Implantação de povoamentos florestais

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Implantação de povoamentos florestais por Mind Map: Implantação de povoamentos florestais

1. 1º INFRAESTRUTURA

1.1. Cercas

1.1.1. Dê preferência às áreas próximas de estradas para facilitar as atividades de plantio e colheita.

1.1.2. Evite plantar em áreas vizinhas às benfeitorias e rede elétrica, entre outras.

1.1.3. Respeite as normas ambientais de proteção à natureza.

1.1.4. Não plantar em áreas de APP e Reserva Legal.

1.1.5. Diagnóstico ambiental

1.1.5.1. Vegetação: original e atual

1.1.5.2. Clima

1.1.5.3. Solo

1.1.5.4. Topografia

1.1.5.5. Adequação de condutas

1.1.6. Análise do Solo

1.2. Estradas, aceros e talhonamento

1.2.1. Estradas

1.2.1.1. Estrada no Geral

1.2.1.2. Estrada Florestal

1.2.1.2.1. Estrada de acesso (ligação)

1.2.1.2.2. Estradas principais ou primárias

1.2.1.2.3. Estrada secundária

1.2.1.2.4. Estradas de Acesso ou Ramal

1.2.1.2.5. Trilhas de Arraste ou de Transporte Primário

1.2.2. Aceiros

1.2.2.1. Largura de aceiros: 4 a 5 m

1.2.2.2. A cada 45 a 120 ha: aceiro de 10 m de largura

1.2.2.3. Aceiros de divisa: 10 a 15 m de largura

1.2.3. Talhonamento

1.2.3.1. Divisão do povoamento florestal em faixas através da construção de estradas e aceiros.

1.2.3.1.1. Regiões planas

1.2.3.1.2. Regiões acidentadas

1.3. Limpeza da área

1.3.1. Preparo inicial do solo

1.3.1.1. Desmatamento

1.3.1.1.1. Desmatamento Manual

1.3.1.1.2. Desmatamento Semimecanizado

1.3.1.1.3. Desmatamento Mecanizado

1.3.1.1.4. Destocamento

1.3.1.2. Movimentação de terras

1.3.1.2.1. Enleiramento e/ou encoivamento do material derrubado

1.3.1.2.2. Correntão

2. 2º IMPLANTAÇÃO

2.1. Seleção de clones

2.1.1. Objetivos do plantio

2.1.1.1. Obtenção de produtos madeireiros;

2.1.1.2. Obtenção de produtos não madeireiros;

2.1.1.3. Proteção;

2.1.1.4. Estética e paisagismo

2.1.2. Adequação às condições ecológicas da área: solo, clima, altitude, etc.

2.1.2.1. Principais solos com plantios florestais

2.1.2.1.1. Argissolo

2.1.2.1.2. Cambissolos

2.1.2.1.3. Nitossolo

2.1.2.1.4. Neossolo Litólico

2.1.3. Conhecimento silvicultural,

2.1.3.1. Forma de propagação;

2.1.3.2. Produção de mudas;

2.1.3.3. Técnicas de preparo do solo;

2.1.3.4. Espaçamento adequado;

2.1.3.5. Necessidades hídricas e nutricionais;

2.1.3.6. Susceptilidade a praga e doenças.

2.1.4. Disponibilidade de sementes ou mudas;

2.1.4.1. Qualidade da muda;

2.1.4.2. Produção Próximo ao loca de plantio, redução dos curso;

2.1.4.3. Viveiros idôneos.

2.1.5. Mercado.

2.2. Controle de pragas

2.2.1. Saúvas

2.2.2. Quenquéns

2.2.3. Organização social do formigueiro

2.2.3.1. Importância ecológica das formigas cortadeiras

2.2.4. Controle de formigas cortadeiras

2.2.4.1. Controle inicial

2.2.4.2. Repasse

2.2.4.3. Monitoramento

2.2.5. Métodos de amostragem de formigas cortadeiras

2.2.5.1. Técnica do pior foco

2.2.5.2. Método de amostragem com parcelas fixas

2.2.5.3. Método do transecto em faixa

2.2.5.4. Ronda

2.2.5.5. Controle Mecânico

2.2.5.5.1. Escavar o formigueiro e matar a rainha

2.2.5.5.2. Usar barreiras para proteger a copa das plantas

2.2.5.6. Controle cultural

2.2.5.6.1. Aração e gradagem

2.2.5.6.2. Cultura armadilha

2.2.5.7. Controle biológico

