1. Cálcio
1.1. Ácido oxálico inibidor da absorção
1.2. absorção do espinafre 5% e do leite 27%.
1.3. Interação nutriente-nutriente:
1.3.1. sódio: excreção urinária de cálcio.
1.3.2. Proteína: excreção urinária
1.3.3. Cafeína: acelera a perda óssea (2 a 3 xícaras de café)
1.3.4. razão cálcio/fósforo
1.3.5. Lipídios: impacto negativo no balanço de cálcio.
1.3.6. Lactose: aumenta a absorção de cálcio.
1.4. Leite, ovos, verduras como espinafre: fortalecimento dos ossos e dentes; contração muscular.
2. Fósforo
2.1. Orgânico: menor taxa de absorção.
2.1.1. inorgânico: rapidamente absorvido.
2.2. Ácidos nucleicos e ATP (adenosina trifosfato)
2.3. Carnes, ovos, cereais integrais.
2.4. Absorção leite materno (85%-90%)
2.4.1. Leite de vaca (72%)
2.4.1.1. Extrato de soja (59%)
2.5. Aumenta a absorção intestinal: baixa ingestão de fosfato e elevada concentração sérica de calcitriol.
2.5.1. Diminuem a absorção intestinal: elevadas concentrações de sais de cálcio em lúmen intestinal e baixa concentração sérica de calcitriol e a fosfoglicoproteína da matriz extracelular.
3. Magnésio
3.1. Absorvido em íleo e cólon (30%-50%) do conteúdo de magnésio da dieta é absorvido por transporte passivo.
3.2. Importante o metabolismo de cálcio, potássio, fósforo, zinco, cobre, ferro, chumbo, sódio, cádmio, ácido clorídrico, acetilcolina, óxido nítrico e para ativação da tiamina.
3.3. Deficiência: Doença cardíaca isquêmica, Hipertensão, Diabetes mellitus, Asma.
3.4. Alimentos como sementes, amendoim, aveia, banana ou leite.
3.5. Melhora o desempenho físico, porque é um mineral importante para a contração muscular; Prevenir a osteoporose, porque ajuda a produzir hormônios que aumentam a formação do osso; Ajuda a controlar a diabetes, porque regula o transporte do açúcar; Diminui o risco de doença cardíaca, pois está localizado no acúmulo de placas de gordura nos vasos sanguíneos; Alivia a azia e a má digestão, especialmente quando usado na forma de hidróxido de magnésio; Controla a pressão arterial, especialmente em mulheres grávidas com risco de eclâmpsia; Melhora o humor, pois está relacionado com a produção de serotonina, que é um neurotransmissor que ajuda a diminuir a ansiedade, manter a saúde mental e controlar as variações de humor.
4. Ferro
4.1. Desenvolver anemia por deficiência de ferro.
4.2. Vegetarianos: altas concentrações de fitato, prejudicando a absorção do ferro.
4.3. Alta concentração de ácido ascórbico.
4.4. A quantidade de vitamina C consumida é fundamental para minimizar os efeitos inibidores da alta ingestão de fitatos sobre a absorção do ferro.
4.5. Interação com outros nutrientes: deficiência de vitamina A pode afetar o transporte de ferro e a produção de hemácias.
4.5.1. Vitamina C : aumenta a biodisponibilidade do ferro.
4.5.2. Competição com outros metais: cobalto, níquel, manganês, zinco e cádmio é aumentada na deficiência em ferro.
4.5.3. Zinco: menos interação.
4.5.4. Cálcio: aumento na ingestão e absorção do ferro diminui.
4.5.5. Ferro, zinco e vitamina A: Poderia levar à absorção inadequada do outro.
4.6. Compostos de ferro
4.6.1. Sulfato ferroso
4.6.2. Fumarato ferroso e succinato ferroso
4.6.3. Pirofosfato férrico
4.6.4. Ferro elementar eletrolítico
4.6.5. Ferro elementar eletrolítico
4.6.6. Ferro elementar carbonila
4.6.7. Ferro elementar H-reduzido
4.7. Constituinte da hemoglobina.
4.8. Leguminosas, carnes, ovos, fígado.
5. Cobre
5.1. É absorvido por mecanismo mediado por carreador, ligando-se à metalotiloneína, dentro das células da mucosa do duodeno.
5.2. Entre os sais de cobre adicionados em alimentos, o acetato, o cloreto, o sulfato e o carbonato são considerados de alta biodisponibilidade.
5.3. O leite humano alimento com muitos nutrientes.
5.3.1. Maior proporção de cobre ligado a lipídios.
5.4. O zinco em excesso prejudica a absorção de cobre.
5.4.1. Suplementos de cálcio podem prejudicar a absorção, pois aumentam o pH do conteúdo intestinal, tornando os sais de cobre insolúveis.
5.5. É um constituinte normal do sangue. Maiores concentrações encontram-se no fígado, cérebro, coração e rim.
5.6. Formação do sangue e dos ossos, liberação de energia dos alimentos, produção de melanina e faz parte da enzima antioxidante superóxido dismutase.
5.7. Fontes alimentares: frutos do mar, cereais integrais, caril, fígado e gérmen de trigo.
6. Zinco
6.1. Molécula orgânicas (proteínas, fitatos e CHO).
6.1.1. Sais inorgânicos (suplementos e alimentos fortificados).
6.2. Absorção no intestino delgado.
6.3. Presença de glicose no lúmen intestinal auxilia a captação.
6.4. Fatores da dieta para biodisponibilidade: hexafosfato de mioinositol (fitato), teor de proteínas e total de zinco da dieta.
6.5. Favorece ou dificulta a absorção
6.5.1. zinco-fibra: efeito negativo das fibras
6.5.2. zinco-fitato-cálcio: dieta mista.
