Gerenciamento dos custos do projeto

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Gerenciamento dos custos do projeto por Mind Map: Gerenciamento dos custos do projeto

1. PROCESSOS

1.1. 1 - ESTIMAR OS CUSTOS

1.1.1. É o processo de desenvolvimento dos recursos monetários para executar as atividades do projeto

1.2. 2 - DETERMINAR O ORÇAMENTO

1.2.1. Processo de agregação dos custos das atividades individuais ou pacotes de trabalho

1.3. 3 - CONTROLAR OS CUSTOS

1.3.1. Processo de monitoramento do progresso do projeto para determinar a saúde das estimativas

1.4. INTERAGEM ENTRE SI

1.5. INTERAGEM COM OUTROS PROCESSOS DE OUTRAS ÁREAS DO CONHECIMENTO

1.6. CADA PROCESSO OCORRE PELO MENOS UMA VEZ NO PROJETO

1.7. PODEM SE SOBREPOR

1.8. PRINCIPAL PREOCUPAÇÃO: CUSTO DOS RECURSOS NECESSÁRIOS PARA COMPLETAR AS ATIVIDADES DO PROJETO

2. ESTIMAR OS CUSTOS

2.1. ENVOLVE

2.1.1. RECURSOS MONETÁRIOS

2.1.2. ATIVIDADES DO PROJETO

2.2. BASEADO

2.2.1. INFORMAÇÃO CONHECIDA NO MOMENTO

2.3. INCLUI

2.3.1. IDENTIFICAÇÃO DAS ALTERNATIVAS DE CUSTOS PARA INÍCIO E FIM DO PROJETO

2.3.2. CONSIDERAÇÃO DAS ALTERNATIVAS DE CUSTOS PARA INÍCIO E FIM DO PROJETO

2.4. CONSIDERAÇÕES

2.4.1. COMPENSAÇÕES DE CUSTO

2.4.1.1. EXEMPLO: FAZER X COMPRAR FERRAMENTA

2.4.2. COMPENSAÇÕES DE RISCO

2.5. APRESENTAÇÃO

2.5.1. UNIDADES DE MOEDA CORRENTE (REAL, DOLAR, ETC)

2.5.2. HORAS DE TRABALHO

2.5.2.1. EVITAR EFEITOS DAS FLUTUAÇÕES DAS MOEDAS

2.6. REFINAMENTO

2.6.1. DURANTE CURSO DO PROJETO

2.6.1.1. REFLETIR DETALHES ADICIONAIS

2.6.1.2. AUMENTA PRECISÃO

2.6.2. PROCESSO ITERATIVO DE FASE PARA FASE

2.6.3. ORGANIZAÇÕES TEM DIRETRIZES PRÓPRIAS

2.6.3.1. QUANDO

2.6.3.2. GRAU DE EXATIDÃO ESPERADO

2.7. ESCOPO

2.7.1. TODOS OS RECURSOS COBRADOS DO PROJETO

2.7.1.1. MÃO DE OBRA

2.7.1.2. MATERIAIS

2.7.1.3. EQUIPAMENTOS

2.7.1.4. SERVIÇOS

2.7.1.5. INSTALAÇÕES

2.7.1.6. OUTROS

2.7.2. PODEM INCLUIR CATEGORIAS ESPECIAIS

2.7.2.1. PROVISÃO PARA INFLAÇÃO

2.7.2.2. CUSTOS DE CONTINGÊNCIAS

2.8. ENTRADA

2.8.1. LINHA DE BASE DO ESCOPO

2.8.1.1. DECLARAÇÃO DO ESCOPO DO PROJETO

2.8.1.1.1. FORNECE

2.8.1.2. ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO

2.8.1.2.1. FORNECE

2.8.1.3. DICIONÁRIO DA EAP

2.8.1.3.1. FORNECE

2.8.1.4. INFORMAÇÕES ADICIONAIS

2.8.1.4.1. REQUISITOS COM COMPLICAÇÕES CONTRATUAIS E LEGAIS

