo

2.1.3.3. Bancos Sociais

2.1.3.3.1. Fundação Gaúcha de Bancos Sociais

2.1.3.3.2. Banco de Voluntários

2.1.3.3.3. Banco de Livros

2.1.3.3.4. Banco de Computadores

2.1.3.3.5. Banco de Projetos Comunitários

2.1.3.3.6. Banco de Materiais de Construção

2.1.3.3.7. Banco de Resíduos

2.1.3.3.8. Banco de Medicamentos

2.1.3.3.9. Banco de Tecidos

2.1.3.3.10. Banco de Vestuário

2.1.3.3.11. Banco de Tempo

2.1.3.4. Cooperativa de Crédito

2.1.3.4.1. Instituto banco palmas

2.1.3.4.2. Sicredi

2.1.3.5. Compartilhamento

2.1.3.6. Cooperativa

2.1.3.6.1. Observatório Nacional

2.1.3.6.2. SENAES

2.1.3.6.3. SIES

2.1.3.6.4. CADSOL

2.1.4. Moedas Sociais

2.1.4.1. ITACHA

2.1.4.2. LEDS

2.2. Cooperativismo

2.2.1. Distribuição entre todos

2.2.1.1. Todos os recursos captados na região são reinvestidos na região

2.2.2. Princípios

2.2.2.1. Adesão Voluntária e livre

2.2.2.1.1. Cooperativista

2.2.2.1.2. Cooperado

2.2.2.2. Gestão democrática

2.2.2.2.1. Liderança e linha de sucessão

2.2.2.3. Participação econômica

2.2.2.4. Autonomia e independência

2.2.2.5. Interesse pela comunidade

2.2.2.5.1. Entender necessidades

2.2.2.5.2. Atender necessidades

2.2.2.5.3. Encantar

2.2.2.6. Intercooperação

2.2.2.6.1. Projetos de impacto

2.2.2.7. Educação, formação e Informação

2.2.2.7.1. Criação de consciencia

2.2.2.7.2. O aprendizado é uma troca

2.2.2.7.3. Visão e Missão alinhadas com o propósito

2.2.2.7.4. Geração de valores

2.2.3. Governança

2.2.3.1. Código do IBGC

2.2.3.1.1. Instituto Brasileiro de Governança Corporativa

2.2.3.2. Boas práticas

2.2.3.2.1. Dirigentes e líderes darem os exemplos

2.2.3.2.2. Assembléia Geral

2.2.3.2.3. Profissionalização de um conselho

2.2.4. Sociedade de pessoas com interesse econômico em comum

2.2.4.1. Necessário pessoas com valores discriminados de acordo com os princípios

2.2.4.2. Estatuto

2.2.4.3. Projeto com embasamento para os associados

2.2.5. Programa Propriedade Sustentável - Sicredi

2.2.6. Sua opinião conta

2.2.6.1. Via dupla

2.3. Antigas rendas

2.3.1. Reservas em banco

2.3.2. desligamento gradativo

2.4. Ecoemprendedorismo

2.4.1. Produtos

2.4.1.1. In natura

2.4.1.1.1. Cultivo de ostras

2.4.1.1.2. Cultivo de algas

2.4.1.1.3. Venda de orgânicos em feiras

2.4.1.2. Produtos beneficiados

2.4.1.2.1. Compotas

2.4.1.2.2. Desidratadas

2.4.1.2.3. Queijo

2.4.1.2.4. Bebidas

2.4.1.2.5. Pão

2.4.1.3. Reduzir Reusar Re-significar Reciclar (Separar) Fechar o ciclo

2.4.1.3.1. Sistemas de baixo custo - energia

2.4.1.3.2. Irrigações

2.4.1.3.3. Cisternas

2.4.1.3.4. Banheiro seco

2.4.1.3.5. Residuário

2.4.1.3.6. Compostagem

2.4.1.4. Artesanato - Eco-loja

2.4.2. Redução dos impactos ambientais

2.4.3. Mapeando problemas

2.4.3.1. Solucionando problemas

2.4.4. Onu Verde

2.4.5. Pnuma

2.4.6. Serviços

2.4.6.1. Restaurante

2.4.6.2. Implantação / Consultoria Telhado verde

2.4.6.3. Implantação / Consultoria de Horta

2.4.6.4. Implantação / Consultoria de Bio construção

2.4.6.5. Implantação/ Consultoria de Jardins

2.4.6.6. Implantação/ Consultoria de paisagismo

2.4.7. Cursos e Workshops

2.4.7.1. Cursos de voluntariado

2.4.7.2. Cursos de permacultura

2.4.7.3. Cursos de bioconstrução

2.4.8. Vivências

2.4.8.1. Xamanismo

2.4.8.2. Eco práticas

2.4.8.3. Terapias

2.4.8.4. Retiros

2.4.9. Consultoria

2.4.9.1. Interna

2.4.9.1.1. Dinâmicas de grupo / Integração

2.4.9.1.2. Métodos de decisão

2.4.9.1.3. Planejamento e design

2.4.9.2. Externa

2.4.9.2.1. Escolha do terreno conforme vocação

2.4.9.2.2. Acessar linhas de crédito

2.4.9.2.3. Estratégia Sócio Político Econômico

2.4.9.2.4. Elaboração do estatuto da ecovila

2.4.9.2.5. Design Permacultural

3. Vida em Comunidade

3.1. As 4 fases (Scott Peck)

3.1.1. A pseudocomunidade (NOS)

3.1.2. O Caos (TU)

3.1.3. O Vazio (EU)

3.1.4. Comunidade

3.2. Quebra do paradigma do individualismo

3.2.1. Identificação do propósito comum (Cola)

3.2.1.1. Visão Coletiva Mosaico

3.2.1.1.1. Composta por múltiplas visões presentes em cada grupo

3.2.1.1.2. Lilian Avivia Lubochinski

3.2.2. Mecanismos

3.2.2.1. Celebração

3.2.2.2. Conexão espiritual

3.2.2.3. Afetividade

3.2.3. Planos claros

3.2.4. Comunicação clara

3.2.4.1. Ambiente adequado para tomada de decisões

3.3. Biorregionalismo

3.3.1. Micro e Macro Bacia Hidrográfica

3.3.2. Compreender e valorizar o local onde vivem sem invalidar estratégias diferentes com uma visão macro

3.3.3. Inserido na cultura local

3.3.4. Fluxo de economia local

3.3.5. Ética da suficiência

3.3.6. Criação de laços e afinidades

3.3.7. Design Social

3.3.7.1. Paulo Freire

3.3.7.2. Conhecer para cuidar

3.3.7.2.1. Saúde

