Metodologia Científica

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Metodologia Científica by Mind Map: Metodologia Científica

1. Unidade 1 - Informação

1.1. O que é conhecimento científico

1.1.1. Aquele comprovado, com base em coleta de dados, experimentação, formulação de hipóteses e teses. Pode ser refutável.

1.2. Etapas do Método Científico

1.2.1. Observação

1.2.1.1. Formulação de uma questão de interesse, precisando conter sempre fatores verificáveis

1.2.2. Hipótese

1.2.2.1. Possível explicação para o que foi observado

1.2.3. Experimentação

1.2.3.1. Realização de experimentos, medição de dados, para confirmação ou não de hipóteses

1.2.4. Tese

1.2.4.1. Conjunto de fatos e hipóteses organizadas. Busca de dados e argumentos que comprovem a sua tese, podendo fazer novos experimentos, novas observações, reciclar as hipóteses e análise lógica.

1.2.5. Resultados

1.2.5.1. Verificação se os resultados obtidos durante a pesquisa corroboram com a hipótese inicial

1.2.6. Conclusão

1.2.6.1. Apresentação de conclusões dos resultados obtidos pela pesquisa científica

1.2.7. Publicação

1.2.7.1. Apresentação da pesquisa à comunidade científica

1.3. Tipos de Trabalho Científico

1.3.1. Trabalho de Graduação

1.3.1.1. Começo da pesquisa científica. São trabalhos entregues para as disciplinas acadêmicas, que servem para motivar o raciocínio lógico, proporcionar uma revisão bibliográfica e situar o aluno com a pesquisa científica.

1.3.2. Trabalho de Conclusão de Curso

1.3.2.1. TCC, serve para comprovar a assimilação de determinado assunto. Não é necessária uma aprofundada capacidade investigativa.

1.3.3. Monografia

1.3.3.1. Realizada para título de especialista em curso lato sensu. Exigido em alguns cursos de graduação.

1.3.4. Dissertação (Mestrado)

1.3.4.1. Supõe a reflexão em cima de determinado tema. Experimental ou Retrospectivo.

1.3.5. Tese (Doutorado)

1.3.5.1. Um estudo ORIGINAL, com objetivo de trazer inovações para a área pesquisada

1.3.6. Artigo Científico (Mini Dissertação/Tese)

1.3.6.1. Procura levar ao conhecimento do público um novo assunto ou abordagem, aspectos ainda não explorados, com publicação de autoria declarada. As afirmações apresentadas devem ser baseadas em evidências e com argumentações fundamentadas. O artigo científico pode também refutar ideias e fatos, apresentar soluções e sondagem de opinião. Pode ser um artigo original (com temas e abordagens próprias) ou artigo de revisão (resumindo, analisando e discutindo informações já publicadas).

1.4. Princípios Básicos da Comunicação Técnica

1.4.1. Objetividade

1.4.1.1. Abordar os assuntos de forma simples, evitando floreios, duplo significado ou palavras de difícil compreensão

1.4.2. Clareza

1.4.2.1. Evitar que existam interpretações adversar ou errôneas

1.4.3. Precisão

1.4.3.1. Utilizar tempos específicos e vocabulário bem direcionado para afirmar suas suposições, sem usar termos longos, explicar de forma simples e objetiva

1.4.4. Imparcialidade

1.4.4.1. Evitar idéias pré concebidas. Basear o texto sempre em informações obtidas em fatos e evidências

1.4.5. Encadeamento

1.4.5.1. Ligar cada parágrafo e tópico por meio de um encadeamento lógico

1.4.6. Impessoalidade

1.4.6.1. Usar termos em terceira pessoa, "esta pesquisa propõe" e não "minha pesquisa propõe"

1.4.7. Concisão

1.4.7.1. Máximo de texto com o mínimo de palavras

1.4.8. Coerência

1.4.8.1. Texto com ordenamento lógico entre as informações dos parágrafos

1.5. Fundamentação/Fontes

1.5.1. Fonte Primária

1.5.1.1. uso DIRETO (ou seja, um autor) de teses, artigos, legislações, livros, teses, patentes, entre outros.

