2. Luminosidade no ambiente de trabalho e eficiência dos operários
3. Conclusão:
3.1. Com essas experiências, é possível afirmar que o nível de produção é determinado pela integração social e sua estrutura nem sempre coincide com a organização formal. O experimento determina que não é a força física que determina a produtividade e sim as relações humanas
4. 4º Fase
4.1. Permitiu o estudo das relações entre organização formal de fabrica e organização informal dos operários
5. 3º Fase
5.1. Os pesquisadores afastaram-se dos estudos referente as condições físicas e passaram a estudar as relações humanas
5.2. 1928 - Programa de entrevistas 1929 - Divisão de pesquisas - 2 anos 21 mil entrevistados. 1931 - Técnica da entrevista não direta, operário é livre para se expressar, sem roteiro prévio
6. Com bons resultados a pesquisa foi estendia para outros pontos.
6.1. Condições físicas de trabalho sobre produtividade
6.2. Rotação dos operários
6.3. Acidentes de trabalho
6.4. Fadiga
7. Mesmo perante a crise de 1929 já estavam visando boas condições as operários, não visando a produção e sim o bem estar de cada um.
8. 1º Fase
8.1. Na primeira fase da experiência, pretendia-se verificar o efeito da iluminação sobre o rendimento dos operários. Para isso, tomou-se dois grupos de operários em salas diferentes, que faziam o mesmo trabalho, em condições idênticas sendo um grupo experimental ou de referência, que trabalhava sob luz variável e o outro grupo, o de controle, que trabalhava sob a mesma iluminação o tempo todo. Baseados em suas suposições pessoais, os operários se julgaram na obrigação de produzir mais quando a iluminação aumentava, já quando diminuía a iluminação o mesmo ocorria com a produção.
9. 2º Fase
9.1. Grupo trabalhava com maior liberdade e menor ansiedade. Havia um ambiente amistoso e sem pressões. Não havia temor ao supervisor. Houve um desenvolvimento social do grupo experimental. grupo desenvolveu liderança e objetivos comuns.