6. HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA - Sangramento que pode ocorrer no esôfago, estômago ou duodeno. Trata-se de uma urgência com altas taxas de mortalidade, causadas por lesões nesses órgãos.
7. CAUSAS COMUNS :Úlceras peptídicas; varizes esofagianas; lesões superficiais; Síndrome de Mallory-Weiss; tumores; Uso abusivo de AINES. Fatores de risco: alcoólatras, portadores de cirrose hepática e uso de anti-inflamatórios.
8. SINAIS E SINTOMAS -Hematêmese; - Melena; Anemia; Elevação da FC; Diminuição da PA; Palidez.
9. DIAGNÓSTICO - História clínica do pct; - Exame físico; Exames complementares: Endoscopia digestiva; Enteroscopia; TRATAMENTO : Endoscopia pode ser usada para interromper o sangramento no trato digestivo.
10. DOENÇA DE CROHN - Doença inflamatória intestinal crônica que se estende por toda a espessura da mucosa intestinal. É também conhecida como enterite regional.
11. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS - ÍLEO - Íleocolite • Dor em QID e diarreia - defecação alivia a dor; • Febre e abscessos intrabdominais; • Comum perda de peso; • Obstrução; espasmos... JEJUNO - Jejunocolite • Perda da superfície digestiva e absortiva –má absorção; CÓLON –Colite • Pode ter hematoquezia MANIFESTAÇÕES EXTRAINTESTINAIS; Obstrução e estenose do intestino; Nefrolitíase; Colelitíase; Artralgia; etc..
12. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM - Oferecer dieta hipercalórica, hiperprotéica com baixo resíduo, pequenas e frequentes, para satisfazer às necessidade nutricionais, reduzir a inflamação e controlar a dor e a diarreia; o Infundir soluções isotônicas IV e oral para hidratação; etc..
13. DOENÇA DE CROHN - Pode afetar todo sistema digestivo (da boca ao ânus) – Íleo é o mais comum. todas as camadas da pele do intestino ( fístulas e abscessos). diarreia pouco frequente etc..
14. RETOCOLITE ULCERATIVA -Reto e Cólon -Região superficial da parede intestinal (mucosa e submucosa); diarreia e melena é frequente e náuseas e vômitos é comum.
15. TRATAMENTO -O objetivo principal no tratamento de varizes esofágicas é aquele de prevenir hemorragia.
17. SINAIS E SINTOMAS - Hematêmese - Vomitar sangue; - Melena - Fezes sanguinolentas e pretas (sangue digerido); - Choque (em caso de hemorragia grave); - As pessoas com doença hepática crônica e esofágicas podem não ter sintomas; - Alguns pequenos vasos sanguíneos na pele em forma de uma aranha; - Vermelhidão na pele e sobre as palmas das mãos (eritema Palmar), - Encolhimento dos testículos, - Aumento do baço, - Acúmulo de líquido no abdômen
18. CAUSAS - Uma das principais é a hipertensão portal (aumento da pressão sanguínea por todo sistema venoso portal).
19. CLASSIFICAÇÃO DAS VARIZES ESOFÁGICAS- -Forma: F1 (linha reta), F2 (cobra), F3 (tumor). - Cor: Branca, Azul. - Marcas vermelhas - Presença de esofagite - Localização: Alta, media e baixa.
20. VARIZES ESOFÁGICAS - São veias tortuosas e dilatadas encontradas geralmente na submucosa do terço inferior do esôfago; podem formar-se num segmento mais alto do esôfago ou estender-se para o estômago. - Elas são veias que podem se romper e causar grandes sangramentos. - Este distúrbio afeta frequentemente as pessoas com grave doença do fígado.
21. Varizes esofágicas
22. DRGE
23. Doença de Crohn
24. HEMORRAGIA DIGESTIVA BAIXA - É uma perda de sangue com origem no intestino ou na zona do ânus, e manifesta-se por saída de sangue vivo (ou sangue já digerido) pelo ânus, acompanhando ou não as fezes.
