1. Ensino superior.
1.1. Cursos sequenciais, os quais podem ser de formação específica, (que conferem diploma), ou de complementação de estudos, que oferecem certificado de conclusão.
1.2. Graduação, que compreende: • Bacharelado. • Licenciatura. • Tecnológico.
1.3. Pós-graduação, composta pelos níveis de especialização (pós-graduação lato sensu), mestrado e doutorado (pós-graduação stricto sensu).
1.4. Extensão, representada por cursos livres e abertos a candidatos que atendam aos requisitos determinados pelas instituições de ensino superior.
2. O CONCEITO DE EDUCAÇÃO
2.1. Definições clássicas
2.1.1. Concepções Naturalistas/inatistas
2.1.2. Concepções Pragmáticas
2.1.3. Concepções Espiritualistas
2.1.4. Concepções Culturalistas
2.1.5. Concepções Ambientalistas
2.1.6. Concepções Interacionista
2.2. Paulo Freire (Freire, 1980, p.28)
2.2.1. “A educação tem caráter permanente. Não há seres educados e não educados, estamos todos nos educando”.
2.3. Outros sentidos de educação
2.3.1. Educação como instituição social.
2.3.2. Educação como processo.
2.3.3. Educação como produto.
3. TIPOS DE EDUCAÇÃO
3.1. Ambiente escolar.
3.2. Homeschooling.
4. a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN, 9394/96).
4.1. Educação básica e gratuita.
4.1.1. Ensino infantil.
4.1.1.1. Dos 0 aos 5 anos.
4.1.2. Ensino fundamental.
4.1.2.1. A partir dos 6 anos de idade, sendo obrigatória, e tendo sido estendido de 8 para 9 anos de duração.
4.1.3. Ensino médio
4.1.3.1. Duração mínima de 3 anos.
5. A RELAÇÃO EDUCAÇÃO E SOCIEDADE
5.1. VUCA
5.1.1. Incerteza da notícia.
5.1.2. Em um momento pode estar atualizada, no momento seguinte, já estar desatualizada.
5.2. BANI
5.2.1. Quando algo precisa se adequar para a nova realidade vivida, presente.
5.3. Contexto político.
5.3.1. "A educação não é neutra, pois é o Estado ou Educador que traça valores, princípios e objetivos esperados pela educação” Ney (2008, p. 16).
5.3.2. Dewey (1971) considera que a educação se constitui em mecanismo dinamizador das sociedades, pois é por meio dos indivíduos que as mudanças são promovidas.
5.3.3. Hargreaves (2004 p, 220) “uma das grandes tarefas dos educadores é ajudar a construir o movimento social por um sistema dinâmico e includente de educação pública na sociedade do conhecimento”.
6. A EDUCAÇÃO DO SÉCULO XIX
6.1. Positivismo.
6.1.1. Auguste Comte (1798- 1857).
6.1.1.1. Consolidou o concepção que conhecemos por pensamento pedagógico positivista.
6.1.2. Herbert Spencer (1820-1903).
6.1.2.1. Defendia a formação científica para que o indivíduo tivesse um bom desenvolvimento.
6.2. Educação idealista.
6.3. Perspectiva socialista.
6.3.1. Karl Marx (1818-1883), Frierich Engels (1820-1895).
6.3.1.1. Educação relacionada a luta de classes e as relações sociais.
6.3.2. Antônio Gramsci (1891-1937).
6.3.2.1. A escola deveria ser única, mesclando trabalho intelectual e manual.
6.3.3. Anton Makarenko (1888-1939).
6.3.3.1. formar trabalhadores conscientes do seu papel político, preocupados com o bem estar da coletividade.
7. EDUCAÇÃO NO SÉCULO XX
7.1. Reafirmação das propostas de educação pública, laica, gratuita e obrigatória.
7.2. Escola Nova
7.2.1. Aluno como centro do processo de ensino.
7.2.1.1. Maria Montessori (1870-1952).
7.2.1.1.1. Defendia que deve oferecer meios para a criança evoluir.
7.2.1.2. Jean Piaget (1896-1980).
7.2.1.2.1. Defendia que o professor precisava trabalhar de acordo com o nível de desenvolvimento do indivíduo.
7.2.2. No Brasil, a primeiras reflexões ocorrem entre 1920 e 1930.
7.2.2.1. Desenvolve um otimismo de reconstruir a sociedade por meio da educação.
7.2.2.1.1. Paulo Freire baseada na concepção de que educador e educando aprendem juntos numa relação dotada de muita dinâmica e num processo de constante aperfeiçoamento.
