Administração geral

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Administração geral da Mind Map: Administração geral

1. Conceitos básicos

1.1. Organização

1.1.1. conjunto de pessoas e recursos para alcançar objetivos comuns

1.1.2. conjunto de esforços individuais para realizar propósitos coletivos

1.2. Administração

1.2.1. processo para alcançar objetivos por meio de pessoas e recursos

1.2.2. Processo de planejar, organizar, liderar, controlar e utilizar os recursos organizacionais disponíveis

1.2.3. CONCEITO OBJETIVO

1.2.3.1. planejar, organizar, dirigir, controlar

1.2.3.1.1. Ex: caiu em prova

1.2.3.1.2. P

1.2.3.1.3. O

1.2.3.1.4. D

1.2.3.1.5. C

1.2.4. CONCEITO SUBJETIVO

1.2.4.1. dirigente, tomador de decisões estratégicas

1.3. Eficiência

1.3.1. fazer mais com menos gastos e em menor tempo/ evitar desperdícios / fazer certo as coisas / melhor relação de custo x benefício

1.3.1.1. conceito mais limitado que a eficácia - relacionado com o trabalho interno da organização.

1.4. Eficácia

1.4.1. quando o produto/serviço/processo atinge a meta - fazer as coisas certas / cumprir metas

1.4.1.1. conceito mais abrangente que a eficiência

1.5. Efetividade

1.5.1. fazer a coisa certa da melhor maneira possivel

1.5.1.1. eficiência + eficácia

1.5.1.2. como impacta as pessoas e a sociedade

1.5.1.3. mudanças / impactos

1.6. PAPEL DO ADMINISTRADOR

1.6.1. Interpessoal

1.6.1.1. Símbolo / Representação

1.6.1.1.1. Representa a orgnanização em cerimoniais e atos formais

1.6.1.2. Liderança

1.6.1.2.1. Orienta, influencia e motiva

1.6.1.3. Elemento de ligação

1.6.1.3.1. rede de contatos para troca de informações

1.6.2. Informacional

1.6.2.1. Monitor

1.6.2.1.1. coleta e analisa informações / monitora amb interno e externo da organização.

1.6.2.2. Disseminador

1.6.2.2.1. compartilha informações, principalmente tática e estrategicamente.

1.6.2.3. Porta voz

1.6.2.3.1. Transmite informações para o meio externo

1.6.3. Decisórios

1.6.3.1. Empreendedor

1.6.3.1.1. identifica novas ideias e oportunidades

1.6.3.2. Solucionador de conflitos

1.6.3.2.1. corrige problemas

1.6.3.3. Alocador de recursos

1.6.3.3.1. Aloca recursos conforme prioridade

1.6.3.4. Negociador

1.6.3.4.1. Representa os interesses da organização

1.6.4. COMPETÊNCIAS

1.6.4.1. Habilidades do Administrador

1.6.4.1.1. Técnicas

1.6.4.1.2. Humanas

1.6.4.1.3. Conceituais

1.6.4.1.4. SABER FAZER

1.6.4.2. Conhecimentos

1.6.4.2.1. relacionado com a aprendizagem

1.6.4.3. Atitudes

1.6.4.3.1. saber fazer acontecer

1.6.4.3.2. assumir riscos / lutar por um objetivo

2. Teóricos

2.1. Fayol - ADMINISTRAÇÃO CLÁSSICA

2.1.1. Foco nas estruturas organizacionais

2.1.1.1. estrutura burocrática e hierárquica

2.1.1.1.1. Departamentalização

2.1.1.1.2. Visão de cima para baixo

2.1.1.1.3. foco na eficiência e produtividade

2.1.1.2. foco no aumento da eficiência da empresa

2.1.2. Teórico fisiologista

2.1.2.1. definiu as 6 funções administrativas

2.1.2.1.1. Técnica

2.1.2.1.2. Comercial

2.1.2.1.3. Financeira

2.1.2.1.4. Segurança

2.1.2.1.5. Contábil

2.1.2.1.6. Administrativa

2.1.2.2. VÊ A ORGANIZAÇÃO COMO UM **"ORGANISMO VIVO"**

2.1.3. Criador do POC3

2.1.3.1. Prever = Planejar

2.1.3.2. Organizar

2.1.3.2.1. montar a estrutura para realizar o empreendimento

2.1.3.3. Comandar

2.1.3.3.1. manter as pessoas em atividade

2.1.3.4. Coordenar

2.1.3.4.1. reunir, unificar e harmonizar as atividades

2.1.3.5. Controlar

2.1.3.5.1. cuidar para que tudo saia conforme planejado

2.1.3.6. PRINCÍPIO QUE DEU ORIGEM AO MODELO NEOCLÁSSICO PODC

2.1.4. CRÍTICAS

2.1.4.1. Sistema fechado

2.1.4.2. *Homo economicus *

2.1.4.2.1. o funcionário é influenciado exclusivamente devido a recompensas economicas e salariais

2.1.4.3. Só focou na organização formal

2.1.5. Princípios

2.1.5.1. Trabalho de forma empírica

2.2. Taylorismo - ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA

2.2.1. Mão de obra braçal

2.2.2. Trabalho de forma empírica

2.2.2.1. tentativa e erro

2.2.2.2. não havia compromisso com os objetivos

2.2.2.2.1. gerentes não estudavam alternativas

2.2.2.3. Estudo dos tempos e movimentos

2.2.2.4. Época da Revolução Industrial

2.2.3. Base do *homo economicus *

2.2.4. padronização

2.2.4.1. evita a fadiga

2.2.4.2. linha de produção

2.2.4.3. especialização

2.2.4.3.1. divisão do trabalho

2.2.4.4. pagamento por produtividade

2.2.4.5. buscou melhorar a eficiencia e produtividade

2.2.4.6. IDEIAS DE FORD - PRODUÇÃO EM MASSA

2.2.4.6.1. conceito de padronização e controle de qualidade

2.2.4.6.2. 3 princípios de Ford

2.2.4.7. ORT - ORGANIZAÇÃO RACIONAL DO TRABALHO

2.2.5. CRÍTICAS

2.2.5.1. Só olhou o lado do trabalhador e não da organização

2.2.5.1.1. foco no controle

2.2.5.2. Focou apenas o ambiente interno

2.2.5.2.1. SISTEMA FECHADO

2.2.5.2.2. Não viu as inter relações com outras organizações

2.2.5.3. Visão microscópica do homem

2.2.5.3.1. o homem é visto como uma máquina, sem levar em conta o contexto humano e social

