1. Resultando a HA
2. Sistema Renina Angiotensina
2.1. Início: liberação da renina. Termino: com a presença da angiotensina II e aldosterona que interferem em diversos sistemas.
2.2. Em uma redução do fluxo sanguíneo renal a mácula densa sinaliza para as células justaglomerulares.
2.2.1. Secretam a renina.
2.2.2. A renina ao chegar ao sangue atua no angiotensinogênio.
2.2.2.1. A renina ao atuar no angiotensinogenio produz angiotensina I.
2.2.2.1.1. A angiotensina I passa pelos capilares pulmonares e no pulmão a ECA converte a angiotensina I em II.
2.2.2.1.2. Angiotensina II se liga a AT's. Quando a angiotensina se liga ao receptor na suprarrenal, a célula glomerulosa secreta a aldosterona.
2.2.2.1.3. A angiotensina II: em receptores em arteríolas e em vasos sanguíneos= vasoconstricção.
2.2.2.1.4. Efeito final: vai ser aumento da retenção de Na+ e de água + aumento da resistência vascular
3. Inibidores da enzima conversora da angiotensina (IECA)
3.1. Após estudos, em 1977, descobriu-se o captopril oral.
3.1.1. Controle da hipertensão arterial;
3.1.2. Diminuição do risco e evolução de lesões em órgãos-alvo;
3.1.3. Diminuição do risco cardiovascular.
3.2. Farmacocinética:
3.2.1. Absorvidos mais rapidamente pois são considerados pró-droga (éster de componentes ativos) que são mais lipossolúveis
3.2.1.1. Em maioria, eliminados por excreção renal. Exceto, spirapril e fosinopril.
3.2.2. Farmacodinâmica:
3.2.2.1. Principal mecanismo: redução dos níveis circulantes de angiotensina II, removendo a vasoconstrição direta que este peptídeo ocasiona.
3.3. Efeitos Adversos: são bem tolerados pela maioria dos pacientes hipertensos
3.3.1. Principal efeito colateral: tosse seca.
3.3.2. Raramente: edema angioneurótico e a erupção cutânea.
3.3.3. Pacientes com insuficiência renal: quando administrado, há a piora inicial da função renal.
3.3.3.1. Causada pela adaptação da hemodinâmica intraglomerular que resulta em elevação da ureia e da creatinina séricas.
3.3.4. Em pacientes com insuficiência renal/diabéticos: hiperpotassemia.
3.3.4.1. Contraindicação: gravidez (pelo risco de complicações fetais).
4. Inibidores diretos da renina (IDR).
4.1. Supressão do SRAA com a administração de IECA ou BRA=aumento da atividade plasmática da renina devido à redução do feedback negativo da angiotensina II.
4.1.1. Alisquireno= o único representante da mais nova classe de medicações anti-hipertensivas.
4.2. Farmacocinética:
4.2.1. Alisquireno= baixa disponibilidade (compensa na elevada potência na inibição da renina e longa meia-vida).
4.2.2. A meia-vida de 24 – 40 h é garantida pela lenta taxa de excreção.
4.2.3. Administração: dose única
4.2.4. Eliminação: via biliar.
4.3. Farmacodinâmica:
4.3.1. O alisquireno se diferencia dos IECAs e BRAs pelo bloqueio mais completo do SRAA.
4.3.1.1. Os IECAs e BRAs elevam os níveis de angiotensina I e II, a renina e a atividade plasmática da renina.
4.3.2. Alisquireno inibe a renina e reduz os níveis de angiotensina I e II.
4.3.2.1. A redução do feedback negativo aumenta os níveis de renina, porém sem aumentar a atividade da renina.
4.3.2.2. Devido a ação inibitória do alisquireno sobre o sítio ativo da enzima
4.3.2.2.1. Inibição mais completa do SRAA garantida pelo alisquireno= promoção de maior proteção cardiovascular.
4.4. Efeitos-adversos:
4.4.1. Apresentam boa tolerabilidade.
4.4.1.1. Contraindicação: gravidez (pelas mesmas razões dos IECA e BRA).
4.4.2. Rash cutâneo
4.4.3. Diarreia (em uso de doses elevadas)
4.4.3.1. Podem ocorrer em de 1% dos usuários.
4.4.4. Aumento de creatinafosfoquinase
4.4.5. Tosse
5. Bloqueadores do receptor de angiotensina (BRA)
5.1. São drogas que impedem a ação da angiotensina II nos seus receptores específicos
5.1.1. Reduzem a resistência vascular periférica
5.1.2. Inibem a vasoconstrição
5.1.3. Reduzindo a pressão arterial
5.1.3.1. Drogas mais utilizadas: Saralasina, Losartana, Candesartana, Telmisartana e Valsartana
5.1.3.1.1. São indicados para Hipertensão arterial, remodelamento cardíaco, IAM e ICC
5.1.3.1.2. Losartana é a droga mais prescrita para os casos de Hipertensão arterial
5.2. Farmacocinética: diferentemente dos IECAs, a maioria dos BRAs não são pró-drogas. Exceto a losartana, a candesartana e a olmesartana que são pró-drogas.
5.2.1. Candesartana e Olmesartana metabolização: na fase de absorção no tubo digestivo.
5.2.2. Losartana: Transformada em seu principal composto ativo pelo fígado, via isoenzima.
5.2.3. Excreção: predominantemente via hepática.
6. Anti-hipertensivos que interferem sobre o sistema renina-angiotensina.
6.1. 03 classes de fármacos que inibem o SRAA
7. Gera o aumento do risco de AVE, IAM, IC, doença vascular em aorta e vasos periféricos e outros.
7.1. jj
8. Importante mecanismo fisiopatológico de HA: hiperatividade do SRAA.
8.1. Ativação sistêmica do SRAA= retenção de sódio e água e vasoconstrição arterial
8.1.1. Culminando em aumento dos níveis tensionais.
8.1.2. Uso de fármacos que bloqueiem o SRAA em hipertensos= redução de eventos cardiovasculares.
8.1.2.1. A utilização de fármacos que bloqueiem o SRAA na população hipertensa= redução de eventos cardiovasculares.