1. **DOENÇA DE PARKINSON**
1.1. O que é ?
1.1.1. A Doença de Parkinson é um distúrbio neurodegenerativo progressivo que afeta principalmente o controle motor, causando tremores, rigidez muscular, dificuldade de movimento e problemas de equilíbrio.
1.2. Causas
1.2.1. Suas causas exatas ainda não são totalmente compreendidas, mas envolvem fatores genéticos e ambientais.
1.3. Tipos
1.3.1. Parkinson genético
1.3.2. Parkinsonismo induzido por drogas
1.3.3. Parkinson idiopático ou espontâneo.
1.3.4. Parkinsonismo vascular.
1.4. Efeitos
1.4.1. Os efeitos da doença podem ser debilitantes, afetando a qualidade de vida do paciente e levando a complicações como dificuldades de comunicação, depressão e problemas de sono.
1.5. Tratamentos
1.5.1. Medicamentos, terapia ocupacional, fisioterapia, atividade física e em alguns casos cirurgia.
1.6. Parkinson na saúde pública
1.6.1. Na saúde pública, a Doença de Parkinson representa um desafio significativo devido à sua prevalência e aos custos associados ao tratamento e cuidados contínuos
1.7. Atividade Física e Exercícios
1.7.1. Natação, dança, tai chi e yoga, podem ajudar a melhorar a coordenação, flexibilidade e força muscular, além de proporcionar benefícios mentais e emocionais
2. **DIABETES MELLITUS (DM)**
2.1. **O que é ?**
2.1.1. É uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade e/ou falta de insulina exercer adequadamente seus efeitos, caracterizando altas taxa de açúcar no sangue ( hiperglicemia) de forma permanente. A insulina é produzida pelo pâncreas, sendo responsável pela manutenção do metabolismo (quebra da glicose) para permitir que tenhamos energia para manter o organismo em funcionamento.
2.1.2. Sintomas de Hiperglicemia
2.1.2.1. Poliúria (micção excessiva);
2.1.2.2. Polidipsia (excesso de sede),
2.1.2.3. Polifagia (fome excessiva);
2.1.2.4. Perda de peso;
2.1.2.5. Visão turva.
2.2. **Tipos**
2.2.1. DM tipo 1
2.2.1.1. No qual o sistema imunológico atacam as células que produzem a insulina.
2.2.2. DM tipo 2
2.2.2.1. Costuma ser assintomática. Ocorre principalmente em pessoas com excesso de peso, comportamento sedentário, hábitos alimentares não saudáveis e história familiar de diabetes.
2.2.3. Pré-diabetes
2.2.3.1. É quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas ainda não caracterizam o Diabetes Tipo 2.
2.2.4. Diabetes gestacional
2.2.4.1. Hiperglicemia de graus variados diagnosticada durante a gestação, na ausência de critérios de DM prévio.
2.3. **Sintomas**
2.3.1. Sintomas do diabetes tipo 1
2.3.1.1. Fome frequente;
2.3.1.2. Sede constante;
2.3.1.3. Vontade de urinar diversas vezes ao dia;
2.3.1.4. Perda de peso;
2.3.1.5. Fraqueza;
2.3.1.6. Fadiga;
2.3.1.7. Mudanças de humor;
2.3.1.8. Náusea e vômito.
2.3.2. Sintomas do diabetes tipo 2
2.3.2.1. Fome frequente;
2.3.2.2. Sede constante;
2.3.2.3. Formigamento nos pés e mãos;
2.3.2.4. Vontade de urinar diversas vezes;
2.3.2.5. Infecções frequentes na bexiga, rins, pele e infecções de pele;
2.3.2.6. Feridas que demoram para cicatrizar;
2.3.2.7. Visão embaçada.
2.3.3. Complicações crônicas
2.3.3.1. Retinopatia diabética
2.3.3.2. Doença renal crônica
2.3.3.3. Hipertensão
2.3.3.4. Insuficiência Cardíaca e síndrome isquêmica aguda
2.3.3.5. Risco cardiovascular: Dislipidemias
2.3.3.6. Neuropatia periférica diabética
2.3.3.7. Infecção no pé
2.3.3.8. Úlcera no pé
2.3.3.9. Doença hepática gordurosa metabólica
2.4. Como é diagnosticada a diabetes?
2.4.1. Glicemia plasmática em jejum;
2.4.2. Teste de tolerância oral à glicose (TOTG);
2.4.3. Hemoglobina Glicada (HbA1c);
2.4.4. Em algumas situações, é recomendado rastreamento em pacientes assintomáticos.
2.5. Fatores de risco para desenvolver o diabetes?
2.5.1. Diagnóstico de pré-diabetes;
2.5.2. Pressão alta
2.5.3. Colesterol alto ou alterações na taxa de triglicérides no sangue
2.5.4. Sobrepeso
2.5.5. Pais, irmãos ou parentes próximos com diabetes
2.5.6. Doenças renais crônicas
2.5.7. Mulher que deu à luz criança com mais de 4kg
2.5.8. Diabetes gestacional
2.5.9. Síndrome de ovários policísticos
2.5.10. Diagnóstico de distúrbios psiquiátricos - esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar
2.5.11. Apneia do sono
2.5.12. Uso de medicamentos da classe dos glicocorticoides.
2.6. **Diabetes na Saude Publica**
2.6.1. O Brasil apresenta as maiores prevalências de diabetes tipo II (DM2), com 3,3 mil casos a cada 100 mil adolescentes.
