1. Manual/ tutorial
1.1. 𝕃𝕚𝕟𝕘𝕦𝕒𝕘𝕖𝕞/𝕖𝕤𝕥𝕚𝕝𝕠 •função apelativa, sendo totalmente objetivo e claro. Além disso, os verbos são empregados no imperativo, pois é importante a maneira de induzir o leitor a fazer algo e o uso da persuasão. •linguagem escrita, logo nos convimos da necessidade de determinados pressupostos, entre eles, clareza, objetividade e, sobretudo, marcas de certo formalismo no que se refere aos compêndios gramaticais
1.2. 𝔼𝕩𝕖𝕞𝕡𝕝𝕠𝕤: receitas culinárias, manual de instrução, guias de cidades, regras de jogos, folhetos explicativos, instruções de remédio, como manusear um eletrodoméstico, folhetos explicativos, etc.
1.2.1. Bolo de chocolate molhadinho Ingredientes: 2 xícaras de farinha de trigo 2 xícaras de açúcar 1 xícara de leite 6 colheres de sopa cheias de chocolate em pó 1 colher de sopa de fermento em pó 6 ovos Modo de Preparo: 1. Bata as claras em neve, acrescente as gemas e o açúcar e bata outra vez; 2. Coloque a farinha, o chocolate em pó, o fermento, o leite e continue a bater; 3. Unte um tabuleiro e coloque para assar por aproximadamente 40 minutos em forno médio 4. Enquanto o bolo assa, faça a cobertura com 2 colheres de chocolate em pó, 1 colher de margarina e meio copo de leite. Leve ao fogo até começar a ferver; 5. Jogue quente sobre o bolo já assado; 6. Depois, é só saborear.
1.3. 𝕀𝕟𝕥𝕖𝕟𝕔̧𝕒̃𝕠/ 𝕠𝕓𝕛𝕖𝕥𝕚𝕧𝕠 •principal característica a informação. Ou seja, este texto nada mais é que um texto que passa informações de modo que instrua o leitor a fazer algo. •o texto instrucional é responsável por auxiliar na realização de ações, tanto como uma maneira certa de fazer algo, quanto para montar um móvel, por exemplo. •objetivo instruir o leitor acerca de um determinado procedimento.
2. Lenda
2.1. 𝕀𝕟𝕥𝕖𝕟𝕔̧𝕒̃𝕠/ 𝕠𝕓𝕛𝕖𝕥𝕚𝕧𝕠 •narrativas transmitidas oralmente pelas pessoas com o objetivo de explicar acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.
2.2. •Se utiliza da fantasia ou ficção, misturando-as com a realidade dos fatos.
2.3. •Faz parte da tradição oral, e vem sendo contada através dos tempos.
2.4. •Usam fatos reais e históricos para dar suporte às histórias, mas junto com eles envolvem a imaginação para “aumentar um ponto” na realidade.
2.5. •Fazem parte da realidade cultural de todos os povos.
2.6. •Assim como os mitos, fornecem explicações aos fatos que não são explicáveis pela ciência ou pela lógica. Essas explicações, porém, são mais facilmente aceitas, pois apesar de serem fruto da imaginação não são necessariamente sobrenaturais ou fantásticas
2.7. •Sofrem alterações ao longo do tempo, por serem repassadas oralmente e receberem a impressão e interpretação daqueles que a propagam.
2.7.1. 𝔼𝕩𝕖𝕞𝕡𝕝𝕠 Cuca: Segundo a lenda, carrega as crianças inquietas, que não querem dormir ou que falam muito dentro de um saco e some imediatamente. A sua aparência é quase a mesma da bruxa, velha, cabelos brancos e enrugada. É um personagem criado no Brasil e está constantemente presente em cantigas de ninar.
3. Carta aberta
3.1. ESTRUTURA
3.1.1. LINGUAGEM/ESTILO
3.1.1.1. INTENÇÃO/ OBJETIVO
3.1.1.1.1. MEIOS DE VEICULAÇÃO
3.1.1.1.2. são veiculadas nos meios de comunicação (televisão, rádio, internet, etc.) sendo que os assuntos mais abordados apontam algum problema, demanda da comunidade, apoio a uma causa
3.1.1.2. transmitir informações de interesse coletivo. Geralmente, a forma como a carta aberta é escrita expressa uma noção de protesto em relação a algum problema social.
3.1.1.3. usada para externar um problema que interessa um público geral, assim como para alertar ou conscientizar.
3.1.1.4. texto epistolar: é usada para instruir, informar, reivindicar ou entreter.
3.1.2. estilo persuasivo: na maioria das vezes quem escreve tem a intenção de convencer o leitor das suas ideias.
3.1.3. Geralmente, a forma como a carta aberta é escrita expressa uma noção de protesto em relação a algum problema social.
3.1.4. não é um texto muito extenso e sua linguagem é clara, coesa e está de acordo com as normas gramaticais.