2.2.5.4. mecanicismo / superespecialização / exploração do empregado / recompensas limitadas

2.3. Mayo - Teoria das Relações Humanas - TRH

2.3.1. Anos de 1930

2.3.1.1. Crise econômica

2.3.1.1.1. Adm Clássica não gerou resultados esperados

2.3.1.2. época de desemprego e conflitos

2.3.1.3. Produtividade não era concretizada

2.3.2. Nasce o homem social

2.3.2.1. Maior integração social / maior produtividade

2.3.2.1.1. o nível de produção é determinado pelas normas sociais e expectativas grupais

2.3.2.2. comportamento vinculado a regras do grupo

2.3.2.2.1. operarios prefererm produzir menos e ganhar menos do que por em risco suas relações amistosas

2.3.2.3. Organização = formal + informal

2.3.2.3.1. grupos informais definem suas próprias regras de comportamento

2.3.2.4. ênfase nos aspectos emocionais

2.3.2.4.1. o individuo pode ser mais leal ao grupo do que à Administração

2.3.2.4.2. A Adm deve entender e fortalecer as relações com os grupos

2.3.2.4.3. O supervisor de primeira linha não deve ser um controlador, e sim um intermediador entre a adm superior e os grupos de trabalho

2.3.3. CRÍTICAS

2.3.3.1. Não avaliou o ambiente externo

2.3.3.1.1. Sistema fechado

2.3.3.2. Funcionário feliz não necessariamente é produtivo

2.3.3.3. Esqueceu o aspecto técnico

2.4. Bertalanfly - TEORIA DOS SISTEMAS

2.4.1. Organização = conjunto de unidades reciprocamente relacionadas

2.4.1.1. INTERDEPENDÊNCIA

2.4.2. Sistema ABERTO

2.4.3. Conceitos

2.4.3.1. *Feedback* = controle dos resultados

2.4.3.2. Sinergia = todo > soma das partes

2.4.3.3. Holismo = mudou uma parte --> mudou tudo

2.4.3.4. Homeostase = busca do equilibrio

2.4.3.5. Equiafinidade = várias maneiras de chegar ao objetivo

2.4.3.6. Entropia

2.4.3.6.1. perda de energia entre os sistemas isolados, causando a decomposição do sistema

2.5. Teoria Contingencial

2.5.1. tudo é relativo, não existe melhor forma de administrar e fazer as coisas.

2.5.1.1. organização flexível = REDES

2.5.1.1.1. Ex: Mercado automobilistico Montadoras Auto Peças Oficinas Seguros

2.5.2. análise do ambiente para a tomada de decisões

2.5.2.1. Sai de cena a verticalização e entra em cena a departamentalização

2.5.3. variáveis

2.5.3.1. internas - dependentes

2.5.3.2. externas - independentes

2.5.3.2.1. se o ambiente externo for previsível/estável

2.5.3.2.2. se o ambiente externo for incerto/complexo

2.5.4. Críticas

2.5.4.1. relativismo exagerado

2.6. Weber - BUROCRACIA

2.6.1. tentou adequar-se à sociedade moderna do seculo XX

2.6.1.1. urbanização acelerada

2.6.1.2. maior escala de produção

2.6.1.3. salário da indústria > campo

2.6.2. foco na previsibilidade e padronização

2.6.3. No Brasil

2.6.3.1. No patrimonialismo

2.6.3.1.1. relações eram de confiança e não por mérito

2.6.3.1.2. estado só se preocupava em manter a ordem interna

2.6.3.2. burocracia veio combater à ineficiência do patrimonialismo

2.6.3.2.1. combate ao desperdício, corrupção e a pessoalidade

2.6.3.2.2. ideia de meritocracia / concursos públicos (Brasil)

2.6.4. Características

2.6.4.1. Formalidade

2.6.4.1.1. Autoridade tradicional

2.6.4.1.2. leis e normas

2.6.4.1.3. comunicação formal

2.6.4.2. Impessoalidade

2.6.4.2.1. direitos e deveres previstos em normas

2.6.4.2.2. não há sentimentos nas decisões, racionalismo, sem achismos, meritocracia e isonomia

2.6.4.3. Profissionalismo

2.6.4.3.1. comando => especialista

2.6.4.3.2. ideia de remuneração justa, hierarquia, carreira

2.6.4.4. Disfunções

2.6.4.4.1. existe uma desconfiança extrema

2.7. Etizione - TEORIA ESTRUTURALISTA

2.7.1. Crítica à TRH

2.7.2. Organização = integrada em uma única ESTRUTURA

2.7.2.1. Formal + Informal = equilibrio

2.7.3. Homem organizacional

2.7.3.1. flexível, tolerante e com desejo de realizações

3. Clima Organizacional

3.1. percepção que os funcionários têm do ambiente de trabalho

3.1.1. AVALIATIVO

3.2. Reação à Cultura Organizacional

3.3. Clima = Percepção + opinião + sentimentos que se expressam no comportamento do grupo

3.4. Elementos que influenciam o clima

3.4.1. Comunicação, integração, estilos de gerência, RH, modelo de gestão, natureza do trabalho, grau de identificação, etc

3.5. Pesquisa

3.5.1. mapeia o ambiente interno / indica pontos fortes e fracos / baseado no planejamento estratégico

4. Cultura Organizacional

4.1. maneira como seus membros se comportam dentro de uma organização

4.1.1. ELEMENTOS: Ambiente + Normas + Ritos

4.2. Membros = como eles veem a empresa

4.3. Cultura

4.3.1. variável, seja por interesse ou necessidade de adequação ao ambiente externo.

4.3.1.1. conjunto de valores, hábitos, crenças que definem os padrões de comportamento / descritivo

4.3.2. personalidade da empresa

4.3.2.1. diferenciação da empresa das demais empresas

4.3.3. guia de comportamento dos funcionários

4.3.4. Se expressa na Gestão de Pessoas da empresa

4.4. Tipos de cultura

4.4.1. Forte

4.4.1.1. valores respeitados/compartilhados

4.4.2. Dominante

4.4.2.1. valores principais

4.4.3. Subcultura

4.4.3.1. desenvolvida para resolver problemas específicos

4.4.4. Mecanicista

4.4.4.1. rígida, formal, alto controle, metas e objetivos que não mudam muito

4.4.5. Orgânica

4.4.5.1. interage com o ambiente, flexível, adaptável, informal

4.5. Níveis

4.5.1. Artefatos visíveis

4.5.1.1. superficial - o que é observado

4.5.1.1.1. produtos, logotipos, padrões comportamentais, vestuário, espaço físico, símbolos, linguagem

4.5.2. Valores compartilhados

4.5.2.1. intermediário

4.5.2.1.1. crenças, certo/errado, histórias, lendas

4.5.3. Pressupostos básicos

4.5.3.1. mais profundo

4.5.3.1.1. verdades inquestionáveis, valores arraigados, histórias, lendas e símbolos.