2.6.2. Brasil é o 5º colocado em incidência de diabetes no mundo.
2.6.3. Aumento no numero de casos até 2045 (+46%).
2.6.4. Aumento nas taxas de mortalidade de jovens antes dos 25 anos.
2.6.5. Responsável por inumeras mortes em adultos de 20 a 79 anos.
2.6.6. Complicações crônicas aumentadas
2.6.7. Custos Econômicos Elevados
2.7. **Tratamento**
2.7.1. Tipo 1
2.7.1.1. Injeções diárias de insulina
2.7.1.2. Ter um glicosímetro
2.7.1.3. Insulinoterapia
2.7.2. Tipo 2
2.7.2.1. Inibidores da alfaglicosidase
2.7.2.2. Sulfonilureia
2.7.2.3. Glinidas
2.7.2.4. É essencial manter acompanhamento com a equipe de saúde
2.7.3. Geral
2.7.3.1. Bons hábitos alimentares
2.7.3.2. Atividade física com intensidade adequada
2.7.3.3. Percentual de gordura corporal controlada
2.7.3.4. Não fumar (cigarro, cigarro eletrônico, narguile e etc)
2.8. **Atividade Física**
2.8.1. Beneficios
2.8.1.1. Cardiovascular
2.8.1.2. Capacidade funcional
2.8.1.3. Melhor funcionamento psicossocial e qualidade de vida relacionada à saúde
2.8.1.4. Função cognitiva melhorada
2.8.1.5. Redução da mortalidade por todas as causas e relacionada a doenças
2.8.1.6. Melhor duração e qualidade do sono
2.8.1.7. Melhor sensibilidade à insulina
2.8.1.8. Melhor controle glicêmico
2.8.2. Riscos
2.8.2.1. Hipoglicemia
2.8.2.2. Hiperglicemia
2.8.2.3. Dor e/ou lesão musculoesquelética
2.8.2.4. Angina, infarto agudo do miocárdio
2.8.2.5. Danos aos pés, especialmente se já houver neuropatia e/ou úlceras nos pés
2.8.2.6. Piora da retinopatia diabética grave já existente
2.8.3. Niveis e Recomendações
2.8.3.1. I B
2.8.3.1.1. 150 min de atividade física aeróbia de moderada intensidade e o mínimo de 7% de redução ponderal
2.8.3.1.2. Praticar exercícios combinados, resistidos e aeróbicos
2.8.3.1.3. Reduzir o tempo gasto em atividades sedentárias diárias, para reduzir o risco cardiovascular.
2.8.3.1.4. Pratiquem treinos de equilíbrio e flexibilidade com o objetivo de redução de quedas.
2.8.3.1.5. Exercicios Físicas por escrito
2.8.3.1.6. Rastreadas inicialmente ao menos com eletrocardiograma de repouso.
2.8.3.1.7. Monitoramento da glicose antes, durante e após o exercício físico
2.8.3.2. I C
2.8.3.2.1. Incentivar a AF e o exercício físico
2.8.3.2.2. Os médicos avaliaram o risco cardiovascular antes da prescrição de AF ou exercício físico.
2.8.3.2.3. Exercícios de equilíbrio e flexibilidade.
2.8.3.3. IIa C
2.8.3.3.1. Prática de treinamento aeróbico, resistido ou combinado em uma mesma sessão
2.8.3.4. IIb C
2.8.3.4.1. Monitorização contínua da glicose intersticial
2.8.3.4.2. Utilização de tabela de setas nos monitores flash, para manejo da glicemia
2.8.3.4.3. Reduzir o bolus prandial da refeição que antecede exercício físico
2.8.3.4.4. Monitoramento flash de glicose com base em glicose oxidase
2.8.3.5. III C
2.8.3.5.1. A solicitação de exames para rastreamento universal de DCV em pessoas com DM2 que pretendam iniciar a prática de exercícios físicos NÃO É RECOMENDADA de forma rotineira, exceto se houver sintomas típicos ou atípicos de DCV ou em pessoas de alto ou muito-alto risco cardiovascular.
