Vírus: agentes terapêuticos em potencial!

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Vírus: agentes terapêuticos em potencial! por Mind Map: Vírus: agentes terapêuticos em potencial!

1. Vírus oncolíticos

1.1. infectam apenas células cancerosas

1.1.1. transformadas

1.1.1.1. Bioquimicamente

1.1.1.1.1. Ex. Alterações de vias bioquímicas de resposta imune. Inativação de IFN I por VACV

1.1.1.2. Funcionalmente

1.1.1.2.1. Ex. Expressão anômala de proteínas reguladoras de apoptose permitindo que o ciclo de multiplicação viral se conclua. Proteínas BCL por NCDV.

1.1.1.3. Morfologicamente

1.1.1.3.1. Ex. Superexpressão de proteínas de superfície celular utilizadas para adesão viral. Nectinas por HHV-1.

1.2. levam a redução tumoral por distintas vias que quando combinadas determinam a eficiência da terapia

1.2.1. Redução in situ do tumor

1.2.2. Ativação da resposta imune antitumoral

1.3. podem ser manipulados geneticamente para

1.3.1. Redução de sua patogenicidade em células normais

1.3.1.1. Remoção dos genes virais relacionados à patogênese

1.3.2. Aumento da resposta imune antitumoral

1.4. podem ser utilizados em seu estado selvagem para

1.4.1. Facilitar sua manipulação em laboratório

1.4.1.1. Ex.Obtenção de altos títulos virais

1.5. podem ter como hospedeiro natural

1.5.1. Humanos

1.5.1.1. Especifidade

1.5.2. Animais não-humanos

1.5.2.1. Ausência de imunidade prévia

1.6. Primeiro vírus oncolítico aprovado pela agência reguladora americana FDA, em outubro de 2015

1.6.1. T-Vec (vetor viral baseado em HHV-1)

2. Vacinas virais terapêuticas

2.1. Vacinas terapêuticas são utilizadas com o intuito de controlar infecções já instaladas

2.1.1. principalmente

2.1.1.1. Doenças degenerativas

2.1.1.2. Infecções crônicas

2.1.1.3. Cânceres

2.2. Atuam na ativação ou modulação da resposta imune do indivíduo

2.2.1. propiciando

2.2.1.1. Disparo de resposta imune com qualidade e intensidade suficiente para melhora do quadro do paciente

2.3. Podem utilizar estratégias distintas de ação atuando de forma

2.3.1. Passiva

2.3.1.1. Quando mediadores da resposta imune exógenos são administrados diretamente

2.3.1.1.1. Ex.: Linfócitos ou anticorpos

2.3.2. Ativa

2.3.2.1. Quando o próprio sistema imune é estimulado a montar a resposta

2.4. Vírus são utilizados como vetores de

2.4.1. Proteínas indutoras de apoptose

2.4.2. Antígenos tumorais

2.4.2.1. Que aumentam a resposta imune aos tumores de forma sistêmica

2.4.3. Fatores de recrutamento de células da resposta imune

2.4.3.1. Ex.: GM-CSF

3. Vetores virais e terapia gênica

3.1. Terapia gênica diz respeito a utilização de material genético para tratamento ou prevenção de enfermidades

3.1.1. que podem ser

3.1.1.1. Defeitos hereditários congênitos

3.1.1.1.1. Cânceres

3.1.1.2. Doenças adquiridas como

3.1.1.2.1. Doenças neurodegenerativas

3.1.1.2.2. Doenças cardiovasculares

3.1.1.2.3. Doenças infecciosas

3.2. A construção de vetores virais utiliza a capacidade natural dos vírus de inserir material genético "estranho" na célula hospedeira

3.2.1. Inclui

3.2.1.1. Inserção do gene terapêutico de interesse no genoma viral

3.2.1.1.1. que pode ser

3.3. Possui diferentes "modalidades" de abordagem que incluem

3.3.1. Modificação direta do gene defeituoso

3.3.2. Modulação da expressão gênica

3.4. Os mais utilizados são

3.4.1. Retrovírus

3.4.1.1. São utilizados devido sua natural capacidade de integração ao genoma das células hospedeiras

3.4.1.1.1. que é possibilitada pelas enzimas virais

3.4.2. Adenovírus

3.4.2.1. Oferecem diversas vantagens como

3.4.2.1.1. Facilidade de obtenção de altos títulos virais

3.4.2.1.2. Capacidade de infecção de diversos tipos celulares

3.4.2.1.3. Não integração de seu genoma ao da célula

3.5. Tem a segurança de sua utilização como principal barreira

3.5.1. Relação Permissividade tecidual à infecção X Tecido alvo

3.5.2. Relação Imunogenicidade X Inflamação

3.5.3. Relação Dose X Citotoxicidade

3.5.4. Possível Indução de Mutagênese insercional