BIOQUÍMICA

Bioquímica

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BIOQUÍMICA da Mind Map: BIOQUÍMICA

1. ÁCIDOS NUCLEICOS

1.1. Os ácidos nucleicos podem ser definidos como polímeros (macromoléculas formadas a partir de unidades menores) compostos por moléculas conhecidas como nucleotídeos. Os dois ácidos nucleicos existentes são o ácido desoxirribonucleico (DNA) e o ácido ribonucleico (RNA). Eles são responsáveis por codificar e traduzir as informações que determinam a síntese das várias proteínas encontradas nos seres vivos.

1.1.1. DNA

1.1.1.1. O DNA é o ácido nucleico responsável por armazenar as informações hereditárias. As informações genéticas nessa molécula estão organizadas em unidades chamadas de genes, os quais são herdáveis. Esse ácido nucleico é formado por dois polinucleotídios dispostos de maneira espiralada em torno de um eixo imaginário (dupla-hélice).

1.1.2. RNA

1.1.2.1. O RNA é um ácido nucleico relacionado com a síntese de proteínas. Além disso, algumas moléculas de RNA apresentam função catalítica, sendo denominadas de ribozimas. As moléculas de RNA, diferentemente das moléculas de DNA, apresentam-se como cadeias simples. Em algumas situações, o pareamento ocorre, mas com bases presentes em uma mesma cadeia.

2. VITAMINAS

2.1. As vitaminas são moléculas orgânicas fundamentais para nossa saúde e encontradas em nossos alimentos

2.1.1. Lipossolúveis

2.1.1.1. São aquelas solúveis em gordura e caracterizam-se por se acumularem no fígado e na gordura do corpo (tecido adiposo). Como exemplo de vitaminas lipossolúveis temos as vitaminas A, D, E e K.

2.1.2. Hidrossolúveis

2.1.2.1. São aquelas solúveis em água. Como exemplo de vitaminas hidrossolúveis temos a vitamina C e as vitaminas do complexo B.

2.2. São aquelas solúveis em água. Como exemplo de vitaminas hidrossolúveis temos a vitamina C e as vitaminas do complexo B.

3. CARBOIDRATOS

3.1. Grupo responsável pela liberação de energia para o trabalho de todas as células do ser vivo. A glicose é o ppincipal fornecedor de energia

3.1.1. Monossacarídeos

3.1.1.1. Carboidratos simples que atuam como blocos (monômeros) a partir dos quais serão formados os outros carboidratos mais complexos, como os dissacarídeos e os polissacarídeos. Os monossacarídeos podem ser classificados de acordo com a cadeia principal de carbono

3.1.2. Dissacarídeos

3.1.2.1. Carboidratos formados por dois monossacarídeos por meio de ligações glicosídicas

3.1.3. Polissacarídeos

3.1.3.1. Carboidratos complexos formados por vários monossacarídeos unidos entre si por ligações glicosídicas.

3.2. GLICOSE

3.2.1. A glicose é um carboidrato considerado uma das principais fontes de energia. O pâncreas é o órgão responsável em produzir o hormônio denominado insulina, e que é o responsável por permitir a entrada da glicose em nossas células

3.2.2. GLICÓLISE

3.2.2.1. A glicólise é o processo de oxidação da glicose (carboidrato), principal fonte energética dos seres vivos, que utilizam essa molécula para o funcionamento adequado do metabolismo. Esse processo divide uma molécula de glicose, que é constituída por seis átomos de carbono, em duas moléculas de piruvato, com três carbonos cada. Isso ocorre em duas etapas, no citosol dos organismos procarióticos e eucarióticos: a primeira etapa ocorre com gasto de energia e é denominada de investimento energético; já a segunda, denominada de compensação energética, repõe o que foi consumido e ainda produz mais duas moléculas de ATP.

3.2.3. Glicogênio

3.2.3.1. Glicogênio (C6H10O5)n é uma reserva de energia produzida e armazenada pelo nosso corpo através da transformação dos carboidratos que ingerimos em glicose

3.2.4. Glicogênese

3.2.4.1. A via glicogênica é responsável pela formação do glicogênio. Esse processo inicia-se com a fosforilação da glicose a glicose-6-fosfato, que é convertida a glicose-1-fosfato, uma reação reversível. A partir da glicose-1-fosfato, forma-se a UDP-glicose (uridina-difosfato de glicose), que é o ponto de ramificação para a síntese do glicogênio e a fonte de todos os resíduos glicosil que serão adicionados à nova molécula de glicogênio.

