Imprensa no Brasil

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Imprensa no Brasil por Mind Map: Imprensa no Brasil

1. Advogado da Casa Branca assume espionagem

2. Para divulgar as realizações de seu governo, Vargas incentivou a criação da Última Hora, jornal inovador que introduziu uma série de técnicas de comunicação de massa até então desconhecidas no Brasil. A Última Hora, criada pelo jornalista Samuel Wainer em junho de 1951, além de contar com recursos advindos do banqueiro Walter Moreira Sales e do Banco Hipotecário de Crédito Real de Minas Gerais, obteve apoio do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Obter recursos do governo não era algo excepcional, já que a maioria das empresas jornalísticas do país dependia da importação de papel, que era subsidiada pelo governo. De modo geral, a modernização dos veículos de comunicação se fazia com empréstimos de bancos oficiais.

3. Em 1822 Hipólito encerrou a publicação do jornal,pois tinha conquistado seu maior objetivo: a independência do Brasil. A Gazeta também deixou de circular depois da independência.

4. Praticamente durante todo o seu primeiro governo, de 1930 a 1945, o presidente Getúlio Vargas manteve uma relação conflituosa com a imprensa. O controle sobre ela exercido pelo DIP durante o Estado Novo pode ter contornado problemas, mas certamente não os eliminou. Foi com a ajuda da imprensa que, em 1945, o regime começou a cair. A esmagadora maioria da imprensa nesse período, principalmente a da capital da República, era contrária a Vargas. Os "tenentes", tendo à frente João Alberto, contribuíram com recursos financeiros para a criação de alguns jornais de apoio ao governo, entre eles O Radical, fundado em junho de 1932. Mas foi durante o Estado Novo que Vargas aprofundou ao mesmo tempo seu controle e suas incompatibilidades com a imprensa.

5. A razão fundamental do descontentamento dos jornais com o novo regime foi que a Constituição de 1937 aboliu a liberdade de expressão. Todos os meios de comunicação e de expressão, como o teatro, o cinema, o rádio ou os jornais, foram submetidos à censura prévia. Mais que isso: foi atribuído à imprensa o caráter de serviço de utilidade pública, o que obrigava todos os jornais a publicar comunicados do governo. O não-cumprimento dessa exigência levava à prisão o diretor do jornal. Em 1940 o cerco se fechou com o decreto que exigia o registro anual no DIP para a importação de papel de imprensa. Nesse período dezenas de jornais deixaram de circular e centenas não conseguiram registro. Um dos jornais mais atingidos foi O Estado de S. Paulo, mantido fechado ou sob intervenção enquanto seu proprietário, Júlio de Mesquita Filho, partia para o exílio. Apesar da repressão, surgiu nessa época uma imprensa clandestina que publicava jornais, folhetins e tablóides. Era o caso do tablóide carioca Liberdade, que denunciava o amordaçamento da imprensa.

6. ASSUNTOS/TEMAS/GRUPO

6.1. Colonial/Imperial - Fernando

6.2. Pré Imprensa - Gabriel

6.3. Modernização - O primeiro Jornal - Marinês

6.4. Getúlio/Chato- Léo

6.5. Ditadura - Gian

6.6. Comparação entre a imprensa internacional e a do Brasil

6.7. Imprensa atual/digitalização - Eduardo

7. Pré Imprensa

7.1. Colonia

7.1.1. Em 1673 foi instituído no Brasil a figura do Correio-Mor: Troca de informação entre Brasil e Portugal.

7.1.1.1. O serviço foi sabotado pelo povo, pois não tinha dinheiro para pagar um serviço tão ruim e a coroa também não tinha interesse nessa interligação dos povos.

7.1.1.1.1. Em 1763 RJ vira a capital do Brasil e começa uma intercomunicação maior entre as regiões do Brasil. O tropeiro era o transmissor de informação da época e funcionava como um correio também, porém perdeu espaço devido a concorrência com as estradas de ferro

7.2. Surgimento

7.2.1. A imprensa brasileira teve um nascimento tardio, como tardios foram o ensino superior, as manufaturas, a própria independência política e a abolição da escravatura.

7.2.1.1. Fatores como esses geraram um legado de analfabetismo e concentração da renda que, sentidos até hoje, significaram condicionantes da evolução da imprensa brasileira ao impedir que o público leitor nacional atingisse o percentual registrado em países com economia de porte semelhante ou maior.

7.2.1.1.1. Os vários períodos sob regime de exceção, em particular as fases mais repressivas da Era Vargas (19301945) e os Governos Militares (1964-1984) afetaram de diversas formas o desenvolvimento da atividade jornalística nacional.

8. O Primeiro Jornal

8.1. Gazeta Rio de Janeiro

8.1.1. Foi o primeiro jornal impresso aqui no Brasil,que mais parecia um diário oficial,pois continha apenas relatos de atos do governo. Começou a circular em 10 de setembro de 1808, com duas edições semanais

8.2. Correio Braziliense

8.2.1. Publicado pela primeira vez em 1 de julho do mesmo ano,ao contrário da Gazeta,expunha severas cíticas a colônia e a política externa de Portugal. Sua sede era em Londes onde José Hipólito,seu fundador, se exilou para fugir das perseguições de D. João

8.3. D. João VI proibiu a circulação do jornal pelo simples fato de que não queria que o povo tivesse acesso ao conhecimento para que não desenvolvessem o senso crítico,o que colocaria em risco a relação metrópole-colônia de Portugal e Brasil. O jornal era transportado para o Brasil clandestinamente. Mais tarde então D. João propôs à Hipólito que parasse com as críticas à sua forma de governar,em troca,o imperador bancaria os custos da produção do jornal. A proposta foi aceita e o jornal continuou com seu teor liberal e anti-monarquista,entretanto em harmonia com o governo.

