CDU - Código Decimal Universal

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CDU - Código Decimal Universal por Mind Map: CDU - Código Decimal Universal

1. Representação da Informação

1.1. A principal característica do processo de representação da informação é a substituição de uma entidade lingüística longa e complexa - o texto do documento - por sua descrição abreviada.

1.1.1. O processo de representação da informação envolve dois passos principais: 1) análise de assunto de um documento e a colocação do resultado desta análise numa expressão lingüística. 2) atribuição de conceitos ao documento analisado.

2. Edições existentes

2.1. Médias

2.1.1. É considerada de meio termo entre a desenvolvida e a abreviada.

2.1.2. Atingem 25% da desenvolvida.

2.2. Abreviadas,

2.2.1. Atingem 10% das edições desenvolvidas

2.2.2. oferecem o verdadeiro sentido universal da CDU.

2.3. Condensadas

2.3.1. Oferecem uma visão de conjunto da classificação.

2.3.2. Atingem 2,5% da edição desenvolvida.

2.4. Especiais,

2.4.1. Apresentam uma ou algumas classes relacionadas;

2.4.2. São indicadas para uso por unidades de informação especializados em distintas áreas, servindo de apoio ao desenvolvimento do conhecimento mundial.

2.4.3. Extraídas das desenvolvidas: ◦ com ou sem acréscimo dos Projetos de extensões ou de assuntos afins.

2.5. Desenvolvidas

2.5.1. Vários idiomas

3. CDU no Brasil

3.1. Desde 1997, o órgão responsável pela CDU é o IBICT

4. Tratamento da Informação

4.1. Indexação

4.1.1. A indexação é o processo de análise documentária que tem por finalidade identificar o assunto de que trata o documento e representá-lo através de descritores de uma linguagem documentária, de maneira a permitir a sua recuperação pelos usuários de um sistema de informação.

4.1.1.1. Durante a indexação manual os conceitos são extraídos por um processo de análise intelectual, que compreende basicamente três fases: 1. compreensão do conteúdo do documento, através da leitura completa do texto ou do título, do resumo e de outras partes que compõem um documento. O UNISIST1 recomenda o uso não apenas do título e/ou do resumo para indexar, pois nem sempre os mesmos contêm os termos que identificam, suficientemente, o conteúdo; 2. identificação dos conceitos, estabelecendo o ambiente lógico e as diferenças entre os fenômenos, os processos, as propriedades, as operações, os equipamentos, etc. 3. seleção dos conceitos, observando alguns fatores como: exaustividade, especificidade e consistência. O processo de indexação da estratégia de busca requer do profissional de informação a tradução da pergunta do usuário para a linguagem de indexação adotada. Normalmente se utilizam como instrumentos auxiliares tesauros, listas de cabeçalhos de assunto, listas de termos controlados, etc.

4.1.1.2. A indexação é uma técnica de análise de conteúdo que condensa a informação significativa de um documento, através da atribuição de termos, criando uma linguagem intermediária entre o usuário e o documento. E um dos processos básicos de recuperação da informação. Pode ser realizada pelo homem (indexação manual), ou por programas de computador (indexação automática).

4.2. Analise de Assunto

4.2.1. É o processo de extrair conceitos que traduzam a essência de um documento é conhecido como “análise de assunto” para alguns, análise temática para outros e ainda como análise documentária ou análise de conteúdo.

4.2.1.1.  Concepção simplista: considera os assuntos como entidades objetivas absolutas, que podem derivar de uma abstração lingüística do documento ou de somas usando métodos estatísticos de indexação. De acordo com essa concepção a indexação pode ser totalmente automatizada;  Concepção orientada para o conteúdo: envolve uma interpretação do conteúdo do documento que vai além dos limites da estrutura superficial léxica e gramatical. A análise de assunto do conteúdo de documentos envolve identificação de tópicos ou assuntos que não estão explicitamente colocados na estrutura textual superficial do documento, mas que são facilmente percebidos por um indexador humano. Envolve, portanto, uma abstração indireta do documento.  Concepção orientada pela demanda: considera o assunto como instrumento para transferência de conhecimento, portanto, direcionado para uma finalidade pragmática de informação e conhecimento. Conforme esta concepção, documentos são criados para comunicação do conhecimento, e assuntos devem, portanto, ser ajustados para funcionar como instrumentos de mediação e transmissão desse conhecimento para qualquer pessoa interessada.

