Tecido conjuntivo fundamental
af Fernanda Mainardi
1. O queloide não regride espontaneamente e tende a recorrer após excisão.
2. QUELÓIDE
2.1. resposta exagerada à lesão.
2.2. lesão dérmica consitituída por fascículos ou nódulos de fibras de colágeno espessas e hialinizadas e relativamente poucos fibroblastos.
3. OSTEOGÊNESE IMPERFEITA
3.1. Distúrbio mais conhecido de um grupo de distúrbios que prejudica o crescimento ósseo.
4. FORMAÇÃO DE COLÁGENO
4.1. Colágeno o nome dado à uma família de proteínas estruturais encontradas em diversas partes do organismo como na pele, osso, cartilagem, músculo liso e na lâmina basal
4.2. É a proteína mais abundante do organismo;
4.3. é formado por moléculas
4.4. tipo I, II, III, V ou XI
4.5. são encontrado em ossos, dentina, tendões, capsulas de órgãos e na derme
4.6. colágeno associado a fibrilas
5. EDEMA:
5.1. É um termo médico usado para referir-se à retenção de fluidos no corpo, isto é, acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo, tornando-os inchados.
5.2. Edema comum
5.3. Linfedema
5.4. Mixedema
6. CARACTERÍSTICAS:
6.1. Origina-se de um tecido embrionário denominado de mesênquima;
6.2. Contem muita matriz extracelular;
7. FUNÇÕES:
7.1. Sustentação de tecidos e órgãos;
7.2. Nutrição dos tecidos epiteliais;
7.3. Defesa contra organismos patogênicos;
7.4. Produção de células sanguíneas.
8. SISTEMA DE FIBRAS
8.1. Existem três tipos de fibras proteicas: colagenosas, elásticas e reticulares.
8.2. As fibras de colágeno são predominantemente feitas de colágeno tipo I. São o tipo de fibra proteica mais abundante, proporcionando graus variados de resistência e rigidez aos tecidos.
8.3. As fibras reticulares consistem de colágeno tipo III, sendo fibras finas e delicadas que formam redes mesclais em órgãos como o baço, os rins e os gânglios linfáticos.
9. REGENERAÇÃO:
9.1. além de regenerar o próprio tecido, podem regenerar outros tecidos que tenham capacidade regenerativa baixa ou nula.
9.1.1. A regeneração se caracteriza pela restituição dos componentes teciduais idênticos àqueles removidos. Esse tipo de reparo só é possível em tecidos em que ainda possuem células com a capacidade de se proliferar ou tenham ainda células tronco