Linha do tempo referente ao ensino da escrita nas aulas de língua portuguesa.

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Linha do tempo referente ao ensino da escrita nas aulas de língua portuguesa. da Mind Map: Linha do tempo referente ao ensino da escrita nas aulas de língua portuguesa.

1. ANOS 1980

1.1. Deixou-se de “fazer redações” e se passe a “produzir textos”

1.1.1. Deu-se prioridade então às orientações direcionadas para os aspectos mais formais do texto, que buscavam garantir a estruturação e a hierarquização textual interna,

1.1.1.1. As reflexões do período prepararam o terreno e foram fundamentais para que a perspectiva sociointeracionista da linguagem ganhasse força nas salas de aula de língua materna nos anos subsequentes.

1.2. Deixou-se de “fazer redações” e se passe a “produzir textos”

2. ANOS 1990

2.1. Na segunda metade dos anos 1990, o ensino de gêneros textuais ganhou espaço na sala de aula.

2.1.1. Logo depois de ideias de pesquisadores, como Baktin, Schneuwly & Dolz, Marcuschi , Miller, Rojo, Bazerman e outros, passaram a destacar a importância de se compreender os gêneros textuais em relação às práticas sociais.

2.1.1.1. Os gêneros textuais são entendidos como ações interlocutivas que organizam a vida das pessoas no âmbito das práticas sociais.

2.1.1.1.1. O gênero textual é de natureza maleável por isso mesmo, em seu processo de produção e de circulação, no fluxo interacional entre leitor-texto-autor, está sujeito a incompreensões e transgressões.

2.1.1.1.2. O ensino de produção textual com base em gêneros disponibiliza as condições pedagógicas que podem levar o aluno a compreender como participar de maneira ativa e crítica as ações da comunidade.

3. A ESCOLA COMTEMPORANÊA

3.1. Compreende a escrita como um diálogo entre escritor-texto-leitor, como uma prática social efetiva, sem descuidar do ensino do gênero textual e da temática estudados.

3.1.1. Tendo a preocupação das produções textuais com o planejamento, a construção, edição dos textos, rotineiros de cada gênero textual pertencente.

4. INÍCIO DO SÉCULO XX ATÉ MEADOS DOS ANOS 1950

4.1. Do início do século XX até o final dos anos 1980, as aulas direcionadas para o ensino da língua portuguesa dedicavam, em maior ou menor grau, parte expressiva do seu tempo a questões voltadas para a escrita correta, compreendida como a escrita que primava pela observância das regras da gramática normativa e da ortografia.

4.1.1. O século XX dá continuidade ao encaminhamento pedagógico que já vinha sendo adotado nas últimas décadas do século XIX.

4.1.1.1. A escrita em sala de aula era solicitada na forma de uma “composição livre”, de uma “composição à vista de gravura”, de “trechos narrativos” ou ainda de “cartas”.

4.1.1.1.1. Bastava que os alunos aprendessem a escrever e a juntar frases gramaticalmente corretas.

5. ANOS 1960 E 1970

5.1. As décadas de 1960 e 1970 caracterizaram-se por uma significativa ampliação do acesso da população brasileira à escolarização formal pública.

5.1.1. Lei 5692 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1971

5.1.1.1. De modo geral, os livros didáticos ensinavam que em toda comunicação deve existir: alguém, chamado emissor, que transmita uma informação ou mensagem. Também deve existir alguém, chamado receptor, que a receba e a entenda. Quem fala e escreve é o emissor; quem ouve ou lê é o receptor. Mensagem é aquilo que se comunica através das palavras de nossa língua ou através de outros sinais. (MESQUITA; LIMA, 1978, p. 27).

5.1.1.1.1. Formação de um aluno capaz de se expressar com eficiência via mensagens padronizadas, dirigidas para qualquer pessoa e, ao mesmo tempo, para ninguém.