7.2.3. Novo paradigma na educação.
7.2.3.1. O pensamento pedagógico fenomenológico-existencialista a educação deveria se moldar às necessidades da sociedade em que está inserida.
7.2.3.2. Carl Rogers (1902-1987).
7.2.3.2.1. Defendia que a escola deveria ser centrada no aluno e não no professor.
7.2.3.3. Celétin Freinet (1896-1966).
7.2.3.3.1. Defendia que é por meio das experiências que as crianças chegariam aos resultados.
7.2.3.4. Emília Ferrero, segundo a qual o construtivismo é a base para o ato educativo, enfatizando que o educador deve respeitar os estágios de conhecimentos do educando para desenvolver sua prática pedagógica.
8. O CONTEXTO DA EDUCAÇÃO CRÍTICO-REPRODUTIVISTA
8.1. É uma crítica ao sistema educacional que vigorava, especialmente nas décadas de 1960 e 1970.
8.1.1. Violência Simbólica.
8.1.1.1. Bourdieu e Passeron.
8.1.1.1.1. Consideram como Violência Simbólica aquela exercida pelo poder de imposição das ideias transmitidas por meio da comunicação cultural, da doutrinação política e religiosa, das práticas esportivas, da educação escolar
8.1.2. Escola Enquanto Aparelho Ideológico do Estado.
8.1.2.1. Althusser.
8.1.2.1.1. Considera a função da escola inserida no contexto da sociedade capitalista.
8.1.2.2. Teoria da Escola Dualista.
8.1.2.2.1. Baudelot e Establet.
9. TEORIAS PROGRESSISTAS
9.1. Dá uma visão mais crítica e livre considerando maior participação do estudante, formando-o enquanto cidadão crítico, reflexivo.
9.1.1. 3 correntes: libertadora, libertária e crítico social dos conteúdos ou histórico-crítica.
9.2. O indivíduo como responsável por sua própria história.
9.3. A tarefa do educador é modificada, ele passa a explicitar os problemas sociais concretos e contextualizados.
9.4. Incentivar um ensino sistêmico
9.5. Brasil.
9.5.1. Paulo Freire.
9.5.1.1. Proposta de humanização do professor e do processo educativo como um todo, defendendo seu pensamento em favor de uma sociedade mais justa e igualitária, de uma formação crítica e consciente aos estudantes.
10. UM NOVO ENSINO PARA UMA NOVA APRENDIZAGEM
10.1. O ensino não pode ser estático, devido as mudanças que ocorrem o tempo todo.
10.2. Com o Covid - 19, a educação precisou ser repensada e recriada rapidamente para que não parasse.
10.3. Novos desafios.
10.3.1. Ensino a distância em todas as áreas.
10.3.2. Utilização da tecnologia.
10.4. Novos métodos desenvolvidos tanto por alunos, como por professores para facilitar o ensino-aprendizagem.
11. APRENDIZAGEM COLABORATIVA
11.1. Na perspectiva colaborativa, a ação dos alunos sobre os conteúdos e ação de intervenção dos professores são fundamentais para o desenvolvimento de estratégias cognitivas que promovem o conhecimento e a capacidade de lidar com situações novas. A aprendizagem tem origem na ação do aluno sobre os conteúdos específicos e sobre as estruturas previamente construídas que caracterizam seu nível real de desenvolvimento no momento da ação (OLIVEIRA; VILLARDI, 2005, p. 52).
11.2. Edgar Dale.
11.2.1. o “Cone da Aprendizagem”
11.3. Necessário que haja espaços educacionais dinâmicos e participativos.
11.4. diálogo ocorre a partir da interação com os outros mediados pelo professor.
