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REFLUXO da Mind Map: REFLUXO

1. SINTOMAS

1.1. Sintomas comuns

1.1.1. Vômito

1.1.2. Regurgitação

1.1.3. Esofagite

1.1.4. Rouquidão

1.1.5. Tosse

1.1.6. Síndrome de Sandifer

1.2. Lactentes

1.2.1. Cura espontânea até os 2 anos

1.2.2. Regurgitação

1.2.3. Irritabilidade

1.3. Crianças

1.3.1. Cronicidade

1.3.2. Recidivas

1.4. Grupo de risco

1.4.1. Neuropatas

1.4.2. Atresia de esôfago

1.4.3. Hérnia hiatal

1.4.4. Fibrose cística

1.4.5. Quimioterapia

1.4.6. Prematuro

1.4.7. Obesidade

2. Diagnóstico clínico

2.1. Função dos exames complementares

2.1.1. Documentar

2.1.2. Relacionar sintomas

2.1.3. Avaliar tratamento

2.1.4. Excluir outras causas

3. Exames complementares

3.1. Rx c contraste esofago, estomago, duodeno

3.1.1. Baixo custo

3.1.2. Fácil

3.1.3. Qualifica refluxo anatomicamente

3.1.4. Não quantifica episódios

3.1.5. Não estadia gravidade

3.1.6. Indicação:

3.1.6.1. Volvo ou obstruçao

3.1.6.2. Disfagia

3.1.6.3. Vômitos biliosos

3.2. Cintilografia gastroesofágica

3.2.1. Identifica refluxo pós dieta

3.2.2. Avalia esvaziamento gástrico

3.2.3. Detecta aspiração pulmonar

3.3. USG esôfagogástrica

3.3.1. Faz diagnóstico diferencial com estenose hipertrófica de piloro

3.4. Phmetria esofágica

3.4.1. Quantifica refluxo

3.4.2. Relaciona com sinais e sintomas

3.4.3. Não detecta refluxo pouco ácido (do lactente)

3.4.4. Indicação:

3.4.4.1. Avaliar sintomas atípicos

3.4.4.2. Pesquisa de refluxo oculto

3.4.4.3. Avaliação de tratamento em esôfago de Barret ou refluxo de difícil controle

3.4.4.4. Avaliação pré e pós operatória de paciente com refluxo

3.5. Impedânciometria esofágica intraluminal

3.5.1. Qualifica e quantifica refluxo

3.5.2. Utilizada em conjunto com phmetria

3.6. Manometria esofágica

3.6.1. Avalia motilidade do esôfago

3.6.2. Indicada em paciente com disfagia e odinofagia ( dismotiliade)

3.6.3. Paciente com endoscopia negativa sem melhora

3.7. Endoscopia digestiva alta com biópsia

3.7.1. Avalia mucosa

3.7.2. Coleta material para estudo

3.7.3. Diagnóstico diferencial com esofagite eosinofílica, úlcera duodenal e gastrite por H pylori

3.8. Teste terapêutico empírico com supressão ácida

3.8.1. Crianças maiores ou adultos

3.8.2. Uso de IBP por 4 semanas

3.8.3. Sintomas atípicos: azia, tosse crônica

4. Tratamento

4.1. Objetivos

4.1.1. Ganho de peso adequado

4.1.2. Crescimento adequado

4.1.3. Alívios dos sintomas

4.1.4. Cicatrização de lesões

4.1.5. Prevenção

4.2. Não medicamentoso (conservador)

4.2.1. Não usar roupas apertadas

4.2.2. Troca de fralda antes de mamar

4.2.3. Evitar tabagismo

4.2.4. Evitar refeições volumosas

4.2.5. Não comer antes de dormir

4.2.6. Dormir decúbito lateral esquerdo cabeceira elevada

4.3. Medicamentoso

4.3.1. Metoclopramida ou domperidona (adulto com vomito ou regurgitação)

4.3.2. Antiácido ranitidina (seguro) vamos usar em esofagite

4.3.3. IBP vamos usar em esofagite

4.3.3.1. Efeitos colaterais em criança

4.3.3.1.1. reações indiossincráticas

4.3.3.1.2. hipergastrinemia

4.3.3.1.3. Hipocloridria induzida

4.3.3.2. Deve ser usado antes da primeira refeição

4.3.3.3. Omeprazol 0,7 a 3,5 mg/kg/dia

4.3.3.4. Dose única diária normalmente indicada

4.3.3.5. Em caso de uso prolongalo fazer

4.3.3.6. Uso em lactente apenas quando houver doença induzida por ácido previamente documentada ( esofagite erosiva)

4.4. Cirúrgico

4.4.1. Casos graves e não solucionados com tratamento clínico

4.4.2. Grande hérnia hiatal ou esôfago de Barret

4.4.3. Avaliação prévia por gastroenterologista pediátrico