Pequenas Empresas

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Pequenas Empresas por Mind Map: Pequenas Empresas

1. PE05: Software não customizável: TI

1.1. Exportação

1.1.1. Foi uma decisão estratégica, patrocinada pela alta gestão da empresa.

1.1.2. Tem relacionamento com Centros de Pesquisa/Universidades. Já participou de incubadoras e aceleradoras. Fazem entre uma e três visitas anuais em mercados internacionais.

1.1.3. Foi fundada em 2014 e internacionalizou em 2015.

1.1.4. EUA, Colômbia, Peru, Emirados Árabes, Portugal, França.

1.1.5. Porto Alegre/ RS

1.1.6. Não conhecimento sobre o mercado internacional, Problemas referentes a distância psíquica, como língua, costumes etc., Falta de informação sobre os clientes.

1.1.7. Em Emirados Árabes - Fechamos contrato de distribuição em uma feira internacional e começamos a atuar de forma imediata na carteira de cliente do parceiro.

2. LPE01: Teste de software

2.1. Terceirização

2.1.1. Identificação de oportunidades emergentes, percebidas pelos empresários em seus relacionamentos.

2.1.2. Empresa incubada.

2.1.3. Foi fundada em 2006 e realizou Bussines network.

2.1.4. Portugal

2.1.5. Rio Grande do Sul

2.1.6. Falta de conhecimento sobre o mercado internacional de software

3. PE02: Consultoria em TI, Prestação de serviços: Meios de pagamento (emissão de cartões, certificação de terminais).

3.1. Trabalho remoto e criação de um escritório.

3.1.1. Foi uma decisão estratégica, patrocinada pela alta gestão da empresa., Busca por competitividade., todos os concorrentes são internacionais.

3.1.2. Não tem relacionamento com Centros de Pesquisa/Universidades. Não participou de incubadoras e aceleradoras

3.1.3. Foi fundada em 2000 e internacionalizou em 2014.

3.1.4. Argentina, Chile, Peru, Colômbia, Costa Rica, Barbados, EUA, Hungria, Quênia, Índia, México

3.1.5. São Paulo

3.1.6. Problemas com tributação e leis., Falta de informação sobre os clientes.

3.1.7. Criação de escritório em Miami para atender o mercado interno americano e latino americano, criação de escritório em Lyon para atender ao mercado europeu e africano.

4. PE04: Software não customizável: Saúde, petróleo e gás, gestão

4.1. Exportação e terceirização

4.1.1. Expansão de produto.

4.1.2. Tem relacionamento com Centros de Pesquisa/Universidades. Já participou de incubadoras e nunca de aceleradoras. Fazem entre uma e três visitas anuais em mercados internacionais.

4.1.3. Foi fundada em 2016 e internacionalizou em 2020.

4.1.4. Países:

4.1.5. Nova Friburgo/ RJ.

4.1.6. Não conhecimento sobre o mercado internacional, Riscos financeiros.

4.1.7. Processo:

5. PE03: Software não customizável: Educação.

5.1. Exportação.

5.1.1. Decidimos buscar outros países motivados por limitações do mercado brasileiro. Foi uma decisão estratégica, patrocinada pela alta gestão da empresa.

5.1.2. Não tem relacionamento com Centros de Pesquisa/Universidades. Já participou de incubadoras e nunca de aceleradoras

5.1.3. Foi fundada em 2003 e internacionalizou em 2006.

5.1.4. Porto Rico, Espanha, Italia, Coreia, China, Chile, Eslovakia.

5.1.5. São Paulo

5.1.6. Não conhecimento sobre o mercado internacional, Problemas referentes a distância psíquica, como língua, costumes etc., Problemas com tributação e leis., Problemas com transporte., CUSTOS CAMBIAIS.

5.1.7. Participação em feiras com apoio e também sem apoio Softex.

6. PE06: Software não customizável: Energia

6.1. Licenciamentos e joint ventures

6.1.1. Tomamos a decisão por oportunidade/influência externa.

6.1.2. Tem relacionamento com Centros de Pesquisa/Universidades. Já participou de incubadoras e nunca de aceleradoras. Fazem entre uma e três visitas anuais em mercados internacionais.

6.1.3. Foi fundada em 1992 e internacionalizou em 2017.

6.1.4. Índia, Filipinas, Indonésia, Vietnã, Paraguai, Angola, Grécia.