11.5. A colaboração do aluno contribui de forma significativa.
11.6. Aperfeiçoamento profissional por parte do professor, pois ele que irá desenvolver aulas dinâmicas e criativas.
12. ESCOLA SEM PROFESSOR.
12.1. Autoaprendizagem.
12.2. Ação do professor seja pensada para além da transmissão e reprodução de conteúdos.
12.3. Relação entre aluno x professor precisa ser repensada.
13. Educador.
13.1. Figura importante tanto para o espaço de educação formal, como não formal.
14. EDUCAÇÃO NÃO FORMAL E FORMAL
14.1. Educação não formal.
14.1.1. Museus, cinemas, praças, áreas de recreação, feiras, visitas, encontros entre outros.
14.1.1.1. Desenvolvimento de valores.
14.1.1.2. Educação além dos muros da escola.
14.1.1.3. Elaboração de conteúdos diverisificados.
14.1.1.4. Aprendizado através das praticas sociais.
14.2. Educação formal.
14.2.1. Escola, sala de aula.
14.2.2. Educação:
14.2.2.1. A distância
14.2.2.2. Profissional
14.2.2.3. Jovens e adultos
14.2.2.4. Educação especial
15. O PAPEL DO EDUCADOR
15.1. Desafiador.
15.2. Compreender que a educação precisa ser dinâmica.
15.3. Capaz de adaptar-se as mudanças e transformações.
15.4. Compreender que faz parte do processo de formação do ser.
15.5. Mediador do conhecimento.
15.6. Detentor do conhecimento.
15.7. Agente transformador.
15.8. Auxilia na construção da cidadania.
16. Expectativa sobre o professor
16.1. Exemplo do que os alunos desejam de um bom professor.
16.2. Características que comprometem a qualidade do trabalho docente.
17. ESTUDO DA EDUCAÇÃO ENQUANTO CIÊNCIA
17.1. Ciência.
17.1.1. Conhecimento, saber adquirido.
17.1.1.1. A educação pode ser entendida como ciência, que engloba os atos de pesquisar, ensinar e aprender.
17.2. O processo educativo é amplo e se desenvolve nas relações humanas.
17.2.1. socialização de costumes, hábitos e valores, ou seja, das culturas da qual o processo educativo se faz.
17.3. Educação e conhecimento.
17.3.1. Além dos livros, quando nos relacionamos com outras pessoas, trocamos experiências e saberes construído ao longo dos anos.
17.4. Pedagogia.
17.4.1. Ciência da educação.
17.5. Psicologia, a Economia, a Sociologia entre outras, tem como objetos de estudo os problemas educativos e são consideradas importantes para o processo educativo.
18. PANORAMA HISTÓRICO DO PENSAMENTO PEDAGÓGICO
18.1. Educação presente desde o início da civilização.
18.2. A escola como instituição não existiu em todas as sociedades.
18.2.1. Educação muito anterior a instituição escolar.
18.2.1.1. Transmissões dos valores essenciais para a manutenção do agrupamento social.
18.2.1.2. Processos sociais de aprendizagem.
18.3. Educação primitiva.
18.3.1. Marcada pelas tradições, apropriou -se de tendências religiosas e orientou os povos hindus, egípcios, hebreus e chineses.
18.4. Divisão de classes.
18.4.1. O ensino passa a ser somente para alguns.
18.5. Grécia.
18.5.1. Formação de um individuo forte, eficiente, disposto a dialogar.
18.6. Roma.
18.6.1. Educação era organizada para justiça e disciplina.
18.7. Idade média.
18.7.1. Educação voltada para religiosidade.
18.8. Renascimento.
18.8.1. Intuito de formar o homem burguês, formação intelectual voltada para a cultura humanística.
18.9. Reforma protestante.
18.9.1. A educação passa a ser importante instrumento para divulgação da reforma.
18.10. Século XVII: a pedagogia realista.
18.10.1. Buscando conhecer o que era "proibido", o homem moderno, desenvolve paixão a paixão pelo estudo da natureza.
18.10.1.1. René Descartes (1596-1650).
18.10.1.1.1. Conhecimento apresentado a partir da dúvida metódica, de forma científica e metódica.
18.10.1.2. João Amos Comênio (1592-1670).
18.10.1.2.1. Pai da didática moderna, deveria ensinar o conhecimento das coisas, evidenciando o realismo pedagógico característico da época.
