Lógica Computacional

Lógica ComputacionalPrincípios matemáticos 2

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1. Conceitos

1.1. Para melhorar o entendimento da lógica, é necessário conhecer as definições de alguns termos importantes e muito utilizados na lógica. Mundim (2002) destaca : Proposição: consiste em um enunciado, uma frase declarativa. Premissas: consistem em proposições que são utilizadas como base para um raciocínio. Pode-se dizer que são as proposições do silogismo. Argumento: conjunto de enunciados que se relacionam uns com os outros. Silogismo: consiste em um raciocínio dedutivo (premissas) e possibilita a dedução de uma conclusão a partir das premissas. Falácia: consiste em argumentos que logicamente estão incorretos.

2. Princípios Fundamentais da Matemática e da Lógica

2.1. Fundamentos da lógica

2.1.1. Premissas

2.1.1.1. Quando mal construído pode levar a resultados equivocados

2.1.1.1.1. Erros: • Formal • Material

2.1.2. Construção

2.1.3. Resultado

2.1.4. Raciocínio

3. Princípios Fundamentais da Lógica Clássica

3.1. Identidade

3.1.1. Uma proposição verdadeira é verdadeira. Uma proposição falsa é falsa.

3.2. Nâo-Contradição

3.2.1. Uma proposição não pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo.

3.3. Terceiro Excluído

3.3.1. Toda proposição ou é verdadeira ou é falsa

4. Competência da Unidade: Conhecer a teoria de conjuntos, simbologia associada, negação de sentenças, operações entre conjuntos, propriedades, produto cartesiano. Resumo :Conhecer a teoria de conjuntos, simbologia associada, negação de sentenças, operações entre conjuntos, propriedades. Palavras-chave :Conjuntos; Operações entre conjuntos; Conjuntos numéricos , produto cartesiano. Título da Teleaula: Álgebra de Conjuntos

4.1. Contextualização

5. Lógica Formal

5.1. Começa nos estudos de Aristóteles, na Grécia Antiga. A lógica é dita formal quando analisa e representa a forma de qualquer argumento para que possa ser considerado válido para alguma conclusão

6. Lógica transcendental

6.1. É desenvolvida por toda a obra do filósofo Immanuel Kant, em especial em seu célebre livro Crítica da Razão Pura (2015). Nesse livro, Kant discute que nosso conhecimento, o conhecimento humano, parte de duas fontes principais. A primeira trata da receptividade das impressões por meio de nossos sentidos; a segunda fonte é relativa à faculdade de conhecer um objeto por representações mentais, a partir do pensamento. Desse modo, a lógica transcendental opera a partir das representações, dos conceitos e não das coisas em si. Trata-se de uma investigação sobre as representações a priori, as categorias, os conceitos puros em relação aos objetos, enquanto a Lógica geral se volta para a forma lógica do pensamento.