25. CAUSAS - Divertículos – mais comum (50% dos casos); Angiodisplasia – malformações venosas e/ou arteriais da mucosa; Os tumores intestinais, benignos ou malignos, podem igualmente sangrar; Doenças inflamatórias intestinais; Doenças hemorroidárias e fissuras anais; Causas medicamentosas: anticoagulantes orais e antiagregante plaquetários. SINAIS É MELENA E HEMATOQUEZIA .
26. TRATAMENTO -Endoscópico; Cirúrgico (doenças hemorroidárias e fissuras anais) Medicamentoso (nos casos das doenças inflamatórias intestinais); DIAGNÓSTICO - História clínica do pct; Exame físico: Exame proctológico; Exames complementares: Endoscopia digestiva longa; Colonoscopia.
27. CUIDADOS DE ENFERMAGEM IMEDIATOS (HDA e HDB) - Colocar o paciente preferencialmente sentado; caso precise deitá-lo, manter a cabeça lateralizada, de forma a evitar a aspiração do vômito; Manter junto ao paciente um recipiente em que possa vomitar; Verificar e comunicar quantidade, cor e odor do vômito e entre outros .
28. RETOCOLITE ULCERATIVA - Doença intestinal inflamatória e ulcerativa crônica do cólon e do reto.
29. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS: Diarreia (10 a 20 evacuações, podendo conter pus, sangue e muco); Dor abdominal e hipersensibilidade em quadrante inferior esquerdo; Irritação perianal; Tenesmo intermitente; Sangramento retal etc.. COMPLICAÇÕES - Megacólon tóxico (isquemia e dilatação); Perfuração e sangramento do cólon; Peritonite; Pielonefrite; etc.
30. INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM - Infundir soluções isotônicas EV e VO para a hidratação, CPM; Realizar o balanço hídrico, e pesar o cliente diariamente; etc..
31. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Orientar: *fatores predisponentes; *modificação do estilo de vida; - Administrar antiácidos, antibióticos e anticolinérgicos inibidores da bomba de prótons ou outros, conforme prescrição médica. - Observar as características dos vômitos e das fezes; - Mensurar o escore de dor, registrar sua localização, e fatores de alívio ou intensificação - Oferecer adieta fracionada, leve e líquida/pastosa, de acordo com a aceitação e tolerância do cliente;
32. sintomas Úlceras esofágicas (E); -Pirose; Regurgitação ácida; -Dor na região esternal; Hematêmese (sangue cor viva); Melena; -Sangue oculto nas fezes; Úlceras gástricas (G); - Desconforto, distensão abdominal e eructação; - Fraqueza; Pirose; -Náuseas, anorexia e vômitos; etc..
33. ÚLCERA PÉPTICA - Escavação que se forma na mucosa do estômago, duodeno ou do esôfago por evolução de uma gastrite, duodenite ou esofagite.
34. é a Inflamação e ruptura da mucosa oral devido a várias causas, podendo se localizar no lado interno do lábio, bochecha ou língua. sintomas : Herpética Aguda; Candidíase; Aftosa;
35. ESTOMATITE.
36. ESTÔMAGO.
37. TRATAMENTO - : aliviar os sintomas, cicatrizar as lesões e prevenir recidivas e complicações.
38. SINTOMAS -Pirose (azia); -Regurgitação ácida; Outros sintomas atípicos: - tosse, - pigarro, - dor de garganta e de ouvido, - rouquidão, etc
39. CAUSAS - Relaxamento da válvula do esôfago causado pela hipotonia. Outros fatores: -hérnia de hiato, -gravidez, -obesidade, -dieta rica em gordura e alimentos cítricos, -álcool, tabaco e uso de medicamentos (por exemplo: ansiolíticos, estrógenos etc.)
40. DOENÇA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO.
41. ESÔFAGO - músculos circulares relajados; músculos circulares contraídos; masa de alimento.