INTEROPERABILIDADE EM SAÚDE

Iniziamo. È gratuito!
o registrati con il tuo indirizzo email
INTEROPERABILIDADE EM SAÚDE da Mind Map: INTEROPERABILIDADE EM SAÚDE

1. O QUE É:

1.1. É a capacidade de um sistema em trabalhar com outros sem a necessidade de intervenção de uma pessoa

1.1.1. Através de diferentes sistemas que permitem a troca simultânea de dados entre diversas ferramentas

1.1.1.1. Gerando mais informações e relações significativas no cuidado do paciente

2. ELE PERMITE:

2.1. Um sistema de gestão que rastreie os pacientes em qualquer nível de atenção, além de fazer um levantamento sobre os serviços clínicos mais demandados

2.1.1. Prontuários eletrônicos que incorporam todos os dados do paciente e compartilhá-los com outros profissionais, proporcionando uma continuidade completa da assistência á saúde

2.1.1.1. Emitir e enviar laudos a distância com qualidade de imagem e rapidez na entrega, garantindo também diagnósticos mais rápidos e terapêutica mais direcionada ao problema

3. VANTAGENS DO USO:

3.1. Visão integral da saúde, já que possibilita reunir, compartilhar e utilizar as diferentes informações de um mesmo paciente, proporcionando intervenções apropriadas

3.1.1. Agilidade nos processos e melhor comunicação entre os profissionais, reduzindo erros preveníveis e aumentando a segurança nas intervenções

3.1.1.1. Promove maior autonomia e engajamento do paciente e seus familiares, além de redução de custos, pois fornece uma melhor visualização e controle do setor financeiro

4. COMO IMPLEMENTAR A INTEROPERABILIDADE:

4.1. Inserção de softwares adequados aos propósitos assistenciais, selecionando as plataformas que atendam as exigências, que é compatível com os computadores e qual será o custo final de implantação e manutenção

4.1.1. Treinamento da equipe para que possam compreender o sistema antes de colocá-lo em prática e sanar todas as dúvidas

4.1.1.1. Humanização dos cuidados, para que as atividades sejam realizadas eficientemente, com nível de compreensão dos funcionários e o tipo de conduta que será utilizada

5. QUAIS SISTEMAS SÃO APROPRIADOS:

5.1. TISS - é o modelo padrão para troca de informações entre os agentes de saúde suplementar e planos de saúde

5.1.1. HL7 - produz protocolos de transmissão de mensagens entre os equipamentos, base de dados e sistemas de gestão

5.1.1.1. ERP - está relacionado a levantamento de contas a pagar e receber, monitoramento do faturamento, pedido de compras entre outras

5.2. PEP - agrega de forma virtual todas as informações clínicas, medicamentosas, laboratoriais e radiológicas do paciente, além de garantir segurança no acesso e transmissibilidade dos dados

5.2.1. HIS - apura o levantamento da produtividade hospitalar, ambulatorial e de consultas dos profissionais de saúde, e serão escolhidos conforme a complexidade da assistência à saúde prestada

6. DESAFIOS PARA IMPLEMENTAÇÃO:

6.1. Adoção de padronização de estruturas para representação dos dados, mensagens e vocabulário

6.1.1. Exigência de treinamento dos profissionais da tecnologia da informação e dos que usarão os sistemas posteriormente (profissionais de saúde em geral)

6.1.1.1. Necessidade de garantir segurança e confidencialidade dos dados dos pacientes com a integração dos sistemas

7. CENÁRIO ATUAL NO BRASIL:

7.1. Apenas uma pequena parcela do mercado local já aderiu ao modelo, o que deve ser incentivado com maior intensidade

7.1.1. Já existem empresas de alta performance em tecnologia em saúde que poderá intermediar essa migração e agregar novas funcionalidades aos softwares já existentes, otimizando a rotina dos novos interessados

7.1.1.1. Já que utilizar a interoperabilidade em saúde é uma das melhores estratégias para obter melhorias em gestão e cuidados assistenciais oferecidos pelo seu estabelecimento

8. PORTARIA Nº 2.073, DE 31 DE AGOSTO DE 2011

8.1. Regulamenta o uso de padrões de interoperabilidade e informação em saúde para sistemas de informação em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde

8.1.1. Nos níveis Municipal, Distrital, Estadual e Federal, e para os sistemas privados e do setor de saúde suplementar