De Bicicleta Para Escola - Secretaria Municipal de Educação PMSP

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De Bicicleta Para Escola - Secretaria Municipal de Educação PMSP por Mind Map: De Bicicleta Para Escola -  Secretaria Municipal de Educação PMSP

1. Equipamentos

1.1. Bicicletas adequadas

1.1.1. Bicicletas tradicionais: com valor de mercado em caso de furto

1.1.1.1. Facilidade de produção e menor custo

1.1.2. Buzina trim-trim são sucesso!

1.1.3. Marchas: 3 são suficientes

1.1.3.1. Mais marchas são úteis quando a bicicleta fica para a criança no final do programa ou quando há excursões

1.1.4. Detalhes críticos: aros 20, 24 e 26, freios V-brake e trocadores bons

1.1.4.1. Freios contra pedal são bons para evitar manobras arriscadas e controlar velocidade, embora mais difícieis de encontrar

1.1.5. Adesivagem do programa

1.1.6. Cobre corrente recomendável

1.1.7. Bagageiro é opcional, mas recomendado para aumentar conforto

1.1.7.1. Cestinhas na frente e bagageiros simples são boa alternativa para evitar dar carona

1.1.8. Descanso ou pezinho é recomendado

1.1.9. Paralamas são recomendados

1.2. São propriedade da escola pelo menos durante o programa

1.2.1. Assinam termo de responsabilidade e são tratados como um equipamento escolar qualquer

1.3. Capacetes adequados

1.3.1. São fundamentais apenas onde há medo e percepção de perigo

1.4. Refletores (coletes, fitas, etc.)

1.4.1. Não são fundamentais para uso diário, mas recomendável já que não possuem os mesmo aspectos desincentivadores que o capacete

1.5. Capa de chuva ou poncho

1.6. Trava

1.6.1. Correntes emborrachadas são o suficiente

1.7. Alforge ou mochilas bike messenger são recomendáveis

1.8. Bicicletários são importantes, mas podem ser substituídos por salas vazias ou espaços externos temporários

2. Rotas seguras e acessíveis

2.1. Criadas pelos monitores com a comunidade escolar

2.1.1. Participação das crianças é recomendada, mas leva mais tempo

2.2. Podem ser baseadas em: - experiência própria - em planejamentos anteriores - com o apoio do uso de dados, como topografa, acidentes, hierarquia viária, etc.

2.2.1. Planejamento de Ciclorrotas do CEBRAP, por exemplo

2.3. Testadas nos primeiros bondes com as crianças

2.3.1. Podem sofrer ajustes no início

2.4. Recomendável que passem nas portas da moradia de cada aluno

2.4.1. Podem eventualmente ter um ponto de encontro para alguns alunos que moram mais longe

2.4.2. Um aluno mora numa via com limite de velocidade de 50 km/h: ele encontra o bonde a pé em outra rua

2.5. Critérios: 1. Segurança

2.5.1. Vias com limite de velocidade de 40 km/h

2.5.2. Evitar vias com histórico de ferimentos ou mortes no trânsito

2.5.3. Evitar compartilhamento de vias com veículos pesados, mais letais e com menor visibilidade

2.5.4. Ficar sempre à direita da via

2.5.4.1. Fazer a "conversão holandesa" se precisar virar à esquerda em via com diversas faixas de rolamento

2.6. Critérios: 2. Acessibilidade

2.6.1. Priorizar rotas planas

2.6.2. Priorizar rotas diretas

2.6.3. Priorizar vias sem grandes aclives

2.7. Critérios: 3. Conforto

2.7.1. Priorizar vias com vegetação e natureza

2.7.2. Cortar caminhos por parques e praças é recomendável

2.7.3. Prorizar caminhos verdes

2.8. Criação dos pontos de apoio

2.8.1. Estabelecimentos comerciais, residências, igrejas e quaisquer outros

2.8.1.1. As próprias casas dos alunos podem ser pontos de apoio

2.8.2. Podem ter um guia simples a respeito do programa, da sua responsabilidade e um contato de referência na escola e na coordenação do programa