2.8.2. CRONOGRAMA DO PROJETO

2.8.2.1. FATORES PRIMORDIAIS

2.8.2.1.1. TIPO DOS RECURSOS

2.8.2.1.2. QUANTIDADE DOS RECURSOS

2.8.2.1.3. QUANTIDADE DE TEMPO DOS RECURSOS APLICADAS AO PROJETO

2.8.3. PLANO DE RECURSOS HUMANOS

2.8.3.1. ATRIBUTOS

2.8.3.1.1. RECRUTAMENTO DO PROJETO

2.8.3.1.2. ÍNDICES DE PESSOAL

2.8.3.1.3. RECONHECIMENTOS/PRÊMIOS

2.8.4. REGISTRO DOS RISCOS

2.8.4.1. CONSIDERAR CUSTOS DE MITIGAÇÃO DE RISCOS

2.8.4.1.1. AMEAÇAS

2.8.4.1.2. OPORTUNIDADES

2.8.5. FATORES AMBIENTAIS DA EMPRESA

2.8.5.1. CONDIÇÕES DE MERCADO

2.8.5.1.1. DESCREVEM DISPONIBILIDADE NO MERCADO

2.8.5.1.2. FONTE

2.8.5.2. INFORMAÇÕES COMERCIAIS PUBLICADAS

2.8.5.2.1. TAXAS DE CUSTOS DE RECURSOS

2.8.5.2.2. CUSTOS PADRÃO PARA MATERIAL E EQUIPAMENTO

2.8.6. ATIVOS DE PROCESSOS ORGANIZACIONAIS

2.8.6.1. POLÍTICAS DE ESTIMATIVA DE CUSTOS

2.8.6.2. MODELOS DE ESTIMATIVA DE CUSTOS

2.8.6.3. INFORMAÇÕES HISTÓRICAS

2.8.6.4. LIÇÕES APRENDIDAS

2.9. FERRAMENTAS E TÉCNICAS

2.9.1. OPINIÃO ESPECIALIZADA

2.9.1.1. DISCERNIMENTO VALIOSO

2.9.1.1.1. AMBIENTE

2.9.1.1.2. PROJETOS SIMILARES

2.9.1.1.3. DETERMINAR SE MÉTODOS DE ESTIMATIVAS DEVEM SER COMBINADOS

2.9.1.1.4. COMO RECONCILIAR DIFERENÇAS ENTRE MÉTODOS DE ESTIMATIVAS

2.9.2. ESTIMATIVA ANÁLOGA

2.9.2.1. USA VALORES DE PARÂMETROS

2.9.2.1.1. ESCOPO

2.9.2.1.2. CUSTO

2.9.2.1.3. ORÇAMENTO

2.9.2.1.4. DURAÇÃO

2.9.2.1.5. MEDIDAS DE ESCALA

2.9.2.2. ESTIMA VALOR BRUTO

2.9.2.3. PODE SER AJUSTADO PARA DIFERENÇAS CONHECIDAS DA COMPLEXIDADE DO PROJETO

2.9.2.4. FREQUENTEMENTE USADA QUANDO:

2.9.2.4.1. QUANTIDADE LIMITADA DE INFORMAÇÕES DETALHADAS SOBRE O PROJETO

2.9.2.5. VANTAGENS

2.9.2.5.1. MENOS DISPENDIOSA

2.9.2.5.2. CONSOME MENOS TEMPO

2.9.2.6. DESVANTAGENS

2.9.2.6.1. MENOS PRECISA

2.9.3. ESTIMATIVA PARAMÉTRICA

2.9.3.1. UTILIZA RELAÇÃO ESTATÍSTICA

2.9.3.1.1. DADOS HISTÓRICOS X OUTRAS VARIÁVEIS

2.9.3.2. VANTAGENS

2.9.3.2.1. ALTOS NÍVEIS DE PRECISÃO

2.9.3.3. APLICAÇÕES

2.9.3.3.1. PROJETO INTEIRO

2.9.3.3.2. SEGMENTO DO PROJETO

2.9.3.3.3. EM CONJUNTO COM OUTROS MÉTODOS

2.9.4. ESTIMATIVA "BOTTOM-UP"

2.9.4.1. ESTIMAR UM COMPONENTE DO TRABALHO

2.9.4.1.1. MAIOR NÍVEL DE DETALHES EM NÍVEIS MAIS BAIXOS

2.9.4.1.2. DETALHES MAIS RESUMIDOS EM NÍVEIS MAIS ALTOS

2.9.4.2. CUSTO E PRECISÃO

