COACHING NO DESPORTO

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COACHING NO DESPORTO por Mind Map: COACHING NO DESPORTO

1. M1. Como estabelecer conversas de Coaching no Desporto?

1.1. A1. Modelo de Coaching 1.0

1.1.1. Onde é que eu estou? (isto é: o que está a acontecer agora?)

1.1.2. Onde é que eu quero estar? (isto é: qual é o meu objetivo?)

1.1.3. Como é que eu posso fazer para chegar lá? (isto é: quais são as potenciais ações que me podem levar até ao objetivo?)

1.2. A2. Atenção e Observação

1.2.1. O que podemos observar?

1.2.1.1. Verbal

1.2.1.2. Não verbal

1.2.1.3. Para verbal

1.2.2. Calibração

1.2.2.1. Baseline

1.2.2.2. Reparar nas diferenças que fazem a diferença

1.2.3. Observação vs Especulação

1.2.3.1. Observação:

1.2.3.1.1. Valorizar informação que recebemos através dos nossos sentidos

1.2.3.1.2. O que está a acontecer?

1.2.3.2. Especulação:

1.2.3.2.1. Significado que damos ao que observamos, tendo em conta o nosso modelo do mundo

1.3. A3. Intenção e Metas

1.3.1. Capacidade de formular intenções antes de uma conversa de coaching

1.3.1.1. A intenção precede a ação

1.3.2. Filtro: reparamos numas coisas e não reparamos noutras

1.3.3. Qual é a minha intenção? Quais são as minha 3 intenções? É mesmo isto?

1.3.3.1. Meta intenção: Qual é a intenção por trás desta intenção?

1.4. A4. Flexibilidade e Mudança

1.4.1. Intenção+Observação: desenhar estratégias, planos de ação, comportamentos para mudança para chegar onde queremos chegar

1.4.2. É a chave e começa em nós

1.4.3. Como praticar?

1.4.3.1. Onde é que eu estou? Onde é que eu quero estar? Como posso fazer para chegar lá?

1.4.3.2. O que consigo observar? Qual é a minha intenção? Como posso mudar agora o meu comportamento para poder chegar onde quero chegar?

1.5. A5. Até onde podemos ir com o Coaching 1.0?

2. M2. Como compreender a mente do atleta/treinador/equipa?

2.1. A6. Modelo de Desempenho Neuro Estratégia

2.1.1. Estímulo

2.1.1.1. Vemos

2.1.1.2. Ouvimos

2.1.1.3. Sentimos

2.1.2. Arquiteturas do Inconsciente

2.1.2.1. Produzem um conjunto de respostas

2.1.3. Resposta Interna Automática

2.1.3.1. Surgem antes de começarmos a pensar

2.1.3.2. Precedem qualquer tipo de análise consciente sobre o que está a acontecer

2.1.3.3. Desporto: performance é um encadeamento rápido de: estímulo -> resposta

2.1.3.4. Linhas de intervenção

2.1.3.4.1. ao nível do estímulo: mudando o que o outro vê, ouve, sente

2.1.3.4.2. ao nível das arquiteturas inconscientes

2.1.4. Resposta Interna proveniente da Reflexão

2.1.4.1. o que conseguimos entregar depois de refletirmos sobre as coisas

2.1.5. Estado Emocional

2.1.5.1. conjugação respostas internas (automática e proveniente de reflexão) gera um estado emocional (o que sentimos)

2.1.6. Resposta Externa

2.1.6.1. estado emocional gera resposta externa: comportamento ou ação (visível para os outros)

2.1.7. Resultado

2.1.8. Intervenção em Coaching

2.1.8.1. Foco nos níveis que precedem comportamento

2.1.8.1.1. Entregar estímulos diferentes entregando uma comunicação diferente

2.1.8.1.2. Criar intervenções que possibilitam alterações inconscientes, para ter reposta automática diferente

2.1.8.1.3. Propor

2.1.8.2. É através da alteração do estado emocional, que vão surgir respostas externas diferentes, isto é, comportamentos diferentes, gerando por sua vez, resultados diferentes.

