1. Estágios do desenvolvimento
1.1. O que o indivíduo consegue fazer em faixas etárias específicas
1.1.1. 1° período: sensório-motor (0-2 anos)
1.1.1.1. Recém nascido: aparelhos reflexos (sucção)
1.1.1.2. 1 ano: o mundo não é mais uma extensão do próprio corpo
1.1.1.3. 2 anos: atitude ativa e participativo + imitação de regras
1.1.2. 2° período: pré-operatório (2-7 anos)
1.1.2.1. Aparecimento da linguagem (acarreta modificações nos aspectos intelectual, afetivo e social)
1.1.2.2. Desenvolvimento do pensamento acelera
1.1.2.3. Início: exclui a objetividade/ Fim: procura razão causal e finalista
1.1.2.4. Repertório verbal: grande parte imitativo
1.1.2.5. Dificuldade em reconhecer a ordem dos eventos
1.1.3. 3° período: operações concretas (7-12 anos)
1.1.3.1. Egocentrismo intelectual e social é superado
1.1.3.2. Início da construção lógica
1.1.3.2.1. Trabalha 2 pontos de vista simultaneamente
1.1.3.3. Forma conceito de número
1.1.3.4. Afetivo: Autonomia crescente em relação ao adulto
1.1.4. 4° período: operações formais (11 em diante)
1.1.4.1. Capacidade de abstrair e generalizar
1.1.4.2. Reflexão espontânea
1.1.4.2.1. Cria teorias sobre o mundo
1.1.4.3. Relações sociais: inicialmente antissocial
1.1.4.3.1. Posteriormente atinge um equilíbrio
1.1.4.4. Afetivo: vive conflitos
1.1.4.4.1. Deseja libertar-se do adulto mas depende dele
1.2. Desenvolvimento moral
1.2.1. ANOMIA (até 5 anos)
1.2.1.1. Regras não são seguidas
1.2.1.2. Indivíduo não conhece BEM x MAL mas sim sentido de hábito/ dever
1.2.1.3. Falta de objetivo e perda de identidade
1.2.1.3.1. Devido às intensas transformações do mundo moderno
1.2.2. HETERONOMIA (até 10 anos)
1.2.2.1. Moral= autoridade
1.2.2.2. Regras= impostas pela tradição (imutáveis)
1.2.2.3. Dependência e submissão
1.2.3. AUTONOMIA (a partir de 10 anos)
1.2.3.1. Moral pela reciprocidade
1.2.3.1.1. Moral pressupõe a inteligência
2. Visão interacionista
2.1. Epigênese
2.1.1. Teoria que tenta explicar desenvolvimento individual
2.1.2. Relação de interdependência (sujeito conhecedor// objeto a conhecer)
2.1.2.1. Equilíbrio entre organismo e meio inserido
2.1.3. Sujeito epistêmico
2.1.3.1. Papel central do modelo piagetiano
3. Equilibração
3.1. Cognição
3.1.1. Permite ao sujeito selecionar, generalizar e representar leis que possibilitam transformar a realidade
3.2. Caráter universal mas pode sofrer variações em função de conteúdos culturais
3.3. Fatores variantes
3.3.1. Inteligência não é herdada
3.3.2. Representados pelo conceito de esquema
3.3.3. Desajustes no meio eliciam esforços para a adaptação se restabelecer
3.3.3.1. Assimilação e acomodação
3.3.3.1.1. Assimilação: tentativa de solucionar a partir da cognição
3.3.3.1.2. Acomodação: capacidade de modificação da estrutura mental antiga
3.3.3.1.3. São complementares
3.4. Fatores invariantes
3.4.1. Estruturas biológicas (sensoriais e neurológicas)
3.4.2. “Motor” do comportamento inerente do ser
3.4.3. Marcas inatas: tendência natural à organização e adaptação