1.5.2. Fonte Secundária

1.5.2.1. Fonte com mais de um autor, como bibliografias de outros trabalhos, enciclopédias, artigos de revisão, entre outros - direciona para as fontes primárias

1.5.3. Fonte Terciária

1.5.3.1. Bibliografias de bibliografias, catálogos de bibliotecas, entre outros. Tem a função de guiar o pesquisador a fontes primárias e secundárias.

1.6. Citações

1.6.1. Fundamentam o trabalho científico, e creditam as afirmações apresentadas com posicionamento de autoridades no assunto de determinada área do conhecimento.

1.6.2. Citação Direta Curta (até 3 linhas)

1.6.2.1. Transcrição literal de parte da obra do autor consultado (é respeitada a redação, ortografia e pontuação original). Máximo de 3 linhas. Informações colocadas: Sobrenome do autor ou autores, data, número da página – conteúdo citado entre aspas.

1.6.2.1.1. Conforme Malhotra et al. (2001, p. 155), a pesquisa qualitativa é a “metodologia de pesquisa não estruturada e exploratória, baseada em pequenas amostras, que proporciona percepções e compreensão do contexto do problema”.

1.6.3. Citação Direta Longa (+3 linhas)

1.6.3.1. Citações com mais de 3 linhas. É transcrito em parágrafo único, com recuo de 4 centímetros da margem esquerda, espaçamento simples, sem aspas e em fonte 10. Informações colocadas: Sobrenome do autor ou autores, data, número da página.

1.6.4. Citação Direta - A citação da citação

1.6.4.1. Quando o autor está também citando algum outro autor, caso não tenha acesso ao documento informado, usa-se a expressão apud =“citado por”. Informações colocadas: autor do documento não consultado, seguido da expressão apud (sem itálico), e o autor da obra consultada.

1.6.4.1.1. "[...] isto é, nos tipos de interpretação que ele tem o potencial de despertar nos seus usuários. (PIERCE apud SANTAELLA, 2002, p. 5)."

1.6.5. Citação Indireta

1.6.5.1. Mantém o sentido original do texto, apresentadas as ideias de um ou mais autores do texto ou de uma obra inteira. Neste caso, é expressa a ideia original do texto sem aspas ou recuos das citações diretas. Sempre no final do parágrafo, cite entre parênteses o sobrenome do autor e a data.

1.6.6. Citação com autor

1.6.6.1. último sobrenome do autor, data e página.

1.6.7. Citação com dois autores

1.6.7.1. último sobrenome de cada autor separado por ponto e vírgula, com data e página. Se os autores forem citados no corpo do texto devem ser separados pela letra “e”.

1.6.8. Citação com três (+) autores

1.6.8.1. apenas o ultimo sobrenome do primeiro autor, seguido da expressão et al. (com ponto e sem itálico), com data e página (quando for a citação direta).

1.7. Referências Bibliográficas

1.7.1. Livro

1.7.1.1. SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Título, subtítulo, edição, local de publicação, editora e ano.

1.7.2. Livro com mais de 3 autores

1.7.2.1. SOBRENOME PRIMEIRO AUTOR; Prenomes, et al., título do livro (em negrito), o subtítulo (sem negrito, inclusive os dois pontos), a edição, o local, a editora e o ano.

1.7.3. Livro com autor organizador

1.7.3.1. SOBRENOME DO ORGANIZADOR, Prenomes deste, e todas as demais informações conforme descrito nos itens anteriores.

1.7.4. Entidades Governamentais

1.7.4.1. NOME DO PAÍS, a entidade (ministério, secretarias, etc.), o título (em negrito), o subtítulo (sem negrito, inclusive os dois pontos), a edição, o local, a editora e o ano de publicação.

1.7.5. Tese, Dissertação, Trabalho acadêmico

1.7.5.1. SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes. Título (em negrito). Ano. Número de folhas e volumes. Tese, dissertação ou trabalho acadêmico (grau e área) – Unidade de ensino, Instituição, Local: data.

