1. O que é o treinamento comportamental
1.1. O que é
1.2. O papel do Treinador Comportamental
1.2.1. 1) Características de uma boa treinadora comportamental
1.2.1.1. Conhecimento sólido e atualizado
1.2.1.2. Abordagem andragógica
1.2.1.2.1. Gamificação
1.2.1.2.2. Aprendizagem prática e vivencial
1.2.1.2.3. Não há aprendizagem sem emoção
1.2.1.3. Domínio do diálogo interno
1.2.1.4. Estudo diário em livros, pesquisas científicas e cursos
1.2.1.5. Treinamento focado em competências
1.2.1.5.1. O que eu quero que meu aluno saia fazendo?
1.2.1.6. Orientação para a Inteligência emocional e para a psicologia positiva
1.2.1.7. Boa fluidez de palco ou live
1.2.1.8. Habilidade de narrativa e storytelling
1.2.1.9. Humor e influência
1.2.1.10. Saber separar a própria jornada da jornada da cliente
1.2.2. 2) Exemplos de treinamentos comportamentais que eu dei
1.2.2.1. Welcome day
1.2.2.2. Liderança
1.2.2.3. Programas de qualidade
1.2.2.4. Vendas
1.2.2.5. Atendimento
1.2.2.5.1. Telefônico
1.2.2.5.2. Vendas
1.2.2.5.3. Pós vendas
1.2.2.6. Entrega Mágica
1.2.2.7. No digital
1.2.2.7.1. TODOS SÃO COMPORTAMENTAIS
1.2.3. 3) Níveis de transformação
1.2.3.1. Trazer para o consciente
1.2.3.2. Apresentar ferramentas
1.2.3.2.1. Medição
1.2.3.2.2. Transformação
1.2.3.2.3. Medição
2. Técnica ABCDE
2.1. A. EVENTO ATIVADOR
2.2. B. PENSAMENTO
2.3. C. CONSEQUÊNCIA DE EMOÇÕES E COMPORTAMENTOS
2.4. D DISCUSSÃO. CONFRONTO
2.4.1. 1. Isso é verdade? 2. Você pode saber com absoluta certeza que isso é verdade? 3. Como você reage, o que acontece, quando você acredita neste pensamento? 4. Quem você seria sem este pensamento?
2.5. E. EFEITO ALTERNATIVO
2.5.1. O que você vai fazer de diferente?
3. Distorções Cognitivas
3.1. 1. **Pensamento tudo ou nada**: Ver situações em extremos, sem considerar nuances. As coisas são ou perfeitas, ou um fracasso total.
3.2. 2. **Supergeneralização**: Tirar conclusões amplas a partir de um único evento negativo. Um erro é visto como uma repetição constante de falhas.
3.3. 3. **Filtro mental (abstração seletiva)**: Focar apenas nos aspectos negativos de uma situação, ignorando qualquer coisa positiva.
3.4. 4. **Desqualificar o positivo**: Rejeitar ou minimizar experiências positivas, acreditando que elas não contam ou foram por sorte.
3.5. 5. **Conclusões precipitadas**: - **Leitura mental**: Supor que sabe o que os outros estão pensando, sem ter evidências suficientes. - **Adivinhação do futuro**: Prever que algo ruim acontecerá, como se fosse uma certeza.
3.6. 6. **Catastrofização**: Aumentar ou exagerar a gravidade de uma situação, esperando o pior cenário possível.
3.7. 7. **Minimização**: O oposto da catastrofização, minimizando a importância de uma situação positiva ou própria habilidade.
3.8. 8. **Raciocínio emocional**: Acreditar que o que sente deve ser verdadeiro. Por exemplo, "Se eu sinto que sou inútil, então devo ser inútil."
3.9. 9. **Declarações do tipo 'deveria'**: Usar termos como "deveria", "deve" ou "tem que" para se pressionar ou pressionar os outros, resultando em culpa ou frustração.
3.10. 10. **Rotulagem**: Colocar rótulos negativos a si mesmo ou aos outros, com base em um comportamento ou ação isolada, como "sou um fracasso" ou "ele é inútil".
3.11. 11. **Personalização**: Assumir responsabilidade por eventos externos ou acreditar que tudo ao redor é uma reação a você, mesmo quando não tem controle sobre isso.
