1. NAT
1.1. Network Address Translation. Este protocolo é utilizado principalmente por routers e permite que uma rede privada tenha acesso à internet (rede pública), isto é, no início do desenvolvimento das redes todos os PC’s tinham um endereço IP fixo (pago) público.
2. RIP
2.1. Vantagens
2.1.1. A maior vantagem do RIP deve-se à sua simplicidade para configurar e implementar uma rede
2.2. Desvantragens
2.2.1. RIP não é recomendado para redes grandes
2.2.2. 25 rotas diferentes, o que para grandes redes, faria com que fosse necessária a troca de várias mensagens, entre dois routers, para atualizar as suas respetivas tabelas, com um grande número de rotas
2.3. Inovação do v2
2.3.1. Split Horizon With Poisen Reverse que em vez de omitir as rotas aprendidas através de uma certa interface, inclui essa rota nas trocas de informação, mas colocando o seu valor em 16 (infinito). Desta forma, muito dificilmente há probabilidade de ocorrer um loop na rede
3. OSPF
3.1. Rubens's OSPF network area configuration
3.2. Chardin's OSPF network area configuration
3.3. Goya's OSPF network area configuration
3.4. Matisse's OSPF network area configuration
4. Modelo OSI
4.1. 7. Camada de aplicação - à consideração dos componentes de hardware envolvidos em um determinado processo
4.2. 6. Camada de apresentação - Esta camada deteta e, opcionalmente, corrige erros que possam acontecer na camada física
4.3. 5. Camada de sessão - tem como função principal o transporte de pacotes entre sistemas finais da rede
4.4. 4. Camada de transporte - é a camada responsável pela transferência de dados entre duas máquinas,
4.5. 3. Camada de rede - cuida dos processos que controlam a transferência dos dados1
4.6. 2. Camada de enlace de dados - Server como tradutor de dados de uma rede
4.7. 1. Camada física. Fornece serviço ás aplicações do utilizador
5. ARP – Address Resolution Protocol
5.1. Quando duas estações estão na mesma rede e pretendem comunicar entre (sem aceder a routers) (PC-PC);
5.2. Quando duas estações estão em redes diferentes e têm de aceder a um Router/Gateway para comunicar entre si (PC-Router);
5.3. Quando um Router tem de encaminhar um pacote de dados para um computador através de outro router (Router-Router);
5.4. Quando um Router tem de encaminhar um pacote de dados para uma estação na sua rede (Router-PC);
5.5. Rotas estáticas
5.5.1. Inseridas manualmente (implica pessoal especializado) através de comandos de administração para gerir a tabela de encaminhamento.
5.5.1.1. Vantagens
5.5.1.1.1. Maior segurança ema vez que existe apenas em caminho de entreada/saída de rede
5.5.1.1.2. Processamento de informação no router mais rápido
5.5.1.2. Desvantagens
5.5.1.2.1. Sem redundância ou tolerância e falhas – no caso de um link falhar, operder-se a comunicação por completo, já que o router não irá descrobir um caminho alternativo
5.5.1.2.2. Em reder de grandes dimensões torna-se impraticável configurar todas as rotas manualmente
5.6. Rotas dinámicas
5.6.1. Em vez de inserção manual, a tabela de encaminhamento será preenchida dinamicamente com base em protocolos de encaminhamento
5.6.1.1. Vantagens
5.6.1.1.1. Boa aplicabilidade para redes de grandes dimensões
5.6.1.1.2. Garante redundância e tolerância e falhas
5.6.1.2. Desvantagens
5.6.1.2.1. Falta de controlo nas rotas escolhidas
5.6.1.2.2. Processamento de informação no router
5.6.1.2.3. mais lento devido aos cálculos impostos pelo protocolo de encaminhamento