ÁCAROS GAMASÍDEOS

Parasitologia veterinária ÁCAROS GAMASÍDEOS

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ÁCAROS GAMASÍDEOS af Mind Map: ÁCAROS GAMASÍDEOS

1. Gênero Macrocheles

1.1. *Macrocheles muscadomesticae*

1.1.1. Caractéristicas

1.1.1.1. Queliceras queladas fortemente

1.1.1.2. Placa dorsal única

1.1.1.3. Primeiro par de patas mais fino, mais longo, e sem carúnculas e garras nos demais

1.1.1.4. Escudo ventral e genital separados

1.1.1.5. Encontrados em fezes de ruminantes, equino e aves de postura

1.1.1.6. alimentamm-se de larvas de moscas nematoides

1.1.1.7. Controle biologico da populaçao de moscas

1.1.1.8. Parasitam outros artrópodes

1.1.2. Hospedeiros

1.1.2.1. Moscas

1.1.2.1.1. Principalmente musca domestica

1.1.2.2. Outros insetos

1.1.3. Ciclo evolutivo

1.1.3.1. As fêmeas utilizam os insetos para a dispersão e fazem a postura em fezes

1.1.3.2. Larvas eclodem em 10 a 6h

1.1.3.2.1. Apresentam 3 pares de patas

1.1.3.2.2. Não se alimentam

1.1.3.3. 6 a 11h viram protoninfas

1.1.3.4. 13 a 24h deutoninfas

1.1.3.5. 24h viram adultos

1.1.3.6. Ciclo completo em 2 a 3 dias

1.1.3.6.1. Enquanto a mosca completa 1 geração, o ácaro completa 3.

1.1.4. Importância

1.1.4.1. Os adultos são predadores de ovos e larvas de 1º estágio de moscas

1.1.4.2. As ninfas se alimentam de nematoide, fazendo controle biológico

1.1.4.3. É problemático em insetos de laboratório

1.1.5. Controle

1.1.5.1. Impedir as moscas de chegar no ambiente

1.1.5.2. Pulverizar as fezes e o ambiente para controlar as larvas

2. Subordem Mesostigmata

2.1. Estigma entre o 2º e 3º ou 3º e 4º pares de patas

3. Características

3.1. -Presença de escudo dorsal e placas ventrais

3.2. -Peritrema alongado, tubuliforme

3.3. -Hipostômio desprovido de dentes

3.4. -Quelíceras com 3 segmentos

3.5. -Vetores de agentes patogênicos, provocam reações cutâneas e alguns podem causar anemiia

4. *Gênero Varroa*

4.1. *Varroa jacobsoni *

4.1.1. Caracteristicas

4.1.1.1. Escudos desenvolvidos e bastante quitinizados

4.1.1.2. Patas bem desenvolvidas e com ventosas

4.1.1.3. Corpo + largo que longo

4.1.1.4. Larva da abelha morre ou tem disfunsão de alguma estrutura devido a alimentação do ácaro

4.1.2. Hospedeiros

4.1.2.1. Abelhas

4.1.3. Ciclo evolutivo

4.1.3.1. Pouco conhecido

4.1.3.1.1. Relatam preferência por zangões

4.1.4. Importância

4.1.4.1. Ocorre prejuisos em apiários

4.1.4.2. Parasita principalmente larvas e pupas

4.1.4.2.1. causa má formação ou morte

4.1.4.3. Quando parasita adultos há diminuição da produção

4.1.4.4. Veículos de propagação de vírus

4.1.4.4.1. Oiflavirus (DWV)

4.1.4.4.2. (IAPV)