4.2.1.1.1. Segundo Cesarino & Pinto (1980), a análise de assunto “é a operação base para todo o proce- dimento de recuperação de informações”, sendo feita pelos bibliotecários em duas situações: “a) quando recebem um documento e devem dar entrada deste num sistema de informações. Nesta situação, farão uma análise com o objetivo de determinar o conteúdo informativo do docu- mento em questão, tendo em vista o objetivo do sistema e as necessidades dos usuários. b) ao receberem um pedido de informação, devem fazer uma análise deste com o objetivo de compreender a necessidade de informação transmitida pelo usuário, identificar os conceitos exis- tentes no pedido e traduzí-los para a linguagem adotada pelo sistema.”

4.3. Linguagens de Indexação

4.3.1. As linguagens de indexação atuam nos sistemas de informação para orientar o indexador sobre quais os melhores termos para a representação do assunto de um documento e para guiar os pesquisadores sobre o modo de escolher os termos indexados que representam no sistema o assunto procurado. Possuem vocabulário e sintaxe próprios. Têm ainda como função recuperar documentos com conteúdo semelhante, recuperar documentos relevantes sobre um assunto específico, recuperar documentos por grandes áreas de assunto, possibilitar a conversão dos termos de indexação entre diferentes linguagens, auxiliar na escolha do termo adequado para a estratégia de busca, representar o assunto de maneira consistente permitindo a compatibilidade e o diálogo entre a linguagem do autor, do indexador e a do pesquisador.

4.4. Catalogação

4.4.1. A Biblioteconomia chama esse procedimento de Catalogação, que é a descrição das informações do livro no sistema, permitindo que ele seja localizado pelo usuário. Entre as principais informações retiradas do livro estão: Autor/Organizador, título, editora, local e data de publicação, número de páginas, assunto, etc.

4.4.1.1. A catalogação vem se apresentando como uma das ferramentas mais importantes para o compartilhamento de recursos, e que hoje é possível com o uso das inúmeras inovações tecnológicas que já estão à nossa disposição, vide, por exemplo, o protocolo de comunicação Z39.50. Por outro lado, como bem ressaltou Eliane Mey (2005), nos últimos dez anos um grande avanço teórico na área, vem dando maior embasamento para a compreensão dos princípios que levam à prática da representação e para a construção de bancos de dados.

4.4.1.2. Os programas curriculares de catalogação, de modo geral, no Brasil, trabalham com o foco na prática catalográfica, onde a base de conteúdos do curso é o Código de Catalogação Anglo Americano, segunda edição (CCAA2) 3 e os alunos são orientados para o exercício e a elaboração de registros bibliográficos no formato de fichas 12 x 7,50 ou MARC. Em alguns casos, pode-se perceber o foco já mais direcionado para a construção de bancos de dados, onde o formato MARC e os metadados passam a ter um peso maior no programa curricular.

4.4.1.3. No Brasil, o conhecimento da utilização dos códigos de catalogação é obtido durante o período de formação regular, nos cursos superiores de Biblioteconomia, entretanto a aplicabilidade destes conhecimentos em bases automatizadas se dá, na maioria das vezes, na prática, ou seja, por meio dos estágios curriculares e não curriculares ou durante a atuação profissional.

4.4.2. CATALOGAÇÃO: Processo de comunicação entre usuário e recurso; Processo de representação documentária; Permite o acesso à informação; Recuperação e disseminação da informação. Proporciona condições para a agilização do processo de aquisição de conhecimento. (PEREIRA; SANTOS, 1998, p. 123)

4.4.2.1. CATÁLOGOS - TRANSIÇÃO: Catálogos analógicos (fichas) Catálogos automatizados (digitais)• Estáticos; • Dinâmicos;• Acesso local; • Pesquisas mais sofisticadas;• Difíceis de serem manuseados, • Acesso remoto; modificados e atualizados. • Velocidade; • Flexibilidade.

4.4.3. Ao referir-se à Idade Antiga, Garrido Arilla (1996, p. 45) afirma que “existe certa catalogação desde que existem os catálogos”. Segundo história dos catálogos e da catalogação até 1900, os catálogos eram inventários de coleções (como livros de tombo), em geral organizados em códices, ou seja, na forma de livro (STROUT, 1956)1 . No final do século XV, houve um avanço importante graças às atividades de bibliografia. A partir do século XVIII, o catálogo passou a ser desenvolvido para servir como um instrumento de busca. O contexto é o do desenvolvimento da pesquisa científica e das atividades de estudo que levaram ao crescimento de bibliotecas na Europa.