6.1.5. Brasília/DF

6.1.6. Não conhecimento sobre o mercado internacional, Problemas referentes a distância psíquica, como língua, costumes etc., Problemas com tributação e leis.

6.1.7. Obtivemos um contato comercial de nosso mercado que já tinha histórico de atuação em diversos países da Ásia. A partir dele, conseguimos nos expandir.

7. PE07: Software não customizável: Saúde, agricultura e meio ambiente, comércio eletrônico, data & analytics, sistemas de rastreamento, Automação Industrial e erps

7.1. Terceirização

7.1.1. Aumentar o Networking., Tomamos a decisão por oportunidade/influência externa., Decidimos buscar outros países motivados por limitações do mercado brasileiro.

7.1.2. Tem relacionamento com Centros de Pesquisa/Universidades. Já participou de incubadoras e nunca de aceleradoras. Fazem entre uma e três visitas anuais em mercados internacionais.

7.1.3. Foi fundada em 1996 e não está realizando negócios internacionais no momento.

7.1.4. Já tivemos nos EUA e Chile. Não temos atualmente.

7.1.5. Campinas/ SP

7.1.6. Problemas com tributação e leis., Riscos financeiros.

7.1.7. Processo:

8. LPE08: Software não customizável: setor têxtil

8.1. Exportação direta, distribuidor, abertura de escritório.

8.1.1. Necessidade de reduzir a dependência do mercado doméstico, habilidade para modificar produtos para o mercado internacional, oportunidade de lucro e crescimento no mercado internacional, interesse gerencial em relação às atividades internacionais

8.1.2. Inovação em produtos, vantagem competitiva, Proatividade dos gestores, busca rapida por nichos globais.

8.1.3. Foi fundada em 2002, utilizando as teorias de Uppsala e Born Globals.

8.1.4. Já tivemos nos EUA e Chile. Não temos atualmente.

8.1.5. Florianópolis /SC

8.1.6. Barreiras:

8.1.7. A empresa está no mercado internacional desde 2002. Em 2008, resolveu abrir escritório na Espanha com o propósito de se aproximar dos distribuidores.

9. LPE10: Serviços para migração de plataformas de mainframe para plataformas beta.

9.1. Parceria, licitação, subsidiária.

9.1.1. Atualização tecnológica e a melhoria dos processos internos, inclusive dos processos decisórios, o que levaria a ganhos de competitividade.

9.1.2. Empresa encubada nos EUA, Participação de feiras.

9.1.3. Foi fundada em 1996, utilizando as teorias de Born Globals e Network.

9.1.4. Estados Unidos, Colômbia, Holanda, Costa Rica, Espanha, Nova Zelândia, Austrália e Sudeste Asiático.

9.1.5. Ceará

9.1.6. Microsoft lançou um produto competitivo, tecnologia de aplicação limitada no tempo, “um nicho muito específico, mercado restrito.

9.1.7. Em 1996 – abertura de empresa incubada nos EUA 1997 – contato com estatal colombiana em feira 1998 – venda do primeiro serviço para a Colômbia 2000 – fechamento da empresa nos EUA 2002 – procurados por empresa holandesa para parceria 2002 – novo contrato com Banco Central da Colômbia 2003 – participação em licitação com parceiro na Costa Rica 2004 – início de parceria com empresa espanhola 2004 – início de parceria com grande multinacional no Brasil 2004 – contato via internet de empresa da Nova Zelândia visando parceria.

10. LPE11: Negócios para a web, envolvendo sites e portais corporativos, intranet, extranet, e-commerce, e-procurement, internet banking e e-government.

10.1. exportação, parceria para vender.

10.1.1. Potencial de crescimento oriundo dos negócios de exportação.

10.1.2. Postura mais proativa, tecnologias mais avançadas que as empresas locais, reconhecimento de mercado, boa carteira de clientes, interesse nos produtos, sua base de competição estava associada a vantagem de custos.

10.1.3. Foi fundada em 2002, utilizando as teorias de Born Globals e Network.

10.1.4. Portugal, Canadá e na Espanha, Cabo Verde e Angola.

10.1.5. Ceará

10.1.6. Empresas semelhantes, então houve a necessidade de procurar outros mercados.

10.1.7. Em 2002 – indicados para treinamento em banco português 2003 – parceria formal com empresa portuguesa.

11. LPE12: Aplicações Corporativas, Mobilidade & Wireless e Segurança de Dados.

11.1. Treinamento e subsidiária.

11.1.1. Expectativa era de que 90% das vendas em futuro próximo seriam provenientes das exportações para os EUA.

11.1.2. facilidade para instalação de subsidiária e apoio recebido do Instituto Atlântico, entidade sem fins lucrativos localizada em Fortaleza, sua base de competição estava associada a vantagem de custos.