2.8.4. Exercícios físicos
2.8.4.1. Exercício Resistido:
2.8.4.1.1. Exercício com pesos (musculação)
2.8.4.1.2. Exercício com elásticos
2.8.4.1.3. Exercício usando o peso corporal como sobrecarga
2.8.4.2. Exercício Aeróbico:
2.8.4.2.1. Caminhada
2.8.4.2.2. Corrida
2.8.4.2.3. Natação
2.8.4.2.4. Bicicleta
3. **HIPERTENSÃO**
3.1. O que é?
3.1.1. É uma condição em que a pressão arterial nas artérias está cronicamente elevada. Isso significa que o coração está trabalhando mais para bombear sangue através dos vasos sanguíneos. A pressão arterial é composta por dois números: a pressão sistólica, que é a pressão nas artérias quando o coração bate, e a pressão diastólica, que é a pressão nas artérias quando o coração está em repouso entre as batidas. A hipertensão é diagnosticada quando a pressão arterial é consistentemente igual ou superior a 130/80 milímetros de mercúrio (mmHg).
3.2. Causas
3.2.1. Genética
3.2.2. Dieta não balanceada
3.2.3. Obesidade
3.2.4. Sedentarismo
3.2.5. Consumo de Álcool e Tabagismo
3.2.6. Idade
3.2.7. Estresse Crônico
3.2.8. Condições Médicas Subjacentes:
3.2.9. Doença Renal Crônica
3.2.10. Apneia do Sono
3.2.11. Distúrbios Hormonais
3.2.12. Diabetes
3.2.13. Uso de Certos Medicamentos
3.3. Tipos
3.3.1. A hipertensão primária
3.3.2. A hipertensão secundária
3.4. Soluções
3.4.1. Dieta Balanceada
3.4.2. Exercícios Regulares
3.4.3. Reduzir o consumo de álcool e evitar fumar.
3.4.4. Praticar técnicas de relaxamento
3.4.5. Medicamentos
3.4.6. Medir a pressão arterial regularmente
3.4.7. Fazer consultas médicas regulares
3.5. Atividade Física
3.5.1. Redução da Pressão Arterial
3.5.2. Controle do Peso
3.5.3. Melhora da Função Cardíaca e Respiratória
3.5.4. Redução do Estresse e Ansiedade
3.5.5. Prevenção de Complicações
3.6. Hipertensao na saude publica
3.6.1. Prevalência Elevada
3.6.2. Fator de Risco para Doenças Cardiovasculares
3.6.3. Custos Econômicos Elevados
3.6.4. Impacto na Qualidade de Vida
3.6.5. Desigualdades de Saúde
3.6.6. Prevenção e Controle Possíveis
3.7. Exercícios físicos e atividades físicas que podem ser passadas
3.7.1. Caminhar
3.7.2. Natação
3.7.3. Pedalar em uma bicicleta
3.7.4. Yoga
3.7.5. Tai Chi
3.7.6. Alongamento
3.7.7. O treinamento de força com pesos leves a moderados
3.7.8. Exercícios de respiração profunda e relaxamento
3.8. Efeitos
3.8.1. Danos aos Vasos Sanguíneos e ao Coração
3.8.2. Danos aos Órgãos Vitais
3.8.3. Acidente Vascular Cerebral (AVC)
3.8.4. Danos nos Vasos Sanguíneos Periféricos
3.8.5. Problemas Cognitivos
3.8.6. Problemas de Gravidez
4. **OSTEOPOROSE**
4.1. **O que é?**
4.1.1. Osteoporose é uma doença óssea caracterizada pela diminuição da densidade e da qualidade dos ossos, tornando-os mais porosos e frágeis.