4.4.3.1. Segundo o relato de Strout (1956) apud MEY (1995, p. 12-35), da Idade Antiga até o início do século XX, ocorreram as seguintes iniciativas na produção de catálogos e bibliografias: catalogação de partes de documentos, uso de remissivas, construção de índices de autor e de assunto, entrada de autores pessoais pelo sobrenome, reunião de livros relativos à mesma obra, adaptação das normas às necessidades locais, e, por fim, a confeccção de fichas para possibilitar o registro das diversas informações sobre um documento e a sua atualização constante. Estas iniciativas compõem um conjunto de metodologias que são emblemáticas da anterioridade das reflexões e operações documentárias com que se defrontam hoje muitos dos setores da chamada ‘sociedade do conhecimento’.

4.4.3.1.1. Somente no século XIX dá-se o início da Biblioteconomia como se conhece hoje, ou seja, a Biblioteconomia moderna. Marco deste momento foram as contribuições dos assim chamados primeiros teóricos da Catalogação, os quais se debruçaram sobre as práticas até então realizadas visando à formulação de princípios.

4.4.4. A história da Catalogação permite constatar a forte influência de condicionantes econômicos, políticos e tecnológicos em seu desenvolvimento. Os princípios de Catalogação propostos por Panizzi, e os debates que os mesmos provocaram, ambos na metade do século XIX, e suas decorrências durante o século XX, foram secundarizados em ao menos dois momentos: quando o aproveitamento da produção de fichas catalográficas nos Estados Unidos a partir de 1901 mostrou-se mais econômico; e quando o esforço para o uso dos computadores a partir dos anos 1960, junto à dificuldade de compreender e antever seus recursos, promoveu o obscurecimento do que precisaria ser contemplado pela máquina. Esses dois momentos deflagram a emergência da perspectiva tecnicista da Catalogação, que é marca de uma das abordagens atribuídas à Biblioteconomia.

4.4.4.1. Para Denton (2003), o modelo FRBR incorpora as leis fundamentais e os objetivos da catalogação e da Biblioteconomia, como estabelecidos por Panizzi, Cutter, Lubetzky e Ranganathan, considerados os pioneiros na teorização sobre catalogação, segundo tratamos anteriormente. Maurice Freedman (apud DENTON, 2003) resumiu as principais ideias sobre o objetivo de um catálogo, propostas por Panizzi, como citamos anteriormente: • mostrar as obras de um autor de modo que o usuário possa conhecer todas as obras deste autor; • identificar e distinguir determinadas edições, traduções, etc. de uma obra, de forma que estas diferentes edições, traduções etc., de uma determinada obra, não sejam confundidas entre si; e • reunir todas as edições etc. de uma obra de forma que um usuário que esteja procurando por determinada publicação não apenas a localize, mas também seja apresentado a esta publicação, a todas as edições etc. da obra representada por ela, como também a obras a ela relacionadas.

4.4.4.1.1. Denton (2003) propõe reformular os princípios, usando palavras FRBR: • relacionar as obras de um autor de forma que o usuário possa conhecer todas as obras deste autor; • identificar e distinguir expressões particulares e manifestações de determinada obra de forma que não sejam confundidas entre si; e • reunir todas as obras e suas expressões e manifestações, de forma que um usuário que esteja procurando determinada publicação não apenas a encontre, mas também veja todas as outras entidades relacionadas na hierarquia, e outras obras relacionadas à obra em questão.

4.5. Metadado

4.5.1. Surgiu com a necessidade de se criar estrutura para a descrição padronizada de documentos eletrônicos para tornar possível e mais efetiva a recuperação da informação na internet.

4.5.1.1. Um registro de metadados consiste de um conjunto de atributos ou elementos, necessários para descrever recursos da web (HILLMANN, 2003)

4.5.1.2. Metadados são informações estruturadas que descrevem, explanam, localizam, ou facilitam recuperar, usar ou gerenciar um recurso de informação (HODGE, 2001).

