Descompensação da IC

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Descompensação da IC por Mind Map: Descompensação da IC

1. Roncos

2. Exame físico

2.1. Dispinéia em repouso

2.2. Cianose

2.3. Palidez

2.4. Perfusão periférica

2.5. Pulso e PA

2.6. Estase jugular

2.7. Ausculta pulmonar

2.7.1. Sibilos

2.7.2. Crepitações

2.7.3. Derrame pleural

2.7.4. Pneumotórax

2.8. Ictus, frêmito

2.9. Ausculta cardíaca

2.9.1. Sopros

2.9.2. Atritos

2.9.3. Abafamento de bulhas, B3/B4

2.10. Congestão

2.10.1. Edema de MMII

2.10.2. Congestão hepática

3. História clínica

3.1. Duração dos sintomas

3.2. Sintomas associados

3.2.1. Febre

3.2.2. Tosse

3.2.3. Expectoração

3.2.4. Dor torácica

3.2.5. Hemoptise

3.2.6. Dor abdominal

3.3. Limitação funcional

3.4. Classificação

3.5. Comorbidades

3.5.1. DRC,

3.5.2. DPOC

3.5.3. Anemia

3.5.4. Hiponatremia

3.6. Ortopnéia/DPN

3.7. Medicações

3.8. Internações prévias

3.9. Hábitos

4. Definição

4.1. Perfusão inadequada

4.1.1. Débito adequado ineficiente

4.1.1.1. PEV aumentada

4.1.2. Débito inadequado

4.2. Dano estrutural cardíaco

4.2.1. Pericárdio

4.2.2. Miocárdio

4.2.3. Endocárdio

4.2.4. Valvas

4.2.5. Grandes vasos

4.2.6. Desordem metabólica

5. Epidemiologia

5.1. 20% de risco após os 40 anos

5.2. Alta morbimoralidade

5.3. 79% de reinternações

6. Fisiopatologia

6.1. Mecanismo

6.1.1. Aumento de pressões de enchimento

6.1.2. Queda de debito cardíaco

6.1.3. Aumento da RVP

6.1.4. Aumento do consumo de O2 pelo miocárdio

6.2. Etiologia

6.2.1. Síndromes coronarianas agudas

6.2.2. Hipertensão arterial não controlada

6.2.3. Arritmias

6.2.4. Não aderência ao tratamento

6.2.5. Ingestão excessiva de sódio e líquidos

6.2.6. Alcool, AINES, corticóides

6.2.7. Infecções

6.2.8. Desordens sistêmicas

7. Propedêutica

7.1. ECG

7.1.1. Isquemia

7.1.2. Pericardite

7.1.3. Sobrecarga de câmaras

7.1.4. Arritmias

7.1.5. Bloqueios

7.2. Oximetria, gasometria

7.2.1. Pacientes com insuficiência respiratória

7.3. RX de tórax

7.3.1. Congestão pulmonar

7.3.2. Derrame pleural

7.3.3. Pneumotórax

7.3.4. Condensações

7.3.5. Hiperinsuflações

7.4. Laboratoriais

7.4.1. Função renal

7.4.2. Eletrólitos

7.4.3. Hemograma

7.4.4. Urina tipo I

7.4.5. Troponina

7.4.5.1. SCA associada

7.4.6. BNP/pro-BNP

7.5. Ecocardiografia

8. Tratamento

8.1. Objetivos

8.1.1. Equilíbrio hemodinâmico

8.1.2. Aliviar sintomas

8.1.3. Investigar causas tratáveis

8.1.4. Melhorar sobrevida e atenuar progressão

8.2. Medidas iniciais

8.2.1. Maca em decúbito elevado

8.2.2. Monitorização não invasiva

8.2.3. O2

8.2.4. Acesso venoso com coleta de sangue

8.2.5. Avaliar ventilação invasiva ou não invasiva

8.2.6. Tratar fibrilação atrial

8.2.6.1. Betabloqueador

8.2.6.2. Anticoagulação

8.2.6.3. Cardioversão

8.3. Manejo

8.3.1. Quente/Seco

8.3.1.1. Ajuste de medicações orais de uso crônico

8.3.1.2. Manutenção do estado volêmico