2.2. A7. Arquiteturas Inconscientes

2.2.1. 1. Bioquímica

2.2.1.1. Herança genética: o que é biológico e nasce connosco

2.2.1.2. mais ou menos estável, pode ser alterada em determinados momentos e dentro de certos limites

2.2.2. 2. Cultura

2.2.2.1. regras que aceitamos sem questionar; a cultura em que crescemos

2.2.3. 3. História Pessoal

2.2.3.1. eventos, familia, escola, prática desportiva, ao longo da vida

2.2.4. 4. Hábitos

2.2.4.1. hábitos mentais: interpretação, e significado das coisas

2.2.4.2. criados de forma inconsciente (sem sabermos que o estamos a criar)

2.2.4.3. podem ser alterados: entendi-los pois estão enraizados

2.2.5. 5. Desenvolvimento Pessoal

2.2.5.1. regras e crenças que introduzimos na nossa vida

2.2.6. toda a resposta automática é gerada por uma combinação destas arquiteturas inconscientes

2.3. A8. Problemas e Soluções

2.3.1. O que é o problema?

2.3.1.1. Gap entre o ponto A e o ponto B: problema a ser resolvido

2.3.1.2. Sítio onde estamos não é exatamente onde queríamos estar

2.3.1.3. Pode ser uma questão de tempo, uma questão de desempenho

2.3.2. Em busca da solução

2.3.2.1. O que está a acontecer agora resulta de uma combinação de recursos: o resultados está a ser gerado através de um determinado comportamento

2.3.2.2. reorganizar os nossos recursos internos de forma diferente para obter resultados diferentes: já estão à disposição do atleta ou podem ser adquiridos por treino, aprendizagem e novos conhecimentos

2.3.3. Automodelagem e Modelagem

2.3.3.1. Automodelagem: modelo de nós próprios através das experiências que vivemos e e procurar perceber qual é o momento (se é que ele existiu) onde nós já estávamos a conseguir reorganizar os nossos recursos de forma a gerar o resultado que queremos gerar agora

2.3.3.2. Modelagem: identificar alguém que consiga fazer aquilo que nós queremos conseguir fazer. Descobrir como é que outra pessoa organiza os seus recursos de forma a podermos importar, “copiar”, a fórmula usada - a organização de recursos - para testarmos se ela funciona também para nós.

2.4. A9. Níveis de Intervenção

2.4.1. Diferença entre trabalhar com atletas ou trabalhar com pessoas que não são aquelas que competem diretamente.

2.4.1.1. atleta: foco no que depende de si - a sua performance

2.4.1.2. outra pessoa: participação indireta, dificuldade em aceitar que o seu comportamento é também chave no processo e é sobretudo aquilo que elas podem mudar; por vezes são um entrave

2.4.2. Diferença entre trabalhar em desportos individuais ou em desportos de equipa

2.4.2.1. Individual

2.4.2.1.1. competem sozinhos, performance depende do que fazem, mais fácil criar um foco e entender; coaching: o que fazer e de que forma é que os estímulos que entregamos vão gerar um determinado resultado do outro lado.

2.4.2.2. Equipe

2.4.2.2.1. diferentes arquiteturas do inconsciente, repostas automáticas diferentes, formas de reflexão diferentes

2.4.3. Diferença entre trabalhar com o atleta ou o treinador individualmente ou trabalhar com o clube, a organização, a federação.

2.4.3.1. responder apenas perante a pessoa que nos contratou

2.4.4. Qual o segredo por trás dos processos de coaching?

2.5. A10. Obstáculos mentais mais comuns

2.5.1. O que está a acontecer especificamente?

2.5.2. Crenças enraizados: quero provar o meu valor, eu não sou bom o suficiente

3. M3. Como criar relações profundas com atletas e treinadores?

3.1. A11. O mais importante é a relação

3.1.1. Relação está sempre presente numa conversa entre as pessoas que estão na conversa. É a base que vai limitar o ponto até onde conseguimos chegar com a conversa de coaching.

3.1.2. Quanto mais o cliente de coaching sente proximidade na relação e a possibilidade de poder dizer tudo sem ser julgado, mais ele vai ser capaz de partilhar coisas.

3.1.3. “O foco na criação da relação é parte do segredo de um coach no desporto que seja humano e que seja eficiente”

3.2. A12. Empatia e rapport

3.2.1. Rapport: sentimento de correspondência que permite melhorar a relação que temos com outras pessoas

3.2.2. Como criar rapport?

3.2.2.1. Antecedido da intenção de "melhorar a relação". Estar mais atento a perceber o que é que ela está a fazer, a dizer, o tom de voz dela, a velocidade com que fala, para depois fazer correspondência com essa pessoa

3.2.2.2. Quando essa intenção não está presente, podemos estar muito mais preocupados com o conteúdo e com o facto de encontrarmos ferramentas e possíveis soluções para tirar a pessoa do sítio onde ela está, podendo sabotar os resultados que obtemos durante o processo

3.2.2.3. Para criar rapport: definir previamente a nossa intenção e observar atentamente os 3 canais de comunicação (o que a pessoa diz, como diz e o que faz enquanto diz) de forma a incorporarmos alguns traços do comportamento do outro no nosso próprio comportamento e comunicação. Mas.... não se trata de imitar! Trata-se apenas de fazer corresponder algumas pequenas coisas, como, por exemplo, a orientação do corpo, o tom de voz e as palavras-chave do outro. Às vezes, a outra pessoa pode até utilizar palavras que não sabemos muito bem o que querem dizer.