3.12. 12. **Comparações injustas**: Comparar-se de forma injusta com os outros, geralmente focando nas qualidades alheias e nos próprios defeitos.
3.13. 13. **Pensamento dicotômico**: Ver as coisas de forma binária, como certo ou errado, sucesso ou fracasso, sem reconhecer o meio-termo.
3.14. 14. **Culpa**: Culpar-se excessivamente por coisas que não estão sob seu controle, ou atribuir a responsabilidade de tudo de errado a si mesmo.
4. As dimensões do comportamento
4.1. As dimensões da inteligência emocional
4.1.1. Nas palavras de Peter Salovey e John Mayer, o conceito de inteligência emocional seria: “a capacidade de perceber e exprimir a emoção, assimilá-la ao pensamento, compreender e raciocinar com ela, e saber regulá-la em si próprio e nos outros
4.1.2. Auto percepção
4.1.2.1. Autoestima
4.1.2.1.1. Autorreforço
4.1.2.1.2. Auto-conceito
4.1.2.1.3. Autoimagem
4.1.2.1.4. Auto-eficácia
4.1.2.2. Autorrealização
4.1.2.3. Consciência emocional
4.1.3. Auto expressão
4.1.3.1. Expressão emocional
4.1.3.2. Assertividade
4.1.3.3. Independência
4.1.4. Interpessoal
4.1.4.1. Relações
4.1.4.2. Empatia
4.1.4.3. Responsabilidade social
4.1.5. Tomada de decisões
4.1.5.1. Solução de problemas
4.1.5.2. Teste de realidade
4.1.5.3. Controle de impulsos
4.1.6. Gerenciamento de estresse
4.1.6.1. Flexibilidade
4.1.6.2. Tolerância ao estresse
4.1.6.3. Otimismo
4.2. O que você precisa saber sobre ANDRAGOGIA
4.2.1. Ambiente informal caracterizado pela troca
4.2.2. Necessidade de saber
4.2.3. Necessidade de auto eficácia
4.2.4. Aprendizado orientado a solução de problemas
4.2.5. Motivadores intrínsecos são mais benéficos do que os externos
4.2.6. Engloba as experiências anteriores
4.3. Autoeficácia (Albert Bandura)
4.3.1. O não determinismo na aprendizagem
4.3.1.1. 1) Experiências de Domínio
4.3.1.1.1. (Performance Accomplishments): Sucessos anteriores aumentam a autoeficácia, enquanto fracassos podem diminuí-la.
4.3.1.2. Experiência Vicária (Vicarious Experiences):
4.3.1.2.1. Observar outras pessoas (semelhantes a nós) tendo sucesso pode fortalecer nossa crença em nossas próprias habilidades.
4.3.1.3. Persuasão Verbal (Verbal Persuasion):
4.3.1.3.1. Incentivos e feedback positivo de outras pessoas podem aumentar a nossa autoeficácia.
4.3.1.4. Estados Fisiológicos e Emocionais (Physiological and Emotional States):
4.3.1.4.1. Nossos estados de estresse, humor e fadiga podem influenciar nossa percepção de autoeficácia.
4.3.2. Por que auto-eficácia é tão importante
4.3.3. Como se dá a aprendizagem social
4.3.3.1. 1) A pessoa precisa prestar atenção
4.3.3.2. 2) Memorização
4.3.3.3. 3) Reprodução
4.3.3.4. 4) Motivação
4.3.3.5. 5) Reforço ou punição (Feedback)
4.3.4. Como fazer essa mulher ousar mudar
4.3.4.1. Percepção da autoeficácia (geral ou específica)
4.3.4.2. Desafios graduais
4.3.4.3. Análise da narrativa interior
4.3.4.4. Feedback consciente
4.3.4.4.1. Autocompaixão
4.3.4.5. Visão de longo prazo
4.3.4.6. Aumenta a dificuldade
5. As bases Comportamentais
5.1. As bases do Treinamento comportamental
5.1.1. Todo mundo já tentou mudar algo e não conseguiu
5.1.1.1. As bases
5.1.1.1.1. Cognição
5.1.1.1.2. Afetos
5.1.1.1.3. Comportamentos