11.1.3. Foi fundada em 2000, utilizando as teorias de Born Globals

11.1.4. Portugal e EUA.

11.1.5. Ceará

11.1.6. Barreiras:

11.1.7. 2000 – procurados por banco português para consultoria de downsizing 2001 – tentativa de entrar no mercado alemão por iniciativa da empresa 2003 – desenvolvimento de produto para Hewlett-Packard através do Instituto Atlântico 2004 – abertura de subsidiária nos EUA.

12. LPE13: Software para planejamento/controle de redes de telecomunicações/planejamento de redes.

12.1. Consórcio e exportação.

12.1.1. Produtos com melhor desempenho que os concorrentes diretos.

12.1.2. Desenvolvimento de conhecimento dentro da empresa pela proximidade com a acadêmica.

12.1.3. Foi fundada em 2005, utilizando as teorias de Born Globals

12.1.4. Espanha e Argentina

12.1.5. Rio de Janeiro

12.1.6. Falta de recursos e também à grande geração de negócios no ambiente doméstico, não houve nenhum tipo de esforço em direção a tais mercados.

12.1.7. A empresa acabou fazendo parte de um consórcio que executou projeto na Agência Espacial Européia. A partir desta experiência, passou a ser convidada para outras licitações na Europa. A idéia era replicar o projeto feito no Brasil para a operadora na Espanha e na Argentina.

13. LPE14: Sistemas críticos

13.1. exportação

13.1.1. Adaptação a necessidade do cliente

13.1.2. Reputação do empreendedor e conhecimento criado pela empresa com funcionários vindo das melhores faculdades do mundo.

13.1.3. Foi fundada em 2008, utilizando as teorias de Born Globals

13.1.4. 3 mercados.

13.1.5. Rio de Janeiro

13.1.6. Crise no mercado, obrigada a focar no mercado doméstico.

13.1.7. A internacionalização está presente desde o início, visto que o primeiro cliente da empresa foi a Agência Espacial Europeia, onde Wanderley havia sido engenheiro sênior dentro do projeto Galileo. Uma das empresas do consórcio, a Siemens, procurou a empresa para o desenvolvimento de criptografia e segurança para um de seus sistemas críticos. A Siemens também participava de um consórcio na Agência Espacial Japonesa, que por sua vez também conctaticou nossa empresa porque utilizava o sistema da Siemens dentro de vários projetos. Assim, em pouco mais de um ano, possuíamos três grandes clientes internacionais.

14. LPE15: Soluções em tecnologia de decisão

14.1. exportação

14.1.1. Produtos únicos no Brasil

14.1.2. Produção de conhecimento interno através de ambientes wiki corporativos e profissionais reconhecidos com os melhores mercados.

14.1.3. Foi fundada em 2004, utilizando as teorias de Born Globals

14.1.4. 2 mercados.

14.1.5. Rio de Janeiro

14.1.6. Percepção que fazer negócios no exterior é arriscado e não traz grandes benefícios.

14.1.7. Em 2000, percebendo a demanda por soluções de apoio a decisão baseadas em pesquisa operacional, os empreendedores buscaram parceria com uma empresa americana. A única forma de se internacionalizar seria sendo puxado por algum parceiro ou cliente local que operasse fora do Brasil, que foi exatamente o que aconteceu. Após a realização com sucesso do projeto na ALL, o gerente do cliente foi transferido para a Argentina e decidiu implementá-lo nas ferrovias daquele país. O mesmo aconteceu em 2010, com um projeto realizado com a Vale sendo “internacionalizado” pela a empresa. Os projetos internacionais ainda representam pouco dentro das receitas totais, mas a empresa acredita que as parcerias que podem ser o caminho em direção ao mercado internacional.