2.2.5.7.1. Restringir a caça e o uso de produtos fitossanitários

2.2.5.7.2. Uso de faixas de vegetação nativa entre os talhões da cultura

2.2.5.8. Controle químico

2.2.5.8.1. Isca granulada

2.2.5.8.2. Termonebulização

2.2.5.8.3. Pó seco

2.2.6. Controle de Cupins

2.2.6.1. Os indivíduos adultos dos cupins podem ser de duas categorias

2.2.6.1.1. Reprodutores

2.2.6.1.2. Estéreis

2.2.6.2. Danos causados por cupins

2.2.6.2.1. Cupins das mudas (cupins das raízes)

2.2.6.2.2. Cupins do cerne

2.2.6.2.3. Cupins da casca

2.2.6.3. Controle de cupins - pragas em áreas florestais

2.2.6.3.1. Controle químico

2.3. Preparo do solo

2.3.1. Objetivos

2.3.1.1. Melhoria das condições físicas do solo: Compactação

2.3.1.2. Eliminação de plantas indesejáveis: Incidência

2.3.1.3. Promover o armazenamento de água no solo + infiltração

2.3.1.4. Eliminar camadas compactadas

2.3.1.5. Incorporar calcário, fertilizantes e restos de culturas

2.3.1.6. Fazer o nivelamento do solo, facilitando atividades posteriores de plantio, tratos culturais e colheita

2.3.1.7. Escolha do local para plantio

2.3.2. Tipos de preparo do solo

2.3.2.1. Preparo manual

2.3.2.2. Preparo semi-mecanizado

2.3.2.3. Preparo mecanizado

2.3.3. Correção do solo

2.4. Plantio

2.4.1. Espaçamento

2.4.1.1. Espaçamentos maiores

2.4.1.1.1. Produção em volume individual

2.4.1.1.2. Maiores conicidade de fuste

2.4.1.1.3. Desbaste tardios

2.4.1.2. Espaçamento menores

2.4.1.2.1. Maior volume por ha

2.4.1.2.2. Menor conicidade do fuste

2.4.1.2.3. Menor DAP

2.4.1.2.4. Desbastes precoces

2.4.2. Balizamento

2.4.3. Coveamento

2.4.4. Plantio Manual

2.4.5. Plantio Semi-mecanizado

2.4.6. Plantio Mecanizado

2.5. Irrigação

2.6. Replantio

2.6.1. O replantio é feito de 15 a 30 dias após o plantio, se a sobrevivência for inferior a 90%.

2.7. Capina química

2.8. Adubação de cobertura

2.9. Capina química e mecânica

2.10. Adubação

2.10.1. Tipos de adubação em florestas

2.10.1.1. Calagem

2.10.1.2. Adubação de base: Fosfatagem

2.10.1.3. Adubação de plantio

2.10.1.4. Adubação de cobertura

2.10.1.5. Adubação de base + plantio

2.10.1.6. Adubação orgânica

3. 3º MANUTENÇÃO

3.1. Raçada

3.2. Manutenção

3.3. Controle de pragas

3.3.1. Formigas

3.3.2. Pulgão

3.3.3. Rato de espinho

3.3.4. Vespa da madeira

3.3.5. Outros

3.3.5.1. macaco-prego, gaviões, tatus, bovinos e equinos

3.4. Proteção

3.5. TRATOS CULTURAIS

3.5.1. Coroamento

3.5.2. Capina

3.5.2.1. Capina Química

3.5.2.2. Capina Manual

3.5.3. Capina Mecânica

3.6. TRATOS SILVICULTURAIS

3.6.1. funções

3.6.1.1. Proteção

3.6.1.2. Seleção

3.6.1.3. Educação

3.6.1.4. Acessórias

3.6.2. Desrama

3.6.2.1. CRITÉRIOS PARA O PLANEJAMENTO DO PROGRAMA DE DESRAMA

3.6.2.1.1. A idade da árvore para executar a desrama

3.6.2.1.2. A altura a ser podada

3.6.2.1.3. Seleção das árvores a serem podadas

3.6.3. Desbaste

3.6.3.1. Época dos desbastes

3.6.3.1.1. Quantidade de árvores a retirar

3.6.3.1.2. Determinação do padrão de marcação para desbaste

3.6.3.2. Graus de desbastes

3.6.3.2.1. Desbaste baixo

3.6.3.2.2. Desbaste alto

3.6.3.3. Métodos de desbastes

3.6.3.3.1. Método seletivo

3.6.3.3.2. Método Sistemático

3.6.3.3.3. Método de desbaste Misto

4. 4º COLHEITA

4.1. Manutenção

4.2. Pré-colheita

4.3. Transporte