2.9.4.2.1. INFLUENCIADOS PELO TAMANHO OU COMPLEXIDADE DA ATIVIDADE INDIVIDUAL

2.9.5. ESTIMATIVAS DE TRÊS PONTOS

2.9.5.1. ORIGEM

2.9.5.1.1. PERT

2.9.5.2. TRÊS ESTIMATIVAS

2.9.5.2.1. MAIS PROVÁVEL (cm)

2.9.5.2.2. OTIMISTA (co)

2.9.5.2.3. PESSIMISTA (cp)

2.9.5.2.4. CUSTO ESPERADO (ce)

2.9.5.3. VANTAGENS

2.9.5.3.1. MAIOR PRECISÃO

2.9.5.3.2. MAIOR CLAREZA DA FAIXA DE VARIABILIDADE DAS ESTIMATIVAS DE CUSTO

2.9.6. ANÁLISE DAS RESERVAS

2.9.6.1. RESERVAS DE CONTINGÊNCIA

2.9.6.1.1. PORCENTAGEM DO CUSTO ESTIMADO

2.9.6.1.2. NÚMERO FIXADO

2.9.6.1.3. DESENVOLVIDO ATRAVÉS DO USO DE MÉTODOS DE ANÁLISE QUANTITATIVA

2.9.6.2. VARIA CONFORME O ANDAMENTO DO PROJETO

2.9.6.3. DEVEM SER INDICADAS CLARAMENTE NA DOCUMENTAÇÃO DO CRONOGRAMA

2.9.6.4. PARTE DOS REQUISITOS DOS RECURSOS FINANCEIROS

2.9.7. CUSTO DA QUALIDADE

2.9.7.1. USADAS PARA PREPARAR A ESTIMATIVA DOS CUSTOS DA ATIVIDADE

2.9.8. SOFTWARE PARA ESTIMATIVAS EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS

2.9.8.1. TIPOS

2.9.8.1.1. APLICATIVOS PARA ESTIMATIVAS EM GERENCIAMENTOS DE PROJETOS

2.9.8.1.2. PLANILHAS COMPUTADORIZADAS

2.9.8.1.3. SIMULAÇÕES E FERRAMENTAS ESTATÍSTICAS

2.9.8.2. VANTAGENS

2.9.8.2.1. SIMPLIFICAÇÃO DO USO DE TÉCNICAS DE ESTIMATIVAS DE CUSTOS

2.9.8.2.2. RÁPIDA CONSIDERAÇÃO DAS ALTERNATIVAS EM ESTIMATIVAS DE CUSTOS

2.9.9. ANÁLISE DE PROPOSTA DE FORNECEDOR

2.10. SAÍDA

2.10.1. ESTIMATIVAS DE CUSTOS DA ATIVIDADE

2.10.1.1. AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS DOS PROVÁVEIS CUSTOS DO PROJETO

2.10.1.2. APRESENTAÇÃO

2.10.1.2.1. RESUMIDA

2.10.1.2.2. DETALHADA

2.10.1.3. PARA QUEM?

2.10.1.3.1. TODOS OS RECURSOS QUE SÃO APLICADOS NA ESTIMATIVA DOS CUSTOS DA ATIVIDADE

2.10.2. BASES DE ESTIMATIVAS

2.10.2.1. DOCUMENTAÇÃO DAS BASES PARA A ESTIMATIVA

2.10.2.2. DOCUMENTAÇÃO DE TODAS AS PREMISSAS ADOTADAS

2.10.2.3. DOCUMENTAÇÃO DE QUAISQUER RESTRIÇÕES CONHECIDAS

2.10.2.4. INDICAÇÃO DA FAIXA DE ESTIMATIVAS POSSÍVEIS

2.10.2.5. INDICAÇÃO DO NÍVEL DE CONFIANÇA DA ESTIMATIVA FINAL

2.10.3. ATUALIZAÇÕES NOS DOCUMENTOS DO PROJETO

2.10.3.1. REGISTRO DOS RISCOS

3. GLOSSÁRIO

3.1. CUSTOS INDIRETOS

3.1.1. NÃO PODEM SER RASTREADOS A UM PROJETO ESPECÍFICO

3.2. DISSÍDIO

3.2.1. DESACORDO QUE EXISTE ENTRE EMPREGADOR E EMPREGADO EM RELAÇÃO A BENEFÍCIOS QUE SÃO DETERMINADOS PELOS ACORDOS COLETIVOS PELAS CONVENÇÕES