1.7.6. Revistas e Periódicos

1.7.6.1. SOBRENOME, Prenome. Título do artigo. Título do periódico (em negrito), Local de publicação (cidade), n. do volume, n. do fascículo, páginas inicial-final, mês (abreviado), ano.

1.7.7. Internet

1.7.7.1. SOBRENOME, Prenomes. Título (em negrito): subtítulo (se houver). Disponível em: <endereço da URL>. Acesso em: dia mês (abreviado) ano.

2. Unidade 2 - Organização

2.1. Definição do Tema

2.1.1. Relevante para o desenvolvimento da humanidade.

2.1.2. Assunto novo ou descobertas novas

2.1.3. Assunto relevante para o pesquisador

2.1.4. assunto relevante para a pesquisa científica (tema que necessite melhores definições, melhor precisão e clareza).

2.1.5. Elaboração de Justificativa

2.2. Abordagem

2.2.1. Qualitativa

2.2.1.1. Faz a interpretação dos fenômenos, atribuindo-lhes significados.

2.2.1.2. O ambiente é a fonte de dados e o pesquisador é um ponto-chave nesta modalidade de pesquisa.

2.2.1.3. descreve a complexidade de determinado proble­ma, em que muitas vezes é preciso classificar os processos vividos pelos grupos

2.2.1.4. Compreende particularidades

2.2.2. Quantitativa

2.2.2.1. Traduz em números o desenvolvimento da pesquisa, com o uso de técnicas estatísticas

2.2.2.2. Objetivo mensurar os fenômenos e envolve a coleta e análise dos dados e aplicação de testes.

2.2.2.3. Faz uso de técnicas estatísticas e quantificação, focando nos resultados que evitem possíveis distorções de análise e interpretação, pautando-se pela segurança dos dados.

2.3. Tipos de Pesquisa

2.3.1. Natureza

2.3.1.1. Básica

2.3.1.1.1. Conhecimentos novos, úteis, mas sem aplicação prévia

2.3.1.2. Aplicada

2.3.1.2.1. Soluções práticas para problemas específicos

2.3.2. Realização de Objetivos

2.3.2.1. Exploratória

2.3.2.1.1. Explora o problema, levanta hipóteses, levanta dados, pesquisa inicial, feita normalmente por um pesquisador novo

2.3.2.2. Explicativa

2.3.2.2.1. Explica a razão das coisas, utilizando o método experimental e observacional

2.3.2.3. Descritiva

2.3.2.3.1. Descreve a relação entre grupos, pessoas, fenômenos. Um exemplo deste tipo de pesquisa é o levantamento, que faz uso de questionários e descrição de fenômenos no momento de pesquisa.

2.3.3. Procedimentos Técnicos

2.3.3.1. Estudo de Caso

2.3.3.1.1. detalha-se os conhecimentos a partir de um ou poucos objetos. Faz uso de muitos recursos, como observação de acontecimentos, entrevistas estruturadas ou não estruturadas, análise de registros, etc. Pode-se estudar um indivíduo ou um grupo, uma organização ou um conjunto ou uma situação;

2.3.3.2. Levantamento

2.3.3.2.1. interrogação direta às pessoas envolvidas ao objeto da pesquisa, utilizando-se a análise quantitativa na organização dos dados, para posteriormente supor conclusões e interpretações. Os dados aparecem de forma mais descritiva do que explicativa;

2.3.3.3. Bibliográfica

2.3.3.3.1. livros, revistas, periódicos, entre outros materiais na busca de fontes primárias, secundárias e terciárias para a fundamentação do projeto;

2.3.3.4. Documental

2.3.3.4.1. materiais que não passaram por análise, como reportagens de jornal, fotografias, filmes, gravações, etc. Podem ser usados, de forma secundária, documentos previamente analisados, como tabelas, relatórios, etc.;

2.3.3.5. Pesquisa-Ação

2.3.3.5.1. relações com um problema coletivo, ou seja, o pesquisador pode ser participante da situação ou problema. Possui caráter mais qualitativo, e o pesquisador age sobre a realidade pesquisada. As pesquisas sociológicas podem apresentar este aspecto, por exemplo;

2.3.3.6. Participante

2.3.3.6.1. o pesquisador pode assumir uma função no grupo estudado, sem possuir uma proposta de ação.