4.6. Disfunções da cultura

4.6.1. Barreiras às mudanças

4.6.2. Barreiras às diversidades

4.6.3. Barreiras às fusões e aquisições

5. Planejamento e estratégia

5.1. Administração estratégica > planejamento estratégico

5.2. Administração estratégica = planejamento + execução (implementação) estratégica + controle estratégico

5.2.1. ADM estratégica

5.2.1.1. processo que consiste em um conjunto de decisões/ações que proporcionam adequação competitiva para alcançar seus objetivos

5.2.1.2. Maneira como as organizações dinamizam seu planejamento estratégico.

5.3. Modelo de Sobral

5.3.1. Administração estratégica = (diagnóstico estratégico D + análise estratégica A + formulação estratégica F) + Execução estratégica + Controle estratégico

5.3.1.1. Sendo (D + A + F) = planejamento

5.3.2. Planejamento

5.3.2.1. contínuo, orientado ao processo, decisório, interativo, sistêmico e inovativo, voltado para o futuro, técnica de coordenação.

5.3.2.1.1. PLANEJAMENTO É PERMANENTE, MESMO SENDO DINÂMICO E FLEXÍVEL

5.3.2.1.2. Planejamento define o **DOM = DIRETRIZES, OBJETIVOS E METAS**

5.3.2.2. SMART = Específico, mensurável, alcançável, realístico e quantificável ao longo de um determinado período.

5.3.2.3. Passo inicial, deve reduzir incertezas.

5.3.2.4. processo de estabelecer objetivos e definir a maneira como alcançá-los, de forma eficiente, eficaz e efetiva.

5.3.2.4.1. o que deve ser feito e como deve ser feito

5.3.2.5. Etapas

5.3.2.5.1. 1- Definição dos objetivos

5.3.2.5.2. 2- Determinar a situação atual = caminho, o quão longe a organização está dos objetivos ?

5.3.2.5.3. 3- Desenvolver as premissas do futuro = antecipar eventos e cenários

5.3.2.5.4. 4- Analisar alternativas e os resultados

5.3.2.6. NÍVEIS DE PLANEJAMENTO

5.3.2.6.1. I - Estratégico / Institucional

5.3.2.6.2. II - Tático / mediador / intermediário

5.3.2.6.3. III - Operacional / técnico

5.3.2.7. CENÁRIOS

5.3.2.7.1. referem-se a situações e condições futuras em que a organização pode se ver

5.3.2.7.2. representação de determinado contexto

5.3.2.7.3. planejamento baseado em cenários - estabelece objetivos / metas de forma aberta e flexível

5.3.2.7.4. Abordagens

5.3.2.7.5. Modelo Delphi

5.4. Diagnóstico estratégico

5.4.1. Análise SWOT = Ferramenta principal

5.4.2. Analisa ambiente externo = variáveis não controláveis AMEAÇAS E OPORTUNIDADES

5.4.2.1. Ameaças (A) = mercado, legislações, concorrentes

5.4.2.1.1. É POSSÍVEL MINIMIZAR OU COMBATER AS AMEAÇAS USANDO OS PONTOS FORTES, MESMO SENDO AS AMEAÇAS FATORES EXTERNOS NÃO CONTROLÁVEIS

5.4.2.2. Oportunidades (O) = mercado, crescimento econômico do país, acordos

5.4.3. Analisa ambiente interno = variáveis controláveis FORÇAS E FRAQUEZAS (F e f)

5.4.3.1. Forças (F) = clientes fiéis, profissionais capacitados, logística eficiente, produtos inovadores, baixos custos

5.4.3.2. Fraquezas (f) = marca desconhecida, equipe desmotivada, dívidas.

5.4.4. SWOT

5.4.4.1. F + O = ALAVANCAGEM

5.4.4.1.1. Tirar o máximo dos pontos fortes para aproveitar o máximo das oportunidades

5.4.4.1.2. Postura de desenvolvimento

5.4.4.2. f + O = LIMITAÇÕES

5.4.4.2.1. Minimizar ou superar os efeitos negativos dos pontos fracos e aproveitar as oportunidades

5.4.4.2.2. Postura de crescimento

5.4.4.3. F + A = VULNERABILIDADE

5.4.4.3.1. Tirar o máximo partido dos pontos fortes para minimizar o efeito das ameaças detectadas

5.4.4.3.2. postura de manutenção

5.4.4.4. f + A = PROBLEMAS

5.4.4.4.1. Minimizar ou ultrapassar pontos fracos e fazer face as ameaças

5.4.4.4.2. postura de sobrevivência

5.5. atitude proativa

5.5.1. planejamento possibilita elevar o grau de controle sobre o futuro dos sistemas internos e das relações com o ambiente

5.6. atitude reativa

5.6.1. manutenção do *status quo* / estabilidade

5.6.1.1. improvisação

5.7. PRINCÍPIOS DO PLANEJAMENTO

5.7.1. permanente

5.7.2. participativo

5.7.2.1. da cúpula ao chão de fábrica

5.7.3. integrado

5.7.4. coordenado

5.7.4.1. interdependente

5.8. Ferramentas

5.8.1. Matriz BCG

5.8.1.1. quanto maior a participação da empresa no mercado, melhor a empresa

5.8.1.1.1. pois terá maiores níveis de produção e com isto menor custo unitário produzido

5.8.1.1.2. análise de portfólio de produtos

5.8.1.2. crescimento do mercado alto / participação alta da empresa no mercado

5.8.1.2.1. empresa detém uma grande fatia do mercado que está em forte crescimento

5.8.1.2.2. ESTRELA

5.8.1.3. crescimento do mercado alto / participação baixa da empresa no mercado

5.8.1.3.1. empresa possui uma pequena fatia do mercado, que está em forte crescimento

5.8.1.3.2. incerteza

5.8.1.4. crescimento do mercado baixo / participação alta da empresa no mercado

5.8.1.4.1. mercado cresce de forma lenta / orgânica

5.8.1.4.2. negócios que não demandam grandes investimentos

5.8.1.4.3. a empresa tem muito a oferecer ao público, ainda que este não consuma tanto

