1. 3. Soluções Alternativas e Mitigação
1.1. 3.1. Restauração Ambiental e Reflorestamento
1.1.1. Reflorestamento da área devastada
1.1.2. Plantação de novas árvores e construção de corredores ecológicos
1.1.3. Fiscalização das áreas desmatadas
1.2. 3.2. Manejo Hídrico
1.2.1. Sistema de vazão mais rápido e ágil no rio Xingu
1.2.2. Garantir o pulso de inundação (cheias e vazantes naturais)
1.3. 3.3. Monitoramento e Fiscalização
1.3.1. Monitoramento contínuo e rigoroso da qualidade da água
1.3.2. Identificar e mitigar a poluição por nutrientes, sedimentos e gases de efeito estufa
1.3.3. Aeração do reservatório para reduzir a emissão de metano
1.3.4. Monitoramento das espécies ameaçadas e resgate
1.3.5. Monitoramento Ambiental Territorial Independente (Mati) por indígenas e ribeirinhos
1.4. 3.4. Sustentabilidade Energética
1.4.1. Investir em tecnologias e práticas que reduzam a emissão de poluentes
1.4.2. Adotar fontes de energia mais limpas
1.4.3. Implementação de filtros despoluidores
1.4.4. Utilização de tecnologias que minimizem a emissão de gases
1.4.5. Uso de fontes de energia renováveis (solar, eólica) para diversificar a matriz energética
2. 4. Aspectos Positivos (Informações da Usina)
2.1. 4.1. Capacidade de Geração
2.1.1. Capacidade instalada de 11.233 MW
2.1.2. Geração de energia limpa e renovável
2.1.3. Contribuição para a descarbonização da matriz elétrica brasileira
2.1.4. Redução da dependência de fontes fósseis e proteção contra flutuações de preços
2.2. 4.2. Impacto Regional
2.2.1. Promoção do desenvolvimento regional
2.2.2. Investimentos em infraestrutura, saúde, educação e saneamento
2.2.3. Execução de ações socioambientais voltadas às comunidades locais
2.3. 4.3. Inovação Tecnológica
2.3.1. Utilização de tecnologia de ponta na construção
2.3.2. Desenvolvimento de cimentos e adições de alto desempenho
2.3.3. Implantação de sistemas de controle e monitoramento avançados
2.4. 4.4. Engenharia e Construção
2.4.1. Obra de grande porte com uso de milhões de metros cúbicos de concreto e aço
2.4.2. Volume de materiais equivalente à construção de dezenas de estádios de futebol
2.4.3. Alta complexidade em logística, planejamento e execução
2.5. 4.5. Gestão de Águas
2.5.1. Operação em sistema de fio d’água
2.5.2. Minimização da área alagada
2.5.3. Redução dos impactos ambientais sobre o Rio Xingu
2.6. 4.6. Responsabilidade Socioambiental
2.6.1. Investimentos em unidades básicas de saúde e hospitais
2.6.2. Obras de saneamento básico
2.6.3. Ações de educação ambiental
2.6.4. Apoio a comunidades indígenas e ribeirinhas
3. 1. Impactos Ambientais
3.1. 1.1. Alteração do Regime Hidrológico
3.1.1. Redução do fluxo natural do Rio Xingu
3.1.2. Trecho de vazão reduzida ("Volta Grande do Xingu")
3.1.3. Afeta ecossistemas aquáticos
3.1.4. Prejuízo à reprodução de peixes migratórios (piracemas)
3.1.5. Morte de espécies da flora e fauna locais
3.1.6. Alterações abruptas e diárias nas quantidades de água liberadas
3.2. 1.2. Desmatamento e Perda de Vegetação
3.2.1. Supressão de floresta amazônica
3.2.2. Perda de biodiversidade vegetal
3.2.3. Aumento da fragmentação florestal
3.2.4. Emissão de gases do efeito estufa (decomposição de matéria orgânica no reservatório)
3.3. 1.3. Impactos na Fauna
3.3.1. Morte ou deslocamento de espécies aquáticas e terrestres
3.3.2. Prejuízo à reprodução de peixes migratórios
3.3.3. Ameaça a espécies endêmicas e ameaçadas
3.3.4. Redução drástica da quantidade de peixes
3.3.5. Peixes deformados e cemitério de ovas de curimatã
3.4. 1.4. Qualidade da Água
3.4.1. Aumento da sedimentação (assoreamento)
3.4.2. Redução na oxigenação da água
3.4.3. Possível proliferação de vetores (ex: mosquitos)
3.4.4. Poluição do solo e da água por resíduos da obra
3.4.5. Possível proliferação de vetores (ex: mosquitos)
3.5. 1.5. Ruído e Poluição
3.5.1. Ruídos da construção e operação
3.5.2. Poluição do solo e da água por resíduos da obra
3.6. 1.7. Mudanças Climáticas Locais
3.6.1. Emissão de gases do efeito estufa (decomposição de matéria orgânica no reservatório)
3.6.2. Alteração do microclima local
3.7. 1.6. Obras de Infraestrutura
3.7.1. Barragens, canais e reservatórios artificiais
3.7.2. Interrupção de rotas ecológicas naturais
3.7.3. Alterações significativas no relevo e transfiguração da paisagem local
4. 2. Impactos Socioambientais
4.1. 2.1. Altamira
4.1.1. Crescimento populacional desordenado
4.1.2. Enchentes e reassentamento forçado de milhares de pessoas
4.1.3. Infraestrutura da cidade sobrecarregada (saúde, educação, saneamento)
4.1.4. Problemas sociais e de segurança (Altamira se tornou uma das cidades mais violentas do Brasil)
4.1.5. Insegurança alimentar e nutricional (61% dos domicílios
4.1.6. Maior dificuldade de acesso a alimentos após a conclusão da barragem (69,7% dos domicílios)
4.2. 2.2. Terras Indígenas e Comunidades Ribeirinhas
4.2.1. Desalojamento de comunidades
4.2.2. Alteração de modos de vida tradicionais
4.2.3. Mudança na disponibilidade de alimentos (especialmente peixes)
4.2.4. Perda de territórios e recursos naturais
4.2.5. Desestruturação de ecossistemas e vidas de indígenas, ribeirinhos e pescadores
4.2.6. Ilhas na Volta Grande do Xingu (locais sagrados) afetadas