A mais pura verdade sobre a Desonestidade - Dan Ariely

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A mais pura verdade sobre a Desonestidade - Dan Ariely por Mind Map: A mais pura verdade sobre a Desonestidade - Dan Ariely

1. Autor

1.1. Dan Ariely

1.1.1. Psicologia

1.1.2. Economia

1.1.3. Duke University

1.1.4. PHD Psicologia Cognitiva

1.1.5. PHD Administracao

2. Porque a desonestidade é tao interessante?

2.1. MOSCR

2.1.1. Modelo Simples do Crime Racional

2.1.1.1. Analise de custo-beneficio

2.1.1.1.1. Vantagem do crime

2.1.1.1.2. Probabilidade de ser pego

2.1.1.1.3. Puniçao esperada

3. Testando MOSCR

3.1. Matrizes

3.1.1. Conferencia = zero trapaça

3.1.2. Triturador = +2

3.1.3. + dinheiro = + trapaça = NAO

3.1.3.1. MOSCR caindo

3.1.4. + cameras = - trapaça = NAO

3.1.4.1. MOSCR caindo

3.2. Trapaceamos ate o nivel que nos permite manter nossa autoimagem como razoavelmente honestos

3.3. Margem de Manobra

3.3.1. Queremos nos ver como pessoas honestas|honradas

3.3.2. Queremos nos beneficiar com trapaça

3.3.2.1. Desde que trapaceemos somente um pouco podemos nos beneficiar com trapaça e ainda nos vermos como seres humanos maravilhosos

4. Diversao com a Margem de Manobra

4.1. Mentir com fichas

4.1.1. 2x mais que diretamente por $

4.1.2. Trapaceamos + com objetos nao monetarios

4.1.2.1. Lapis do escritorio

4.1.2.2. Papael do escritorio

4.1.2.3. Fichas de jogos

4.2. Politicos trapaceiam mais pois nao lidam com dinheiro especie

4.3. Lembretes Morais funcionam por um tempo

4.3.1. Citar a Biblia

4.3.2. Fazer assinar algo

4.3.3. Jurar pela honra

4.4. Quanto mais longe da trapaça mais facil

4.4.1. Bola de Golfe

4.4.1.1. Trapacear no golfe retrata muito da trapaça do ser humano

4.4.1.2. Quando nossas açoes sao mais distantes da execuçao do ato desonesto achamos mais facil cometer a desonestidade

4.4.1.3. Os golfistas podem ser desonestos, mas ao mesmo tempo se consideram honestos *como todo mundo*

4.4.1.4. Quando as regras sao um pouco abertas a interpretacoes, quando existem areas cinzentas e quando as pessoas sao liberadas para pontuar o proprio desempenho, ate mesmo jogos nobres com o golfe podem ser armadilhas para a desonestidade

5. Cegos por nossas proprias motivacoes

5.1. O custo oculto dos favores

5.1.1. Reciprocidade

5.1.1.1. Cialdini - Arma 01

5.1.2. Estudo fMRI

5.1.2.1. A varredura no cerebro indicou aumento das partes cerebrais relacionadas com o prazer

5.1.2.2. Porem os particiantes negaram algum efeito do patrocinio sobre as escolhas

5.1.2.3. O favotitismo aumentava de acordo com o tamanho do pagamento

5.1.3. Manipulacao medica

5.1.3.1. Promotores se infiltram e manipulam os medicos para receitarem o medicamento

5.1.3.2. Influencia da industria farmaceutica

5.1.3.2.1. Professores

5.1.3.2.2. Alunos

5.1.3.3. Conflito de interesses

6. Porque estragamos tudo quando estamos cansados?

6.1. Ao esgotar sua força de vontade, vc terá consideravelmente mais problemas para controlar desejos, e essa dificuldade pode desgastar também sua honestidade

6.2. Cada item atrativo que vê na vitrine e não compra é um impulso oprimido, lentamente destruido por sua reserva de força de vontade

6.2.1. Tornando muito mais provável que mais tarde vc ceda à tentação

6.2.1.1. As simples tentativas diárias de manter os impulsos sob controle enfraquecem nosso suprimento de autocontrole, tornando-nos, assim, mais suscetíveis à tentação

7. Pq o uso de falsificações nos faz trapacear mais?

7.1. Embora nosso sistema atual de indumentária não seja tão rígido quanto foi no passado, odesejo de sinalizar o sucesso e a individualidade e tão forte hoje quanto antes

7.2. Pessoas que adquirem falsificações diluem a potência de sinalização externa e enfraquecem a autenticidade do produto real (e de seu portador).