5.8.1.5. crescimento do mercado baixo / participação baixa da empresa

5.8.1.5.1. pior cenário

5.8.1.5.2. ideia é sair do mercado

5.8.1.5.3. a empresa não tem conhecimento/dinheiro e o mercado é duvidoso / ruim

5.8.2. 5 forças de Porter

5.8.2.1. a atratividade da indústria depende de cinco forças competitivas

5.8.2.1.1. gestores podem fazer o diagnóstico estratégico

5.8.2.2. não só os concorrentes definem o nível de competição

5.8.2.3. 1- Ameaça de novos entrantes

5.8.2.3.1. concorrentes novos ameaçam um mercado consolidado. Ex Uber x Táxi

5.8.2.3.2. Os novos entrantes precisam levar em conta:

5.8.2.4. 2- Ameaças de produtos substitutos

5.8.2.4.1. um produto que não é exatamente igual, mas desempenha papel similar. Ex: Margarina x Manteiga / Gasolina x Etanol

5.8.2.5. 3- Poder de negociação/barganha dos fornecedores

5.8.2.5.1. poucos fornecedores, a empresa não tem muita margem de negociar preços

5.8.2.5.2. O fornecedor tem vários clientes e não precisa muito de você

5.8.2.5.3. Os produtos do fornecedor são únicos

5.8.2.6. 4- Poder de negociação/barganha dos clientes

5.8.2.6.1. poucos clientes, a empresa não tem muita margem de negociar preços

5.8.2.6.2. situações onde os clientes compram em grandes volumes e conseguem descontos

5.8.2.6.3. Clientes têm muitas informações sobre o produto/serviço

5.8.2.6.4. Clientes que tem possibilidade de comprar de diferentes fornecedores

5.8.2.7. 5- Rivalidade entre concorrentes

5.8.2.7.1. dificulta seu negócio se houver muitos concorrentes **(players)**

5.8.2.8. CADEIA DE VALOR

5.8.2.8.1. Conjunto de atividades que criam valor ao cliente, desde a matéria prima até o produto final

5.8.2.9. estratégias genéricas de Porter

5.8.2.9.1. diferenciação - produtos novos / maior qualidade

5.8.2.9.2. liderança de custos - produtos comuns, porém mais baratos

5.8.2.9.3. Foco - mais fácil controlar quando se tem foco

5.8.2.9.4. Produtos / Sv particulares

5.8.2.9.5. Grupos específicos de clientes

5.8.2.9.6. Mercados geográficos específicos

5.8.3. Matriz Ansoff

5.8.3.1. MATRIZ ANSOFF

5.8.3.1.1. Matriz produto x mercado

5.8.3.1.2. auxilia na avaliação de oportunidades de crescimento de um negócio

5.8.3.1.3. produto existente + mercado existente

5.8.3.1.4. produto existente + novo mercado

5.8.3.1.5. produto novo + mercado existente

5.8.3.1.6. produto novo + mercado novo

5.8.4. BSC - *Balanced Scorecard *

5.8.4.1. ferramenta do planejamento estratégico - longo prazo

5.8.4.2. implementação da estratégia

5.8.4.2.1. NÃO FORMULA A ESTRATÉGIA

5.8.4.3. Gestão baseada em indicadores financeiros e não financeiros

5.8.4.4. adota 4 perspectivas

5.8.4.4.1. do cliente

5.8.4.4.2. financeira

5.8.4.4.3. processos internos

5.8.4.4.4. aprendizagem e crescimento

5.8.4.5. componentes

5.8.4.5.1. mapa estratégico

5.8.4.5.2. objetivos estratégicos

5.8.4.5.3. indicadores

5.8.4.5.4. metas

5.8.4.5.5. iniciativa

5.8.4.6. PALAVRA CHAVE

5.8.4.6.1. INDICADORES

5.8.5. Análise PESTEL

5.8.5.1. estudar possíveis mudanças politicas, econômicas, sociológicas e tecnológicas que podem influenciar o ambiente positiva ou negativamente no ambiente organizacional.

5.8.5.2. Fator Politico (P)

5.8.5.2.1. ambiente politico/governamental

5.8.5.2.2. estabilidade politica, fiscal, regulamentações, etc

5.8.5.3. Fator Economico (E)

5.8.5.3.1. inflação, taxa de juros, PIB, desemprego, nível de renda, etc

5.8.5.4. Social (S)

5.8.5.4.1. idade, gênero, cultura, valores, atitudes

5.8.5.5. Tecnológico (T)

5.8.5.5.1. automação, digitalização, inovação, etc

5.8.5.6. Ecológico (E)

5.8.5.6.1. mudanças climáticas, politicas ambientais, responsabilidade social, etc

5.8.5.7. Legal (L)

5.8.5.7.1. legislação trabalhista, proteção ao consumidor, LGPD, etc

5.8.6. OKR

5.8.6.1. Sigla de objetivos e resultados chaves

5.8.6.2. sistema de metas coletivas e individuais para fazer a gestão da equipe

5.8.6.3. os departamentos adotam prioridades (aquilo que importa mais) e focam no engajamento destas tarefas

5.8.6.3.1. cada individuo deve conhecer sua tarefa/missão

5.8.6.3.2. acompanhamento do progresso dos planos de ação

5.8.7. Mapa da empatia

5.8.7.1. ajuda a compreender o público e desenhar o perfil do cliente com base nos sentimentos dele

5.8.7.1.1. o que deseja ? o que escuta ? o que fala/faz ? o que vê ? quais suas dores ?

5.8.8. Análise VRIO

5.8.8.1. abordagem para análise de vantagem competitiva

5.8.8.2. ajuda a identificar e avaliar recursos

5.8.8.3. Valor (V) - valor do recurso

5.8.8.3.1. o recurso ajuda a empresa com oportunidades do mercado ? protege a empresa ? faz a empresa ser mais atraente ?

5.8.8.4. Raridade (R)

5.8.8.4.1. o quão raro é o recurso da empresa ?

5.8.8.5. Imitabilidade (I)

5.8.8.5.1. é possível que outra empresa copie o recurso (mesmo sendo raro) da sua empresa ?

5.8.8.6. Organização (O)

5.8.8.6.1. como a empresa lida com recursos raros e que não podem ser imitados ?