6.5.3. zinco-ferro: pode ocorrer o aumento do ferro na biodisponibilidade de zinco quanto com o zinco interferindo na biodisponibilidade.
6.5.4. zinco-cobre: concentrações elevadas de zinco parece induzir a síntese de metalotioneína e se ligaria ao cobre.
6.5.5. zinco-cádmio: metais pesado, como o cádmio, podem se complexar com o zingo no TGI e dessa forma serem excretados.
6.5.6. zinco- vitamina A: síntese de proteína
6.5.7. znco-proteína: a proteína animal aumenta a biodisponibilidade de zinco.
6.6. Necessário para a ação de enzimas, saúde do sistema imunológico, maturação sexual masculina, crescimento e formação de tecidos.
6.7. Fontes alimentares: pão integral, frutos do mar, feijão, carne magra, semente abóbora, nozes, leite, iogurte e queijo.
7. Iodo
7.1. O iodo da dieta é rápido e quase totalmente absorvido no estômago e no duodeno.
7.2. Antes de ser absorvido é convertido em iodeto e absorvidos em intestino delgado.
7.3. Necessário para a produção do hormônio da tireóide. Envolvido na taxa de metabolismo, crescimento e reprodução.
7.4. Fontes alimentares: frutos do mar, como peixes, moluscos e crustáceos, leite, verduras folhosas e frutas.
7.4.1. Alta taxa de absorção (por difusão não induzida).
8. Manganês
8.1. É absorvido principalmente por transporte ativo.
8.1.1. O manganês é absorvido no intestino delgado.
8.2. Quantidades elevadas de ferro diminuem a absorção.
8.2.1. Afeta a absorção: carboidratos da dieta, presença de fitato, proteína da dieta, conteúdo de manganês e ferro.
8.3. É tóxico quando há baixa excreção de bile, como em pacientes com doenças hepáticas e neonatos.
8.4. É parte de diversas enzimas e estimula a atividade de muitas outras, incluindo antioxidantes e processos de produção de energia.
8.5. Fontes alimentares: cereais integrais, castanhas, nozes, chás, avelã, soja, tofu e vegetais verdes folhosos.
9. Boro
9.1. A deficiência de boro prejudica o metabolismo de cálcio e de energia e as funções cerebral e imune.
9.2. A suplementação foi capaz de alterar as concentrações dos hormônios sexuais, sustentando ainda o papel do boro na saúde óssea.
9.3. Os alimentos que são boas fontes de boro incluem alimentos de origem vegetal, especialmente frutas não cítricas, como a banana, hortaliças, como a couve-manteiga, nozes e leguminosas, como a soja, o feijão, a lentilha ou a ervilha.
9.4. Outros benefícios do boro podem ser: Prevenir a osteoporose; Ajuda a absorvente de vitamina D; Diminuir as dores menstruais; Evitar a perda de cálcio e de outros minerais; Ajuda a prevenir anomalias durante o crescimento; Diminuir o risco de artrite reumatóide; Ajuda a a pressão arterial regular.
9.4.1. Presente nos alimentos na forma de complexos solúveis, sendo rapidamente absorvido.
10. Cromo
10.1. A absorção e metabolismo dependem do estado de oxidação do mineral, da forma e do conteúdo intestinal.
10.2. Compostos orgânicos derivados do cromo, como nicotinato e picolinato são bem abosrvidos.
10.3. Excesso de ferro impede a ligação do cromo à transferrina.
10.4. Dietas ricas CHO simples aumentam a excreção urinária deste elemento.
10.5. Para que serve:
10.5.1. Promover o ganho de massa muscular
10.5.2. Controlar a glicemia
10.5.3. Regular os níveis de colesterol
10.5.4. Favorecer a perda de peso
11. Molibdênio
11.1. Encontrado em baixas concentrações em todos os fluidos e tecidos corporais.
11.2. Tungstênio e cobre poderiam interferir na biodisponibilidade.
11.3. O molibdênio é responsável pelo metabolismo saudável. Ele ajuda na proteção das células sendo útil para eliminar as toxinas do organismo, o que contribui para o combate ao envelhecimento precoce e prevenir doenças inflamatórias, metabólicas, e também o câncer, especialmente os tumores cancerígenos no sangue.
11.4. É encontrado em quantidades mínimas no corpo e é absorvido no estômago e intestino delgado.
11.5. Participa de varias enzimas, metabolismo do DNA e de mecanismos de excreção de ácido úrico.
11.6. Fontes alimentares: gérmen de trigo, feijão, vegetais verdes folhosos, fígado e cereais integrais.
11.7. O cromo é um mineral que pode ser encontrado naturalmente em alguns alimentos, como carnes, ovos, vegetais e legumes, e que é capaz de aumentar a ação da insulina, promover o controle da glicemia, a maior utilização de carboidratos e gordura como fonte de energia e o controle do apetite.
12. Selênio
12.1. É absorvido no trato gastrointestinal e armazenado em maior concentração no fígado e nos rins.
12.2. Parte vital do sistema antioxidante do corpo. Pode ajudar a prevenir o câncer.
12.3. Fatores que afetam a biodisponibilidade:
12.3.1. Quantidade de selênio consumida;
12.3.2. Origem alimentar do selênio consumido;
12.3.3. Interação com metais pesados;
12.3.4. Eficiência da digestão;
12.3.5. formação de compostos absorvíveis de selênio;
12.3.6. Tempo de trânsito intestinal;
12.3.7. Ingestão prévia de outros nutrientes (vitaminas B6, E, A, C e metionina; metais pesados e enxofre);
12.3.8. Estado nutricional do organismo em relação ao selênio;
12.3.9. Doenças de TGI.