1. Cenário epidemiológico brasileiro em alimentação e nutrição
1.1. houve 60% de aumento nos dados de obesidade em 10 anos, segundo o Vigitel
1.2. Circunferência da cintura aumentada cresce no brasil, são 37,7% as pessoas fora dos níveis adequados com relação a medida que avalia a massa de gordura abdominal, sendo desses, 52,1% mulheres e 21,8% homens.
1.3. Sobrepeso e obesidade em crianças de 5 a 11 anos varia de 18,9% a 36,9% na américa latina
1.4. Variação da obesidade em adultos jovens( 18-24 anos) entre 2006 e 2016 chegou a 93,2%
1.5. Obesidade é um fator preocupante independente da faixa de escolaridade da pessoa
1.6. Apesar de não terem grandes alterações na obesidade de uma capital pra outra, é necessário estudar o caso individualmente levando como base as peculiaridades de cada região
1.7. Segundo Vigitel 2016 16,5% dos brasileiros consomem refrigerante 5 ou mais dias na semana, sendo 19,6% homens e 13,9 mulheres
1.8. 13,9 pessoas brasileiras substituem refeições por lanches, sendo 10,7 homens e 16,5 mulheres, segundo Vigitel 2016
1.9. 61% da população brasileira consume açúcar excessivamente e a população brasileira também consome mais do dobro do recomendado pra o consumo de sal
1.10. Estratégia que leva equipes de agentes comunitários da saúde para acompanhar e orientar famílias sobre estado nutricional em diversos municípios
1.10.1. Propósito: Melhoria das condições de alimentação, nutrição e saúde da população brasileira, mediante a promoção de práticas alimentares adequadas e saudáveis, a vigilância alimentar e nutricional, a prevenção e o cuidado integrados agravos relacionados à alimentação e nutrição
1.10.1.1. Princípios: Alimentação como elemento de humanização das práticas de saúde, respeito à diversidade e à cultura alimentar, fortalecimento da autonomia dos indivíduos, determinação social e natureza interdisciplinar e intersetorial da alimentação e nutrição, segurança alimentar e nutricional com soberania
1.11. O cenário mostra o aumento do consumo dos ultraprocessados e a diminuição do consumo dos alimentos básicos
2. O que temos?
2.1. Saúde da família
2.2. Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN)
2.3. Atenção nutricional
2.3.1. Deve dar respostas as demandas e necessidades de saúde do território, considerando as de maior frequência e relevância e observando critérios de risco e vulnerabilidade, no Brasil INSAN são obesidade, DCNT, desnutrição, carências nutricionais específicas, sempre levando em conta as pessoas que tem necessidades alimentares especiais
2.4. Guia Alimentar para a população brasileira
2.4.1. Fala sobre a alimentação saudável adequada em acordo com a situação financeira, necessidades alimentares especiais, gênero, raça e etnia e práticas sustentáveis
2.5. Academia da Saúde
2.6. Programa saúde na escola
3. O que temos e não queremos?
3.1. Agrotóxicos
3.1.1. 1/3 de todos os alimentos consumidos diariamente pelos brasileiros está contaminado por agrotóxicos
3.1.2. Brasil é o top 1 do ranking de consumo de agrotóxicos mundial
4. Cenário epidemiológico
4.1. transição demográfica
4.2. globalização
4.3. transição epidemiológica
4.4. transição nutricional
5. Estimativas sobre epidemiologia nutricional mundial, as quais são importantes pra se pensar como o Brasil está em relação ao mundo.
5.1. Desnutrição é o principal fator de risco para saúde em crianças de até 5 anos
5.1.1. Desnutrição na infância e baixa estatura são associadas às DCNTS e a maior parte das DCNTS são associadas a alimentação, pois adultos que sofreram desnutrição na infância, a qual é um quadro que tem como principal causa a exposição a má nutrição na fase intra-uterina, tem maior risco de terem DCNTS quando expostos a dietas inadequadas, assim, é necessário foco na nutrição dos 9-24 meses de idade