5.9. 5 P's da estratégia de Mintzberg

5.9.1. Plano

5.9.1.1. estratégia pretendida

5.9.1.2. conjunto de diretrizes para lidar com uma situação

5.9.2. Pretexto

5.9.2.1. manobra específica para superar um oponente ou um concorrente

5.9.3. Padrão

5.9.3.1. estratégia realizada

5.9.3.2. olhar o comportamento do passado

5.9.4. Posição

5.9.4.1. o X que determina a localização da organização no ambiente externo

5.9.5. Perspectiva

5.9.5.1. não apenas uma posição escolhida, mas também uma maneira fixa de olhar o mundo

6. Controle

6.1. Niveis

6.1.1. estratégico

6.1.1.1. balanços financeiros e contábeis

6.1.1.2. lucros e perdas

6.1.1.3. análise do retorno sobre o investimento (RSI)

6.1.1.4. ponto de vista humano

6.1.1.4.1. controle social

6.1.2. tático

6.1.2.1. orçamentário

6.1.2.2. orçamento programa

6.1.2.2.1. identificação das missões e despesas relacionados / justificativas / necessidades / projeto / produção / entrega

6.1.2.3. contabilidade de custos

6.1.2.3.1. alocação de custos de uma unidade-base / produtos / serviços / projetos

6.1.3. operacional

6.1.3.1. segue o ciclo PDCA

6.1.3.1.1. melhoria continua

6.1.3.1.2. parte da insatisfação do *status quo * e pressupõe a analise de processos para otimizá-lo

6.1.3.2. disciplina

6.1.3.2.1. autocontrole

6.1.3.3. estoques

6.1.3.3.1. inventário / ociosidade / compras

6.1.3.4. programação JIT = *just in time *

6.1.3.4.1. redução de custos e melhorar o fluxo de trabalho

6.1.3.4.2. eliminação de desperdícios

6.1.3.4.3. estoques dentro do estritamente necessário

6.1.3.4.4. usa o Kanban - papel que acompanha cada lote de itens para o controle

6.1.3.5. planejamento de requisitos de materiais (PRM)

6.1.3.5.1. sistema integrado de planejamento e controle de estoques

6.1.3.5.2. complexo / auxilio de computador

6.1.3.5.3. PRM II - recursos de manufatura

6.1.3.6. controle de qualidade

6.1.3.6.1. atendimento de padrões prescritos / especificações

6.1.3.6.2. CQ100

6.1.3.6.3. CQ amostragem

6.1.3.6.4. CQ alaetório

6.2. etapas

6.2.1. é um processo ciclico

6.2.2. 1- estabelecimento de metas / padrões / criterios

6.2.2.1. padrão = aquilo que é desejado

6.2.2.2. critérios = representam as normas e guiam decisões

6.2.2.3. expressos em tempo, custo, dinheiro, qualidade, quantidade, etc

6.2.3. 2- observação do desempenho atual

6.2.3.1. monitoramento do desempenho = o que será medido / como será medido / quando será medido

6.2.4. 3- comparação do atual com o padrão estabelecido

6.2.4.1. resultados = comparação após a conclusão da operação / controle sobre os fins

6.2.4.2. desempenho = controle paralelo à operação / controle sobre os meios

6.2.4.2.1. quantificação de quão bem está um negócio

6.2.4.3. cálculo do desvio

6.2.5. 4- ação corretiva / *feedback *

6.2.5.1. correção a fim de normalizar o trabalho

6.2.5.2. resultados possíveis: corrigir / não mudar /alterar padrões

6.3. mensuração e avaliação dos resultados do POD

6.4. fazer com que algo aconteça conforme o planejado

6.5. deve identificar situações positivas e negativas

6.5.1. padronizar o desempenho

6.5.2. proteger bens de desperdício

6.5.2.1. auditoria, divisão de responsabilidade, procedimentos escritos, etc

6.5.3. padronização da qualidade

6.5.3.1. treinamento / controle de qualidade

6.5.4. medir / dirigir desempenho

6.6. Sistemas de controle

6.6.1. Primeira ordem = supervisão direta

6.6.1.1. sec XIX / patrão observa empregado

6.6.2. Segunda ordem = padronização de processos

6.6.2.1. visão tecnologica - ex: linha de montagem

6.6.2.2. visão burocrática - recompensas e punições

6.7. Momento do controle

6.7.1. preventivo / *ex ante *

6.7.1.1. antecipa problemas / proativo / foco nos insumos / avaliar recursos

6.7.2. simultâneo

6.7.2.1. corrige problemas / reativo / foco no processo

6.7.2.1.1. Ex: supervisão de funcionário

6.7.3. posterior / *ex port *

6.7.3.1. corrige problemas após / foco no resultado / identifica as causa do problema

6.8. Abordagem do controle

6.8.1. mercado

6.8.1.1. checam a participação do cliente. ex: taxa de ocupação de clientes em voos.

6.8.2. burocrático

6.8.2.1. mais utilizada / hierárquica

6.8.3. controle clã

6.8.3.1. organizações fortemente tradicionais / valores / normas / rituais / tradições

6.9. caracterisitcas

6.9.1. maleabilidade

6.9.1.1. alteração de normas e planos

6.9.2. instantaneidade

6.9.2.1. acusar rapidamente os erros

6.9.3. correção

6.9.3.1. reparar erros

6.9.4. orientação estrategica

6.9.4.1. focar no planejamento estrategico

6.9.5. compreensão

6.9.5.1. relatorios claros e objetivos

6.9.6. flexibilidade

6.9.6.1. modificar julgamentos

6.9.7. autocontrole

6.9.7.1. confiabilidade / comunicação / participação

6.9.8. clareza

6.9.8.1. transparencia

6.9.9. NÃO PRECISA CONTROLAR TUDO - QUEM MEDE TUDO NÃO CONTROLA NADA

6.10. Contexto do controle

6.10.1. familiar = personalista

6.10.2. burocrático = empresa de grande porte / normas rigidas / centralizadora / hierárquica / ambiente pouco competitivo

6.10.3. resultados = ambiente competitivo / abrangente / descentralizado / discricionário

6.10.4. *ad hoc* = autocontrole

7. Gestão de Pessoas

7.1. comprometimento organizacional

7.1.1. conjunto de sentimentos / ações do individuo em relação a organização

7.1.2. componentes

7.1.2.1. apego afetivo

7.1.2.1.1. envolvimento

7.1.2.1.2. disposição para beneficio da empresa

7.1.2.1.3. creem e aceitam os valores da empresa

7.1.2.1.4. forte desejo de se manter como membro da empresa

7.1.2.2. custos associados / calculativo / instrumental

7.1.2.2.1. estão na empresa porque precisam

7.1.2.2.2. objetivos / recompensas

7.1.2.3. normativo

7.1.2.3.1. obrigação de permanecer na empresa

7.1.2.3.2. alto nivel de comprometimento do funcionario

7.1.2.3.3. obrigação moral

7.2. Definições

7.2.1. Gestão de pessoas

7.2.1.1. relação duradoura / simbiose entre pessoas e organização

7.2.1.2. políticas e práticas (ações) para administrar o trabalho das pessoas

7.2.1.3. PILARES

7.2.1.3.1. políticos

7.2.1.3.2. práticos

7.2.1.4. materializado por intermédio do RH

7.2.1.4.1. RH como profissão

7.2.1.4.2. RH como departamento

7.2.1.4.3. RH como conjunto de práticas de RH

7.2.1.5. Moderna GP

7.2.1.5.1. ativadores de recursos organizacionais = impulsionadores / promovem renovação / competitividade