4.5.1.3. Dados associados a um sistema informação ou a um objeto de informação para fins de descrição, administração, requisitos legais, funcionalidade técnica, utilização e uso e preservação (DCMI - Dublin Core Metadata Initiative)

4.5.2. Metadados são um conjunto de dados-atributos, devidamente estruturados e codificados, com base em padrões internacionais, para representar informações de um recurso informacional em meio digital ou não – digital, contendo uma série de características e objetivos.

4.5.3. Tem como objetivo: Localizar, identificar e recuperar dados de um recurso informacional Propiciar controles de ordem gerencial e administrativo permitindo conexões e remissões (links) para pontos internos e externos. Possibilitar a interoperabilidade entre sistemas de informação, dentro de padrões. Informar sobre as condições de acesso e uso da informação. Ser legível tanto pelo homem como pela máquina. Possibilitar a elaboração de índices.

4.5.3.1. Tem como características: Descrição, com pormenores, das condições físicas dos componentes com o fim de identificar e caracterizar o recurso de informação. Observância de padrões internacionais para a sintaxe e semântica da especificação do recurso de informação, em meio digital ou não – digital. Informam sobre armazenagem, preservação, acesso e uso dos dados. Dispõem informações administrativas e gerenciais para a devida criação e definição de responsabilidades dos metadados Possibilitam análises da qualidade, avaliações e formas de uso. Auto-descrevem e criam documentação própria que subsidia o gerenciamento dos recursos informacionais.

4.5.4. Reconhecidos como fundamentais para a recuperação da informação na web Para que servem? Os metadados facilitam gerenciar e recuperar informação, esteja na forma eletrônica (páginas web, documentos digitais, imagens, áudio, etc.) ou não eletrônica.

4.5.5. facilitar a descoberta de informações relevantes; ajudar a organização de recursos eletrônicos; facilitar a interoperabilidade e integração de recursos; dar suporte à identificação digital; Dar suporte ao arquivamento e à preservação.

4.5.6. Os metadados são as áreas de descrição por trás da catalogação bibliográfica, são as tags em HTML que identificam autor, título etc, de um documento eletrônico, são os links que interligam documentos através dos pontos de acesso, formando as redes de hipertexto.

4.5.6.1. Os metadados são importantes para:certificar a autenticidade do conteúdo; estabelecer e documentar o contexto do conteúdo; identificar e explorar as relações estruturais dos objetos de informação externas e internas com outros objetos de informação; fornecer pontos de acesso para os usuários recuperarem estes objetos informacionais; recuperar informações analíticas e resumidas dos objetos de informação que possam ter sido tratados por profissionais da informação. GILLILAND-SWETLAND (2002, p.3)

4.5.7. “Metadado é o dado que descreve o conteúdo e os atributos de qualquer item em uma biblioteca digital. É um conceito familiar para bibliotecários porque é uma das primeiras coisas que eles fazem – criam registros catalográficos que descrevem documentos. Metadado é importante em bibliotecas digitais porque é a chave para a descoberta de recursos e usos para qualquer documento.(CLEVELAND, 1998)”

4.5.7.1. Os metadados servem para explicar,descrever e localizar os recursos (SAYÃO,2010;FERREIRA,2006). Os metadados de preservação digital trazem informação sobre o arquivo digital em questão,e informações técnicas que servem para o acesso daquele objeto digital.

5. O que é classificação?

5.1. De acordo com a ISO TR 14177 é o conjunto de conceitos estruturados e arranjados sistematicamente, de acordo com os objetivos, critérios ou características determinadas.

5.2. “Entendida como processo mental de agrupamento de elementos portadores de características comuns capazes de ser reconhecidos como uma entidade ou conceito, constitui uma das fases fundamentais do pensar humano.”(CAMPOS, 1973)

5.3. Classificação Bibliográfica

5.3.1. Representação temática dos conhecimentos

5.3.2. Objetivos:

5.3.2.1. Estabelecer relações entre os documentos;

5.3.2.2. Facilitar a localização dos mesmos.

5.3.3. Quanto à abrangência podem ser:

5.3.3.1. Classificações gerais (ou enciclopédicas)

5.3.3.1.1. sistematizam todo o conhecimento humano

5.3.3.2. Classificações especializadas

5.3.3.2.1. sistematizam conhecimentos de um domínio específico

5.3.4. Tipos Basicos

5.3.4.1. Categorias

5.3.4.1.1. classes mais gerais

5.3.4.2. divisão lógica (gênero/espécie)

5.3.4.2.1. distinguir classes e subclasses

5.3.4.3. Relacionamentos

5.3.4.3.1. hierárquicos e semânticos

6. O que é CDU?

6.1. Sistema de classificação bibliográfico

6.2. Tipo de linguagem de indexação;

6.3. Objetivos da sua criação:

6.3.1. inicialmente, o objetivo da CDU foi o de compilar o Repertório Bibliográfico Universal, que pretendia criar um índice classificado que abrangeria todas as informações publicadas no mundo.

