1. Barreiras e estratégias
1.1. Barreiras
1.1.1. Homens
1.1.1.1. individuais
1.1.1.1.1. Autoeficácia parental
1.1.1.1.2. Consumos de substâncias
1.1.1.1.3. **Conceções e modelos de parentalidade**
1.1.1.1.4. Nível escolar
1.1.1.1.5. **Nível socioeconómico**
1.1.1.1.6. Saúde mental
1.1.1.1.7. Trabalho
1.1.1.1.8. Perceção sobre intervenção
1.1.1.1.9. **Conceções e papéis de género**
1.1.1.2. familiares
1.1.1.2.1. Controle das mães
1.1.1.2.2. Relação entre pai e mãe
1.1.1.2.3. Tipo de estrutura familiar?
1.1.1.3. sistema de intervenção
1.1.1.3.1. Horários de atendimento
1.1.1.3.2. Formação da equipa
1.1.1.3.3. Sobrecarga da equipa
1.1.1.3.4. Tipo de abordagem
1.1.1.3.5. **Universo feminino**
1.1.1.3.6. Tempo do sistema de intervenção
1.1.1.4. comunitarios e politicos
1.1.1.4.1. **Cultura** (portuguesa, etnias, imigrantes)
1.1.1.4.2. *Legislação *
1.1.1.4.3. *Investimentos no sistema de proteção *
1.1.2. Família
1.2. Estratégias
1.2.1. Homens
1.2.1.1. Adaptar abordagem
1.2.1.2. Apoio em necessidades
1.2.1.3. Busca por equidade
1.2.1.4. **Confrontar crenças**
1.2.1.5. **Construção de aliança**
1.2.1.6. **Flexibilidade de horário e local**
1.2.1.7. **Técnicos homens**
1.2.1.8. Utilizar meios formais
1.2.1.9. Validar sentimentos
1.2.1.10. Valorizar o homem
1.2.2. Famílias
1.3. Promotores
1.3.1. Homens
1.3.1.1. Conflito (em casos regulação.de responsabilidades)
1.3.1.2. Boa relação
1.3.1.3. Tipo de processo
1.3.2. Famílias
2. Perceções dos profissionais
2.1. Sobre homens
2.1.1. Homens em geral
2.1.2. Relação com o sistema de intervenção
2.2. Sobre mulheres
2.3. Relação entre pais e mães
2.4. Presença paterna
2.4.1. Efeitos da Pandemia COVID-19
2.4.2. Perspetiva temporal
2.4.3. Desinteresse paterno
2.5. Importância da presença de ambos cuidadores
3. Intervenção com famílias
3.1. Configutações familiares sinalizadas
3.2. Situações familiares sinalizadas
3.3. Presença voluntária ou obrigatória?
3.3.1. Consequências da não participação
3.4. Trabalho preventivo ou remediativos?
3.5. Receptividade das famílias
3.6. Dificuldades do processo de intervenção
3.7. Modalidades de atuação
3.8. Modelos de intervenção
3.9. Princípios da intervenção
3.9.1. Objetivos da intervenção
3.9.2. Perspetiva da família
3.9.3. Busca por neutralidade
3.10. Participantes da intervenção
3.10.1. Primeiro contato com as famílias
3.10.2. Importância da participação de ambos cuidadores
3.11. Resultados da intervenção
3.12. Estágios de intervenção
3.13. Estratégias de intervenção
4. Sistema de intervenção
4.1. Equipa de intervenção
4.1.1. Configuração da equipa
4.1.2. Formação da equipa
4.1.3. Volume de trabalho
4.1.4. Género da equipa
4.1.5. Homens como técnicos
4.2. Pontos positivos
4.3. Relações entre serviços
4.3.1. Pedidos do encaminhador