18.10.1.3. Século das Luzes.
18.10.1.3.1. A formação do cidadão, se da por meio da escola.
18.10.1.3.2. Emanuel Kant (1724-1804).
18.10.1.3.3. Não a sentido em atrelar a educação a religião.
18.10.1.3.4. Ideia de obrigatoriedade e gratuidade.
19. A EDUCAÇÃO NA SOCIEDADE CAPITALISTA
19.1. O capitalismo surge em um contexto social em que muitos sujeitos encontram-se em situação de precária condição social e poucos em situação privilegiada.
19.1.1. Karl Marx (1818- 1883).
19.1.1.1. O capitalismo veio para separar o trabalhador da sua autonomia, a qual era exercida através do seu trabalho.
19.2. Pedagogia liberal tecnicista.
19.2.1. predominância de uma organização social com base na propriedade privada dos meios de produção, concebida enquanto sociedade de classes.
19.2.1.1. difunde a ideia de igualdade de oportunidades, não considerando a desigualdade de condições.
19.2.2. Tendência de formar para a profissionalização ou técnica, ou seja, para o mercado de trabalho.
19.2.3. A educação está subordinada à sociedade bem como as suas demandas.
19.2.4. Tecnicismo no Brasil.
19.2.4.1. Com maior ênfase a partir de 1960, tema educacional à orientação político-econômica do regime militar.
19.2.4.1.1. Aquisição de novas habilidades, para o desenvolvimento do capitalismo.
20. VIOLÊNCIA SIMBÓLICA
20.1. Pierre Bourdieu e Jean-Claude Passeron.
20.1.1. Por trás de uma aparência neutra a escola provoca uma violência simbólica, por meio da cultura e ideologias existentes e enfatizadas.
21. DESAFIOS DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI
21.1. 4 pilares do conhecimento
21.1.1. Aprender a conhecer.
21.1.2. Aprender a viver juntos.
21.1.3. Aprender a fazer.
21.1.4. Aprender a ser.
21.2. Desenvolvimento Integral do estudante, para que assim, este sujeito tenha condições de atender às novas exigências sociais e econômicas, que estão em constante transformação.
21.3. O ensino e aprendizagem não pode acontecer de maneira limitada.
21.4. Teoria das inteligências múltiplas.
21.4.1. Segundo Gardner (1999), a perspectiva das inteligências múltiplas pode tornar-se uma parceria poderosa no ensino efetivo, pois “os educadores precisam levar em conta as diferenças entre as mentes de estudantes e, tanto quanto possível, moldar a educação que possa atingir a infinita variedade de estudantes”
21.5. Práticas de ensino inovadoras devem ser consideradas e aplicadas, a fim se de obter o desenvolvimento social necessário para uma cidadania ativa e geradora de conhecimento
21.6. Ser capaz de desenvolver habilidades como a criticidade, criatividade, ser inovador e dinâmico, saber trabalhar em grupo, compartilhar a informação e ainda conhecer o seu potencial cognitivo bem como desenvolver habilidades afetivas e sociais.
21.7. O aluno é um ser único.
22. TEORIA DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA
22.1. Ideias expressadas simbolicamente são relacionadas de modo não-arbitrário, mas substancial ,com o que o aluno já conhece.
22.2. Por mais conhecimento teórico que professor tenha, ele precisa estar atento a estimular seu estudante a buscar essas informações que estão por toda parte de maneira segura e eficaz.
22.3. Teoria de Ausubel.
22.3.1. É o conjunto de conhecimentos que o aluno traz consigo. A Este conjunto de conhecimentos, Ausubel dá o nome de estrutura cognitiva e, segundo ele, é a variável mais importante que o professor deve levar em consideração no ato de ensinar. O professor deve estar atento tanto para o conteúdo como para as formas de organização desse conteúdo na estrutura cognitiva.
22.4. O planejamento sempre será um aliado do bom trabalho docente.
23. NOVOS ESPAÇOS EDUCATIVOS
23.1. Necessidade de reflexão sobre os espaços educativos que rompam a concepção tradicional de educação.
23.2. Mudanças significativas no âmbito educacional.
23.2.1. Educação a distância.
23.2.2. Ensino híbrido.
23.2.3. Ensino presencial.
23.3. Ambientes virtuais.
23.3.1. Tecnologia.
23.3.1.1. Acesso virtual a museus e bibliotecas.
23.3.1.2. Laboratório virtual.