Abordagens inovadoras e práticas alternativas em Saúde Mental

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Abordagens inovadoras e práticas alternativas em Saúde Mental por Mind Map: Abordagens inovadoras e práticas alternativas em Saúde Mental

1. 4. Inovação em saúde mental: Subsídios à construção de práticas inovadoras e modelos avaliativos multidimensionais (2011)

1.1. Epistêmica

1.1.1. Construção do saber no campo da saúde mental

1.1.2. Desconstrução dos rótulos da loucura e reconhecimento das experiências individuais do adoecimento

1.1.3. Ênfase discursiva na perspectiva de desconstitucionalização

1.1.4. Nova relação com a alteridade

1.1.5. Desconstrução do paradigma psiquiátrico

1.2. Ético-Política

1.2.1. Compreende a necessidade de delimitar concepções de saúde mental que incorporem práticas transformadoras da realidade social, incluindo uma grupalidade baseada na circularidade do cuidado, criatividade e consciência social

1.3. Ecológica

1.3.1. Designa a conectividade como reconexão com raízes sociais e históricas, favorecendo processos que superemm a alienação e facilitem o desenvolvimento do fortalecimento pessoal e coletivo

1.4. Modelos Avaliativos Multidimensionais

1.4.1. Autores propõem modelos avaliativos que consideram as múltiplas dimensões inerentes ao cuidado em saúde mental. Os modelos devem ser construídos de acordo com a complexidade, precisando abordar aspectos socioculturais, teórico-conceituais, jurídico-políticos e técnico-assistenciais

2. 5. Ensino e pesquisa em saúde mental na atenção básica: Portfólio de Práticas Inspiradoras em Atenção Psicossocial (2022)

2.1. Prática de cuidos psicossociais que conectam o sofrimento individual ao contexto social de vulnerabilidade que o produz

2.1.1. Abordagens psicossociais de acolhimento, cuidado e potencialização de vida

2.1.2. Saúde mental para a atenção básica

2.1.3. Uma resposta ao retorno de práticas manicomiais

2.2. Exemplos

2.2.1. Pais como co-terapeutas das crianças assistidas no Programa de Atenção à Saúde Mental - PAPS

2.2.2. Desenvolvimento e oferta de curso semipresencial de auriculoterapia para profissionais da saúde da atenção primária no Brasil

2.2.3. Transdisciplinaridade, Arte/Cultura e Saúde Mental: fundamentação e aplicação de práticas híbridas inovadoras na promoção da Saúde mental na Atenção Básica

3. 2. Narrativas de usuários de saúde mental em uma experiência de gestão autônoma de medicação (2017)

3.1. Abordagens Alternativas

3.1.1. Autonomia do usuário

3.1.2. Expressão e comunicação em grupo

3.1.2.1. Arte-Terapia

3.1.2.2. Terapia Expressiva

3.1.2.3. Música-Terapia

3.1.2.4. Dança e Movimento

3.1.2.5. Escrita Terapêutica

3.1.3. Educação e Apoio aos Direitos dos Usuários

3.2. PNH (Política Nacional de Humanização)

3.2.1. Promove a comunicação entre gestores, trabalhadores e usuários para construir processos coletivos de acordo com a realidade da comunidade

3.3. GAM (Gestão Autônoma da medicação)

3.3.1. Os trabalhadores e gestores precisam se basear na GAM para levarem em conta os desejos, valores e saberes do usuário para que se informem sobre os efeitos colaterais, principais consequências do uso e o objetivo da medicação que o usuário precisará usar

4. 3. A reforma Psiquiátrica no SUS e a luta por uma sociedade sem manicômios (2018)

4.1. Transformação no cuidado psiquiátrico

4.1.1. Surgimento do CAPS, NAPS e RAPS

4.1.2. Abordagem centrada no paciente e integrada à comunidade

4.2. Valorização da perspectiva do paciente

4.2.1. Essencial na formulação de políticas e prestação de serviços

4.2.2. Garante alinhamento com as necessidades reais

4.3. Combate ao estigma

4.3.1. Fundamental parar criar ambiente empático

4.3.2. Conscientização na sociedade é crucial

4.4. Inclusão Social

4.4.1. Tratamentos oferecem alternativa à hospitalização

4.4.2. Compromisso com uma sociedade mais justa

5. INTEGRANTES:

5.1. Bianca Machado Jahn / 822126750 Cauã de Oliveira Fernandes / 822128059 Fernanda Feitosa Bordini / 82210654 Giovanna Victoria / 822130406 Gustavo Alexandre dos Reis/822161598 João Victor de Santana / 822161927 João Victor Marinho Morais / 822130756 Letícia Vitória Pereira / 822163888 Rafaella Alves Torres / 822158680

6. 1. Saúde Mental no Brasil: Avanços, retrocessos e desafios (2012)

6.1. 1990 - Sistema Único de Saúde (SUS)

6.2. 2006 - Serviços comunitários

6.2.1. Serviços comunitários recebem mais recursos do que hospitais psiquiátricos. Fechamento de leitos em hospitais monovalentes.