3.3.7.2.2. Religião

3.3.7.2.3. Fontes de renda

3.3.7.2.4. Condições estruturais

3.3.7.2.5. Mutirão

3.3.7.2.6. Geo-referenciar a comunidade

3.3.7.3. Observar, Identificar, Interagir, Engajar

3.3.7.3.1. Ir à igreja

3.3.7.3.2. Ir ao bar

3.3.7.4. Ocupar espaços políticos institucionais

3.3.7.4.1. Fortalecer e participar ativamente da política local

3.3.7.5. Suprir demandas observadas necessárias para o fortalecimento biorregional

3.3.7.5.1. Trocar mão de obra

3.3.7.5.2. 1 ano de observação antes de uma proposta de solução

3.3.7.6. Integrar-se e respeitar a cultura local, sem impor sua cultura

3.3.7.6.1. Pensar em relações sinérgicas

3.3.7.6.2. Evitar ser o corpo estranho

3.3.7.7. Criar corredores ecológicos, unidades de conservação, programas nacionais, estaduais e municipais, RPPN,

3.4. Comunicação pacífica

3.4.1. Os 4 Passos

3.4.1.1. Observação sem julgamentos

3.4.1.2. Descrever os sentimentos e Frustrações

3.4.1.3. Identificar e expressar suas necessidades

3.4.1.4. Formular pedidos transparentes e viáveis

3.4.2. Resultados são proporcionais a sua capacidade de comunicação

3.4.3. Princípios

3.4.3.1. Honestidade

3.4.3.2. Paciência

3.4.3.3. Gerar Espaço

3.4.3.4. Compaixão

3.4.4. Empatia

3.4.4.1. Habilidade de nosso cérebro emocional de perceber os sentimentos e pensamentos de outra pessoa

3.4.4.2. Conexões neurais

3.4.4.2.1. Neurônios espelhos

3.4.4.2.2. Aprendizado se consolida através das conexões

3.4.4.3. Conceitos

3.4.4.3.1. Contágio emocional

3.4.4.3.2. Simpatia

3.4.4.3.3. Empatia

3.4.4.3.4. Empatia Cognitiva

3.4.4.3.5. Comportamentos Pró-sociais

3.4.4.4. Abstrata

3.4.4.4.1. Instrospecção

3.4.4.5. Operacional

3.4.4.5.1. Prática. Relação mãe + bebê

3.4.4.6. Oposto de Apatia

3.4.4.7. Mapa da Empatia

3.4.5. Comunicação

3.4.5.1. Semiótica

3.4.5.1.1. Signos

3.4.5.2. "A arte de ser entendido" Peter Usinov

3.4.5.3. Emissor - Mensagem - Receptor - Feedback

3.4.5.4. Tipos

3.4.5.4.1. Corporal

3.4.5.4.2. Visual

3.4.5.4.3. Verbal

3.4.5.4.4. Sensitiva

3.4.5.4.5. Sentimental

3.4.5.4.6. Escrita

3.4.5.5. Retórica Clássica

3.4.5.5.1. bem falar

3.4.5.5.2. comunicação eficaz e persuasiva

3.4.5.5.3. Oportunizar que o receptor enxerguem outros ponto de vistas

3.4.6. Círculos de convivência

3.4.6.1. Pessoa

3.4.6.1.1. Família

3.4.6.2. Se a pessoa melhorar meus círculos melhoram

3.5. Governança

3.5.1. Sociocracia S3

3.5.1.1. 4 princípios

3.5.1.1.1. Funcionamento em círculos

3.5.1.1.2. Elo duplo

3.5.1.1.3. Voto sem candidato

3.5.1.1.4. Consentimento

3.5.1.2. Tomada de decisão descentralizada

3.5.1.3. Governança dinâmica

3.5.1.4. Pessoas que detêm o poder possuem vínculos entre si

3.5.1.5. Quaker - Holanda

3.5.1.6. Aplicação e prática

3.5.1.6.1. Formalizar no regimento / estatuto do coletivo

3.5.1.7. Desenvolver coletivamente Visão, Missão, Propósito, Objetivo e Objetivos específicos

3.5.1.7.1. Visão

3.5.1.7.2. 3 a 5 grupos

3.5.1.7.3. Distribuir papel e caneta, e canetinhas para cada um

3.5.1.7.4. Rotaciona os papéis entre os grupos, grupo do lado sintetiza em uma ideia única

3.5.1.7.5. Seleciona um membro de cada grupo que irá sintetizar as ideias de todos os grupos

3.5.1.7.6. Decide por consentimento um parágrafo único que represente a visão daquele grupo

3.5.2. Hierárquica

3.5.3. Democrática

3.5.3.1. Pessoas exercem o poder pelo voto sem necessariamente possuírem vínculos

3.5.4. Comunidades e Comunitarismo

3.5.4.1. Colonia Cecilia 1890 Paraná

4. Guardiões da comunidade

4.1. Marcelo Quadros

4.1.1. Contatos

4.1.1.1. [email protected]

4.1.1.2. 41-98863-6607

4.1.1.3. Marcelo Quadros

4.1.2. Experiências

4.1.2.1. Autoconhecimento

4.1.2.1.1. 2015-T4

4.1.2.1.2. 2016-T4

4.1.2.1.3. 2017-T2

4.1.2.1.4. 2017-T3

4.1.2.1.5. 2017-T4

4.1.2.1.6. 2018-T1

4.1.2.2. Pesquisas e Estudos

4.1.2.2.1. 2016-T4

4.1.2.2.2. 2017-T1

4.1.2.2.3. 2017-T3

4.1.2.3. Vivências

4.1.2.3.1. 2017-T1

4.1.2.3.2. 2017-T2

4.1.2.3.3. 2017-T3

4.1.2.4. Cursos

4.1.2.4.1. 2017-T1

4.1.2.4.2. 2017-T2

4.1.2.4.3. 2017-T4

4.1.2.4.4. 2018-T1

4.1.2.5. Conexões

4.1.2.5.1. 2017-T2

4.1.2.5.2. 2017-T3

4.1.2.5.3. 2018-T1

4.1.3. Bibliografia

4.1.3.1. Manual do Arquiteto Descalço

4.1.3.2. Livro: Permacultura para Organizações e Casas Ecológicas

4.1.3.3. Ecovilas Brasil Caminhando para a sustentabilidade do ser

4.1.3.4. ECONOMIA DE GAIA: VIVER BEM DENTRO DOS LIMITES PLANETARIOS

5. Objetivo

5.1. [Promo] Ecovilas Brasil - Caminhando para a Sustentabilidade do Ser

5.2. "Uma nova cultura é instaurada no momento em que pessoas tem a intenção de se juntarem para viverem uma vida que faz sentido a elas." (Ecovilas Brasil)

