ADENOCARCINOMA DE ENDOMÉTRIO

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ADENOCARCINOMA DE ENDOMÉTRIO por Mind Map: ADENOCARCINOMA DE ENDOMÉTRIO

1. Alterações Microscópicas

1.1. classificação

1.1.1. tipo I

1.1.1.1. reproduz estruturas do endométrio normal

1.1.1.2. pode ter diferenciação escamosa

1.1.1.3. grau 1

1.1.1.3.1. bem diferenciado, padrão glandular predominante (menos de 5% de arranjos celulares sólidos), dobras de epitélio neoplásico, confluência de glândulas

1.1.1.4. grau 2

1.1.1.4.1. moderadamente diferenciado, menos de 50% de áreas sólidas

1.1.1.5. grau 3

1.1.1.5.1. pouco diferenciado, padrão de crescimento predominantemente sólido (mais de 50% do componente sólido), glândulas densamente empacotadas, necrose de estroma

1.1.2. tipo II

1.2. invasão do miométrio

1.2.1. pode ser classificado a partir de:

1.2.1.1. complexidade arquitetônica

1.2.1.1.1. padrão glândular confluente

1.2.1.1.2. padrão papilífero

1.2.1.1.3. desmoplasia estromal

1.2.1.2. atipia nuclear acentuada

1.2.1.2.1. núcleo arredondado

1.2.1.2.2. cromatina irregular

1.2.1.2.3. núcleo proeminente

1.3. pseudoestratificação

1.4. figuras de mitose

1.5. áreas sólidas de epilétio glandular

1.6. endométrio atrófico

2. Alterações Macroscópicas

2.1. costuma ser focal, bem diferenciado e superficial

2.2. irregularidade vascular progressiva do endométrio

2.3. vasos anômalos com aparência arborescente circundado com orifícios glandulares

2.4. Áreas de necrose frequentes

2.4.1. podem progredir para vesículas ou cistos

2.4.1.1. localizados do topo dos pólipos

2.5. Estágio alfa

2.5.1. tumor atinge 1/3 da cavidade uterina

2.6. Estágio Beta

2.6.1. comprometimento de 2/3 da cavidade uterina

2.7. Estágio Gama

2.7.1. 100% de comprometimento da cavidade uterina

2.8. Quanto maior a progressão da doença, maior a chance de aderência mucosa

2.9. Estágio avançado

2.9.1. formação de úlceras, cistos abundantes e vascularização bastante superficial

3. é a neoplasia maligna (câncer) do endométrio

4. Epidemiologia

4.1. é uma das neoplasias ginecológicas mais comuns, sendo que no Brasil ocupa a sexta posição entre todos os tumores, ficando atrás das lesões de mama, colo uterino, cólon, pulmão e estômago.

4.2. a média da idade das mulheres diagnosticadas é de 60 anos. Raramente mulheres com menos de 45 possuem o diagnóstico

4.3. é mais comum em mulheres brancas, porém tem letalidade maior em mulheres pretas

4.4. Estima-se uma incidência de 6 a 13,3 casos novos/100.000 mulheres/ano

4.5. taxa de sobrevida em 5 anos estimada em 81%

5. Fatores de Risco

5.1. hiperestrogenismo

5.1.1. é o principal fator

5.1.2. associado aos outros fatores de risco

5.1.3. definido como o aumento do nível sérico de estrogênio, o que leva à proliferação anormal das células endometriais

5.2. reposição hormonal exclusiva com estrôgeno

5.3. Síndrome do ovário policístico (SOP)

5.3.1. Hiperinsulinemia

5.3.2. Aumento da produção de androgênios

5.3.3. Aumento do LH e redução do FSH

5.3.4. Aumento da androstenediona

5.4. Tumores ovarianos hiperprodutores de estrogênio

5.5. Idade avançada

5.6. Menopausa

5.7. Obesidade

5.7.1. Tecido adiposo tem a enzima aromatase P450

5.7.1.1. Essa enzima promove a conversão de androstenediona em estrona e estradiol (conversão periférica da androstenediona)

5.8. Mulheres portadoras do câncer colorretal hereditário não polipóide (síndrome de Lynch)

5.9. Histórico familiar

5.10. Hiperplasia de endométrio

5.11. Diabetes tipo 2

5.11.1. Hiperinsulinemia

5.11.1.1. Insulina aumenta a atividade da aromatase P450 nas glândulas e nas células estromais do endométrio