7.2.1.5.2. parceiros = conduzem à excelência / sucesso / dedicação

7.2.1.5.3. captam talentos / capital humano

7.2.1.5.4. processo de longo prazo / foco no negócio / foco no cliente / enxugamento e *downsizing* / visão do futuro / *empowerment* / velocidade e responsividade

7.2.1.6. MODELOS BÁSICOS

7.2.1.6.1. instrumental

7.2.1.6.2. político

7.2.1.6.3. estratégico

7.3. OBJETIVOS

7.3.1. colocar e manter as pessoas certas no lugar certo

7.3.1.1. organizacional

7.3.1.1.1. ajudar a organização alcançar seus objetivos

7.3.1.1.2. impulsionar mudanças = sociais, economicas, politicas e culturais

7.3.1.2. funcional

7.3.1.2.1. proporcionar competitividade à organização

7.3.1.3. pessoal

7.3.1.3.1. pessoas satisfeitas, bem treinadas, qualidade de vida

7.3.1.3.2. manter a QVT = qualidade de vida no trabalho

7.3.1.3.3. 6 processos básicos da GP

7.3.1.3.4. movimentação = quantidade e qualidade das pessoas necessárias à empresa / atrair pessoas necessárias / reposicionar pessoas (transferência, promoção, expatriação)

7.4. histórico / fases

7.4.1. clássico

7.4.1.1. burocrático / piramidal / rigida / centralizadora /enfase nos negócios / teoria X / conservadora / estática /

7.4.1.2. pessoas = produtos inertes / enfase nas regras / relações industriais / DP e DRI

7.4.1.2.1. DRI = departamento de relações industriais = idem ao DP, porém fazia a coordenação com os sindicatos.

7.4.2. Neoclássico

7.4.2.1. mista / matricial / departamentalização por produtos ou serviços / transição do X para Y / revitalização /

7.4.2.2. pessoas = recursos organizacionais / DRH / DGP

7.4.2.2.1. DRH = substitui o DRI, desenvolvem funções operacionais e táticas, cuidam do recrutamento, seleção, treinamento, avaliação, remuneração, higiene

7.4.3. Era da informação

7.4.3.1. Fluida / agil / flexível / Teoria Y / foco no futuro / conhecimento e criatividade / mutável / delegativa / descentralizadora

7.4.3.2. pessoas = proativas / inteligentes / impulsionadas / liberdade / GP e equipes de GP

7.4.3.2.1. equipes de GP = substituiu o DRH, as praticas são delegadas aos gerentes de linha em toda a organização.

7.4.4. FASES NO BRASIL

7.4.4.1. Contábil

7.4.4.1.1. custos em primeito lugar/ séc XIX até 1930

7.4.4.2. Legal

7.4.4.2.1. CLT / Era Vargas / direitos dos trabalhadores / 1930 a 1950 / cumprimento das legislações

7.4.4.3. Tecnicista

7.4.4.3.1. burocracia = "praticidade" / JK / ind automobilistica / GRI / 1950 - 1965 / GP comandou recrutamento, seleção, treinamento, cargos e salários

7.4.4.4. Administrativa

7.4.4.4.1. sindicalismo / humanistico / 1965 - 1985

7.4.4.5. Estratégica

7.4.4.5.1. planejamento estratégico / anos 90

7.5. variáveis

7.5.1. dependentes

7.5.1.1. produtividade

7.5.1.1.1. atinge as metas / objetivos

7.5.1.1.2. eficiência / eficácia

7.5.1.2. absenteísmo

7.5.1.2.1. não comparecimento do funcionario ao trabalho

7.5.1.2.2. insatisfação

7.5.1.3. rotatividade = turnover

7.5.1.3.1. entrada/saida de funcionários - voluntária ou involuntária

7.5.1.3.2. nº de colaboradores desligados / efetivo médio da organização

7.5.1.3.3. envolve custos

7.5.1.4. satisfação

7.5.1.4.1. diferença entre recompensa recebida e aquilo que o funcionario acha que merece

7.5.1.5. cidadania organizacional

7.5.1.5.1. comportamento de bom cidadão

7.5.1.5.2. voluntário / coleguismo / evita conflitos

7.6. Atividades

7.6.1. recrutamento

7.6.1.1. comunicar ao publico que existe uma necessidade de pessoal e atrair essas pessoas

7.6.1.2. quanto mais pessoas atraidas, melhor o desempenho desse recrutamento

7.6.1.3. interno = promoção

7.6.1.3.1. vantagens

7.6.1.3.2. desvantagens

7.6.1.4. externo

7.6.1.4.1. vantagens

7.6.1.4.2. desvantagens

7.6.1.4.3. *headhunter* = profissional caça talentos para um perfil específico = NÃO É GENÉRICO

7.6.1.5. motivos do recrutamento

7.6.1.5.1. *turnover* / aumento do quadro / aumento circunstancial (temporário)

7.6.1.6. FUNÇÃO DE STAFF

7.6.1.7. Mercado

7.6.1.7.1. de trabalho

7.6.1.7.2. de RH

7.6.1.8. ETAPAS

7.6.1.8.1. 1- levantamento do perfil a ser preenchido

7.6.1.8.2. 2- divulgação interna / externa

7.6.1.8.3. 3- analise de currículos

7.6.1.8.4. 4- entrevista

7.6.1.9. Avaliação

7.6.1.9.1. global

7.6.1.9.2. quociente de seleção

7.6.2. seleção

7.6.2.1. etapa posterior ao recrutamento

7.6.2.2. escolha do melhor candidato para determinado cargo / peneira

7.6.2.3. coef de seleção = nº de pessoas admitidas / nº de participantes da seleção