5.3. Compartilhamento

5.4. Reuso

6. Gestão Comunidade

6.1. Passos

6.1.1. Identificar modalidade

6.1.1.1. Ecovila Urbana

6.1.1.1.1. Lei de zoneamento

6.1.1.1.2. Um lote só pode ter várias famílias se for em um condomínio

6.1.1.1.3. Loteamento

6.1.1.1.4. Desmembramento

6.1.1.1.5. Parcelamento do solo para evitar taxação por uso improprio

6.1.1.1.6. Atenção a legislação

6.1.1.1.7. Projetos com profissionais habilitados

6.1.1.2. Cohousing

6.1.1.2.1. Moradia compartilhada... com as pessoas certas!

6.1.1.2.2. Privilégio a áreas de descanso

6.1.1.2.3. Reduzida área de tarefas domésticas / Áreas comuns

6.1.1.2.4. Camping / Hostel

6.1.1.3. Ecobairros

6.1.1.3.1. Deixar o bairro livre para usar sua vocação natural

6.1.1.3.2. Prever uso diversificado

6.1.1.3.3. Prever tipologias que valorizem a insolação a ventilação

6.1.1.3.4. Coleta e tratamento de esgoto do bairro

6.1.1.3.5. Coleta e uso local da compostagem

6.1.1.3.6. Infraestrutura ecológica

6.1.1.3.7. Regras de edificação

6.1.1.4. Transition Town

6.1.1.4.1. Rob Hopkins

6.1.1.4.2. Permacultura Urbana

6.1.1.4.3. Melhorias para o coletivo

6.1.1.5. Ecovila Rural

6.1.1.5.1. CAR

6.1.2. Regimento

6.1.2.1. Acordos Claros

6.1.2.2. Por escrito

6.1.2.3. Consenso

6.1.2.4. Válido Juridicamente

6.1.3. Diretrizes

6.1.4. Projetos

6.1.5. Aprovações

6.1.6. Execução

6.1.7. Administração

6.1.7.1. Consenso

6.1.7.2. Participativa, Coletiva e comunitária

6.1.8. Estatuto

6.1.8.1. Empresa

6.1.8.2. Associação

6.1.8.3. Cooperativa

6.2. Definição

6.3. Métodos para criação

6.3.1. Ecovillage Design Education - EDE (Gaia Education)

6.3.2. Dragon Dreaming - John Croft

6.3.2.1. Visão compartilhada

6.3.3. Design Thinking

6.3.3.1. Design centrado no ser humano

6.3.4. Análise de Ciclo fechado

6.3.4.1. O conceito de ciclo fechado está relacionado com a analise de ciclo de vida, e principalmente com processos produtivos materiais. Você extrai matéria prima do seu meio (estado) natural, transforma, utiliza para seus propósitos até que o material deixe de ser necessário, neste momento ele precisa ser processado de forma que seja reintegrado à sua cadeia natural para iniciar o ciclo novamente. Flavio Januario