3.3. SAZONAL

3.3.1. SITUAÇÃO QUE SE REPETE EM ALGUMAS ÉPOCAS DO ANO

3.4. ESCOPO

3.4.1. GAMA OU LIMITE DE OPERAÇÕES

3.5. PERT

3.5.1. TÉCNICA DE REVISÃO E AVALIAÇÃO DE PROGRAMA

3.6. CONTINGÊNCIA

3.6.1. POSSIBILIDADE DE QUE ALGUMA COISA ACONTEÇA OU NÃO

4. DETERMINAR O ORÇMAENTO

4.1. PROCESSO DE AGREGAÇÃO DOS CUSTOS ESTIMADOS

4.2. DETERMINAR O ORÇAMENTO DEPENDE

4.2.1. ESTIMATIVAS DE CUSTOS DAS ATIVIDADES

4.2.1.1. ESTIMATIVAS DE CUSTO PARA CADA ATIVIDADE

4.2.2. LINHA DE BASE DO ESCOPO

4.2.2.1. DECLARAÇÃO DO ESCOPO

4.2.2.1.1. LIMITAÇÕES FORMAIS POR PERIODO

4.2.2.2. ESTRUTURA ANALITICA DO PROJETO

4.2.2.2.1. DECLARA AS RELAÇÕES ENTRE TODAS AS ENTREGAS

4.2.2.3. DICIONÁRIO EAP

4.2.2.3.1. DETALHES SOBRE ENTREGAS EM CADA COMPONENTE DA EAP

4.2.3. CRONOGRAMA DO PROJETO

4.2.3.1. INCLUI TODAS AS DATAS DE INICIO/FIM DE CADA ATIVIDADE

4.2.4. CALENDÁRIO DE RECURSOS

4.2.4.1. DETALHES DE ALOCAÇÃO POR RECURSO DO PROJETO

4.2.5. CONTRATOS

4.2.5.1. INFORMAÇÕES CONTRATUAIS RELEVANTES

4.2.6. ATIVOS DE PROCESSO ORGANIZACIONAIS

4.2.6.1. PROCESSOS ATIVOS QUE TEM INFLUENCIA SOBRE A DETERMINAÇÃO DO ORÇAMENTO

4.2.6.1.1. POLITICAS, PROCEDIMENTOS E DIRETRIZES RELACIONADAS AO ORÇAMENTO DE CUSTOS

4.2.6.1.2. FERRAMENTAS PARA ORÇAMENTO

4.2.6.1.3. MÉTODOS DE ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO

4.3. FERRAMENTAS/TÉCNICAS

4.3.1. AGREGAÇÃO DE CUSTOS

4.3.1.1. CUSTOS DISCRIMINADOS POR PACAOTES

4.3.2. ANÁLISE DE RESERVAS

4.3.2.1. DETERMINAÇÃO DAS RESERVAS DE CONTIGENCIA

4.3.3. OPINIÃO ESPECIALIZADA

4.3.3.1. OPINIÃO FORNECIDA BASEADA EM ESPECIALIZAÇÃO NUMA ÁREA DE APLICAÇÃO/CONHECIMENTO/DISCIPLINA

4.3.4. RELAÇÃO HISTÓRICA

4.3.5. RECONCILIAÇÃO DO LIMITE DE RECURSOS FINANCEIROS

4.4. DETERMINAR O ORÇAMENTO

4.4.1. LINHA DE BASE DO DESEMPENHO DE CUSTOS

4.4.1.1. A LINHA DE BASE PARA DETERMINAR O DESENPENHO DO ORÇAMENTO

4.4.2. REQUISITOS DOS RECURSOS FINANCEIROS

4.4.2.1. OS REQUISITOS DOS RECURSOS FINANCEIROS TOTAIS E PERIÓDICOS SÃO DERIVADOS A PARTIR DA LINHA DE BASE DE CUSTOS

5. CONTROLAR OS CUSTOS