2.3.3.7. Ex-Post-Facto

2.3.3.7.1. o experimento ocorre após os fatos, e desta forma, o pesquisador não tem controle sobre os elementos e variáveis. Um exemplo é o estudo dos impactos da poluição na evolução da borboleta Biston Betularia – a borboleta evoluiu de diferentes formas, surgindo diferentes colorações, devido à poluição;

2.3.3.8. Experimental

2.3.3.8.1. é realizada quando as variáveis em um estudo podem influenciá-lo. É preciso fazer uma previsão sobre as variáveis estudadas para o controle. É mais comum nas ciências naturais

2.4. Dentro do Trabalho deve haver:

2.4.1. Introdução

2.4.1.1. Introdução

2.4.1.2. Definição do Tema

2.4.1.3. Formulação do Problema de Pesquisa

2.4.1.4. Definição de Objetivos - gerais e específicos

2.4.1.5. Justificativa (relevância)

2.4.1.6. Metodologia

2.4.2. Desenvolvimento

2.4.2.1. Fundamentação Teórica

2.4.2.2. Coleta de Dados

2.4.2.3. Análise e conclusão dos resultados

2.4.3. Conclusão

2.4.3.1. Conclusão dos resultados

2.5. Estrutura

2.5.1. Capa

2.5.2. Parte Interna

2.5.2.1. Elementos Pré Textuais

2.5.2.1.1. Folha de Rosto

2.5.2.1.2. Errata

2.5.2.1.3. Folha de Aprovação

2.5.2.1.4. Dedicatória

2.5.2.1.5. Agradecimentos

2.5.2.1.6. Epígrafe

2.5.2.1.7. Resumo na Língua Vernácula e Estrangeira

2.5.2.1.8. Lista de Ilustrações e Tabelas

2.5.2.1.9. Lista de Abreviaturas e Siglas

2.5.2.1.10. Sumário

2.5.2.2. Elementos Textuais

2.5.2.2.1. Introdução

2.5.2.2.2. Desenvolvimento

2.5.2.2.3. Conclusão

2.5.2.3. Elementos Pós-Textuais

2.5.2.3.1. Referências Bibliográficas

2.5.2.3.2. Glossário

2.5.2.3.3. Apêndices/anexos

2.6. Artigo Científico

2.6.1. Tipos

2.6.1.1. Original

2.6.1.1.1. relatadas as ex­periências de pesquisa, estudos de caso e outros tipos de informações recentes

2.6.1.2. De revisão

2.6.1.2.1. compila informações publicadas recentemente por cientistas de uma determinada área do conhecimento sobre um assunto qualquer.

2.6.2. Estrutura

2.6.2.1. Pré-Textual

2.6.2.1.1. Título e Subtitulo

2.6.2.1.2. Nome dos autores

2.6.2.1.3. Resumo na lingua vernácula + palavras chave

2.6.2.2. Textual

2.6.2.2.1. Introdução

2.6.2.2.2. Desenvolvimento

2.6.2.2.3. Conclusão

2.6.2.3. Pós-Textual

2.6.2.3.1. Título e Subtítulo em lingua estrangeira

2.6.2.3.2. Nome dos autores

2.6.2.3.3. Resumo em língua estrangeira + keywords

2.6.2.3.4. Notas explicativas

2.6.2.3.5. Glossário

2.6.2.3.6. Referências

2.6.2.3.7. Anexos/Apêndice

3. Unidade 3 - Método

3.1. Amostra

3.1.1. amostra é um dado ou conjunto de dados que comprovem (ou não) a hipótese da pesquisa. A amostra é o seu objeto de estudo, que será utilizado para comprovar as ideias e fundamentar o trabalho.