6.3.5. The transition Timeline

6.3.5.1. Shaun Chamberlin

6.3.5.2. Timeglider

6.4. GEN - Rede Global de Ecovilas

6.4.1. http://gen.ecovillage.org/

6.4.2. Casa

6.4.3. Gaia Education

6.5. ENCA

7. Acesso à Moradia

7.1. Temporária (Voluntariado)

7.2. Casa mãe

7.3. Casa do associado

7.4. Programa de necessidade / do empreendimento - Etapa 1 do Projeto

7.4.1. Arquiteto Intervir positivamente

7.4.1.1. Forma x Função

7.4.1.2. Localização relativa

7.4.1.3. Abundancia de recursos para construir

7.4.1.3.1. Relacionar o material ao clima

7.4.1.4. Relevo do Local

7.4.1.4.1. Encarece

7.4.1.5. Conceito

7.4.1.5.1. Escolher técnica

7.4.1.6. Croquis e plantas baixas

7.4.1.7. Projeto arquitetônico

7.4.1.8. Projeto Hidráulico

7.4.1.9. Projeto elétrico

7.4.1.10. Projeto Descritivo

7.4.1.10.1. Quantitativo

7.4.1.10.2. Orçamento

7.4.1.11. Maquete eletrônica 3D

7.4.2. Características e recursos naturais

7.4.2.1. Incidência do Sol

7.4.2.1.1. Projeção de sombra

7.4.2.2. Clima

7.4.2.3. Água

7.4.2.4. Qualidade do ar

7.4.2.5. Solo

7.4.2.6. Fauna e Flora

7.4.3. Infraestrutura Urbana

7.4.3.1. Sistema viário

7.4.3.2. Transporte coletivo

7.4.3.3. Distribuição de água

7.4.3.4. Tratamento de esgoto

7.4.3.5. Drenagem de águas pluviais

7.4.3.6. Rede de distribuição de energia e gás

7.4.3.7. Sistemas de comunicação

7.4.3.8. Coleta de resíduos sólidos urbanos

7.4.4. Vizinhança e Comunidade Local

7.4.4.1. Abastecimento

7.4.4.2. Saúde e Educação

7.4.4.3. Esporte, Lazer e Cultura

7.4.4.4. Segurança Pública

7.4.4.5. Qualidade da Paisagem Urbana Edificada

7.4.4.6. Comunidade

7.5. Legislação - Etapa 3 do projeto

7.5.1. Plano de Zoneamento da cidade

7.5.2. Leis de acessibilidade

7.5.3. Quem projeta está desautorizado a executar

7.6. Anteprojeto - Etapa 4 do projeto

7.7. Projeto - Etapa 5 do projeto

7.7.1. Função - Para que servirá o espaço

7.7.1.1. Fluxograma

7.7.2. Formal

7.7.3. Materiais (Pegada Verde)

7.7.3.1. Materiais Locais

7.7.4. Conexões

7.8. Bioconstruções

7.8.1. Apenas o Solo cimento é regulamentado pela ABNT

7.8.2. Sem regulamentação para financiamento

7.8.3. Superadobe

7.8.3.1. Saco de propileno preeenchido com qualquer tipo de solo compactado

7.8.3.2. Parede de 45 cm de espessura

7.8.3.3. Alto conforto térmico e acústico

7.8.3.4. Auto portante - desnecessário estrutura

7.8.3.5. Dispensa o uso de junta seca

7.8.3.6. Técnica rápida

7.8.3.7. Dispensa mão de obra especializada

7.8.3.8. Construção viva, que precisa de manutenções

7.8.4. Adobe

7.8.4.1. Depende do solo

7.8.4.1.1. 30% Argila

7.8.4.1.2. 70% Areia

7.8.4.1.3. Teste para verificar

7.8.4.1.4. Corpo de prova

7.8.5. Cob

7.8.5.1. Mais para fechamento

7.8.5.2. Pode ser usado como móveis, escadas, divisórias

7.8.5.3. Palhas um pouco maiores que o adobe

7.8.6. Taipa de Pilão

7.8.6.1. Fundação em pedras

7.8.6.2. Tábuas das paredes, bem lisa

7.8.6.3. Subir as paredes juntas

7.8.6.4. Colocar armação das janelas e portas durante a subida das paredes

7.8.6.5. Acondicionar o encanamento, enquanto pilar - cuidado para não quebrar

7.8.6.6. A diferença para o suberadobe é a caixaria

7.8.6.7. barra roscada para segurar paredes prontas