3.2.5. Glicogenólise

3.2.5.1. A glicogenólise é a via que causa a degradação do glicogênio a fim de atender as necessidades metabólicas do organismo. O glicogênio é degradado por duas enzimas: a glicogênio-fosforilase e a enzima desramificadora. A primeira enzima quebra os resíduos glicosil, liberando glicose-1-fosfato. Já a enzima desramificadora remove os resíduos glicosil próximos das ramificações

4. A composição quimíca de 99.99% dos seres vivos é formada pela combinação de 6 elementos quimícos

4.1. CHONPS

4.1.1. Carbono(C) Hidrogênio(H) Oxígênio(O) Nitrogênio(N) Fósforo(P) Enxofre(S)

5. PROTEÍNAS

5.1. Proteína é um tipo de substância formada a partir de um conjunto de aminoácidos ligados entre si (ligações denominadas de peptídicas). Em outras palavras, as proteínas são compostas por moléculas de carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio.

5.1.1. Função das proteínas

5.1.1.1. assumir o papel de enzimas, influenciando diretamente a aceleração de uma reação química; movimentar músculos (realizado pela miosina e actina); composição hormonal; composição de anticorpos; coagulação sanguínea; transporte de oxigênio (feito pela hemoglobina).

5.1.2. Entre os alimentos que se destacam pela grande quantidade desse nutriente, podemos citar as carnes, leite, ovos, cereais integrais, feijão, legumes e vegetais folhosos.

6. AMINOÁCIDOS

6.1. Os aminoácidos podem ser definidos como moléculas orgânicas que apresentam grupos — carboxila (-COOH) e amino (-NH3) — ligados a um único carbono, denominado de carbono alfa. Esse carbono é observado no centro do aminoácido e liga-se ao grupo amino, ao grupo carboxila, a um átomo de hidrogênio e a um grupo variável, que é chamado de cadeia lateral ou grupo R.

6.1.1. Função dos aminoácidos

6.1.1.1. Os aminoácidos são moléculas importantes que atuam como subunidades na construção das proteínas. As proteínas são macromoléculas essenciais para os seres vivos, atuando, entre outras funções, na defesa do organismo, na comunicação celular, no transporte de substância, na movimentação e contração de certas estruturas, e como catalisadores de reações químicas (enzimas).

6.2. Aminoácidos naturais ou não essenciais

6.2.1. São os aminoácidos produzidos pelo próprio organismo, sendo 12 no total: glicina, alanina, serina, histidina, asparagina, glutamina, cisteína, prolina, tirosina, arginina, ácido aspártico e ácido glutâmico;

6.3. Aminoácidos essenciais

6.3.1. São os aminoácidos que não são sintetizados pelo organismo e que precisam ser obtidos através da alimentação. Correspondem a oito aminoácidos: fenilalanina, valina, triptofano, treonina, lisina, leucina, isoleucina e metionina.

7. LIPÍDEOS

7.1. Os lipídios ou gorduras são moléculas orgânicas insolúveis em água e solúveis em certas substâncias orgânicas, tais como álcool, éter e acetona. Também chamados lípidos ou lipídeos, essas biomoléculas são compostas por carbono, oxigênio e hidrogênio.

7.1.1. Funções dos Lipídios

7.1.1.1. Reserva de energia: utilizada pelo organismo em momentos de necessidade, e está presente em animais e vegetais; Isolante térmico: nos animais as células gordurosas formam uma camada que atua na manutenção na temperatura corporal, sendo fundamental para animais que vivem em climas frios; Ácidos graxos: estão presentes nos óleos vegetais extraídos de sementes, como as de soja, de girassol, de canola e de milho, que são usados na síntese de moléculas orgânicas e das membranas celulares. Absorção de vitaminas: auxiliam a absorção das vitaminas A, D, E e K que são lipossolúveis e se dissolvem nos óleos. Como essas moléculas não são produzidas no corpo humano é importante o consumo desses óleos na alimentação.

7.1.2. Estão presentes nas superfícies das folhas de plantas, no corpo de alguns insetos, nas ceras de abelhas e até mesmo aquela que há dentro do ouvido humano.

7.1.3. Carotenoides

7.1.3.1. São pigmentos alaranjados presentes nas células de todas as plantas que participam na fotossíntese junto com a clorofila, porém desempenha papel acessório.

7.1.4. Fosfolipídios

7.1.4.1. São os principais componentes das membranas das células, é um glicerídeo (um glicerol unido a ácidos graxos) combinado com um fosfato.