DIFERENÇAS COCOMO II

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DIFERENÇAS COCOMO II por Mind Map: DIFERENÇAS COCOMO II

1. FÓRMULAS MATEMÁTICAS PARA AS EQUAÇÕES

1.1. CÁLCULO DO ESFORÇO

1.1.1. E(h/m) = A x TAMANHO^b x Ci x F re-eng

1.2. CÁLCULO DO PRAZO

1.2.1. P(m) = J x E^k

2. PARÂMETROS

2.1. ÚNICOS PARA TODOS OS SUBMODELOS

2.2. NÃO SÃO ESTÁTICOS

2.3. CALIBRAÇÃO DA VERSÃO 1999.0

2.3.1. A = 2,94

2.3.2. J = 3,67

3. TAMANHO DO SOFTWARE

3.1. PONTOS DE OBJETOS

3.2. PONTOS DE FUNÇÃO

3.3. LINHAS DE CÓDIGO

4. EXPOENTES

4.1. DURANTE CÁLCULO DO ESFORÇO

4.2. EXPOENTE B

4.3. BASEADO EM CINCO FATORES DE EQUILÍBRIO (Fe)

4.3.1. PREC

4.3.1.1. PRECEDÊNCIA

4.3.2. FLEX

4.3.2.1. FLEXIBILIDADE DE DESENVOLVIMENTO

4.3.3. RESL

4.3.3.1. RESOLUÇÃO DA ARQUITETURA OU RISCO

4.3.4. TEAM

4.3.4.1. COESÃO DA EQUIPE

4.3.5. PMAT

4.3.5.1. MATURIDADE DO PROCESSO

4.4. FÓRMULA

4.4.1. B = alfa + 0,01 x SUM(Fe)

4.4.1.1. alfa É ALTERADO POR CALIBRAÇÕES

4.4.2. NO SUBMODELO COMPOSIÇÃO DA APLICAÇÃO B=1 (UMA CONSTANTE)

4.4.3. NO CÁLCULO DO PRAZO TEMOS O EXPOENTE K

4.4.3.1. K = beta + 0,2 x (B-1,01)

4.4.3.1.1. beta É ALTERADO POR CALIBRAÇÕES

5. DADOS DE PROJETOS

5.1. VERSÃO 1997.0

5.1.1. 83 PROJETOS

5.2. VERSÃO 1998.0

5.2.1. 161 PROJETOS

6. AUTORIA

6.1. INICIATIVA

6.1.1. UNIVERSITY OF SOUTHERN CALIFORNIA

6.2. CONTRIBUIÇÕES (MEMBROS AFILIADOS)

6.2.1. BELLCORE

6.2.2. TEXAS INSTRUMENTS

6.2.3. XEROX CORPORATION

6.3. MEMBROS POSTERIORES

6.3.1. AIR FORCE COST ANALYSIS AGENCY

6.3.2. ALLIED SIGNAL

6.3.3. AT&T

6.3.4. EDS

6.3.5. E-SYSTENS

6.3.6. HUGHES

6.3.7. IDA

6.3.8. LITTON

6.3.9. LOCKHEED

6.3.10. MARTIN

6.3.11. LORAL

6.3.12. MCC

6.3.13. MDAC

6.3.14. MOTOROLA

6.3.15. NORTHROP

6.3.16. GRUMMAN

6.3.17. RATIONAL

6.3.18. ROCKWELL

6.3.19. SAIC

6.3.20. SEI

6.3.21. SPC

6.3.22. SUN

6.3.23. TI

6.3.24. TRW

6.3.25. USAF ROME LAB

6.3.26. US ARMY RESEARCH LAB

7. BIBLIOGRAFIA

7.1. COCOMO II: UMA COMPILAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE A NOVA MÉTRICA

7.1.1. ANDRÉ LUIZ PRESENDE TRINDADE

7.1.2. MARCELO SCHNECK DE PAULA PESSÔA

7.1.3. MAURO DE MESQUITA SPINOLA

7.2. MODELOS DE ESTIMATIVAS DE CUSTO DE SOFTWARE: COCOMO & COCOMO II

7.2.1. WAINE TEIXEIRA JÚNIOR

7.2.2. ROSELY SANCHES

8. OUTRAS DIFERENÇAS

8.1. FÓRMULA DE REGRESSÃO

8.1.1. NÃO LINEAR

8.2. MODELO DE REUSO

8.2.1. VISA ESFORÇOS NECESSÁRIOS AO ENTENDIMENTO E À ASSIMILAÇÃO

8.3. AVALIAÇÃO DAS INTERRUPÇÕES DO PROCESSO

8.3.1. UTILIZADAS PARA ENDEREÇAR VOLATILIDADES DE REQUERIMENTOS

8.4. CARACTERÍSTICAS DE AUTOCALIBRAÇÃO

9. FATOR DE REENGENHARIA DE SOFTWARE (F re-eng)

9.1. CÁLCULO DO ESFORÇO EXTRA NECESSÁRIO QUANDO UM PROCESSO DE REFORMA DO SISTEMA ESTÁ EM ANDAMENTO

9.2. ALTERA ALGORITMOS

9.3. COM OU SEM TROCA DE LINGUAGENS

9.4. FÓRMULA

9.4.1. F re-eng = [(A SLOC.(AT/100))/ATPROD]

9.4.2. CONSTRUÇÃO DE UM PRODUTO DE SOFTWARE NOVO

9.4.2.1. F re-eng = 0

10. DIRECIONADORES DE CUSTO (Ci)

10.1. DIVERSOS DIRECIONADORES SÃO UTILIZADOS COM CONJUGAÇÕES DIFERENTES EM SUBMODELOS DIFERENTES

10.1.1. SUBMODELO PRÉ-PROJETO