3.2. Plágio

3.2.1. Plágio Direto

3.2.1.1. Cópia literal

3.2.2. Plágio Indireto

3.2.2.1. Paráfrase sem referência

3.2.3. Plágio de Fontes

3.2.3.1. Citação de outros trabalhos, sem colocar a fonte. Ou seja, sem o termo "apud"

3.2.4. Plágio Consentido (Concluio)

3.2.4.1. Apresentação de trabalhos feitos por colegas ou comprados - "inclusão de autoria"

3.2.5. Autoplágio

3.2.5.1. Mesmo trabalho entregue em diferentes disciplinas, sem aviso. Também ocorre quando o pesquisador usa um trabalho já publicado, ou parte dele, para apresentar um novo trabalho em outra revista.

3.2.6. Empréstimo de Hipóteses

3.2.6.1. Cópia de hipóteses previamente apresentadas

3.3. Erro ou Fraude

3.3.1. Pesquisador apresenta dados incorretos, sem consciência = erro. Quando há a consciência, ou seja, manipulação dos dados, o pesquisador está cometendo fraude. No caso da fraude, os propósitos da ciência são desviados para interesses pessoais ou de um grupo.

3.4. Forma de Obtenção de Dados

3.4.1. Coleta Bibliográfica

3.4.1.1. é caracterizada em trabalhos que utilizam este meio como principal ou único meio de coleta. É o caso de trabalhos de revisão. Deve ser priorizados trabalhos de primeira mão (fontes primárias), contemplando apenas as referências sobre o tema em questão, sem se limitar às ideias dos livros técnico-científicos, privilegiando o uso de periódicos especializados.

3.4.2. Coleta Documental

3.4.2.1. dados são coletados a partir de documentos não publicados, que sejam de domínio de uma empresa ou instituição, como o caso de ONGs, coleções particulares, empresas privadas, instituições governamentais, institutos de pesquisas, entre outros. Este tipo de coleta é muito comum para algumas áreas de conhecimento, como a História

3.4.3. Questionário

3.4.3.1. É aplicado a um grupo de pessoas previamente definido e que fazem parte do estudo. As questões devem ir de encontro aos objetivos do projeto.

3.4.3.1.1. Questões Abertas

3.4.3.1.2. Questões Fechadas

3.4.3.1.3. Questões Relacionadas (Depende da anterios)

3.4.3.2. Organização de Dados

3.4.3.2.1. Amostragem casual ou aleatória simples - sorteio dos dados que serão utilizados no projeto

3.4.3.2.2. Amostragem probabilística - possibilidade de todos os dados serem utilizados no projeto ou a escolha é aleatória

3.4.3.2.3. Amostragem sistemática -participantes são organizados em subgrupos

3.4.3.2.4. Amostra proporcional estratificada - é definido por variáveis

3.4.4. Entrevista

3.4.4.1. obter a opinião sobre algum determinado assunto

3.4.4.2. Estruturada: com perguntas definidas

3.4.4.3. Semiestruturada: Pesquisador pode intervir durante

3.4.4.4. Informal: Pesquisador conhece pouco sobre o assunto

3.4.4.5. Por pauta: poucas perguntas, usadas para ordenamento conceitual

3.4.5. Observação

3.4.5.1. Usada quando há a necessidade de aprofundamento em certa área

3.4.5.2. Estruturada

3.4.5.2.1. Observação científica planejada, estruturada previamente

3.4.5.3. Não Estruturada

3.4.5.3.1. A ordem de coleta de dados não interfere

3.4.5.4. Sistemática

3.4.5.4.1. observação e descrição de fenômenos, categorias e variáveis são previamente definidas

3.4.5.5. Simples

3.4.5.5.1. observação espontânea, coleta todos os dados observados

3.4.5.6. Participante

3.4.5.6.1. o pesquisador mantém contato direto com o grupo e faz parte do grupo

3.4.5.7. Não Participante

3.4.5.7.1. não é ativo no grupo observado, muitas vezes o grupo não sabe que está sendo observado

3.5. Análise de Dados

3.5.1. Premissas

3.5.1.1. Transformar os dados em conclusões úteis e de credibilidade

3.5.1.2. Estabelecer tópicos estruturados, processando os dados e procurando tendências, diferenças e variações na informação obtida;

3.5.1.3. Contrapor ou validar as informações previamente estabelecidas

3.5.1.4. Descrever como processos, técnicas e ferramentas são baseados em certos pressupostos e investigar suas limitações.