2.8.3. Recebe um kit de identificação externo, como adesivos, cone, placa ou banner

2.8.4. Monitores são responsáveis e crianças podem ajudar no contato inicial com os possíveis pontos

2.9. Possível acalmamento de tráfego e melhor infraestrutura viária

3. Execução dos bondes e equipe

3.1. Monitores lideram os bondes do início ao fim do trajeto

3.1.1. Pais e voluntários podem contribuir como assistentes e inclusive ficar responsáveis pelo bonde

3.1.1.1. Possível programa de geração de renda para adultos (Educação de Jovens e Adultos uma possibilidade)

3.1.1.2. Pais e responsáveis podem fazer um bonde de teste com os filhos

3.1.2. Possibilidade de alunos do Ensino Médio atuarem como ajudantes

3.2. Monitores treinados na execução dos bondes e mecânica básica

3.3. Máximo de 1 adulto a cada 8 crianças acima de 10 anos

3.4. Crianças entre 10 e 14 anos são o público alvo

3.4.1. - já possuem algum desenvolvimento cognitivo de espaço, velocidade, perigo, conhecimento corporal e já tiveram algum contato com bicicleta

3.5. Cronograma semestral

3.5.1. Primeiro bimestre: preparação do projeto, como divulgação para as crianças, coleta de inscrições, preparação das bicicletas e equipamentos

3.5.1.1. Segundo bimestre: treinamento das crianças, criação das rotas e primeiros bondes

3.5.1.1.1. Terceiro bimestre: continuação de execução dos bondes e relatórios de resultados

3.6. Treinamento de monitores

3.6.1. Pode ser reduzido contratando pessoas que já conhecem bicicleta em geral

3.6.1.1. Professores podem contribuir

3.6.2. Aspectos abordados: - Apresentação do programa de bicicleta para a escola e seus benefícios - Bicicleta na sociedade e na cidade - Segurança no trânsito (leis de trânsito e sinalização) - Equipamentos de segurança - Mapeamento das rotas - Regras de condução de grupos de estudantes (comboio) - Mecânica de bicicleta

3.7. Treinamento de crianças

3.7.1. Podem ser realizados na quadra esportiva e em locais públicos, como praças e parques próximos

3.7.2. Crianças recebem os integrantes novos todo mês

3.7.3. Aspectos abordados: - Apresentação do programa de bicicleta para a escola e seus benefícios - Bicicleta na sociedade e na cidade - Segurança no trânsito (leis de trânsito e sinalização) - Equipamentos de segurança - Teste de aptidão - Conhecendo a rota - Mecânica básica de bicicleta - Passeio de conclusão

3.8. Cronograma sazonal?

3.8.1. Há países que evitam realizar o programa no inverno

3.8.1.1. O mesmo com estações de chuva intensa

3.9. Se chover

3.9.1. Com chuva leve ou garoa, as crianças podem participar dos bondes com suas capas de chuva ou ponchos

3.9.2. Com chuva moderada ou forte, os bondes são cancelados

3.9.2.1. Os pais podem ser avisados via smartphones

4. Manutenção

4.1. Oficina central onde são realizados reparos complexos, reposição de peças e montagem de bicicletas

4.1.1. 1 mecânico sênior para cuidar da oficina e fazer manutenções complicadas

4.2. Os próprios monitores podem realizar manutenção preventiva em dias específicos

4.2.1. Oportunidade de ensinar mecânica básica para as crianças e participar na manutenção

4.3. Mecânicos itinerantes podem fazer reparos enquanto as crianças estão em aula

4.3.1. Mais fácil e barato levar mecânicos até as escolas do que as bicicletas até a oficina

4.3.2. 1 mecânico júnior para cuidar de cada 75 bicicletas

4.4. É recomendável ter bicicletas sobressalentes para caso uma precise sofrer manutenção e uma criança não ficar fora dos bondes até ela voltar

