1. Metapsicologia:
1.1. É ligada ao desenvolvimento sexual infantil.
1.2. Criando a situação traumática que acaba virando a “fantasia original”, gerando angustia de sedução, castração, entre outros.
1.3. Promover cena primaria que é ligada a observação da criança nos pais. Essas situações podem promover ações sadias ou patológicas na vida genital da criança.
1.4. Os conflitos e as vivências traumáticas passaram a ser compreendidas a partir das fantasias inconscientes e da realidade psíquica interna.
2. 1920:
2.1. Os estímulos traumáticos seriam aqueles que conseguiriam atravessar o escudo protetor devido a falta de preparo de eu e a fatores diversos como surpresa e susto.
3. 1925:
3.1. Uma nova teoria que relacionava o trauma a perda de algum objeto de afeto, fazendo distinção entre as situações traumáticas: automática enquanto sinalização sobre uma situações de perigo e aproximação do trauma (já sentimos que algo vai acontecer); a ideia de desamparo que proporcionava um excesso de excitação, gerando angustia.
4. 1934:
4.1. Impressões de natureza sexual e agressiva.
5. Transtornos mentais:
5.1. NEUROSES:
5.1.1. Caracterizadas pela tensão excessiva e prolongada de um conflito persistente ou de uma necessidade prolongadamente frustrada, a qual leva a modificações na personalidade, mas não a desestrutura nem compromete a percepção da realidade.
5.1.2. Foi inventado por William Cullen, na segunda metade do séc. XVIII, quando a abertura de cadáveres se tornou um método científico.
5.1.3. Podem ser classificadas em perturbação obsessiva-compulsiva, transtorno do pânico, transtornos de ansiedade, fobias, depressão, distimia, síndrome de Burnout, entre outras.
5.2. PSICOSE:
5.2.1. As psicoses são caracterizadas pela oscilação entre estados de depressão e de extrema euforia e agitação, influenciam o modo de agir e se comportar, apresenta alterações no juízo da realidade, mas com convicção de que suas percepções, apesar de parecerem irreais para os outros, são apoiadas na lógica e na razão, sendo comuns as alucinações, provenientes de alterações dos órgãos dos sentidos.
5.2.2. São transtornos que afetam o ser humano como um todo e prejudicam as funções psíquicas em nível tão acentuado que a consciência, o contato com a realidade e a capacidade de corresponder as exigências da vida se tornam perturbados.
5.2.3. O termo foi usado em 1845 por Ernst para substituir o vocábulo loucura. As psicoses são pautadas na ideia de alienação e perda da razão. Se restringiu a três grandes formas modernas da loucura: a esquizofrenia, a paranóia e a psicose maníaco-depressiva.
5.3. PSICOPATIAS:
5.3.1. As psicopatias são caracterizadas por falha na construção da personalidade podem apresentar ausência de alucinações e manifestações neuróticas, a presença de um bom nível de inteligência e de baixa capacidade afetiva, a incapacidade de adiar satisfações, a intolerância a esforços rotineiros, a busca por fortes estimulações, ausência de empatia...
5.3.2. Por Freud , se manifesta no plano de uma conduta antissocial, as perversões eram praticas sexuais tão diversificadas quanto o incesto, a homossexualidade, a zoofilia, entre outras.
5.3.3. Se manifesta na falta de responsabilidade e ausência de culpa, por meio de três características básicas: 1) Impulsividade 2) Repetitividade compulsiva 3) Uso predominante de atuações de natureza maligna.
6. Trauma:
6.1. Estava diretamente relacionado a acontecimentos externos reais.
6.2. É o resultado de uma experiência de dor emocional/físico que pode acarretar a exacerbação de emoções negativas.
6.3. Indica uma frustração na qual o ego sofre injuria que é incapaz de processar, recaindo num desamparo, podendo gerar angústia excedente que aparecera em sintomas corporais.
6.4. Foi abordado como um incremento da excitação no sistema nervoso.
6.5. Freud levanta a hipótese de que o evento traumático não era suficiente para explicar o surgimento de sintomas e que tal evento não era necessariamente real, poderia ser causado por fantasias.
6.6. Passaram a ser compreendidos a partir das fantasias inconscientes e da realidade psíquica interna.
6.7. Freud, após ir a Paris e entrar em contato com os ensinamentos de Charcot, reformulou a compreensão que tinha sobre a histeria, reconhecendo nessa patologia tanto os fatores psicogênicos quanto a importância dos fatores sexuais.
6.7.1. O tratamento de pacientes histéricos forneceu-lhe um amplo campo de observação clínica, no qual ele pôde constatar que todos os seus pacientes tinha sido traumatizados por acontecimentos de natureza sexual. Na teoria inicial, o trauma foi considerado como um acontecimento real e, depois, como sabemos, um acontecimento imaginário.