7.2.1. Por isso os varejistas e profissionais da moda se preocupam tanto com as falsificações

7.3. Usar um produto genuíno não aumenta nossa honestidade

7.3.1. Mas quando usados produtos falsos, as restrições morais se afouxam em algum grau

7.3.1.1. Tornando mais fácil avançarmos nos caminho da desonestidade

7.4. Todos nós pagamos um preço pelas falsificações em termos de moeda moral; "fingir" muda nosso comportamento, nossa autoimagem e o modo como vemos os outros

8. Enganando a nós mesmos

8.1. As pessoas trapaceiam quando têm oportunidade, mas não em excesso

9. Criatividade e desonestidade

9.1. Os seres humanos estão divididos por um conflito fundamental

9.1.1. Nossa propensão profundamente entranhada de mentir para nós mesmos e para os outros

9.1.2. O desejo de nos considerarmos pessoas boas e honestas

9.1.2.1. Assim justificamos nossa desonestidade contando histórias para nós mesmos sobre porque nossas ações são aceitáveis e até admiráveis.

9.2. Análise do cortex pré-frontal

9.2.1. responsável pelo pensamento de ordem superior, com o planejamento e decisão de como lidar com as tentações

9.2.1.1. responsavel também pelo julgamento moral e tomada de decisões

9.2.1.1.1. Em suma, uma espécie de "torre de controle" para o pensamento, o raciocinio e a moralidade

9.2.2. Massa Cinzenta

9.2.2.1. coleções de neurônios que compõe a maior parte do cérebro, o que possibilita pensar

9.2.2.1.1. Mentirosos patológicos tem 14% menos cinzenta e 22% mais branca que o grupo controle

9.2.3. Massa Branca

9.2.3.1. Fiação que conecta as células cerebrais

9.3. Inteligência não interfere na desonestidade

9.4. Pessoas aborrecidas tem 86% de chances de trapacear

9.4.1. Quando algo ou alguém nos irrita, fica mais fácil para nós justificarmos nosso comportamento imoral

9.4.1.1. Nossa desonestidade se torna uma retribuição, um ato de compensação contra qualquer coisa que nos incomodou em primeiro lugar

9.4.1.1.1. Dizemos a nós mesmos que não estamos fazendo algo de errado; estamos apenas empatados. Estamos "restaurando o carma" e o "equilíbrio do mundo"

9.4.2. Quando nos sentimos magoados não ha limites para a extensão à qual podemos reformular nosso código moral

10. A Trapaça como Infecção

10.1. Na maioria das vezes nos sentimos mais confortáveis quando nossas ações se alinham com as normas sociais dos que nos rodeiam

10.1.1. Em muitas áreas da vida, usamos os outros como modelo para aprender quais são os comportamentos adequados ou inadequados

10.1.1.1. A desonestidade pode muito bem ser um dos casos em que as normas sociais que definem o comportamento aceitável não são muito claras, e o comportamento dos outros pode moldar nossas idéias sobre o que é certo e errado

10.2. Quando estamos cientes da possibilidade de comportamento imoral, refletimos sobre nossa própria moralidade, e em consequencia nos comportamos mais honestamente

10.2.1. 10 Mandamentos

10.2.2. Codigo de Honra

10.3. Quando o trapaceiro faz parte do nosso grupo social, nos identificamos com essa pessoa e, em consequencia, sentimos que trapacear é mais socialmente aceitável

10.3.1. Mas quando o trapaceiro está fora do grupo, fica difícil justificar nosso mau comportamento e nos tornamos mais éticos

10.3.1.1. No desejo de nos distanciarmos dessa pessoa imoral