Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST)

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Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) af Mind Map: Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST)

1. Corrimento uretral

1.1. Gonorréia

1.1.1. Agente etiológico: Neisseria gonorrhoeae

1.1.1.1. Manifestações clinicas

1.1.1.1.1. assintomática (60%)

1.1.1.1.2. Homem: prurido, disúria, uretrite, corrimento abundante e mucopurulento, edema, febre.

1.1.1.1.3. Mulher: disúria, urgência urinária, secreção amarelada, endocervicite, ectopia acentuada, polaciúria, sangramento irregular, dispareunia, hiperemia vaginal.

1.1.1.1.4. Criança: conjuntivite gonocócica

1.1.1.2. Transmissão

1.1.1.2.1. Sexual

1.1.1.2.2. fômites

1.2. Clamídia

1.2.1. Presença de secreção uretral escassa, translúcida e geralmente matinal

1.2.1.1. Manifestação clinica

1.2.1.1.1. Assintomática

1.2.1.1.2. Homens: uretrite com secreção clara e mucóide, disúria

1.2.1.1.3. Mulheres: endocervicite com muco, uretrite e friabilidade

1.2.1.2. Diagnóstico

1.2.1.2.1. clínico

1.2.1.2.2. Papanicolaou

1.2.1.2.3. Sorologia

2. Verruga anogenital

2.1. HPV

2.1.1. Agente etiológico: Papilomavírus Humano

2.1.1.1. Transmissão

2.1.1.1.1. Sexual

2.1.1.1.2. Vertical

2.1.1.1.3. Fômites

2.1.1.2. Diagnóstico

2.1.1.2.1. Clínico

2.1.1.2.2. Inspeção (IVA)

2.1.1.2.3. Colposcopia

2.1.1.3. Manifestações

2.1.1.3.1. Assintomáticas

2.1.1.3.2. Lesões papilares

2.1.1.3.3. Verrugas

3. Úlceras anogenitais

3.1. Herpes

3.1.1. Transmição

3.1.1.1. Contato sexual (oro-genital)

3.1.1.2. Contato com lesões e fômites, vertical

3.1.2. Complicações

3.1.2.1. retenção urinária , meningite,

3.1.2.2. disseminação cutânea e visceral

3.1.3. Manifestação clínica

3.1.3.1. Herpes recidivante: lesões iniciais tipo pápulas eritematosas de 2 a 3 mm, seguindo-se por vesículas agrupadas que se rompem e originam ulcerações. Corrimento genital aquoso (cervicite herpética), com ardor e prurido.

3.1.3.2. Podem ocorrer sintomas gerais como: ardência miccional, febre e mal-estar.

3.2. Sifilis

3.2.1. Transmissão

3.2.1.1. relação sexual;

3.2.1.2. transfusão de sangue (raro)

3.2.1.3. Vertical

3.2.2. Manifestações

3.2.2.1. Febre

3.2.2.2. Lesões Cutânea

3.2.2.3. Indolor

3.2.2.4. Úlceras genitais

3.2.3. Diagnóstico

3.2.3.1. Clínico

3.2.3.2. Epidemiológico

3.2.3.3. Laboratorial

4. Corrimento vaginal

4.1. Candidíase

4.1.1. A candidíase é uma infecção ginecológica provocada pelo fungo Candida albicans. vulvovaginite

4.1.1.1. Manifestações Clínicas

4.1.1.1.1. Prurido, ardor, dispareunia, disúria, polaciúria e eliminação de corrimento vaginal em grumos inodoro. A vulva e a vagina encontram-se edemaciadas e hiperemiadas. Ph vaginal < 4

4.1.1.1.2. No homem apresenta-se com hiperemia da glande e prepúcio, edema e pela presença de pequenas lesões puntiformes, avermelhadas e pruriginosas.

4.1.1.2. Transmissão

4.1.1.2.1. Não é uma doença de transmissão exclusivamente sexual.

4.1.1.2.2. Vulvovaginite surge porque a Candida albicans, que já existia no seu organismo, encontrou formas de ultrapassar as defesas do nosso corpo e conseguiu multiplicar-se de forma descontrolada.

4.1.1.3. Diagnóstico

4.1.1.3.1. Avaliação laboratorial do corrimento

4.1.1.3.2. Avaliar o Ph vaginal

4.2. TRICOMONÍASE

4.2.1. Doença infecto-contagiosa do sistema gêniturinário do homem e da mulher. Agente etiológico: Trichomonas vaginalis (protozoário);

4.2.1.1. Manifestações Clínicas

4.2.1.1.1. Corrimento amarelo esverdeado, bolhoso, odor desagradável, dispareunia, prurido vulvar, teste de “Schiller” tigróide.

4.2.1.1.2. No homem causa uma uretrite discreta, sendo muitas vezes assintomático.

4.2.1.2. Diagnóstico

4.2.1.2.1. Exame direto da secreção

4.2.1.2.2. O pH quase sempre é maior que 5,0.

4.2.1.3. Complicações

4.2.1.3.1. Homens: prostatite, epididimite e oligospermia.

4.2.1.3.2. Mulher: Doença inflamatória pélvica (DIP)

4.3. VAGINOSE BACTERIANA

4.3.1. Desequilíbrio da microbiota vaginal

4.3.1.1. Crescimento de várias bactérias, mas uma delas em especial, chamada Gardnerella vaginalis, que pode provocar corrimento com odor desagradável

4.3.1.1.1. Manifestações clínicas

4.3.1.1.2. Complicações

4.3.1.1.3. Transmissão

4.3.1.1.4. Diagnóstico

5. Cervicite

5.1. Inflamação da mucosa endocervical

5.2. Corrimento vaginal, dispareunia ou disúria

5.3. Assintomático

6. Doença Inflamatoria Pelvida

6.1. Os agentes mais comuns: Neisseria gonorrhoeae e a Chlamydia trachomatis.

6.2. Fatores correlacionados com DIP

6.2.1. IST prévias ou atual

6.2.2. Ter múltiplos parceiros ou parceiro recente.

6.2.3. Usar DIU;

6.2.4. Parceiro com uretrite.