INSUFICIÊNCIA CARDÍACA

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1. Procedimentos cirúrgicos: marcapasso biventricular e o cardiodesfibrilador implantável são considerados em alguns casos e podem auxiliar na ressincronização da contração das câmaras cardíacas, reduzindo o risco de morte súbita por arritmia. Existem outras possibilidades, como a correção de cardiopatias congênitas, a revascularização miocárdica (quando há um quadro de doença arterial coronariana obstrutiva) e trocas valvares (quando o paciente apresenta um comprometimento das válvulas cardíacas).

2. O transplante cardíaco persiste sendo o tratamento de escolha para a insuficiência cardíaca refratária, apesar da grande melhora na expectativa de vida com o tratamento clínico. Vários avanços nessa área foram observados na última década, com a incorporação de novas técnicas cirúrgicas, novos imunossupressores, novos métodos diagnósticos e abordagens nos pós-operatórios precoce e tardio.

3. Sintomas: falta de ar, inchaço dos pés e pernas, falta de energia, confusão, memória prejudicada, aumento da micção durante a noite, tosse com mudo

4. Os objetivos do tratamento consistem em amenizar os sintomas, melhorar a função do coração e impedir a progressão da doença. Quando a causa é conhecida, atuar na origem pode ajudar e muito esses objetivos.

4.1. Procedimentos cirúrgicos: marcapasso biventricular e o cardiodesfibrilador implantável são considerados em alguns casos e podem auxiliar na ressincronização da contração das câmaras cardíacas, reduzindo o risco de morte súbita por arritmia. Existem outras possibilidades, como a correção de cardiopatias congênitas, a revascularização miocárdica (quando há um quadro de doença arterial coronariana obstrutiva) e trocas valvares (quando o paciente apresenta um comprometimento das válvulas cardíacas).

5. Causas mais comuns: doença arterial coronariana, ataque cardíaco anterior (infarto do miocárdio), hipertensão, valvuloplastia, endocardite, diabetes, miocardite, cardiomiopatia, doença cardíaca congênita.

6. A IC é uma doença crônica em que o coração não bombeia o sangue como deveria, apresentando um déficit no coração ao bombear o sangue (sistólica) ou encher-se de sangue (diastólica) adequadamente.

6.1. Insuficiência cardíaca aguda: desenvolve-se de maneira repentina e os sintomas são inicialmente graves. Pode ocorrer após um ataque cardíaco que causou pessoas em uma certa área do coração. Também pode ocorrer pela incapacidade súbita do organismo compensar a ICC

6.2. Insuficiência cardíaca (IC) refratária é definida segundo as diretrizes latino-americanas como a situação clínica na qual pacientes com diagnóstico prévio de IC se apresentam com quadro de baixo débito e/ou congestão sistêmica e/ou limitação funcional persistente, refratário ao melhor tratamento possível.

6.3. Insuficiência cardíaca crônica (ICC): mais comum e os sintomas aparecem lentamente ao longo do tempo e agravam-se gradualmente

7. Doença de chegas X ICC: A doença é popularmente conhecida porque, na maioria dos casos, há um aumento significativo no tamanho do coração do paciente afetado. Isso ocorre porque as câmaras internas do coração doente aumentam de tamanho. A dilatação do coração impede que o sangue seja bombeado para o corpo da forma correta.