15. LPE16: Soluções de tecnologia

15.1. exportação

15.1.1. Produtos mais eficiêntes que outras plataformas existentes.

15.1.2. Empresa encubada, reconhecimento da empresa como um das lideres no desenvolvimento de linguagens de software.

15.1.3. Foi fundada em 2002, utilizando as teorias de Born Globals

15.1.4. Diversos mercados

15.1.5. Rio de Janeiro

15.1.6. Percepção reduzida já que exploração do mercado internacional ocorreu de forma passiva.

15.1.7. Em 2002, tornou-se uma empresa na Incubadora Gênesis da PUC-Rio e passou a comercializar licenças da plataforma. De 2002 a 2005, a empresa cresceu fazendo negócios no Brasil, Estados Unidos e Europa. A maior parte das vendas era internacional, para desenvolvedores que acompanhavam o desenvolvimento da plataforma desde o início. Próxima à universidade, a empresa teve fácil acesso a mão de obra qualificada e contratou estudantes de doutorado, chegando a ter sete funcionários. Em 2005, Guilherme iniciou seu mestrado em informática e desenvolveu a evolução da plataforma: uma nova máquina virtual e um novo código que dariam origem ao TotalCross. Houve a criação de uma parceria com uma empresa americana para o desenvolvimento, com a empresa americana investindo em troca do livre acesso à nova plataforma, lançada em 2007. O modelo de negócios mudou, com as licenças da plataforma sendo negociadas por aparelhos e não mais através de assinaturas anuais, pois os empreendedores perceberam que o grande potencial estava em vender licenças no atacado para grandes empresas interessadas em colocar a máquina virtual em smartphones.

16. LPE17: Software de Gestão

16.1. exportação

16.1.1. Motivações:

16.1.2. Características:

16.1.3. Foi fundada em 2000,

16.1.4. Japão

16.1.5. Paraná.

16.1.6. Adaptou para o idioma japonês o software de gestão para lojas de pequeno porte.

16.1.7. A internacionalização ocorreu de forma inesperada, por meio de contato com um órgão do Estado, que estimulou e forneceu suporte em todo o processo do relacionamento Brasil/Japão. Entraram no mercado externo com apoio de órgão público, foi viajar para o país para o qual queriam internacionalizar seus produtos, a fim de conhecer e entender as necessidades e possíveis áreas de negócio.

17. LPE18: Atua no desenvolvimento de sistemas de gerenciamentos de processos estratégicos para pequenas e médias empresas.

17.1. exportação

17.1.1. Aceleradora auxiliou o processo.

17.1.2. Start up- incubada.

17.1.3. Foi fundada em 2014, e apresenta como características Born Global.

17.1.4. Estados Unidos

17.1.5. Cidade:

17.1.6. Barreira:

17.1.7. Nasceu internacionalizada em 2014 no Vale do Silício, pois visava acesso a capital de investidores, fomos conversando, perguntando com quem já tinha feito em outros países, batendo papo, um processo que não teve nada de especial, foi só sentar e ir atrás, tinha contato com aceleradora, eles já estavam informados quanto a tributos, receita fiscal.

18. LPE019: Sistema de gerenciamento online completo para agências educacionais, escolas internacionais e provedores de acomodação e serviços para intercambistas.

18.1. exportação

18.1.1. participação em aceleradora e desejo de expansão de mercado.

18.1.2. Startup.

18.1.3. Foi fundada em 2016, e apresenta como características Born Global.

18.1.4. Austrália.

18.1.5. São Paulo

18.1.6. Devido à tributação diferente nos diversos países atendidos, o produto oferecido pela startup teve que passar por modificações na forma de pagamento oferecida.

18.1.7. Participação em programas de internacionalização para países como o Canadá, França e Colômbia foram decisivas no processo de internacionalização.

19. LPE20: Criação de aplicativos utilizando o GPS dos celulares, consegue identificar e avisar a portaria das escolas que os responsáveis por buscarem os estudantes estão próximos.

19.1. exportação

19.1.1. Participação de aceleradora e expansão de mercado.

19.1.2. Startup.

19.1.3. Foi fundada em 2017, e apresenta como características Born Global.

19.1.4. Canadá, Paraguai

19.1.5. São Paulo

19.1.6. Barreiras:

19.1.7. Processo:

20. LPE21: Software de gestão de reembolsos de despesas administrativas.

20.1. exportação

20.1.1. Motivações:

20.1.2. Startup.

20.1.3. Foi fundada em 2016, e apresenta como características Born Global.

20.1.4. Bolívia, Argentina, México e EUA.

20.1.5. São Paulo

20.1.6. Não tiveram uma internacionalização estrategicamente pensada.

20.1.7. Apesar de atenderem pequenas e médias empresas, foi com o atendimento a multinacionais com filial no Brasil que abriu as portas para mais cinco países. O gestor afirma que nunca fizeram uma ação para a internacionalização. “Foi orgânico”, as outras filiais de multinacionais já estabelecidas no Brasil tinham a mesma demanda. Startu-ps que não tiveram uma internacionalização estrategicamente pensada, ou seja, apenas atenderam a uma demanda externa.

