A CONSULTORIA EM ONGS: UM ESTUDO NA REGIÃO METROPOLITANA DE RECIFE

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A CONSULTORIA EM ONGS: UM ESTUDO NA REGIÃO METROPOLITANA DE RECIFE por Mind Map: A CONSULTORIA EM ONGS: UM ESTUDO NA REGIÃO METROPOLITANA DE RECIFE

1. Getting started

1.1. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

1.2. O contexto da consultoria em ONGs na perspectiva dos consultores

1.3. As ONGs incongruentes

1.4. As ONGs congruentes

1.5. Interesses e conflitos existentes

1.5.1. "Além da perda da autonomia, como os recursos, em sua maioria são direcionados para projetos específicos, as ONGs têm uma debilidade de arcar com suas despesas administrativas como materiais de escritórios, despesas com relação à manutenção da sede e gastos com o quadro pessoal e tributários."

1.6. Principais serviços demandados pelas ONGs aos consultores

1.7. REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DA CONSULTORIA EM ONGS

1.7.1. "Quanto aos serviços de consultorias demandados pelas ONGs, podemos afirmar, embasados na definição de Oliveira (2004), que são demandadas tanto consultorias ”especializadas” quanto “totais”."

2. A CONSULTORIA EM ONGS: UM ESTUDO NA REGIÃO METROPOLITANA DE RECIFE

3. Ashoka-McKinsey

3.1. "Criada em 1996 estando presente em mais de 10 países. Com esta parceria que resultou na criação do Centro de Competência para Empreendedores Sociais Ashoka-McKinsey (CCES)."

4. Para Oliveira (2004) existem dois tipos de consultoria de acordo com o método de intervenção adotado pelo consultor.

4.1. CONSULTORIA DE PACOTE

4.2. CONSULTORIA ARTESANAL

4.3. "A adoção do management pelas ONGs foi provocada por dois fatores principais: o primeiro foi a necessidade das ONGs obterem uma maior eficiência de suas atividades; o segundo foi a necessidade de se tornarem mais “competitivas” na obtenção de recursos financeiros, uma vez que a partir da década de 90, estes se tornaram mais escassos."

5. AS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS

5.1. “Caracterizam-se por serem organizações sem fins lucrativos, autônomas, isto é, sem vínculo com o governo, voltadas para o atendimento das necessidades de organizações de base popular, complementando a ação do Estado” (TENÓRIO, 2004, p. 11).

5.2. Na visão de alguns autores essas organizações fazem parte do terceiro setor.

5.2.1. A idéia de um “terceiro setor” supõe um “primeiro” e um “segundo” e nesta medida faz referência ao Estado e ao mercado. A referência, no entanto, é indireta, obtida pela negação – “nem governamental, nem lucrativo”. Em termos explícitos e positivos, o conceito designa simplesmente um conjunto de iniciativas particulares com um sentido público (FERNANDES, 1994, p. 127, grifos do autor).

5.2.2. A expressão “terceiro setor” tem sido constantemente utilizada para referir-se às organizações da sociedade civil sem fins lucrativos de uma forma geral... É importante afirmar a identidade própria de cada grupo e campo político de organizações da sociedade civil brasileira. Isto significa marcar suas diferenças e os pontos em que convergem (ABONG, 2008).

6. A CONSULTORIA ORGANIZACIONAL EM ONGS

6.1. Para Argyris (1970), trata-se de um processo de intervenção, sendo esse realizado em uma organização que ele denomina de sistema-cliente. Intervir, na sua concepção (1970, p. 15),

6.2. "Neste campo podem atuar diversos profissionais, sendo que a única exigência é que estes consigam clientes que contratem seus serviços. Não existe uma regulamentação desta atividade (VALENÇA; ASSOCIADOS, 1995), e consequentemente não existem ações ou metodologias padronizadas."

7. "O fato de proclamar princípios éticos e, por outro lado, como praticar isto. Proclamada, por um lado, é transparência, é participação e muitas vezes da boca para fora. Geralmente tem uma ação para os outros, mas isto nem sempre corresponde à ação interna (Consultor E, entrevista em outubro de 2007)."