4.2. Efeitos
4.2.1. Diminuição da densidade óssea.
4.2.2. Aumento da porosidade dos ossos.
4.2.3. Maior fragilidade óssea.
4.2.4. Risco elevado de fraturas, especialmente no quadril, coluna vertebral e punho.
4.2.5. Perda de altura e deformidades ósseas, como a corcunda.
4.2.6. Dor crônica nas costas devido a fraturas vertebrais.
4.2.7. Mobilidade reduzida e impacto na qualidade de vida.
4.3. Causas
4.3.1. Alterações hormonais
4.3.2. Idade avançada
4.3.3. Fatores genéticos
4.3.4. Deficiências nutricionais
4.3.5. Estilo de vida sedentário
4.3.6. Uso de medicamentos
4.3.7. Condições médicas
4.3.8. Consumo excessivo de álcool e tabagismo.
4.4. Tipos
4.4.1. Osteoporose Primária
4.4.2. Pós-menopáusica (Tipo I)
4.4.3. Senil (Tipo II)
4.4.4. Osteoporose Secundária
4.4.5. Osteoporose Juvenil Idiopática
4.5. Soluções
4.5.1. Fraturas
4.5.2. Dor crônica
4.5.3. Perda de altura e deformidades
4.5.4. Mobilidade reduzida
4.5.5. Impacto na qualidade de vida
4.5.6. Complicações cirúrgicas
4.5.7. Aumento do risco de mortalidade
4.5.8. atvidade fisica
4.6. Saude Publica
4.6.1. Prevalência Crescente
4.6.2. Fraturas e Morbidade
4.6.3. Mortalidade Aumentada
4.6.4. Custos Econômicos Elevados
4.6.5. Impacto na Qualidade de Vida
4.6.6. Necessidade de Prevenção e Rastreamento
4.6.7. Desafios de Acesso ao Tratamento
4.7. Atividade fisica e a osteoporose
4.7.1. Fortalecimento Ósseo
4.7.2. Melhora da Resistência
4.7.3. Melhora do Equilíbrio e Coordenação
4.7.4. Redução do Risco de Fraturas
4.7.5. Melhora da Qualidade de Vida
4.8. Exercícios físicos e atividades físicas que podem ser passadas
4.8.1. Exercícios de Resistência
4.8.2. Levantamento de pesos leves
4.8.3. Treinamento de resistência progressiva
4.8.4. Atividades de Impacto Moderado
4.8.5. Caminhada
4.8.6. Dança
4.8.7. Exercícios de Equilíbrio e Coordenação
4.8.8. Yoga
4.8.9. Tai Chi
4.8.10. Exercícios de Flexibilidade e Alongamento
4.8.11. Alongamento
4.8.12. Pilates
4.8.13. Exercícios de Baixo Impacto
4.8.14. Natação e hidroginástica
4.8.15. Ciclismo estático
5. **DOENÇA DE ALZHEIMER**
5.1. O que é?
5.1.1. Demência ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem).
5.2. Causas
5.2.1. Placas senis decorrentes do depósito de proteína beta-amiloide.
5.2.2. Emaranhados neurofibrilares, frutos da hiperfosforilação da proteína tau.
5.2.3. Morte das células nervosas (neurônios).
5.3. Diagnóstico
5.3.1. Avaliação Clínica
5.4. Evolução da doença
5.4.1. Piora progressiva dos sintomas.
5.4.2. 3 fases: leve, moderada e grave.
5.5. Fatores de risco
5.5.1. Baixa escolaridade
5.5.2. Hipertensão
5.5.3. Perda auditiva
5.5.4. Obesidade
5.5.5. Sedentarismo
5.5.6. Depressão
5.5.7. Diabetes
5.5.8. Trauma craniano
5.5.9. Poluição do ar
5.5.10. Tabagismo
5.5.11. Etilismo
5.5.12. Isolamento social
5.6. Tratamento
5.6.1. Farmacológico
5.6.1.1. Inibidores da acetilcolinesterase ou anticolinesterásicos.
5.6.1.2. Memantina (reduz a toxicidade das células cerebrais).
5.6.2. Não farmacológico
5.6.2.1. Estimulação cognitiva
5.6.2.2. Estimulação social
5.6.2.3. Estimulação física
5.6.2.4. Organização do ambiente
5.7. Atendimento na Saúde Pública (SUS)
5.7.1. Portaria 703 do MS, de 12/04/12.
5.7.1.1. Consultas para diagnóstico.
5.7.1.2. Atendimento na rede púbica.
5.7.1.3. Atendimento em hospital-dia. *
5.7.1.4. Atendimento hospitalar.
5.7.1.5. Visita domiciliar de profissional da saúde. *
5.7.1.6. Tratamento acompanhado por equipe multidisciplinar. *
5.7.1.7. Programa de orientação e treinamento para familiares. *
5.7.1.8. Medicação gratuita.
5.7.2. Realidade no SUS
5.7.2.1. Falta de registro das primeiras queixas relativas à memória.
5.7.2.2. 1,5 anos, em média, para ter o diagnóstico.
5.7.2.3. Subdiagnóstico.
5.7.2.4. Número de profissionais e infraestrutura abaixo da média da OECD.
5.8. Exercícios recomendados
5.8.1. De acordo com as capacidades do paciente, sem restrições específicas.
5.8.2. Exercícios e atividades que trabalhem não só a parte física, mas também a cognição e que promovam a interação social.
5.8.2.1. Dança
5.8.2.2. Caminhadas Guiadas
5.8.2.3. Jogos de Bola controlados
5.8.2.4. Exercícios de Equilíbrio e Coordenação
5.8.2.5. Yoga ou Tai Chi
5.8.2.6. Jogos de Tabuleiro Ativos
5.8.2.7. Atividades de Jardinagem
5.8.2.8. Alongamentos com Instruções Verbais
5.8.2.9. Brincadeiras com Ritmo e Música