21. LPE22: Curso de empreendedorismo on-line com uso de simuladores.

21.1. exportação

21.1.1. Busca por conhecimento ou recursos externos.

21.1.2. Startup.

21.1.3. Foi fundada em 2016, e apresenta como características de Network.

21.1.4. EUA e Tailândia.

21.1.5. São Paulo

21.1.6. Barreiras:

21.1.7. Processo:

22. LPE23: Publicidade criativa

22.1. Investimento Direto

22.1.1. Motivações:

22.1.2. Startup.

22.1.3. Foi fundada em 2016, e apresenta como características de Born Global.

22.1.4. Portugal e Angola.

22.1.5. Rio de Janeiro

22.1.6. Barreiras:

22.1.7. Não teve uma internacionalização estratégicamente pensada, ou seja, apenas atenderam a uma demanda externa.

23. LPE24: Plataforma de conteúdo digital em tempo real.

23.1. Investimento Direto

23.1.1. Participação em aceleradora, busca por conhecimento e recursos externos.

23.1.2. Startup.

23.1.3. Foi fundada em 2017, e apresenta como características de Born Global.

23.1.4. EUA +

23.1.5. Minas Gerais

23.1.6. Barreiras:

23.1.7. A ideia da startup começou a ser desenvolvida em 2016 quando um dos sócios já trabalhava nos Estados Unidos e resolveu empreender. Ao serem acelerados por uma das maiores aceleradoras de TIC do mundo, a TechStars, formalizaram a sede da empresa em uma incubadora de empresas, a Plug and Play, que está localizada no Vale do Silício, região do Estado da Califórnia-EUA conhecida por ser um rico ecossistema de empreendedorismo e inovação.

24. LPE25: Desenvolvimento e implantação de ERP para curtumes

24.1. Exportação e Joint Venture

24.1.1. Identificação de oportunidades emergentes, percebidas pelos empresários em seus relacionamentos.

24.1.2. Participação de feiras.

24.1.3. Foi fundada em 2001, e apresenta como características de Bussines Network.

24.1.4. Mexico, china, Europa, Asia.

24.1.5. Rio Grande do Sul

24.1.6. Falta de conhecimento sobre o mercado internacional de software.

24.1.7. Em 2001, iniciou atividades no México. Depois disso, forneceu o sistema para um curtume na China e estabeleceu uma joint-venture com uma empresa Suíça, líder na automação de curtumes. Em 2006, iniciava atividades nos mercados Asiático e Europeu.

25. LPE26: Desenvolvimento de software de CAD para layout de moveis modulares.

25.1. Exportação

25.1.1. Atendimento a um segmento de clientes.

25.1.2. Participação de feiras.

25.1.3. Foi fundada em 2006, e apresenta como características de Bussines Network.

25.1.4. Portugal, Argentina, Mexico Outros 35 paises através de clientes.

25.1.5. Rio Grande do Sul

25.1.6. Falta de conhecimento sobre o mercado internacional de software.

25.1.7. O sistema alcançou mais de 30 países. Além disso, o contrato com um distribuidor levou o software para Portugal, Argentina e México. Em 2006, a empresa operou na Europa e nos Estados Unidos.

26. LPE27: Aplicações web para o mercado corporativo e prestação de consultoria em Internet, incluindo e-commerce, web-marketing e SEO (Search Engine Optimization).

26.1. Tereeirização

26.1.1. O diretor já sabia que na Austrália, a remuneração por serviço de desenvolvimento de sistemas é superior ao Brasil, por questões da economia, da moeda e da cultura. Com isso, a possibilidade de aumentar o faturamento da empresa foi um dos principais fatores para iniciar o processo de internacionalização.

26.1.2. Passou por incubadora.

26.1.3. Foi fundada em 2007, e apresenta como características de Network e Uppsala

26.1.4. Austrália, Índia, China.

26.1.5. Rio de Janeiro.

26.1.6. Como a empresa da Austrália não trabalhava com esse tipo de projeto, a empresa brasileira teve que se adequar, licença de software para projetos com a empresa australiana.

