Imprensa brasileira dois Séculos de história

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1. 1706: uma Carta Régia, enviada ao governador Francisco de Castro Moraes, a mesma informava sobre toda a escrita sem consentimento do governo de estado, ou seja, a censura.

1.1. 1811: Em 4 de setembro de 1811, D. João ordenou a apreensão de uma tipografia, enviada da Inglaterra para a Bahia (onde outra fora autorizada a funcionar, sob censura, em 1810).

1.2. 1824: A primeira constituição brasileira outorgada por D. Pedro I, estabeleceu a "liberdade" de imprensa como norma, mas, nesse caso incluía algumas restrições sobre as publicações.

1.2.1. 1840-1889: D. Pedro II foi alvo de críticas e caricaturas mordazes e muitas vezes pessoalmente agressivas, mas jamais admitiu a censura.

1.3. 1830: Badaró, foi o primeiro jornalista assassinado no Brasil em virtude do que escrevia

1.3.1. 1822: Zeferino Vito de Meireles, fundador do Diário do Rio de Janeiro, também morreu em conseqüência de um atentado, mas de causas desconhecidas).

1.4. 1988: Constituição de tal ano, que consolidou o princípio da liberdade de imprensa como nenhuma outra antes, mas deixou indefinida uma série de outras questões

1.4.1. 2008: o Supremo Tribunal Federal suspendeu a vigência de alguns dispositivos da antiga Lei de Imprensa.

2. 1852: O telégrafo elétrico foi introduzido no Brasil, no inicio apenas funcionando entre o palácio e as tropas militares. Sem acesso ao público.

2.1. 1889-1930: A chamada República Velha, em seus casos de revoltas militares, rebeliões se aproveitam além da repressão, não foram poucos os casos em que recursos públicos foram utilizados para corromper jornais e jornalistas, em especial sob o governo Campos Salles.

2.1.1. 1937: A partir do golpe de estado, o espaço para o exercício da liberdade de imprensa virtualmente desapareceu e até mesmo as diferenças políticas regionais foram sufocadas. O peso do Estado fez-se crescente sobre os jornais com base numa Carta constitucional outorgada no mesmo ano, que tornava a imprensa um serviço público e como tal sujeita ao controle estatal.

2.1.1.1. 1939: o governo reformulou seu organismo de propaganda criando o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), pelo decreto-lei nº 1915, em 27 de dezembro, com as atribuições de censurar toda a produção jornalística, cultural e de entretenimento, produzir conteúdos e controlar o abastecimento de papel.

3. 1945-1964: A TV surge na metade dessa fase, o rádio tem enorme audiência, mas os jornais são o meio de comunicação por excelência.

3.1. 1960: Em grande parte da década seguinte, em particular a expansão industrial, foi acompanhado pela aceleração do processo de urbanização, ou seja, a alfabetização da população.

4. 1487: Portugal e a impressão do religioso "O Pentateuco", todo em hebraico.

4.1. 1594: Primeiro jornal latino americano "Gazeta de Mexico y notice as de nueva España."

4.2. 1746: O dono do primeiro prelo a funcionar no Brasil transferiu sua oficina de Portugal para o Rio de Janeiro.

4.2.1. 1750: Antonio Isidorio solicita autorização para instalar oficina no Rio de Janeiro, mas pedido é negado.

4.3. 1790: O Peru teve três periódicos, sendo o primeiro a circular regularmente o Diário de Lima.

4.3.1. 1791: Na Colômbia, o primeiro jornal, Papel Periódico de Santa Fé de Bogotá, foi lançado. Um jornal bilíngue e editado pelas tropas de ocupação britânicas foi o primeiro jornal uruguaio – The Southern Star-La Estrella del Sur.

5. 1808: Correio Braziliense e Gazeta do Rio de Janeiro são os primeiros jornais brasileiros. de 1º de junho e de 10 de setembro.

5.1. 1980 -1990: Diante das restrições ao noticiário político e social e da expansão econômica do País, os jornais reforçaram suas editorias de economia. Isso significou o desenvolvimento de um jornalismo econômico vigoroso, tanto nos títulos especializados, quanto nos de informação geral.

5.1.1. 1970: Durante esse período, a TV, que chegara ao País em 1950, tornou-se um meio de comunicação de massa, fortalecido pela possibilidade de realizar transmissões ao vivo a longas distâncias e em cores, com o desenvolvimento das telecomunicações.