5.1. Atualização do seu orçamento e gerenciamento das mudanças feitas na linha de base

5.2. ENVOLVE:

5.2.1. Registro de custos reais gastos

5.2.2. Aumentos devem ser aprovados pelo controle integrado de mudanças(4.5)

5.2.3. Monitorar os gastos

5.2.4. CHAVE:

5.2.4.1. Análise do consumo

5.2.4.2. Gerenciamento da linha de base

5.2.5. AÇÕES:

5.2.5.1. Influenciar linha de base

5.2.5.2. Assegurar que mudanças sejam feitas

5.2.5.3. Gerenciar as mudanças reais

5.2.5.4. Assegurar que gastos nos recursos

5.2.5.5. Monitorar o desempenho de custos

5.2.5.6. Monitorar o desempenho do trabalho

5.2.5.7. Informar interessados mudanças nos custos

5.2.5.8. Controlar os excessos de custos

5.3. ENTRADAS

5.3.1. PLANO DE GERENCIAMENTO DO PROJETO

5.3.1.1. CONTÉM

5.3.1.1.1. 'LINHA DE BASE DO DESEMPENHO DE CUSTOS

5.3.1.1.2. PLANO DE GERENCIAMENTO DOS CUSTOS

5.3.2. REQUISITOS DOS RECURSOS FINANCEIROS DO PROJETO

5.3.3. INFORMAÇÕES SOBRE O DESEMPENHO DO TRABALHO

5.3.4. ATIVOS DE PROCESSOS ORGANIZACIONAIS

5.4. FERRAMENTAS E TÉCNICAS

5.4.1. GERENCIAMENTO DO VALOR AGREGADO (GVA)

5.4.1.1. MONITORA:

5.4.1.1.1. (VP) VALOR PLANEJADO

5.4.1.1.2. (VA) VALOR AGREGADO

5.4.1.1.3. (CR) CUSTO REAL

5.4.1.1.4. VARIAÇÃO DE PRAZOS

5.4.1.1.5. (VC) VARIAÇÃO DE CUSTOS

5.4.1.1.6. ÍNDICE DE DESEMPENHO DE PRAZOS

5.4.1.1.7. ÍNDICE DE DESEMPENHO DE CUSTOS (IDC)

5.4.2. PREVISÃO

5.4.2.1. ENT = CR + EPT

5.4.3. ÍNDICE DE DESEMPENHO PARA TÉRMINO (IDPT)

5.4.4. ANÁLISE DE DESEMPENHO

5.4.4.1. ANÁLISE DA VARIAÇÃO

5.4.4.2. ANÁLISE DAS TENDÊNCIAS

5.4.4.3. DESEMPENHO DO VALOR AGREGADO

5.4.5. ANÁLISE DA VARIAÇÃO

5.4.6. SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS

5.4.6.1. monitorar as três dimensões do GVA (VP, VA a CR)

5.5. SAÍDAS

5.5.1. MEDIÇÕES DE DESEMPENHO DO TRABALHO

5.5.2. PREVISÕES DE ORÇAMENTOS

5.5.3. ATUALIZAÇÕES EM ATIVOS DE PROCESSOS ORGANIZACIONAIS

5.5.4. SOLICITAÇÕES DE MUDANÇAS

5.5.5. ATUALIZAÇÕES NO PLANO DE GERENCIAMENTO DO PROJETO

5.5.5.1. Linha de base

5.5.5.2. Plano de gerenciamento dos custos

5.5.6. ATUALIZAÇÕES NOS DOCUMENTOS DO PROJETO