6.3. 2008 - Início da estagnação

6.4. 2011 - Novas ações do Ministério da Saúde

6.4.1. Estímulo ao desenvolvimento de pesquisas e treinamentos na área da saúde mental coerentes com o diagnóstico apresentado anteriorente.

6.5. 2015 - Estagnação

6.5.1. Ministério interrompeu a publicação regular de informações

6.6. 2017 - Regionalização

6.6.1. O modelo de governança era responsabilizado por restringir o progresso de serviços essenciais, criando-se a necessidade de um processo de regionalização

7. 6. Experiência das práticas integrativas e complementares no cuidade em saúde mental (2023)

7.1. Abordagens terapêuticas não convencionais com o objetivo de promover bem estar físico e mental dos paciente focando em suas respectivas subjetividades

7.1.1. Thetahealing

7.1.1.1. Curas energétricas

7.1.1.2. Responsabilidade pessoal

7.1.1.3. Crenças e realidade

7.1.1.4. Reprogramação de crenças

7.1.2. Terapia Reike

7.1.2.1. Técnica japonesa de canalização da energia vital sendo direcionada para a universal

7.1.2.2. Equilíbrio energético e restauração de saúde

7.1.2.3. Ajuda a aliviar estressa, ansiedade e depressão

7.1.3. Auriculoterapia

7.1.3.1. Técnica que faz pressão em pontos específicos da orelha, sendo cada um desses pontos concetados com uma terminação nervosa ligada a uma parte do corpo

7.1.3.2. Usada para tratar dores físicas, porém auxilia também com as emocionais e mentais

7.1.3.3. Benéfica em tratar dores crônicas ou graves, transtornos de ansiedade e depressão, vícios e também auxilia na recuperação motora e pode até melhorar a insônia

8. 8. Percurso formativo na rede de Atenção Psicossocial: Inovação e transformação nas práticas em saúde mental (2021)

8.1. Inclusão dos funcionários da Secretaria Municipal de Saúde de Guaíba-RS ao projeto "Percursos Performativos na Rede de Atenção Psicossocial: Intercâmbio entre Experiências e Supervisão Clínico-Institucional"

8.1.1. Intercâmbio como estratégia inovadora na formação

8.1.1.1. Maior exploração para os conhecimentos teóricos relacionados à Reforma Psiquiátrica (RP) e à política de Saúde Mental.

8.1.1.2. Avaliação das condições de trabalho pessoais, iniciando reflexões sobre seu próprio serviço de atuação

8.1.1.3. Área da Saúde Mental teve maior visibilidade com a implementação do projeto

8.1.1.4. Grande aumento na autoestima tanto dos trabalhadores quanto para os integrantes das equipes

8.1.1.5. Diversidade de intervenções possíveis nnas demandas relacionadas ao álcool e drogas

8.1.2. Ressignificação das práticas no campo da saúde mental

8.1.2.1. Melhor acolhimento aos usuários pelas redes, reconhecendo a necessidade de saúde do outro

8.1.2.2. Integração e apoio entre profissionais, equipes e serviços

8.1.2.3. Com a clínica ampliada, a tomada de decisões se faz de forma compartilhada com a autonomia e saúde dos usuários

8.1.2.4. Projeto Terapêutico Singulas (PTS) passa a fazer parte da prática profissional

8.1.3. Metodologias de Intervenção Comunitária na promoção da Saúde Mental

8.1.3.1. Intercâmbio entre experiências

8.1.3.1.1. Troca de experiências e discussão das possibilidades de intervenções entre profissionais que atuam na rede do RAPS em diferentes áreas e municípios

8.1.3.2. TCI - Terapia Comunitária Integrativa

8.1.3.2.1. Terapia em grupo que visa prevenir doenças mentais, tendo seu destaque com a rede primária de atenção à saúde como seu maior destaque

8.1.3.3. ProMenteSã

8.1.3.3.1. Programa para profissionais da educação que foca em capacitar a formação de professores em temas relacionados à saúde mental para poderem abordar tais assuntos com o público infanto-juvenil nas escolas

8.1.3.4. Intervenções Precoces

8.1.3.4.1. Tem como objetivo acompanhar crianças de 0 a 2 anos em seu desenvolvimento físico e psíquico de modo que os profissionais possam detectar, prevenir e intervir em possiveis problemas que possam surgir

9. 7. Educação Permanente em Saúde: Experiências Inovadoras em saúde mental na atenção básica em saúde (2020)

9.1. Abordagem alternativa

9.1.1. A principal abordagem alternativa é a Educação Permanente em Saúde (EPS) que é uma iniciativa do Ministério da Saúde visando mudar condutas dos Agentes comunitários da Saúde que trabalham em atenção básica. A EPS utiliza um diálogo mais educativo em diversas disciplinas e também incentiva o protagonismo com profissionais.

9.2. Análise e promoção da saúde mental

9.2.1. Preservar caráter de expressão subjetiva, singular e coletiva das vivências

9.2.2. Aproximação dos serviços de saúde mental para com os demais profissionais da saúde tende a garantir o avanço e manutenção do processo de desinstitucionalização

9.2.3. Incentiva diálogos/trocas com pares e validações de forma horizontal entre os usuários, possobilitando uma aprendizagem inventiva e reflexões de conceitos para cada um dele