1. 7
1.1. Principais agravos
1.1.1. mal ou prejuízo à saúde de um ou mais indivíduos, de uma coletividade ou população
1.1.1.1. danos a integridade física
1.1.1.2. danos a integridade mental
1.1.1.3. danos a integridade social
1.1.1.4. provocados por doenças ou circunstancias nocivas
1.1.1.4.1. acidentes
1.1.1.4.2. intoxicações
1.1.1.4.3. abuso de drogas
1.1.1.4.4. ou fazem parte da lista de doenças heteroinfligidas
2. 5
2.1. Subnotificação
2.1.1. “A subnotificação de agravo de notificação compulsória ocorre quando um caso não é notificado ao sistema de informação ou ocorre fora do período estabelecido” (OLIVEIRA et al., 2004, p. 549).
2.1.2. constituem-se nas principais dificuldades enfrentadas pela vigilância epidemiológica
2.1.2.1. elas afetam as ações do poder público nos seus processos de enfrentamento dos problemas de saúde (MELO, 2012)
2.1.2.2. e as estimativas das magnitudes das doenças de forma equivocada
2.1.2.2.1. prejudicam o planejamento das ações de prevenção e controle (OLIVEIRA et al., 2004; PILLAYE; CLARKE, 2003).
2.1.2.3. Podem também diminuir a eficiência das ações de controle de doenças
2.1.2.3.1. na medida em que induzem a distorções nas tendências de suas incidências
2.1.2.3.2. ou na estimativa do risco
2.1.2.4. interferem na avaliação do impacto das medidas de intervenção
2.1.3. estão atreladas à “pouca sensibilidade e informação dos profissionais de saúde
2.1.3.1. particularmente dos médicos da rede privada
3. 6
3.1. Exemplos
3.1.1. Dengue
3.1.1.1. É estimado que 50 milhões de infecções por dengue ocorram anualmente
3.1.1.1.1. e que aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas morem em países onde a dengue é endêmica.
3.1.1.2. Na região das Américas, a doença tem se disseminado com surtos cíclicos ocorrendo a cada 3/5 anos
3.1.1.2.1. No Brasil, a transmissão vem ocorrendo de forma continuada desde 1986
3.1.1.3. Nos últimos 50 anos, a incidência aumentou 30 vezes
3.1.1.3.1. com ampliação da expansão geográfica para novos países
3.1.2. Febre Chikungunya (CHIKV)
3.1.2.1. O CHIKV foi isolado inicialmente na Tanzânia por volta de 1952.
3.1.2.1.1. Desde então, há relatos de surtos em vários países do mundo
3.1.2.2. Não é uma doença de alta letalidade
3.1.2.2.1. tem elevada taxa de morbidade associada à artralgia persistente
3.1.2.3. Nas Américas, em dezembro de 2013, teve início uma grande epidemia de Chikungunya em diversas ilhas do Caribe
3.1.2.3.1. Existe a possibilidade de ocorrência de epidemias no Brasil
3.1.3. Tuberculose
3.1.3.1. É um sério problema de saúde pública, com profundas raízes sociais.
3.1.3.1.1. A cada ano são notificados:
3.1.3.2. tem cura e o tratamento é gratuito, sendo disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
3.1.3.3. a OMS redefiniu a classificação de países prioritários
3.1.3.3.1. Alguns países aparecem em mais de uma lista, totalizando assim 48 países
3.1.3.3.2. Alista é dada por:
4. 4
4.1. Notificação
4.1.1. Ficha Individual de Notificação (FIN)
4.1.1.1. preenchida pelas unidades assistenciais para cada paciente quando
4.1.1.1.1. a suspeita da ocorrência de problema de saúde de notificação compulsória
4.1.1.1.2. ou de interesse nacional, estadual ou municipal.
4.1.2. Realizado por meio de dois módulos:
4.1.2.1. Individual/Investigação
4.1.2.1.1. Os agravos compulsórios e agravos de interesse nacional que apresentam
4.1.2.2. Individual/Conclusão
4.1.2.2.1. agravos de interesse estadual e municipal que apresentam a Ficha de Notificação e o módulo de conclusão.
5. 1
5.1. Surgimento
5.1.1. O SINAN foi concebido e desenvolvido em 1993, no formato do sistema operacional DOS.
5.1.1.1. Entre 1998 e 2000, foi desenvolvido o SINAN na plataforma Windows – SINAN Windows
5.1.2. Sinan Net
5.1.3. Sinan online (Dengue/Chikungunya)
5.1.4. Sinan Influenza.
6. 2
6.1. Objetivo
6.1.1. Padronizar a coleta e o processamento dos dados sobre doenças e agravos de notificação em todo o território nacional
6.1.2. Transmitir dados
6.1.3. Disseminar dados gerados rotineiramente pelo Sistema de Vigilância Epidemiológica brasileira
6.1.3.1. Auxiliar o planejamento em Saúde
6.1.4. Realizar o monitoramento da saúde da população e prever a ocorrência de eventos
6.1.4.1. Identificar a realidade epidemiológica de determinada área geográfica
7. 3
7.1. Como é alimentado
7.1.1. Pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam na lista nacional de doenças de notificação compulsória.
7.1.1.1. É facultado a estados e municípios incluir outros problemas de saúde importantes em sua região
7.1.1.1.1. Varicela no estado de Minas Gerais
7.1.1.1.2. Difilobotríase no município de São Paulo.