7.8.6.8. em caso de chuva cobrir a obra com lona

7.8.7. Cordwood

7.8.7.1. Abundância de madeira

7.8.7.2. Cob ou cimento pra fazer a cola

7.8.7.3. Técnica bastante barata

7.8.7.4. Combinações artísticas com garrafas e troncos

7.8.7.5. Dispensa mão de obra especializada

7.8.8. Pau a pique

7.8.8.1. Preenchimento

7.8.8.1.1. Geralmente cob

7.8.8.2. Trama em cipó, madeira, bambu

7.8.8.3. Necessita de um esqueleto estrutural

7.8.8.4. Inicia pelo telhado com aba de 50 a 70 cm

7.8.8.5. Reboco conforme chuvas

7.8.9. Pneus na construção

7.8.9.1. Pneu com areia

7.8.9.1.1. Entrada de baixo tapada com papelão

7.8.9.1.2. Interior preenchido com areia socada

7.8.9.1.3. Utilizar um nível para ajustar a altura do pneu

7.8.9.1.4. Processo demora em torno de 12 minutos por pneu

7.8.9.2. Pneu com concreto como sapata

7.8.9.3. Pneu preenchido com entulho de concreto

7.8.10. Bambu

7.8.10.1. Gigante

7.8.10.2. Taquara

7.8.10.2.1. Alastrante

7.8.10.3. Tratamento

7.8.10.3.1. evitar caruncho

7.8.10.3.2. autoclave

7.8.10.3.3. defumar

7.8.10.3.4. maçarico

7.8.10.3.5. sal de cloro CCB

7.8.10.4. responde bem a pressão vertical

7.8.10.5. Conexóes

7.8.10.5.1. Parafusos

7.8.10.5.2. Boca de pescar / encaixe

7.8.11. Telhado verde

7.8.11.1. Sempre indicado em caso de regiões quentes

8. Acesso à Energia elétrica

8.1. Companhia elétrica local

8.2. Energia Solar

8.2.1. Passiva

8.2.1.1. Aquecedor Solar

8.2.1.1.1. Baixo Custo

8.2.1.2. Forno Solar

8.2.1.2.1. Baixo custo

8.2.1.2.2. Parabólica

8.2.1.2.3. Refletor scheffler

8.2.1.3. Refrigeração Solar

8.2.1.4. Cozinha Pneumática

8.2.1.5. Desidratadores

8.2.1.5.1. Aço Inox

8.2.2. Painéis Solares

8.2.2.1. Dimensionamento

8.2.2.1.1. Considerar a cacidade de cada célula em Volts

8.2.2.1.2. Considerar a carga em Volts que o painel irá alimentar

8.2.2.1.3. Considerar 1/3 a mais de volts devido à estações do ano e incidência pelo horário

8.2.2.1.4. Calcular Índice Solarimétrico do local

8.2.2.2. Consumo

8.2.2.2.1. C=(Pxt) /1000

8.2.2.3. Células solares

8.2.2.3.1. Monocristalina

8.2.2.3.2. Policristalina

8.2.3. Controladores de carga

8.2.3.1. MPPT

8.2.4. Bateria estacionária

8.2.4.1. Freedom

8.2.4.2. Atenção para a polaridade

8.2.5. Inversores

8.2.5.1. Converter 12V para 110/220 Off Grid

8.2.5.2. Inversor Grid Tie

8.2.6. Sistema

8.2.6.1. Off-Grid

8.2.6.1.1. Baterias

8.2.6.2. Grid-Tie

8.2.6.2.1. Micro geração

8.2.6.2.2. Mini Geração

8.2.6.2.3. Relógio bidirecional

8.2.6.2.4. Geração compartilhada

8.3. Roda dágua

8.3.1. Mover Foles

8.3.2. Socar grãos

8.3.3. Gerar energia

8.4. Eólica

8.4.1. Ideal que a turbina seja instalada de forma distribuída, em cada residência

8.4.2. Atenção para a maresia

8.5. Iluminação

8.5.1. Sensores de presença

8.5.2. Central de gerenciamento

8.6. Biodigestor

8.6.1. Queimando biomassa: madeira, esterco e resíduos agrícolas.

8.6.1.1. De acordo com um relatório da OMS de 2002, 36% das infecções respiratórias superiores agudas, 22% das doenças pulmonares obstrutivas crônicas e 1,5% de todos os cânceres são causados pela poluição do ar em ambientes fechados resultante dessa prática.