8.4. Proibição do Correio Braziliense

8.5. A extinção

9. Getúlio / Chateaubriand

9.1. Getúlio vs A Imprensa

9.2. Estado Novo

9.3. Tendo em vista a situação de rigorosa censura que vigorou durante o Estado Novo, é compreensível que a derrubada do regime tenha-se iniciado via imprensa. Em 8 de fevereiro de 1945, Virgílio de Melo Franco, um dos líderes da Revolução de 1930 que rompera com Vargas, deu uma entrevista ao jornal O Globo reclamando plena liberdade para as eleições que se anunciavam e em seguida empenhou-se na articulação de um acordo entre todos os jornais do Rio de Janeiro para que estampassem, num mesmo dia, uma notícia que tivesse sido vetada ou não submetida à censura do DIP. Nos meses seguintes vários fatores iriam contribuir para uma crise que culminaria em outubro com a queda de Vargas e o fim do Estado Novo.

9.4. Segundo governo Vargas

10. Ditadura - Gian

10.1. Censura

10.1.1. imprensa alternativa ou nanica Millôr Fernandes: Tip Tap - 1964

10.1.1.1. Ao iniciar sua volta ao poder em 1951, Vargas não contou com o apoio da imprensa escrita e falada de maior circulação no país. Sua campanha política foi feita com a utilização de caminhões equipados com alto-falantes e de volantes impressos que divulgavam seu programa de governo. A imprensa, na verdade, atacou violentamente as propostas políticas, econômicas e sociais do candidato Vargas. Essa recusa em apoiar a volta de Vargas estava referenciada principalmente ao período do Estado Novo, quando se criou uma imagem negativa do ditador entre intelectuais e jornalistas. Estes últimos se lembravam de que a Constituição de 1937 abolira a liberdade de expressão do pensamento e de que todos os meios de comunicação foram então submetidos à censura.

10.1.2. Opinião: 1972: procurava intelectuais para discutir assuntos. Fernando Gasparian. Movimento: 1975 - 1981: procurava debater abertamente com todos os assuntos abordados.

10.1.3. Pasquim: mensal. 1969 - satirizavam os acontecimentos oficiais, denunciando a realidade por trás da propaganda governista.

10.1.3.1. Henrique de Souza Filho: Henfil

10.1.3.2. Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe: Jaguar

10.1.3.3. Ziraldo Alves Pinto

11. Digitalização

11.1. Ser Digital

11.2. Siemens

11.3. Tudo é digital

12. Curiosidades

12.1. O Correio Brasiliense e a Gazeta do Rio de Janeiro foram os primeiros tablóides a circular no território brasileiro. 01/06/1808 e 10/09/1808, respectivamente

13. Colonial / Imperial

13.1. #0

13.1.1. Acesse este mapa em

13.1.1.1. http://bit.ly/fsgimprensanobrasil

13.2. #1

13.2.1. Método de Apresentação

13.2.1.1. Cronologicamente

13.2.1.2. Temas

13.2.1.2.1. Imprensa Colonial/Imperial

13.2.1.2.2. Pré-imprensa

13.2.1.2.3. O Primeiro Jornal

13.2.1.2.4. Chatobriant/Getúlio

13.2.1.2.5. Ditadura

13.2.1.2.6. Imprensa Internacional vs a do Brasil

13.2.1.2.7. Digitalização

13.2.1.2.8. Curiozidades

13.3. #2

13.3.1. Imprensa Colonial/Imperial

13.3.1.1. Muito tempo se passou no Brasil desde o Descobrimento até o acesso a informação...

13.3.1.2. Do ponto de vista legal, livros eram em parte, proibidos durante a fase colonial do país.

13.3.1.3. Reinava a ignorância total.

13.3.1.4. Jornais eram apenas objetos de curiosidade,

13.3.1.5. Já no séc. XVIII era um castigo (a ignorância) dirigido exclusivamente aos brasileiros, já que

13.3.1.5.1. No México, a imprensa teve seu início em 1539, no Peru em 1583 e nas colônias inglesas em 1650.

13.3.1.5.2. No fim do século XVIII,, mesmo apesar da proibição, os livros começaram a chegar contrabandeados por brasileiros que estudaram na Europa. , liam-se principalmente textos filosóficos e históricos considerados subversivos, das leis constitucionais norte-americanas.

13.3.1.5.3. Logo em seguida, com a abertura dos portos brasileiros para comércios com as nações amigas, em 1805, facilitaria ainda mais o contrabando de ubjeto difundido precariamente, impresso em escassas folhas, com periodicidade inconstante - os jornais, gazetas, melhor chamados de folhetos.

13.3.1.6. A Imprensa do Império

13.3.1.6.1. Não era objetivo da Coroa um Brasil civilizado, porém já não era mais possível fingir ignorância em relação aos livros, tipografias e folhetos e também o número de jovens universitários se multiplicavam.

14. Imprensa Brasil vs Internacional

14.1. Caso Wantergate

14.1.1. Invasão de um escritório do comitê nacional do partido Democrata.

14.1.2. The Washington Post - 1972

14.1.3. cheque - 25mil dolares

14.1.4. Mark Felt - 2005

14.1.5. É criada uma comissão no Senado para investigar o caso oficialmente

14.1.6. Dois assessores e quatro integrantes da equipe presidencial são condenados

14.1.6.1. Renúncia Richard Nixon em 1974