4.1.4.4.3. Síndrome do colapso das colônias de abelhas

5. Gênero Raillietia

5.1. Raillietia flecthmanni, Raillietia auris, Raillietia caprae

5.1.1. Caracteristicas

5.1.1.1. Conduto auditivo externo

5.1.1.2. Escudo dorsal arqueado

5.1.1.3. Presença de placa anal

5.1.1.4. Corpo com o contorno oval e longas cerdas

5.1.1.5. aparelho bucal afilado

5.1.2. Hospedeiros

5.1.2.1. Raillietia flecthmanni- Búfalos e bovinos

5.1.2.2. Raillietia auris- bovinos

5.1.2.3. Raillietia caprae- caprinos e ovinoss

5.1.3. Ciclo evolutivo

5.1.3.1. fêmeas, machos e larvas: no ouvido externo do animal

5.1.3.2. proto e deutoninfas no ambiente

5.1.3.3. Larvas ovovivíparas

5.1.3.4. Esse ácaro provoca escarificação da pele do animal ao fixar-se (o pedicelo possui garras);

5.1.3.5. Fazem postura no hosp. ou no ninho

5.1.3.6. Ocasiona otite bacteriana subclínica

5.1.4. Importância na Med. vet.

5.1.4.1. Alimenta-se de células epiérmicas e cerume

5.1.4.2. Excesso de cerume, anorexia e amaciação

5.1.4.3. Otorreia, otite externa e/ou média

5.1.4.4. Hemorragias e supurações

5.1.4.5. Transmissão de microplasma

5.1.5. Controle

5.1.5.1. Limpeza e aplicação de acaricida no conduto auditivo

6. Ciclo evolutivo

6.1. Ovo -> Larva -> Protoninfa -> Deutoninfa -> Adulto

7. Gênero Dermanyssus

7.1. Dermanyssus gallinae

7.1.1. Características

7.1.1.1. Quelíceras longas, forma de estilete

7.1.1.2. Escudo dorsal redondo

7.1.1.3. Pichilinga, piolho da galinha, ácaro vermelho das aves

7.1.1.4. Todas as patas com garras e carúnculas

7.1.1.5. No hosp. prefere a região da cloaca

7.1.1.6. Maior parte do tempo fora do Hosp, fica em frestas e gaiolas

7.1.1.7. Ciclo rápido 45 dias

7.1.2. Ciclo evolutivo:

7.1.2.1. Alimenta-se e inicia a postura apos 12 a 24h

7.1.2.2. Ovos depositados nas fendas ou detritos acumulados

7.1.2.3. As femeas fazem várias posturas sucessivas, cada uma delas precisa de alimentação

7.1.2.4. Após 48 a 72h de postura há a eclosão

7.1.2.5. As larvas se alimentam e em 24 a 48h viram protoninfas

7.1.2.6. Ciclo todo em 7 dias

7.1.2.7. Adultos podem sobreviver até 4 a 5 meses no ambiente sem alimentação

7.1.3. Importância na Med. vet.

7.1.3.1. Provoca diminuição da postura

7.1.3.2. Perda de peso, irritação e anemia

7.1.3.3. Influência no desenvolvimento das aves jovens

7.1.3.4. Causa dermatites no homem

7.1.3.5. Vetores de vírus e bactérias

7.1.3.5.1. Bactéria

7.1.3.5.2. Vírus

7.1.3.6. Anemia pode levar a morte dos animais

7.1.4. Controle

7.1.4.1. Remoção dos ninhos das aves

7.1.4.2. Limpeza dos galinheiros

7.1.4.3. Aplicação de acaricidas nas paredes e e pisos

7.1.5. Diagnóstico

7.1.5.1. Observação do animal na pele.

7.2. Ornithonyssus bursa, Ornithonyssus sylviarum

7.2.1. Hospedeiros

7.2.1.1. Aves domésticas

7.2.1.1.1. patos

7.2.1.1.2. Galinhas

7.2.1.1.3. Perus

7.2.1.2. Aves silvestres

7.2.1.2.1. Pombos

7.2.1.2.2. pardais

7.2.2. Características

7.2.2.1. Parasitam ratos silvestres

7.2.2.1.1. ratos brancos e camundongos pois entram em laboratórios

7.2.3. Ciclo evolutivo

7.2.3.1. Potura sobre o hosp. ou nos ninhos sendo grande número de ovos nas plumas das aves

7.2.3.2. Larvas eclodem em 3 dias; não se alimentam

7.2.3.3. 17h viram protoninfas e se alimentam

7.2.3.4. 1 a 2 dias viram deutoninfas

7.2.3.5. 1 a 2 dias viram adultos

7.2.3.6. Ciclo completo em 7 dias

7.2.3.7. Não sobrevivem longos períodos fora do hosp.

7.2.3.8. *O. sylviarum* pode sobreviver até 06 fora do hospedeiro

7.2.4. Mesmo conntrole, diagnostico e importancia na med.vet

8. Gênero Laelaps

8.1. Laelaps nuttalli, Echinolaelaps echininus

8.1.1. Hospedeiros

8.1.1.1. Ratos

8.1.2. Ciclo evolutivo

8.1.2.1. São ovovivíparos

8.1.2.2. Fêmeas colocam as larvas que não se alimentam após 10 a 12h

8.1.2.3. 3 a 8 dias viram protoninfas

8.1.2.4. 3 a 8 dias viram deutoninfas

8.1.2.5. 5 a 6 dias viram adultos

8.1.2.6. Habitam ninhos de ratos

8.1.3. Importância na Med. vet.

8.1.3.1. O *Echinolaelaps* é hospedeiro definitivo de um protozoário *(Hepatozon muris)* que se aloja no fígado dos ratos

8.1.3.2. Ácaros adquirem o protzoario ao parasitarem ratos infectados

8.1.3.3. Apos o rato ingerir o ácaro ele adquire a infecção

8.1.3.4. o *Echinolaelaps* pode provocar dermatite no homem

8.1.4. Controle

8.1.4.1. Limpeza das gaiolas, esterelizar com calor, vapor, acaricidas

8.1.4.2. Aplicação de acaricidas nos ratos