8.6.2. Biogás por decomposição

8.6.2.1. Composteira

8.6.3. Biocombustível por extração e transformação

8.7. Bicimáquinas

8.7.1. Adaptar qualquer motor para uma bicicleta

8.8. Gerador Local

9. Acesso ao Conhecimento

9.1. Consultoria

9.1.1. Roteiro

9.1.1.1. Integrado e evolutivo

9.1.2. Orientador

9.1.2.1. Precisamos de um idealismo que funcione para continuarmos motivados

9.1.2.2. Facilitador

9.1.2.2.1. Abre portas

9.1.2.2.2. Tomadas de decisão

9.1.2.3. Externo à Ecovila

9.1.3. Rede

9.1.3.1. Permacultores

9.1.3.2. Designers

9.1.3.3. Gaianos

9.1.3.4. Cases de sucesso

9.2. Ecopedagogia

9.2.1. Educação do cotidiano

9.2.1.1. Pedagogia viva

9.2.1.2. Crítica ao paradigma atual

9.2.1.3. Educação no campo

9.2.1.3.1. Simplicidade

9.2.1.3.2. Opção de lazer

9.2.1.3.3. Design Social

9.2.1.3.4. Controle Racional dos recursos

9.2.1.3.5. Florestas e bosques são mais que madeira para lenha

9.2.1.3.6. Design Social

9.2.2. Escolas Livres

9.2.2.1. Pedagogia Cooperativa

9.2.2.2. Pedagogia Waldorf

9.2.2.2.1. Rudolph Steiner

9.2.2.2.2. Ensino transdisciplinar

9.2.2.2.3. Aprendizado integral casa-escola

9.2.2.3. Escola da Ponte

9.2.2.4. Montessoriana

9.2.2.5. Freireana

9.2.2.5.1. Pedagogia crítica

9.2.2.6. Características

9.2.2.6.1. Oportuniza um ambiente de aprendizado

9.2.2.6.2. Local e momento adequado para fazer o que quiserem

9.2.2.7. Exemplos

9.2.2.7.1. Escola da caverna

9.2.2.7.2. Escolas barco - Bangladesh

9.2.2.7.3. Escola nas plataformas de trem

9.2.2.7.4. Escola para gays

9.2.2.7.5. Escola da prostituição - Espanha

9.2.2.7.6. Escola de bruxos

9.2.3. Ecologia

9.2.3.1. Estudo do habitat e da interdependência dos seres vivos

9.2.4. Pedagogia

9.2.4.1. Estudo sobre a busca do ser pelo conhecimento

9.2.5. Bases

9.2.5.1. Paulo Freire

9.2.5.1.1. Extensão e comunicação Rural

9.2.5.1.2. Francisco Gutierrez

9.2.5.1.3. Moacir Gadotti

9.2.5.2. Eco 92

9.2.5.3. Carta da Terra

9.2.5.4. Agenda 21

9.2.5.5. Cidadania Planetária

9.2.5.6. Direito ao meio ambiente sustentável assegurado por lei

9.2.5.7. Educação sobre a ecologia assegurado por lei

9.3. CPRA

9.4. Internet

9.4.1. Instalação local

9.4.2. Celular

9.4.3. Quando for a cidade

9.5. Comunidade

9.5.1. Vivência

9.6. Livros

9.6.1. Físicos e e-book

10. Acesso à Transporte

10.1. Bicicleta

10.2. Moto

10.3. Cavalo

10.4. Caiaque

10.5. Lancha

10.6. Carro

10.7. A pé

11. Acesso à Terra

11.1. Lendo a terra (Sondagem) - Etapa 2 do Projeto

11.1.1. Coletar

11.1.1.1. Fotografias antigas e novas

11.1.1.2. Mapas antigos e novos

11.1.1.3. Observar

11.1.1.3.1. Andar

11.1.1.3.2. Distâncias

11.1.1.3.3. Água

11.1.1.4. Orgãos

11.1.1.4.1. 113GE

11.1.1.4.2. Embrapa

11.1.1.4.3. Prefeitura

11.1.1.5. Pluviosidade

11.1.1.5.1. época mais chuvosa

11.1.1.6. Vizinhos

11.1.1.7. Vento

11.1.1.7.1. Inverno

11.1.1.7.2. Verão

11.1.1.8. Arco do Sol

11.1.1.8.1. Inverno

11.1.1.8.2. Verão

11.1.2. Catalogar Espécies

11.1.2.1. Plantas

11.1.2.1.1. Catalogar conhecidas

11.1.2.1.2. Amostrar desconhecidas

11.1.2.2. Animais

11.1.2.2.1. Domésticos

11.1.2.2.2. Silvestres

11.1.3. Solo

11.1.4. Variações topográficas

11.1.4.1. É confiável planejar em função da topografia

11.1.4.2. Implicações nos microclimas

11.1.4.3. Perfil com altitude

11.1.5. Processos faltando para o equilíbrio

11.2. Condomínio

11.2.1. 1 Terreno pertencente a uma Associação de moradores

11.3. Parcelamento do solo

11.3.1. Loteamento

11.4. Terreno particular - Cuidado com a Síndrome do dono

11.5. Design paisagismo

11.5.1. Planta baixa

11.5.2. 3d do projeto

11.5.3. Inventário das espécies

11.5.4. Contexto

11.5.4.1. Recantos

11.5.4.2. Caminhos

11.5.4.3. Pergolados

11.5.4.3.1. Treliças

11.5.4.4. Playground

11.5.4.5. Acessos

11.5.4.6. Fontes

11.5.4.6.1. Espelho d água

12. Acesso à Saúde e Segurança

12.1. Hospital próximo

12.2. Farmácia próxima

12.3. Kit primeiros Socorros Embutido num dispositivo portátil, do tamanho de um celular, o LOC permitirá aos médicos, enfermeiras ou mesmo aos próprios pacientes extrair uma amostra de líquido corporal (como urina, saliva ou uma simples gota de sangue) e realizar dezenas, se não centenas, de diagnósticos no local e em uma questão de minutos.