10.1.1.1. RCPX

10.1.1.1.1. CONFIGURAÇÃO + COMPLEXIDADE DO SOFTWARE

10.1.1.2. RUSE

10.1.1.2.1. REUSABILIDADE REQUERIDA

10.1.1.3. PDIF

10.1.1.3.1. DIFICULDADES COM PLATAFORMA

10.1.1.4. PERS

10.1.1.4.1. CAPACIDADE DO PESSOAL

10.1.1.5. PREX

10.1.1.5.1. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

10.1.1.6. FCIL

10.1.1.6.1. INSTALAÇÕES

10.1.1.7. SCED

10.1.1.7.1. CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO REQUERIDO

10.1.2. SUBMODELO PÓS-ARQUITETURA

10.1.2.1. RELY

10.1.2.1.1. CONFIABILIDADE REQUERIDA DO SOFTWARE

10.1.2.2. DATA

10.1.2.2.1. TAMANHO DA BASE DE DADOS

10.1.2.3. CPLX

10.1.2.3.1. COMPLEXIDADE DO PRODUTO

10.1.2.4. RUSE

10.1.2.4.1. REUSABILIDADE REQUERIDA

10.1.2.5. DOCU

10.1.2.5.1. DOCUMENTAÇÃO

10.1.2.6. TIME

10.1.2.6.1. RESTRIÇÃO DE TEMPO DE EXECUÇÃO

10.1.2.7. STOR

10.1.2.7.1. RESTRIÇÃO DE ARMAZENAMENTO PRINCIPAL

10.1.2.8. PVOL

10.1.2.8.1. MUDANÇAS DE PLATAFORMA

10.1.2.9. ACAP

10.1.2.9.1. CAPACIDADE DO ANALISTA

10.1.2.10. AEXP

10.1.2.10.1. EXPERIÊNCIA COM APLICAÇÕES

10.1.2.11. PCAP

10.1.2.11.1. CAPACIDADE DO PROGRAMADOR

10.1.2.12. PEXP

10.1.2.12.1. EXPERIÊNCIA COM PLATAFORMA

10.1.2.13. LTEX

10.1.2.13.1. EXPERIÊNCIA COM LINGUAGEM E FERRAMENTAS

10.1.2.14. PCON

10.1.2.14.1. CONTINUIDADE DE PESSOAL

10.1.2.15. TOOL

10.1.2.15.1. USO DE FERRAMENTA DE SOFTWARE

10.1.2.16. SITE

10.1.2.16.1. DESENVOLVIMENTO MULTI-FOCAL

10.1.2.17. SCED

10.1.2.17.1. CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO REQUERIDO

11. HISTÓRIA

11.1. INÍCIO EM 1994

11.2. OBJETIVOS

11.2.1. MODELO DE CUSTO DE PROJETO MAIS ADEQUADO ÀS PRÁTICAS DE CICLO DE VIDA DE SOFTWARE DOS ANOS 1990 E 2000

11.3. A MAIORIA DAS REFERÊNCIAS AO COCOMO ENCONTRADAS NA LITERATURA PUBLICADAS A PARTIR DE 1995 REFEREM-SE AO COCOMO II

12. MODELOS DE ESTIMATIVA DE CUSTO

12.1. APPLICATION COMPOSITION

12.1.1. PROJETADO PARA ESTIMAR PROJETO COM USO DE FERRAMENTAS GUI MODERNAS

12.1.1.1. PREVÊ ESFORÇO DE PROTOTIPAÇÃO ENVOLVIDO NO USO DE AMBIENTES INTEGRADOS DE COMPOSIÇÃO RÁPIDA DE APLICAÇÕES DE SOFTWARE AUXILIADOS POR COMPUTADOR (ICASE)

12.1.2. BASEIA-SE NA CONTAGEM DE PONTOS DE OBJETO

12.1.3. PROJETADO ESPECIFICAMENTE PARA O SETOR COMPOSIÇÃO DE APLICAÇÕES

12.1.3.1. APLICAÇÕES DESENVOLVIDAS POR EQUIPES PEQUENAS EM POUCAS SEMANAS OU MESES

12.2. EARLY DESIGN

12.2.1. PARA ESTIMATIVAS PRELIMINARES DE CUSTO E PRAZO

12.2.1.1. DESENVOLVIDO PARA APOIAR AS FASES POSTEIORES

12.2.2. ANTES QUE A ARQUITETURA COMPLETA DO SISTEMA TENHA SIDO PROJETADA

12.2.3. UTILIZA UM PEQUENO CONJUNTO DE DIRECIONADORES DE CUSTO E O TAMANHO ESTIMADO DO SISTEMA

12.3. POST-ARCHITETURE

12.3.1. MODELO MAIS DETALHADO

12.3.2. ESTIMAR PROJETOS APÓS A DEFINIÇÃO COMPLETA DA ARQUITETURA DO SISTEMA

12.3.3. COMPROMETIDO COM A FORMA DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE ATUAL E TAMBÉM DE MANUTENÇÃO DE PRODUTOS DE SOFTWARE

12.3.4. PREVÊ A UTILIZAÇÃO DE LINHAS DE CÓDIGO E/OU PONTOS DE FUNÇÃO PARA ESTIMAR O TAMANHO INICIAL DO PROJETO

12.3.5. PREVÊ REUTILIZAÇÃO DE SOFTWARE

12.3.6. UTILIZA 17 DIRECIONADORES DE CUSTO