INTEGRAÇÃO METABÓLICA - JEJUM

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1. O estoque de glicogênio esgota dentro de 12 24h em adultos;

1.1. Posteriormente o consumo se dá pelas reservas de gordura e em alguns casos pela reserva de aminoácidos;

2. No período do Jejum ocorrem algumas alterações em nosso organismo, como:

2.1. A queda do nível de glicose no sangue;

2.1.1. Gera uma inibição da biossíntese de insulina;

2.1.2. Tem seu funcionamento através da glicogenólise; ciclo de krebs e fosforilação oxidativa;

2.2. A diminuição da produção de insulina no pâncreas;

2.3. O aumento da produção de glucagon no pâncreas;

2.3.1. O contrário do que ocorre no estado alimentado;

2.3.2. Ocorre pelo fato da baixa da glicose estimular o glicogênio e as células alfa pancreáticas a produzir o aumento significativo da mesma;

2.3.2.1. Ocorrendo uma quebra glicogênio no fígado para ocorrer a liberação de glicose;

2.4. Também ocorre nesse período o início do processo de degradação e mobilização das reservas energéticas, assim, mantendo a produção de energia para realizar os processos que ocorrem durante esse período;

3. A glicogenólise é a atividade metabólica mais importante do Jejum;

3.1. Glicogenólise significa quebra de glicogênio em glicose;

3.2. Ajuda na obtenção de energia, tendo também a existência de outra via para obtenção dessa energia que atua em conjunto com os ácidos graxos fazendo a beta-oxidação, a lipólise;

4. O tempo de Jejum ao ser prolongado, aumenta a utilização de proteínas e corpos cetônicos como fonte energética;

5. A diminuição da glicose e o aumento do glucagon, podemos observar um aumento na produção da lipase hormônio sensível e aumento da mobilização desse ácido graxo para uma via de beta oxidação no músculo;

6. No metabolismo dos ácidos graxos, ocorre um aumento na produção da oxidação dos ácidos graxos;

7. Jejum nada mais é do que o estado metabólico em que o corpo se encontra num período até 24h sem receber alimento;

7.1. Mesmo assim, o corpo continua realizando reações e processos metabólicos;

7.2. Continuando dessa forma a obtenção de energia através de substratos energéticos acumulados no corpo;

8. Os níveis de glicose começam a cair lentamente

8.1. De forma concomitante ocorre o aumento de glucagon e a diminuição da insulina;

8.2. Não chega a ocorrer hipoglicemia nessa fase;

9. O Jejum causa efeitos diferentes em determinados órgãos e tecidos;

9.1. No fígado, por exemplo o efeito pode ser gerado através do metabolismo dos carboidratos, metabolismo dos ácidos graxos e metabolismo dos aminoácidos;

9.1.1. No metabolismo dos carboidratos ocorre um aumento na produção de glicogenólise;

9.1.2. Já no metabolismo dos aminoácidos, ocorre um aumento nas reações de desaminação e de transaminação, que gera de forma consequente a produção de energia através do esqueleto carbônico e um aumento do ciclo da uréia através da produção de amônia;

9.2. No tecido adiposo, o efeito ocorre através de dois metabolismos, sendo eles, dos carboidratos e dos ácidos graxos;

9.2.1. O metabolismo dos carboidratos, gera uma diminuição da utilização da glicose no processo;

9.2.2. Já no metabolismo dos ácidos graxos, ocorre aumento na liberação de ácido graxo;

9.3. No músculo esquelético, ocorre o metabolismo de lipídios e o metabolismo dos carboidratos;

9.3.1. No metabolismo dos lipídios, utiliza como fonte de energia, principalmente, os ácidos graxos e ocorre a degradação para o fornecimento de aminoácidos através das proteínas;

9.3.2. No metabolismo dos carboidratos, gera uma baixa pela diminuição na quantidade de insulina e utilização da glicogenólise muscular;

9.4. No cérebro, obtemos a presença do metabolismo dos carboidratos somente;

9.4.1. Ocorre a glicogenólise hepática nas primeiras horas do jejum, através da utilização da glicose;