1. Dimensão Histórica
1.1. Lugares de resistência na formação de professores (a pesquisa de etnomatematica e suas dimensões)
1.1.1. Exploração das origens e desenvolvimento da Etnomatemática.
1.1.2. Reconhecimento dos sistemas de conhecimento matemático em diferentes culturas ao longo do tempo.
1.1.3. Origens e desenvolvimento da Etnomatemática como campo de estudo.
2. Dimensão Cognitiva
2.1. Marchetaria (manifestações culturais, geometria e simetria na composição de desenhos, medidas e proporções em cortes de materiais...)
2.1.1. Análise dos conhecimentos matemáticos presentes na prática da marchetaria e em outras manifestações culturais.
2.1.2. Exploração das habilidades cognitivas envolvidas na produção e utilização desses conhecimentos.
3. Dimensão Epistemológica
3.1. valorização de saberes locais e tradicionais
3.1.1. Reconhecimento da matemática como uma atividade humana historicamente construída
3.1.2. Valorização dos conhecimentos matemáticos locais e indígenas como formas legítimas de conhecimento.
4. Dimensão Educacional
4.1. Formação de professores (abordagem educacional, pedagogica decolonial)
4.1.1. Aplicações do conceito de Etnomatemática na educação, como na formação de professores e na prática pedagógica em escolas multiculturais
4.1.2. Identificação de "lugares de resistência" na formação inicial de professores, onde práticas pedagógicas decoloniais são promovidas
4.1.3. Sugestões para uma educação matemática mais inclusiva, contextualizada e crítica.
5. Artigos/vídeo
5.1. Lugares de Resistência na Formação Inicial de Professores: Por Matemática(s) Decoloniais
5.1.1. Abordagem crítica com olhar para a formação de professores de matemática, visando criar espaços educacionais mais justos e igualitários, valorizando saberes.
5.1.1.1. A formação inicial de professores deve ter reflexões sobre poder, identidade e colonialidade. Temos que repensar as práticas pedagógicas para incluir perspectivas decoloniais, valorizar conhecimentos local e indígena.
5.1.1.1.1. Lugares de resistência: espaços de transformação e luta contra as opressões presentes na educação matemática. Onde os professores podem desafiar e transformar narrativas.
5.2. Estado da arte da produção científica dos congressos brasileiros em Etnomatemática
5.2.1. Uma visão da atual situação da pesquisa em etnomatemática no Brasil, mostra tendências, lacunas e oportunidades.Destaca os principais conceitos exploradas nos congressos, como educação matemática indígena, saberes matemáticos tradicionais, jogos e brincadeiras, entre outros.
5.2.1.1. Vê que a etnomatemática valoriza os conhecimentos e práticas matemáticas presentes nas diferentes culturas e grupos sociais, como um campo interdisciplinar.
5.2.1.1.1. Analise de uma amostra representativa de trabalhos apresentados em congressos de etnomatemática entre os anos de 2000 e 2017.
5.3. A Marchetaria e as Dimensões da Etnomatemática
5.3.1. Destaca a marchetaria como um exemplo de ampliar nossa compreensão dos diferentes conhecimentos matemáticos presentes em diversas culturas e contextos sociais. Tornando a aprendizagem da matemática significativa.
5.3.1.1. Apresenta a marchetaria como uma técnica artesanal e destaca a importância de valorizar e respeitar os conhecimentos tradicionais e culturais presentes na marchetaria e em outras manifestações artísticas.
5.3.1.1.1. Identifica elementos matemáticos presentes na prática dessa arte, como simetria, proporção, padrões geométricos e técnicas de medida.
5.4. O Programa Etnomatemática: Uma Síntese
5.4.1. Programa Etnomatemática (princípios, origens, aplicações e desafios). Para uma educação matemática mais inclusiva, contextualizada e crítica. D'Ambrosio contextualiza o surgimento do Programa Etnomatemática, destacando suas raízes nas discussões sobre a diversidade cultural e epistemológica na educação matemática.
5.4.1.1. Reconhecimento da matemática como uma atividade humana construída, a valorização dos conhecimentos matemáticos locais e a promoção de uma educação matemática inclusiva e crítica.
5.4.1.1.1. O artigo também aborda os desafios enfrentados, como a resistência institucional.