4.4.1. Recomendada uma taxa de 8% a mais de bicicletas

4.4.2. Recomendada uma taxa de 15% no valor bas bicicletas para substituição de peças avulsas

4.5. Manutenções: - preventiva mensal pelo monitor e crianças - periódica a cada 2 ou 3 meses

5. Incentivos extras para escola de acordo com resultados

5.1. São mecanismos de incentivo para que as escolas, comunidades escolares e pais aceitem participar do projeto

5.2. Pode ser ótimo no contexto desafiador de São Paulo e Brasil

5.2.1. Pouca infraestrutura

5.2.2. Baixo orçamento escolar

5.2.3. Resistência de pais, comunidade escolar

6. Ações culturais e de visibilidade

6.1. Eventos especiais

6.1.1. Festa da Bicicleta na Escola

6.1.1.1. Publicação de resultados do projeto

6.1.1.2. Mídia, gestores públicos, comunidade escolar, pais e crianças

6.1.2. No final do ano ou em dias específicos, como Dia Mundial Sem Carro, Maio Amarelo, etc

6.2. Eventos com alunos

6.2.1. Excursões aos finais de semana

6.2.1.1. Parques públicos, reservas ambientais, locais de interesse

6.2.2. Concursos culturais e entre escolas participantes

6.3. Dia do Tapete Vermelho

6.3.1. Café da Manhã do Ciclista

6.3.2. Surra de Aplausos

6.3.3. Recebimento especial quando chegam na escola para chamar atenção de outros alunos e pais

6.4. Tenda Escura

6.4.1. Para sensibilizar quanto à importância de ser visto à noite com luzes e refletivos

6.5. Competição de Segurança

6.5.1. O bonde que tiver menos quedas ocasionais ganha

6.5.2. Auditorias no entorno escolar e criação de relatório de infraesturtura necessária para mais pessoas andarem a pé ou de bicicleta

6.6. Exame de CNH e documento de mentira

6.6.1. Prova de final de projeto e certificação de um ciclista experiente

6.7. Herói da Bici

6.7.1. Mensalmente uma criança do bonde é escolhida para designar algum trabalho que ajuda o grupo

6.7.1.1. Recebe uma capa ou identificação

6.7.2. Pode ser a criação de um personagem ou um adulto mascote

6.8. Campanhas de conscientização locais

6.8.1. Geralmente no início do semestre escolar

6.8.2. Para conscientizar motoristas sobre a utilização da bicicleta por crianças na área

7. Premissas e desfios

7.1. Um projeto básico e de sucesso é composto de:

7.1.1. Bondes seguros e rotineiros para criar confiança em todos os stakeholders

7.1.2. Equipamentos que atendem às necessidades das crianças

7.1.3. Boa gestão

7.1.3.1. Que mantenha o projeto em pé, com contas auditadas e supere o desafio de aprendizagem inicial

7.2. Mega cidades não possuem projetos similares ativos o ano todo

7.3. Escolas de Bicicleta de 2012 tinha componente de educação ambiental e inovação na bicicleta, o que dificultou a produção e execução do projeto

7.3.1. Gestão da organização não sustentável

7.4. Riscos em São Paulo e Brasil

7.4.1. Risco de gestão do programa

7.4.1.1. Não recomendaria ganho de escala no primeiro ano

7.4.1.1.1. Projeto começam pequenos: máximo de 5 escolas na mesma região para ganhar potencialidade

7.4.1.2. Principal problema apontado no Escolas de Bicicleta em 2012

7.4.2. Risco de Judicialização do programa no seu início

7.4.2.1. TCM, Câmara Municipal, Judiciário, alguma OSC que não ganhou o edital...

7.4.2.2. Possíveis estratégias: advocacy e contato prévio com TCM e Câmara Municipal