13. Acesso a Lazer e bem estar

13.1. Relações

13.1.1. Sexualidade

13.1.2. Família

13.2. Praia

13.3. Rios

13.4. Lagos

13.5. Cachoeiras

13.6. Música

13.6.1. Spotify

13.7. Videos

13.7.1. Netflix

13.7.2. You tube

13.8. Arvorismo

14. Acesso à Comida (2000 cal pp)

14.1. Agrofloresta - Sistemas agroflorestais - Agricultura Sintrópica

14.1.1. princípios fundamentais

14.1.1.1. capina seletiva

14.1.1.2. podas

14.1.1.2.1. Facão

14.1.1.3. Estratificação e Sucessão

14.1.1.4. evitar fogo

14.1.1.5. Identificar plantas indicadoras para atuar

14.1.1.6. Traz força, rigidez, para demais plantas

14.1.1.7. Aprofunda o solo

14.1.2. Conhecer plantas locais

14.1.2.1. Prioritárias

14.1.2.1.1. Anuais

14.1.2.1.2. Plurianuais ou persistentes

14.1.2.1.3. Perenes

14.1.3. Aspecto estrutural

14.1.3.1. Silviagricolas

14.1.3.2. Silvipastoril

14.1.3.3. Agrosilvipastoril

14.1.4. Funções

14.1.4.1. Produção

14.1.4.1.1. Autosustentabilidade

14.1.4.1.2. Comercial

14.1.4.2. Proteção

14.1.4.2.1. Nascentes

14.1.4.2.2. Aumentar a vida do ambiente

14.1.4.2.3. Áreas degradadas

14.1.4.2.4. Corredores ecológicos para animais e pássaros

14.1.4.2.5. Mata ciliar

14.1.5. Sócio-econômico

14.1.5.1. Comercial

14.1.5.2. Intermediário

14.1.5.3. Consumo e auto subsistência

14.1.6. Ecológicos

14.1.6.1. Plantas que encabeçam o SAF

14.2. Agro Ecologia

14.2.1. Princípios

14.2.1.1. Ambiental

14.2.1.2. Social

14.2.1.3. Econômica

14.2.1.4. Política

14.2.1.5. Ética

14.2.1.6. Moral

14.2.2. Metodologias

14.2.2.1. MESMIS

14.2.2.1.1. Marco de avaliação do sistema de manejo

14.2.2.1.2. Incorpora os indicadores de sustentabilidade

14.2.2.1.3. Forma interdisciplinar e participativa

14.2.2.1.4. Etapas

14.2.2.2. DRP

14.2.2.2.1. Diagnóstico rápido participativo

14.2.2.2.2. Identificar pontos fortes do local e suas conexões

14.2.2.3. ISA

14.2.2.3.1. Indicadores de Sustentabilidade em Agroecosistemas

14.2.2.3.2. Estratégia de baixo custo

14.2.3. Escolas de agricultura alternativa

14.2.3.1. Agricultura biodinâmica

14.2.3.1.1. preparados biodinâmicos

14.2.3.2. Agricultura natural

14.2.3.2.1. manifestar o poder do solo

14.2.3.2.2. microrganismos eficientes

14.2.3.2.3. fukuoka

14.2.3.3. Agricultura orgânica

14.2.3.3.1. Húmus

14.2.3.3.2. Calda Bordaleza

14.2.3.3.3. Calda Sulfocálcica

14.2.4. Biofertilizantes

14.2.4.1. Aeróbico

14.2.4.1.1. com oxigênio

14.2.4.2. Anaeróbico

14.2.4.2.1. ambientes fechados

14.3. Na comunidade

14.3.1. Inter

14.3.1.1. Fazendeiros locais

14.3.1.2. Horta da comunidade

14.3.1.3. Árvores frutíferas

14.3.1.4. Vendas próximas

14.3.1.5. Pesca

14.3.1.6. Cultivo de ostras

14.3.1.7. Cultivo de algas

14.3.1.8. Cultivo de grãos

14.3.1.9. Galinha

14.3.1.10. Caça

14.3.2. Intra

14.3.2.1. Igual para todos

14.3.2.2. Conforme necessidade nutricional

14.3.2.3. Conforme trabalho para a comunidade

14.3.2.4. Cada um sabe o quanto precisa

14.4. Na cidade

14.4.1. Supermercado

14.4.2. Restaurantes

14.4.3. Feiras semanais de Hortifruti

15. Acesso à Água (30L pp)

15.1. Tratamentos

