PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN: O QUE DIZEM OS ESTUDOS MAIS RECENTES

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PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN: O QUE DIZEM OS ESTUDOS MAIS RECENTES por Mind Map: PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN: O QUE DIZEM OS ESTUDOS MAIS RECENTES

1. Fala também sobre a AVALIAÇÃO

1.1. necessidade de aprendizagem do educando e elaboração do plano de atendimento

1.2. Importância dos PEIs

2. Síndrome de Down

2.1. Alteração na divisão típica dos cromossomos resultando na triplicação do cromossomo 21

2.2. Não se atribuí graus a SD

2.3. A linguagem é uma das áreas de maior comprometimento em pessoas com SD. A emissão das primeiras palavras aproxima dos 18 meses e é de extrema importância a estimulação precoce. O SD entende mais do que fala.

2.4. Motor, atraso significativo comportamento exploratório é impulsivo e desorganizado, dificuldade concentração e exploração.

2.5. A Deficiência Intelectual é considerada uma das características mais recorrentes nessas crianças.

2.5.1. Para facilitar o processo de aprendizagem da criança com SD, é fundamental trabalhar no desenvolvimento cognitivo como, percepção, atenção e memória.

2.5.1.1. A metodologia utilizada em sala de aula deve ser variada, flexível e adaptada, também deve promover uma aprendizagem significativa a qual a criança possa refletir sobre o conhecimento adquirido.

3. A importância dessas crianças estarem inseridas dentro do contexto escolar desde cedo.

4. Alfabetização e Letramento

4.1. Separar alfabetização e letramento é um erro.

4.2. A inserção da criança no universo da escrita ocorre simultaneamente por esses dois processos: pela aquisição do sistema alfabético – a alfabetização e pelo desenvolvimento de habilidades de leitura e escrita, nas práticas sociais que envolvem a língua escrita – o letramento

4.3. No que diz respeito ao processo de alfabetização da criança com SD, Oliveira (2010) conclui, que ao estudar a questão da aquisição da escrita por crianças com SD, suas probabilidades de aprendizagem e a relevância da mediação pedagógica são maneiras de promover o desenvolvimento destas crianças em direção à escrita.

4.4. Entretanto, Silva (2020) afirma que o estigma da não aprendizagem pode refletir no processo de alfabetização da criança com DI (inclui-se as crianças com SD) (aqui fala que cada criança tem sua forma e ritmo de aprendizagem não apenas considerando as crianças com deficiência.

5. Várias críticas aos professores, melhor capacitação, mudanças metodológicas

5.1. Resolução nº 2, do Conselho Nacional de Educação e do Conselho de Educação Básica (CNE/CEB), de 11 de setembro de 2001, e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n. 9.394/1996, estabelece normas para a capacitação e especialização de professores no ensino regular.

5.1.1. O AEE é a mediação pedagógica que visa viabilizar o acesso ao currículo através do atendimento às necessidades educacionais específicas dos estudantes com deficiência. Tendo como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos estudantes. As atividades desenvolvidas no AEE diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substitutivas à escolarização

6. É importante destacar que as ações pedagógicas e os recursos empregados para contribuir no processo de ensino e aprendizagem dessas crianças precisam ser atrativos, apresentar recursos concretos, porém é também preciso utilizar do abstrato para que elas possam ser estimuladas e desenvolvem-se nessa área, oportunizando a assimilação do conhecimento. Contudo, compreende-se através dos estudos, que os problemas existentes não estão associados às limitações da deficiência, mas ao contexto em que estão introduzidos e as políticas mal planejadas. (SOUZA; NASCIMENTO. 2018)

7. é preciso eliminar concepções capacitistas, que pré determinam o desempenho destes alunos, excluindo-os das relações entre colegas e consequentemente do processo de aprendizagem.

8. . Para que a criança se aproprie da escrita é preciso que desenvolva uma aprendizagem sistematizada, através do ensino escolar. No entanto, esse contato com a escrita se apresenta à criança antes mesmo do seu ingresso na escola.

8.1. É necessário considerar, que a criança com SD precisa de uma elaboração satisfatoriamente organizada e sistematizada, por meio de todo o processo de apropriação da linguagem escrita.

9. Fala sobre a história da criança com Síndrome de Down.

10. Menciona o caso do garoto Selvagem (XVIII) e como a partir de Itard os estudos sobre a deficiência tomou outro rumo e não meramente voltado à área médica.

11. Seguin com a sua teoria psicogenética da Deficiência Intelectual, que tinha como método a estimulação do cérebro por meio das atividades físicas e sensoriais (influenciado por Montessori)

12. Fala bastante sobre as Políticas Públicas de Inclusão

13. A importância da interação social, mediação mencionando Vygostky diversas vezes.