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DOENÇA DE ALZHEIMER da Mind Map: DOENÇA DE ALZHEIMER

1. A doença de Alzheimer (DA) é a patologia neurodegenerativa mais frequente associada a idade, em que as manifestações cognitivas e neuropsiquiátricas acabam gerando uma deficiência progressiva que leva a incapacitação.

2. Epidemiologia

2.1. É o tipo de demência mais comum em idosos e sua incidência aumenta de acordo com a idade

2.2. Acomete mais o sexo feminino do que o masculino

2.2.1. Longevidade

2.2.2. as mulheres quando possuem o alelo Apo e4 são mais suscetíveis a desenvolver a doença

2.3. A prevalência de DA a partir dos 60 anos, dobra a cada 5 anos

2.4. A incidência de DA no Brasil fica em torno de 14,8 casos/1.000 habitantes por ano

2.5. A prevalência da doença aumentou de forma significativa com a idade, passando de 0,16% entre os indivíduos com idades de 65 a 69 anos para 23,4% na faixa etária de 85 anos ou mais

2.6. DA é o tipo de demência mais comum na América Latina, com taxas de incidência entre as demências variando de 49,9% na Venezuela a 84,5% no Chile

2.7. Mais incidente em negros e latinos

2.8. Gene pre senidade 1 (associado a fatores genéticos)

3. Diagnóstico diferencial

3.1. Demência vascular

3.1.1. Alteração de marcha

3.2. Doença de Parkinson

3.2.1. Alucinações visuais e distúrbio específico do sono

3.3. Demência por corpúsculos de Lewy

3.4. Alcoolismo crônico

3.5. Deficiência de vitaminas

3.5.1. VITAMINA B12

3.6. Doença de Wilson

3.6.1. demência + tremor

3.6.1.1. Depósito de cobre nos núcleos da base

3.7. doença de Huntington

3.8. Demência familiar (britânica)

3.9. HIV a longo prazo

3.10. Causas infecciosas

3.10.1. HIV a longo prazo

3.10.2. Neurossífilis

3.11. Hidrocefalia de pressão normal

3.11.1. Causa incomum, associada a demência de leve a moderada!

3.11.2. Urgência miccional

4. Fatores de Risco

4.1. Adquiridos

4.1.1. Alto LDL e Baixo HDL

4.1.2. DM

4.1.3. HAS

4.1.3.1. Depressão em idosos

4.1.4. Tabagismo

4.1.5. níveis elevados de homocisteína

4.1.6. traumatismo cranioencefálico

4.1.7. obesidade

4.1.8. angiopatia amiloide

4.1.9. AINES

4.1.10. Omeprazol a muito longo prazo

4.2. Genéticos

4.2.1. Alterações nos cromossomos

4.2.1.1. 1

4.2.1.2. 14

4.2.1.3. 21

4.2.2. Presença do alelo Apo e4

4.2.3. PRESEN 1

4.2.4. Gene APP

4.3. IDADE AVANÇADA

4.4. FATORES PROTETORES

4.4.1. Dieta do mediterrâneo

4.4.2. Atividade Física

4.4.3. Vinho

4.4.4. Maior atividade intelectual

5. Diagnóstico

5.1. É essencialmente clínico, mas alguns exames de imagem podem demostrar alterações

5.1.1. RM

5.1.1.1. Escala de Fazekas

5.1.1.1.1. lesões hiperintensa em T2, presentes na substância branca.​

5.1.1.2. Escala de atrofia global

5.1.1.2.1. 0: ausência de atrofia​ 1: leve atrofia, representada principalmente pela abertura dos sulcos​ 2: atrofia moderada, representada pela redução do volume dos giros​ 3: atrofia severa, representada pelo achado “lâmina de faca”

5.1.1.3. MTA

5.1.1.3.1. 0: sem atrofia 1: apenas alargamento da fissura coroidea 2: alargamento da fissura coroidea e do corno temporal do ventrículo lateral 3: perda moderada do volume hipocampal (redução da sua altura) 4: perda severa do volume hipocampal

5.2. Clínico

5.2.1. História do paciente

5.2.2. Critérios

5.2.2.1. Teste de fluência

5.2.2.1.1. Aporte de linguagem

5.2.2.2. Minimental

5.2.2.2.1. memoria

5.2.2.2.2. escrita

5.2.2.2.3. Linguagem

5.2.2.3. Teste do relógio

5.2.2.3.1. pode ser feito dentro do minimental

5.2.2.4. Teste de Montreal

5.2.2.5. NINCDS-ADRDA

5.2.2.6. NIH-NIA

5.2.2.7. Escala da independência

5.3. Os exames complementares têm como objetivo principal descartar causas potencialmente tratáveis de demência

5.3.1. Laboratoriais

5.3.1.1. hemograma

5.3.1.2. Creatinina

5.3.1.3. TSH

5.3.1.4. Albumina

5.3.1.5. Vit. B12

5.3.1.6. Ác. Fólico

5.3.1.7. Reações sorológicas para sífilis (VDRL) e HIV

5.3.2. análise do LCR

5.3.2.1. Indicado em casos de demência de início pré-senil

5.3.3. RM