26.1.7. Esta empresa surgiu como uma spin-off de uma operação offshore da Hewlett Packard que acontecia no TECNOPUC, um dos principais parques tecnológicos do Brasil. O principal sócio da empresa atuava como pesquisador em um projeto de teste de software da Hewlett Packard e detectou que havia demanda no mercado para a atividade de testes de software e, assim, oportunidade para a criação de uma empresa. A empresa passou pela incubadora desse parque tecnológico e passou a atender outros clientes.

27. LPE28: Software ERPs (software para automação de operações de varejo).

27.1. Exportações e subsidiárias.

27.1.1. Foi motivada pela percepção da necessidade em oferecer um produto de gerenciamento operacional completo, de simples implantação e utilização, além de boa relação entre custo e benefício.

27.1.2. Adaptação o mais rápido possível às questões tributárias e fiscais de cada localidade onde o produto é vendido.

27.1.3. Foi fundada em 2000, e apresenta como características de Born Global

27.1.4. Europa, África e América do Norte, México, Portugal.

27.1.5. Rio de Janeiro.

27.1.6. Desconhecimento da empresa sobre mercados no exterior. O software muitas vezes necessitava de customização e eventualmente/o que tornava a sua legislação um pouco mais complexa. sofremos com a instabilidade no faturamento. Porém os grandes desafios estão na tradução do software.

27.1.7. Em 2000, apenas três anos após o início das atividades da empresa havia sido indicada por uma de suas parceiras no Brasil, a Hewlett Packard, para vender, em parceria, seus produtos para automação de uma cadeia de supermercados no México chamada Tien‑ das Del Sol, situada na cidade de Monterrey. . As diferenças entre a língua portuguesa de Portugal e a do Brasil geraram a necessidade de uma tradução dos softwares para o português de Portugal. Além disso, Portugal naquela época já fazia parte da Comunidade Europeia, o que tornava a sua legislação um pouco mais complexa, especialmente no campo tributário, o que exigiu adaptações em relação à versão que estava em operação no Brasil, seja nas lojas, seja nas áreas de recursos humanos, contabilidade e outros. Apesar destas dificuldades iniciais, em 2006, um ano após a mudança do executivo para Portugal, a empresa conquistou seu primeiro cliente na Europa, em 2008, a empresa atuava neste país por meio de uma subsidiária, a África ‑ aconteceu de forma similar, embora não idêntica, ao que havia ocorrido no México, ou seja, por meio de da iniciativa de uma outra empresa.

28. LPE29: Banco de dados com recuperação textual, multimídia e produtos correlacionados.

28.1. Exportação.

28.1.1. A motivação veio em função do diferencial dos seus produtos.

28.1.2. Conhecimento de mercado internacional- eventos, feiras e seminários.

28.1.3. Foi fundada em 1998, e apresenta como características de Born Global

28.1.4. Austrália, Espanha, Estados Unidos, Portugal e China

28.1.5. Nordeste

28.1.6. As maiores dificuldades enfrentadas pelas empresas exportadoras, dizem respeito às características e diferenças encontradas no país importador, como as diferenças culturais; os impostos de importação; distância geográfica, implicando em elevados custos de transporte; política cambial; concorrência local, entre outros.

28.1.7. As primeiras tentativas de internacionalização ocorreram após três anos da sua fundação, como ressalta o diretor de operações da empresa, o entrevistado A, “então naquela época a gente usando o network que tínhamos, montamos a primeira operação de exportação, e basicamente fomos para o EUA e Canadá. E depois no ano seguinte para a Europa também”. Além do mercado local, atuaamos nos EUA, Canadá, Alemanha, Portugal, Espanha, China e Austrália, exportando produtos com o auxílio de parceiros localizados em cada um desses países.

29. LPE09: Desenvolvimento de software e hardware para a validação de cartões, com foco na área de automação e bilhetagem.

29.1. Parceria, licitação, consorciadas, escritórios no exterior.

29.1.1. Busca de competitividade, credibilidade junto aos clientes brasileiros, atualização tecnológica.

29.1.2. Financiamento do governo da Austrália.

29.1.3. Foi fundada em 1994, utilizando as teorias de Network e Born Globals.

29.1.4. Suíça, Austrália Itália, Equador, Estados Unidos.

29.1.5. Ceará

29.1.6. Reduzido número de clientes potenciais no país. Mercado restrito.

29.1.7. Em 1994 – procurados por empresa suíça para parceria 1996 – procurados por empresa australiana para parceria 2002 – contrato em parceria com empresa australiana na Itália 2003/4 – contratos nos EUA (Havaí e Colorado) por indicação de empresa australiana 2004.