1. BIOMARCADORES DE NECROSE
1.1. Mioglobina: é encontrada em todos os músculos estriados e seu pequeno peso molecular, faz com que ela se libere rapidamente na corrente sanguínea após alguma lesão nos músculos estriados.
1.1.1. Creatinoquinase isoenzima MB: a isoenzima MB é um marcador utilizado na prática médica para o diagnóstico de infarto agudo do miocárdio (IAM) e miocardites, pois está presente principalmente no músculo cardíaco.
1.1.1.1. Troponinas cardíacas T e I: São essenciais para a regulação dos processos de contração dos músculos estriado e cardíaco.
2. BIOMARCADORES INFLAMATÓRIOS E DE DESESTABILIZAÇÃO DA PLACA
2.1. Proteína C-reativa: é uma proteína de fase aguda e um marcador inflamatório. É sintetizada principalmente nos hepatócitos e possui uma meia vida plasmática em torno de 19 horas.
2.1.1. Interleucina-6: é uma citocina próinflamatória e um mediador intracelular. Participa da instabilidade coronariana.
2.1.1.1. Mieloperoxidase: Possui propriedades próoxidativas e pró-inflamatórias, além de desempenhar um papel importante na patogênese da desestabilização da doença arterial coronariana.
2.1.1.1.1. Metaloproteinases da matriz: são endoproteases zinco dependentes, com atividade colagenase e/ou gelatinase.
2.1.2. PAPP-A: originalmente descrita como um peptídeo especificamente elevado em gestantes, sendo frequentemente usada como ferramenta de triagem para anormalidades cromossômicas no primeiro trimestre da gravidez.
2.1.2.1. Moléculas de adesão: Se dquire estímulos pró-inflamatórios, que incluem uma dieta rica em ácidos graxos saturados, hipercolesterolemia, obesidade, hiperglicemia, resistência à insulina, hipertensão e tabagismo.
2.1.2.1.1. Ligante solúvel do CD40: é expresso em uma ampla variedade de tipos celulares da placa ateromatosa, incluindo plaquetas ativadas, células endoteliais vasculares, células musculares lisas vasculares, monócitos e macrófagos