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A ENTREVISTA DE AJUDA por Mind Map: A ENTREVISTA DE AJUDA

1. CONDIÇÕES

1.1. Externas: a sala deve ser adequada e as interrupções devem ser as menores possíveis.

1.1.1. Internas: O entrevistador deve trazer o desejode ajudar e conhecer a si mesmo, seus sentimentos e limites para assim poder ouvir e ajudar o entrevistado.

2. ESTÁGIOS

2.1. Iniciada pelo entrevistado: Quando o entrevistado vai a procura do entrevistador.

2.1.1. Iniciada pelo entrevistador: O entrevistador pede para ver o entrevistado.

2.1.1.1. Preenchimento de formulários: Deve ser rápido e breve, sem que atraplhe a entrevista.

3. FATOR TEMPO

4. TRÊS ESTÁGIOS PRINCIPAIS

4.1. Abertura e colocação do problema: momento que o entrevistado explica qual o motivo que ele procurou o entrevistador.

4.1.1. Desenvolvimento ou exploração: fase de avaliação do assunto e momento de tirar algumas conclusões.

4.1.1.1. Encerramento: parte delica da entrevista, onde as vezes é necessário um resumo por parte do entrevistador para que o entrevistado consiga realizar o encerramento de forma mais fácil.

5. FILOSOFIA

5.1. Proporciona experiência e mudança.

6. MINHA ABORDAGEM PESSOAL

6.1. Intervenções que o entrevistador deve colocar em pauta.

7. ESTIMULAÇÃO

7.1. Favorece a mudança.

8. FEEDBACK

8.1. Consiste em o entrevistador trazer as situações para o entrevistado.

9. COMPREENSÃO

9.1. Elemento importante no relacionamento do entrevistador e entrevistado.

10. EMPATIA

10.1. Possibilita que o entrevistador participe interior de seu entrevistado.

11. ALGUNS NÃO FAÇA

11.1. Não fazer das anotações forma de interrogatório e não anotar o que o entrevistado não possa ver.

12. HONESTIDADE ESSENCIAL

12.1. A entrevista é confidencial.

12.1.1. Exige sigilo.

13. GRAVAÇÃO

13.1. As gravações são confidenciais e deve-se pedir se o entrevistado libere que a entrevista seja gravada. As gravações ajudam para que o entrevistador possa rever alguns aspectos importantes da entrevista.

14. A PERGUNTA

14.1. Ajuda quando o entrevistado está em silêncio.

15. PERGUNTA ABERTA X PERGUNTA FECHADA

15.1. Aberta: permite amplas possibilidades de respostas.

15.1.1. Fechada: restringe o campo perceptivo, podendo limitar o contato.

16. PERGUNTAS DIRETAS X PERGUNTAS INDIRETAS

16.1. Diretas: interrogações precisas.

16.1.1. Indiretas: aparece um ponto de interrogação no final.

17. PERGUNTAS DUPLAS

17.1. Limita o entrevistado na resposta.

17.1.1. Devem ser enunciadas com maior brevidade possível.

17.1.1.1. Evitar o bombardeio de perguntas.

18. POR QUÊ?

18.1. Recomendável evita-la, pois leva a reprovação.

19. COMO UTILIZAR AS PERGUNTAS

19.1. Enunciados breves e claros.

19.1.1. Mais indiretas do que diretas.

19.1.1.1. Fator importante na entrevista, sendo necessário deixar o tempo da entrevista antes mesmo que ela comece.

20. QUANDO UTILIZAR AS PERGUNTAS

20.1. Para ajudar o entrevistado quando o mesmo tem dificuldades para falar.

21. COMUNICAÇÃO

21.1. Sem comunicação não há entrevista.

21.1.1. A meta do entrevistador é facilitar a comunicação.

22. DEFESAS E VALORES

22.1. Quanto menos defensivo for o entrevistador, mais poderá ajudar o entrevistado a deixar de lado suas defesas.

22.1.1. Quanto menos o entrevistador impor seus valores, mais poderá ajudar o entrevistado a buscar os seus.

23. AUTORIDADES COMO DEFESA

23.1. Dois grandes obstáculos na comunicação: o uso de autoridade por parte do entrevistador ou do entrevistado.

23.1.1. Necessário que haja a prevalência de iguldade.

24. RESULTADOS DE TESTE COMO DEFESA

24.1. Os entrevistados tendem-se a esconder-se atrás de diagnósticos.

24.1.1. Resultados podem afastar os entrevistados de si mesmos.

25. JULGAMENTO COMO DEFESA

25.1. Encorajam a racionalização do comportamento do entrevistador.

26. TRATANDO COM OBSTÁCULOS

26.1. Para observar a presença de obstáculos na comunicação o entrevistador pode revisar suas anotações ou ouvir fitas gravadas.

26.1.1. O objetivo não é elimina-los, mas sim tomar consciência destes.

27. O QUANTO VOCÊ FALA

27.1. A comunicação pode ser bloqueada se o entrevistador falar mais que o entrevistado.

27.1.1. O nível de conversação é apenas um índice do que ocorre na entrevista, deve ser avaliada dentro do contexto integral da entrevista.

28. INTERRUPÇÕES

28.1. As interrupções criam um grande obstáculo na comunicação.

28.1.1. As interrupções podem conduzir uma forma de dueto, em que o entrevistador e o entrevistado terminam a frase juntos, caso ocorra o entrevistador deve se desculpar e explicar rapidamente o que houve.

29. RESPOSTAS

29.1. O entrevistador deve se questionar se suas respostas são realmente necessárias.

30. FORÇAS E FACETAS

30.1. O entrevistador deve se questionar se realmente ajuda o entrevistado explorar todas as direções, ou se seu comportamento o impede.

31. UM ÚTIL TESTE DE COMUNICAÇÃO

31.1. Ao recapitular a mensagem para si, o entrevistador pode perceber se há obstáculos na comunicação.

32. QUANDO O ENTREVISTADO NÃO QUER FALAR

32.1. A entrevista não consiste somente na comunicação, mas engloba também a comunicação não verbal. Porém, se não houver conversa nenhuma não há entrevista.

33. PREOCUPAÇÃO CONSIGO MESMO

33.1. A comunicação se relaciona mais ao comportamento do entrevistador do que o do entrevistado.

33.1.1. O entrevistador deve se preocupar com o rumo da entrevista, mas não conscientemente enquanto o entrevistado estiver se expressando.

34. FORCECENDO ALGUMAS INFIRMAÇÕES QUE O ENTREVISTADO PRECISA

34.1. Algumas infirmações solicitadas pelo entrevisto e não passadas pelo entrevistador podem gerar obstáculos durante a entrevista.

34.1.1. O entrevistador pode também romper um obstáculo de comunicação podendo dizendo ao entrevistado francamente o que está fazendo.

35. RESPOSTAS E INDICAÇÕES

35.1. A resposta mantém o entrevistado como o centro das atenções.

35.1.1. A indicação coloca o entrevistador no centro.

36. SILÊNCIO

36.1. Através do silêncio, entrevistado e entrevistador podem estar se aproximando.

36.1.1. Pode dar mais ênfase a um desentendimento.