7.6.2.3.1. maior coeficiente --> maior eficiencia do processo

7.6.2.4. técnicas

7.6.2.4.1. entrevistas

7.6.2.4.2. provas

7.6.2.4.3. testes psicológicos

7.6.2.4.4. simulações

7.6.2.4.5. testes de personalidade

7.6.2.5. modelos de decisão

7.6.2.5.1. colocação

7.6.2.5.2. seleção

7.6.2.5.3. classificação

7.7. Administração de estratégias

7.7.1. de RH

7.7.1.1. parceiro estratégico / ajuste do RH à estratégia da empresa / diagnóstico organizacional

7.7.2. infraestrutura da organização

7.7.2.1. eficiencia dos processos de RH / eficácia / especialista administrativo / reengenharia

7.7.3. contribuição dos funcionários

7.7.3.1. envolvimento / defensor dos funcionários / ouvir / responder / prover recursos

7.7.4. Transformação e mudança

7.7.4.1. organização renovada / agente de mudança / gerir e transformar

7.8. Responsabilidade Linha e Staff

7.8.1. gerir pessoas é uma responsabilidade de linha e função de *staff *

7.8.1.1. função de linha = atividades relacionadas ao objetivo principal da organização = funções burocráticas e rotineiras

7.8.1.1.1. decidir quanto ao preenchimento do cargo vago

7.8.1.1.2. requisição de empregado

7.8.1.1.3. entrevistar o candidato

7.8.1.1.4. avaliar e comparar os candidatos

7.8.1.1.5. aceitar ou rejeitar o candidato

7.8.1.1.6. escolher o candidato final

7.8.1.2. órgãos de *staff* = apoio = fornecem consultoria a função linha

7.8.1.2.1. apoiar o arquivo de candidatos

7.8.1.2.2. executar o processo de recrutamento

7.8.1.2.3. fazer entrevistas de triagem

7.8.1.2.4. escolher as técnicas mais adequadas

7.8.1.2.5. aplicar testes de personalidade e psicométricos

7.8.2. existe notório conflito entre linha e staff

7.8.3. quem administra o pessoal é cada gerente

7.9. Gestão estratégica de pessoas

7.9.1. alinhamento do conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes das pessoas com a missão, visão, objetivos estratégicos, estratégias e planos da organização

7.9.2. planejamento estratégico de gestão de pessoas envolve o processo de decisão a respeito dos recursos humanos necessários para atingir os objetivos organizacionais, dentro de um determinado período de tempo

7.9.3. O planejamento de recursos humanos enquadra‐se no nível de planejamento tático

7.9.4. TIPOS

7.9.4.1. adaptativo

7.9.4.1.1. ocorre quando o planejamento estratégico de GP é feito após a elaboração do planejamento estratégico da organização

7.9.4.2. autonomo e isolado

7.9.4.2.1. quando o planejamento estratégico de GP é feito isoladamente pelos especialistas da área, sem nenhuma preocupação ou articulação com o planejamento estratégico da empresa.

7.9.4.2.2. planejamento introvertido e auto-orientado para a função de GP.

7.9.4.3. integrado ou ideal

7.9.4.3.1. quando o planejamento estratégico de GP é integrado ao planejamento estratégico da organização.

7.9.5. IMPORTANTE

7.9.5.1. CONHECIMENTO - SABER HABILIDADE - SABER FAZER ATITUDE - QUERER FAZER

7.10. RH

7.10.1. pessoas, bem estar, clima, funções atuais e futuras, etc

7.11. DP = departamento pessoal

7.11.1. burocrático / papelório

7.11.2. admissões, demissões, cálculos, 13º salario, férias, rescisões, etc

8. Avaliação de desempenho

8.1. análise de um indivíduo em função do contexto do trabalho

8.1.1. julga o valor / capacidades de cada empregado / contribuição para alcance de objetivos

8.1.2. entregas = capacidade de trazer resultados e alcançar objetivos

8.2. deve:

8.2.1. subsidiar as decisões de aumento de salários, promoções, transferências e demissões

8.2.2. fornecer uma noção de como o trabalho está sendo desenvolvido para:

8.2.2.1. corrigir erros / programar treinamentos

8.3. métodos

8.3.1. escalas gráficas

8.3.1.1. quadro com linhas e colunas onde são atribuidas notas

8.3.1.2. simples, fácil de construir e utilizar

8.3.1.3. subjetivo, causa efeito halo, restrito, fechado

8.3.1.3.1. efeito halo = quando um item da avaliação pode interferir/induzir no julgamento de outros fatores importantes, criando parcialidades.

8.3.2. listas de verificação

8.3.2.1. checklist, similar as escalas gráficas, porém mais padronizado

8.3.3. escolha forçada

8.3.3.1. tenta reduzir a generalização e superficialidade

8.3.3.2. evolução da escala gráfica, frases descritivas das características do funcionário

8.3.4. incidentes críticos

8.3.4.1. para cada cargo são descritas algumas características

8.3.4.1.1. Ex: vendedor - facilidade de comunicação e equilibrio emocional

8.3.4.2. facil construção, porém tendencioso

8.3.5. pesquisa de campo

8.3.5.1. mais completo, função staff

8.3.5.2. RH entrevista o gerente e o conjunto de funcionários

8.3.5.2.1. entrevista inicial entrevista complementar planejamento de providências acompanhamento de resultados

8.3.5.3. caro, lento, porém completo

8.4. tipos:

8.4.1. autoavaliação

8.4.1.1. próprio funcionário se avalia

8.4.1.2. pode mascarar dificuldades

8.4.2. gerente

8.4.2.1. analisa a sua equipe

8.4.3. equipe de trabalho

8.4.3.1. próprios membros da equipe avaliam seus membros

8.4.4. 180º

8.4.4.1. o gestor avalia o desempenho dos seus colaboradores e também tem sua atuação avaliada pelos mesmos.

8.4.5. 360°

8.4.5.1. recebe avaliação de todas as áreas e pessoas com quem tem no contexto da organização - chefes, clientes, fornecedores, etc

8.4.6. comissão de avaliação

8.4.6.1. pessoas de um determinado setor / permanente ou temporária / padronizado

8.4.7. de baixo para cima

8.4.7.1. subordinados avaliam o superior / analisam o perfil da liderança

8.4.8. por objetivo

8.4.8.1. surgiu nos Estados Unidos em 1950 e tem como objetivo a revisão do cumprimento de metas, apreciação do comportamento do colaborador e avaliação do potencial funcional

8.4.8.2. é um processo de gestão que visa alinhar os objetivos individuais com os objetivos organizacionais.

