1. Impacto da vacinação e o papel do farmacêutico
1.1. Estratégias, benefícios e ações de vacinação.
1.1.1. Reduz o número de casos de doenças infecciosas a transmissão é diminuída, diminuição do número de hospitalizações, redução de gastos com medicamentos, redução da mortalidade e erradicação de doenças.
1.2. Requisitos técnicos e legislação aplicados à vacinação.
1.2.1. Papel dos farmacêutico na imunização
1.2.1.1. pesquisa, produção, seleção, planejamento, distribuição e demais etapas do ciclo logístico, vigilância de saúde, Programa Nacional de Imunizações (PNI) e prestar o serviço de vacinação.
1.2.2. serviços de vacinação humana
1.2.2.1. RDC 197 Anvisa, dez 2017
1.2.2.1.1. Se aplica a serviços públicos, privados, filantrópicos, civis ou militares
1.2.2.2. O estabelecimento deve: Estar licenciado para o serviço de vacinação por autoridade sanitária competente, estar inscrito e manter seus dados atualizados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, ter um responsável técnico e um substituto e contar com profissional legalmente habilitado para desenvolver as atividades de vacinação, enquanto o serviço de vacinação estiver sendo oferecido
1.2.2.2.1. Ter área de recepção dimensionada de acordo com a demanda e separada da sala de vacinação, ter sanitário e calendário Nacional de Vacinação do SUS, afixado em local visível ao usuário
1.2.2.3. Responsabilidade Técnica
1.2.2.3.1. O RT do estabelecimento de saúde pode ser o mesmo do serviço de vacinação, precisa ser habilitado para as 2 funções e designado formalmente pelo responsável legal, deve haver um substituto (para casos de ausência como férias, licença). Qualquer profissional legalmente habilitado para vacinação pode executar este serviço e não somente o RT e deve ter o nível superior.
1.3. Ações educativas e combate a fake news
1.3.1. Desinformação antivacinas
1.3.1.1. A crença de que as vacinas obrigatórias são um plano secreto e maligno, relação entre vacinas e autismo, alegações de que metais nocivos, como mercúrio, estão presentes em vacinas em alta dosagem, argumentos de que as vacinas prejudicam o corpo, enquanto terapias e produtos naturais seriam a verdadeira maneira de prevenir doenças
1.3.2. Estratégias de combate
1.3.2.1. Rever as estratégias de comunicação incrementar esforços de comunicação para grupos mais vulneráveis à desinformação. Desenvolver campanhas focadas em redes sociais mais, melhor e mais rápida verificação de fatos introduzir legislação que garanta que usuários de redes sociais recebam correções transparência nas esferas governamentais
1.4. Como organizar uma campanha de vacinação com o modelo de parceria público - privada
1.4.1. A farmácia precisa estar legalmente habilitada nos termos da legislação vigente para o serviço de vacinação, ou seja, ter autorizado este serviço no alvará sanitário. • O farmacêutico deve formalizar, por meio de um ofício dirigido à secretaria de saúde do município, a intenção da farmácia em participar da Campanha de Vacinação do SUS. • Uma reunião presencial entre os farmacêuticos da farmácia privada e os representantes do poder público pode ser importante para o estreitamento dos laços e o delineamento da parceria. • Assinatura de um termo de cooperação entre as partes, que estabeleça as regras e condições da parceria proposta.