15.1.1. HWTS

15.1.1.1. Processos

15.1.1.1.1. Proteger a nascente

15.1.1.1.2. Sedimentar

15.1.1.1.3. Filtrar

15.1.1.1.4. Desinfetar

15.1.1.1.5. Armazenar em segurança

15.1.1.2. Plano de segurança da água WHO

15.1.1.2.1. Verifiicação

15.1.1.2.2. Metas baseadas na saúde

15.1.1.2.3. Avaliação sistematizada

15.1.1.2.4. Monitoramento operacional

15.1.1.2.5. Gerenciamento e Comunicação

15.1.2. Águas Pretas

15.1.2.1. Bacia de evapotranspiração

15.1.2.2. Zonas de raízes

15.1.2.3. Canais de infiltração

15.1.2.4. Fossa biosséptica

15.1.2.5. Fossa biodigestora

15.1.3. Águas cinzas

15.1.3.1. Ciclo de bananeiras

15.1.3.2. Plantas macrófitas

15.1.3.2.1. Folhas Largas

15.1.3.2.2. Juncos

15.1.3.3. Tela

15.1.3.4. PH danoso

15.2. Nível de acesso

15.2.1. Ótimo

15.2.1.1. Múltiplas torneiras

15.2.2. Intermediário

15.2.2.1. Torneira pública

15.2.2.2. até 5 min

15.2.2.3. até 100m

15.2.3. Básico

15.2.3.1. até 30 min

15.2.3.2. até 1km

15.2.4. Sem acesso

15.3. Chuva / Águas do céu

15.3.1. Drenagem

15.3.1.1. Swales

15.3.1.1.1. Canais de irrigação

15.3.1.2. Curva de nível

15.3.1.2.1. Evitar erosão do solo

15.3.1.2.2. Pé de galinha

15.3.2. Contenção

15.3.2.1. Cobertura do solo

15.3.2.2. Quebra ventos

15.3.2.3. Cerca viva

15.3.2.4. Terraços

15.3.3. Captação

15.3.3.1. Cisterna de telhado

15.3.3.2. Cisterna calçadão

15.3.3.3. cisterna de enxurrada

15.3.3.4. Cisterna alternativa

15.3.3.4.1. Bombona

15.3.3.5. Cisterna subterrânea

15.3.3.5.1. Precisa de bomba dagua

15.3.4. INMET - Pluviosidade estatística

15.4. Rios / Nascentes / Águas da terra

15.4.1. Olho dágua

15.4.1.1. Manter cobertura vegetal

15.4.2. Nascentes

15.4.3. Rios

15.4.3.1. Proteger matas ciliares

15.4.4. Poços artesianos

15.4.4.1. Bomba de água

15.4.4.1.1. Shurflo 2088-554-144

15.4.5. Açudes

15.4.6. Lagoas

15.5. Oceanos

15.5.1. Temperatura da água, influência chuvas no litoral

15.5.2. Manguezais

15.6. Finalidades

15.6.1. Consumo próprio

15.6.2. Cozinhar alimentos

15.6.3. Vida

15.6.3.1. Briófitas

15.6.3.1.1. Musgos

15.6.3.2. Peixes

15.6.3.3. Anfíbios

15.6.3.4. Reprodução

15.6.3.4.1. Deslocamento do espermatozoide para a fecundação

15.6.3.4.2. Desenvolvimento do feto no útero

15.6.3.5. Formação dos solos

15.6.3.6. Transporte e filtro de nutrientes no corpo humano

15.6.4. Agricultura

15.6.4.1. Irrigação

15.6.4.1.1. Aquaponia

15.6.4.2. Reduzir o sal do solo

15.6.4.3. Cobertura de matéria orgânica / folhas para reduzir a transpiração do solo

15.6.4.4. Animais

15.6.4.5. Qualidade

15.6.4.6. Armazenamento

15.6.5. Lagoas

15.6.5.1. Controle temperatura do micro clima

15.6.6. Aquicultura

15.6.6.1. Água de Origem

15.6.6.1.1. Onde pegar a água

15.6.6.1.2. PH

15.6.6.1.3. Salinidade

15.6.6.2. Água de uso

15.6.6.2.1. Tanques

15.6.6.2.2. Canos

15.6.6.2.3. Calagem para alterar o PH

15.6.6.2.4. Dureza

15.6.6.2.5. Transparência

15.6.6.3. Água de lançamento

15.6.6.3.1. Reutilizar para adubo na agricultura

15.6.7. Geração de energia

15.6.7.1. Barragens

15.6.7.2. Hidroelétrica

15.6.7.2.1. Pegada Hídrica