8.3.2. Quente/úmido

8.3.2.1. Aumento de diuréticos

8.3.2.1.1. Furosemida blous: 20-80mg (max 600mg/dia)

8.3.2.2. Vasodilatadores

8.3.2.2.1. Nitroglicerina infusão contínua

8.3.2.2.2. Nitroprussiato infusão contínua

8.3.2.3. Observação curta no PS ou internação em casos graves

8.3.3. Frio/úmido

8.3.3.1. Suspensão de IECA

8.3.3.2. Reduzir dose de beta-bloqueador

8.3.3.3. Vasodilatadores

8.3.3.3.1. Nitroglicerina infusão contínua

8.3.3.3.2. Nitroprussiato infusão contínua

8.3.3.4. Considerar inotrópico

8.3.3.4.1. Dobutamina

8.3.3.4.2. Milrinona

8.3.3.5. Internar

8.3.3.6. Aumento de diuréticos

8.3.3.6.1. Furosemida blous: 20-80mg (max 600mg/dia)

8.3.3.7. Noradrenalina se hipotensão

8.3.4. Frio/Seco

8.3.4.1. Cristalóide Ev

8.3.4.1.1. 250ml de SF, podendo repetir se necessário

8.3.4.1.2. 1-30 micrograma/min

8.3.4.2. Furosemida contraindicada

8.3.4.3. Vasodilatadores

8.3.4.3.1. Nitroglicerina infusão contínua

8.3.4.3.2. Nitroprussiato infusão contínua

9. Classificação

9.1. NYHA

9.1.1. I

9.1.1.1. Atividades cotidianas não causam sintomas

9.1.2. II

9.1.2.1. Atividades cotidianas causam sintomas

9.1.3. III

9.1.3.1. Atividades mais leves que as cotidianas causam sintomas

9.1.4. IV

9.1.4.1. Sintomas em repouso

9.2. AHA/ACC

9.2.1. A

9.2.1.1. Sem anormalidades estruturais e sintomas

9.2.2. B

9.2.2.1. Com anormalidade estrutural, sem sintoma

9.2.3. C

9.2.3.1. Com sintoma e anormalidade estrutural

9.2.4. D

9.2.4.1. Com sintoma e anormalidade estrutural graves

9.3. Fração de ejeção

9.3.1. Preservada (>50%)

9.3.2. Borderline (Entre 40% e 50%)

9.3.3. Reduzida (<40%)

9.4. Congestão/Perfusão

9.4.1. Quente/seco

9.4.1.1. Boa perfusão, sem congestão

9.4.2. Quente/úmido

9.4.2.1. Boa perfusão, com congestão

9.4.3. Frio/seco

9.4.3.1. Má perfusão, sem congestão

9.4.4. Frio/úmido

9.4.4.1. Má perfusão, com congestão

10. Choque

10.1. Diagnóstico

10.1.1. Hemodinâmica

10.1.1.1. PCP >15 mmHg

10.1.1.2. Indice cardíaco <2,2 L/min/m^2

10.1.1.3. PAS <90

10.1.2. Clinico

10.1.2.1. Hipoperfusão de órgãos

10.1.2.2. Oligúria

10.1.2.3. Hipotensão

10.1.2.4. Alterações de consciência

10.1.2.5. Extremidades frias e mal perfundidas

10.2. manejo

10.2.1. Volume

10.2.2. Oximetria

10.2.3. Cateterização vesical

10.2.4. ECG

10.2.5. Distúrbios hidroelétrolíticos

10.2.6. Morfina

10.2.7. Corrigir arritmias

10.2.8. Dobutamina se PAS >90

10.2.9. Noradrenalina se hipotensão refratária

11. Internação

11.1. Critérios

11.1.1. Manifetações intensas

11.1.2. refratários

11.1.3. IC de início recente

11.1.4. SCA

11.1.5. Arritmias sintomáticas

11.1.6. Síncope

11.1.7. Instalação rápida

11.1.8. Edema pulmonar

11.1.9. Allteração de dados vitais

11.1.10. Hipoperfusão

11.1.11. Complicações extracardíacas

11.2. Alta da emergência

11.2.1. Estabilidade hemodinâmica

11.2.2. Sem dispinéia

11.2.3. Sem hipotensão postural

11.2.4. Consulta em 7-14 dias