3.5.2. Enfoque

3.5.2.1. Análise de Conteúdo

3.5.2.1.1. Técnicas de análise das comunicações, que tem por objetivo fundamentar a leitura e ultrapassar as incertezas, buscando informações nem sem­pre aparentes e tirando desses conteúdos uma mensagem que possa ser discutida junto ao leitor.

3.5.2.2. Estatística Descritiva Univariada

3.5.2.2.1. Descrição e análise sem inferências ou conclu­sões. Essas técnicas são utilizadas quando há uma única medida de cada elemento na amostra ou quando cada elemento e cada variável são estudados isoladamente. Logo, o objetivo é representar, de forma concisa, sintética e compreensível, a informação contida num conjunto de dados. Se o volume de dados for grande, é preciso estabelecer os dados em recursos como tabelas e gráficos ou, ainda, estabelecer medidas ou indicadores que represen­tam a informação.

3.5.2.3. Estatística Univariada

3.5.2.3.1. conjunto de métodos estatísticos utilizados em situações em que há diversas variáveis medidas simultaneamente. Essas variáveis geralmente são correlacionadas, e, quanto maior o número de variáveis, mais comple­xa se torna a análise estatística univariada. De forma geral, essa técnica serve para simplificar a compreensão dos dados, sistematizando as informações quando o número de variáveis envolvidas é muito grande.

3.5.3. Qualitativa é mais livre, quantitativa exige o uso da análise em função da hipótese

3.5.3.1. Quantitativa: análise descritiva ou análise ligada às hipóteses

3.5.4. Estatística

3.5.4.1. usada para facilitar o processamento, a interpretação e a apresentação dos dados numéricos. Os dados interpretados são apresentados e analisados a partir de recursos gráficos, como tabelas, mapas mentais, gráficos e outros tipos de ilustração que facilitam a interpretação dos dados.

3.5.4.2. População ou Público Alvo: grupo específico de sujeitos ou fenômenos que se quer estudar com características em comum.

3.5.4.3. Amostra: subconjunto de indivíduos da população-alvo. Para que as generalizações sejam válidas, as características da amostra devem ser as mesmas da população.

3.5.4.4. Dados: são as informações obtidas pela amostra.

3.5.4.5. Inferência: trata-se da previsão da quantidade ainda desconhecida da pesquisa.

3.5.4.6. Variáveis: são as características de uma população. São divididas em dois tipos, as dependentes (cujos efeitos são esperados de acordo com as causas) e as independentes (cujos efeitos queremos medir, ou seja, as que são assinaladas às “causas” do fenômeno que se quer estudar). Elas variam também conforme o enfoque da pesquisa

3.5.4.7. Distribuição de frequência: refere-se à representação do conjunto de dados, ou seja, quando os dados estão organizados em grupos ou categorias.

3.5.4.8. Probabilidade: são os dados que usamos quando determinamos resultados possíveis.

3.5.4.9. Hipótese

4. Unidade 4 - Apresesentação de Resultados

4.1. Tabelas

4.1.1. apontam as informações em evidência,Proporciona ao leitor uma visão mais rápida dos dados. Os gráficos devem ser autoexplicativos e de fácil compreensão. Devem atender a três requesitos: simplicidade, clareza e veracidade.

4.1.2. Elementos básicos da tabela: número da tabela; título da tabela; coluna indicatória; cabeçalho; campos da tabela; rodapé.

4.2. Gráficos

4.2.1. apontam as informações em evidência, Proporciona ao leitor uma visão mais rápida dos dados. Os gráficos devem ser autoexplicativos e de fácil compreensão. Devem atender a três requesitos: simplicidade, clareza e veracidade.

4.2.2. Elementos básicos do gráfico: título (acima do gráfico) e escala (crescente da esquerda para direita e de baixo para cima – eixos cartesianos).

5. Fonte: DE SOUZA, Vanessa. EAD - Faculdades Metropolitanas Unidas.- 2015