6.4. Criadores CDU

6.4.1. Paul Marie Ghislain Otlet (1868‐1944)

6.4.1.1. Advogado, ativista pela paz internacional, reconhecido como elemento central da criação da Documentação, com seu livro “Tratado da Documentação”

6.4.1.1.1. Sonho de Otlet

6.4.2. Henri La Lafontaine(1854‐ 1943)

6.4.2.1. Advogado, professor de direito internacional, senador belga, ativista pela paz internacional, primeiro socialista a receber o Nobel da Paz (1913), autor de vários manuais sobre legislação.

6.4.3. As principais modificações em relação estrutura do Dewey foram:

6.4.3.1. ◦ corte dos zeros finais;

6.4.3.2. ◦ colocação de ponto após cada grupo de três algarismos;

6.4.3.3. ◦ uso de sinais gráficos na composição da notação.

7. Características Gerais:

7.1. Mono‐hierárquica

7.1.1. ◦ Unidimensional: um lugar para cada coisa e cada coisa no seu lugar;

7.2. Exaustiva e específica

7.2.1. ◦ A exaustividade é possibilitada à medida em que a CDU permite representar tanto os assuntos mais gerais quanto os mais específicos.

7.3. Sistema decimal

7.3.1. Permite representar os assuntos até o infinito, do GERAL para o ESPECÍFICO: cada dígito acrescido à direita representa um assunto mais específico

7.4. Linguagem universal

7.4.1. ◦ notações numéricas: ◦ supralinguística; ◦ Enciclopédica: abarca, teoricamente, todo o conhecimento humano.

7.5. Analítico‐sintética

7.5.1. ◦ A CDU é semi‐facetada; ◦ permite decompor a análise de um determinado assunto em suas várias dimensões, principalmente, com o uso das tabelas auxiliares.

8. Uso da CDU

8.1. vários tipos de unidades de informação

8.2. Destacam-se as Unidades de Informação especializadas, devido a possibilidade de aplicar especificidade de assunto ao usar sinais que indicam relação entre eles, e também pelo uso das tabelas.

9. Arquivo Mestre CDU

9.1. 2ª edição do ano de 1927

9.1.1. Publicada no idioma Francês.

10. Versão mais Atualizada CDU no Brasil

10.1. 2ª Edição‐Padrão Internacional em Língua Portuguesa (mais recente)do ano de 2007,

11. Manutenção e atualização da CDU

11.1. A FID ficou responsável pela administração da CDU até Dezembro de 1991

11.2. A partir de Janeiro de 1992, a responsabilidade pela atualização e manutenção da CDU ficou com o Consórcio CDU (UDC Consortium).

12. Edição mais Completa

12.1. A 3ª edição (de 1934) a primeira em alemão é a versão mais completa.

13. Diferenças CDU E CDD

13.1. A CDD possui uma notação pura, utiliza apenas números arábicos, o ponto serve apenas para facilitar a leitura

13.2. A CDU, a notação é mista, pois utiliza sinais, símbolos, números decimais, sinais gráficos e letras.

13.3. Outra diferença básica entre as classificações está na estrutura física, a CDD possui quatro volumes e um guia prático, enquanto a CDU possui apenas dois volumes, sendo um deles o índice sistemático.

14. Principios Fundamentais da CDU

14.1. Linguagem artificial

14.1.1. ◦ notações estabelecidas antes da análise nos documentos; ◦ notações inalteráveis para representar um assunto: ◦ Sua inversão resulta na representação de outro assunto.

14.2. Linguagem pré‐coordenada

14.2.1. ◦ Notações prontas para assuntos compostos.

14.3. Linguagem pré‐coordenada

14.3.1. Exemplo::Tabelas auxiliares

15. Alunas: Ana Priscilla e Patricia Meireles