3.2.2.4. Quando nós espelhamos o comportamento do outro, também ajudamos o outro a ter uma sensação de que aquilo que está a acontecer é-lhe familiar

3.2.2.5. Podemos espelhar de duas formas:

3.2.2.5.1. Imaginando que somos um espelho do outro.

3.2.2.5.2. Fazendo uma correspondência estrita (isto é, se a pessoa cruza a perna direita, eu também cruzo a perna direita).

3.3. A13. Canais de Comunicação

3.3.1. Abertura, curiosidade e honestidade

3.3.1.1. Praticar abertura e curiosidade em relação ao outro e praticar honestidade. Juntar a autenticidade: honestidade de nos mostrarmos como somos

3.3.1.2. Quais são as intenções que eu trago realmente para esta conversa? O que é que eu estou realmente a observar? Partilhar o que está a acontecer comigo.

3.3.2. Praticar honestidade

3.3.2.1. Ser honesto é ser capaz de verbalizar aquilo que estamos a pensar e ser capaz de viver e partilhar a nossa intenção com os outros.

3.3.3. Praticar abertura e curiosidade

3.3.3.1. O oposto de abertura e curiosidade é a crítica e o julgamento.

3.3.4. Se queremos incorporar processos de coaching na nossa comunicação, precisamos ir na direção da honestidade, da transparência e da prática de abertura e curiosidade

3.4. A14. Perguntas Poderosas

3.4.1. Pergunta: introduz uma perturbação no mundo do outro

3.4.2. São perguntas que têm o poder de quase sempre recuperar alguns recursos e informações que estavam, até ao momento, inacessíveis para o outro. São perguntas simples mas que feitas no contexto adequado e no momento certo vão realmente ter poder e gerar impacto no outro.

3.4.3. Têm a intenção de produzir impacto no outro de forma a: - Recuperar recursos; - Focar-se nas soluções em vez de focar-se nos problemas; - Encontrar um novo enquadramento para a situação em questão;

3.4.4. flexibilidade para se usar perguntas diferentes; a prática é que vai permitir que as perguntas sejam feitas com mais fluidez e flexibilidade.

3.5. A15. O que impede o estebelecimento de melhores relações com atletas?

3.5.1. - não é o momento, não há interesse pelo atleta - distanciamento entre treinador e atleta, atitude inflexível - treinador não quer mostrar abertura para os outros não ficarem com ciúme

3.5.2. - problema está na qualidade da relação - obstáculo ao relacionamento: as pessoas são todos iguais - crítica e julgamento impede a criação de boas relações

3.5.3. investir na qualidade da relação, melhora qualidade das conversas, melhores resultados; assim conseguimos trazer o coaching para as nossas conversas: a arte de fazer perguntas e explorar caminhos alternativos. Ao explorar isto vamos obter melhores resultados

4. M4. Como ajudar atletas a ultrapassar bloqueios?

4.1. A16. Crenças

4.1.1. Aquilo em que acreditamos

4.2. A17. Hábitos Mentais

4.3. A18. Pressupostos

4.4. A19. Modelo de Mudança

4.5. A20. Quais os bloqueios mais difíceis de ultrapassar?

5. M5. Como criar e favorecer bem-estar mental e emocional?

5.1. A21. Necessidades Psicológicas

5.1.1. NECESSIDADES PSICOLÓGICAS . Experiência e Novidade . Importância e Reconhecimento . Conhecimento e Segurança . Ligação e Pertença

5.1.2. Por detrás de um objetivo está a satisfação de determinadas necessidades

5.1.3. Chegar às necessidades: questionar a intenção por detrás de determinado objetivo

5.1.3.1. . Qual a intenção por detrás disso? . Como é que isso te faz sentir? . O que é que ganha com isso?

5.2. A22. Modelo de Motivação

5.2.1. Estamos sempre motivados. Existe sempre um motivo para as nossas ações.

5.2.2. Necessidades Psicológicas -> Motivo -> Ação

5.2.3. O que é que tens que fazer para satisfazer as necessidades psicológicas? - Coaching 1.0

5.2.4. Que outras formas existem para sentires que satisfazes as tuas necessidades?

5.3. A23. Necessidades Complexas

5.4. A24. Esquema de Intervenção

5.5. A25. Quais as motivações mais comuns em atletas?

6. M6. Que ferramentas de alto desempenho utilizar com atletas e equipas?