9. Motivação

9.1. Necessidades de nível superior

9.2. vinculada às forças internas e externas

9.2.1. fatores internos = intrínsecos

9.2.1.1. Profissional que gosta do seu trabalho

9.2.1.2. ninguém motiva ninguém

9.2.2. fatores externos = extrínsecos

9.2.2.1. Empresa oferece $ (bônus) para funcionário que bate a meta

9.3. deve ser canalizada para alcançar objetivos organizacionais

9.3.1. é o que move alguém em direção a algo

9.4. altos níveis de esforços --> objetivos

9.5. Teorias

9.5.1. Processo (REEE)

9.5.1.1. se concentra no modo em que o comportamento é motivado

9.5.1.1.1. Equidade (Adams)

9.5.1.1.2. Expectância (Vroom)

9.5.1.1.3. Reforço (Skinner)

9.5.1.1.4. Estabelecimento de objetivos (Autoeficiência)

9.5.2. Conteúdo

9.5.2.1. Razões que levam uma pessoa a ficar motivada

9.5.2.1.1. Hierarquia das necessidades (Maslow)

9.5.2.1.2. ERC (Alderfer)

9.5.2.1.3. Dois fatores (Herzberg)

9.5.2.1.4. Necessidades adquiridas (McClelland)

9.5.2.1.5. Teoria X e Y

9.6. Características

9.6.1. intensidade = esforço desprendido

9.6.2. direção = objetivos

9.6.3. persistência = tempo do esforço

10. Liderança

10.1. relacionado com a utilização do poder para influenciar o comportamento de outras pessoas

10.2. capacidade de influenciar pessoas por meio de comunicação eficiente para que sejam alcançados os objetivos

10.3. Liderar

10.3.1. mostrar o caminho

10.3.2. incentivar a equipe na direção das metas

10.3.3. é algo dinâmico

10.3.4. Chiavenatto

10.3.4.1. fenômeno social que ocorre exclusivamente em grupos sociais.

10.3.4.2. é exercida como influência interpessoal em uma dada situação e dirigida através do processo de comunicação de um ou mais objetivos específicos

10.4. IMPORTANTE

10.4.1. Não é necessário ocupar um cargo de chefia para exercer o papel de lider

10.4.1.1. é uma questão de perfil, mas pode ser treinado e aperfeiçoado

10.4.1.2. há gerentes que não são líderes e vice versa

10.4.2. Lider x Gerente

10.4.2.1. Líder leva você a um novo lugar

10.4.2.1.1. atitudes pessoais e ativas

10.4.2.1.2. buscam novas abordagens

10.4.2.1.3. buscam o risco quando as oportunidades são interessantes

10.4.2.1.4. envolvem-se de modo direto com empatia

10.4.2.1.5. moldam novas ideias

10.4.2.2. Gerente cuida do lugar que você já ocupa

10.4.2.2.1. visão de curto prazo / fazer a coisa certa

10.4.2.2.2. atitude impessoal e passiva

10.4.2.2.3. geralmente são coercitivos

10.4.2.2.4. evitam o risco

10.4.2.2.5. preferem trabalhar com pouco ou nenhum envolvimento pessoal

10.4.2.2.6. focam no processo e nas tomadas de decisões

10.5. Abordagens

10.5.1. Teoria dos traços de personalidade

10.5.1.1. antigamente a personalidade era avaliada para se detectar um lider

10.5.2. Teoria dos estilos de liderança

10.5.2.1. analisavam diversos tipos de líderes e seus desempenhos dentro da organização

10.5.3. Teorias contingenciais e situacionais

10.5.3.1. analisam fatores ambientais para determinar qual o melhor modelo de liderança

10.6. Grid gerencial de Blake e Mouton

10.6.1. Visão bidimensional

10.6.2. Visão e preocupação com as pessoas e com a produção

10.6.3. 1.1 - gerência empobrecida lider praticamente ausente

10.6.4. 1.9 - gerência "clube de campo" ou lider-pessoa, focado na necessidade do funcionário, ambiente agradável

10.6.5. 9.1 - gerência de tarefa - eficiente, preocupado com resultados

10.6.6. 9.9 - gerência em equipe - líder-equipe, o mais eficaz para a origanização

10.6.6.1. teoricamente o mais eficaz

10.6.7. 5.5 - meio termo

10.6.7.1. produção e moral satisfatória

10.7. Tipos de líder

10.7.1. AUTOCRÁTICO

10.7.1.1. Toma todas as decisões

10.7.1.2. Típico chefe

10.7.1.3. Participação zero / limitada do funcionário / verticalizado de cima para baixo

10.7.2. DEMOCRÁTICO

10.7.2.1. Delega autoridade

10.7.2.1.1. o líder é objetivo e limita-se nos fatos, trabalha como orientador da equipe

10.7.2.2. Pode ser do tipo:

10.7.2.2.1. consultivo

10.7.2.2.2. participativo

10.7.2.2.3. o processo decisório

10.7.2.3. Mais equilibrado entre o AUTOCRÁTICO E O LIBERAL

10.7.3. LIBERAL

10.7.3.1. Dá total liberdade

10.7.3.1.1. *LAISSEZ FAIRE *

10.7.3.2. Responde apenas as dúvidas dos funcionários

10.7.3.3. Fornece recursos para alcance das metas

10.7.4. CONTIGENCIAL / SITUACIONAL

10.7.4.1. Contexto deve ser levado em conta antes da atuação do líder

10.7.4.2. Não existe melhor estilo de liderança, depende do momento

10.7.4.3. Teoria da contingência de Fiedler

10.7.4.3.1. líder é quem se encaixa a determinada situação

10.7.4.3.2. deve combinar com diferentes cenários

10.7.4.3.3. Lider focado no relacionamento pessoal

10.7.4.3.4. Líder focado no projeto /tarefa /produção

10.7.4.3.5. MACETE - PESSOAL MODERADO É EFICAZ

10.7.4.4. Teoria situacional de Hersey & Blanchard

10.7.4.4.1. baseado na maturidade do funcionário

10.7.5. TRANSACIONAL

10.7.5.1. Troca entre líder e subordinado

10.7.5.1.1. transações = negociações

10.7.5.2. lider define metas e promete prêmios

10.7.5.2.1. esclarece quais são as tarefas

10.7.5.3. similar ao líder tradicional, porém com incentivos materiais

10.7.6. TRANSFORMACIONAL

10.7.6.1. busca que seus liderados transcendam os objetivos pessoais em benefício da organização

10.7.6.2. não se contenta apenas com as recompensas

10.7.6.2.1. inspirador, trabalha com visão, valores, ideias, agente de mudanças e inovação

10.7.7. CARISMÁTICO

10.7.7.1. Usa o poder do carisma para motivar

10.7.7.2. traz ênfase na articulação de uma visão/missão da organização

10.7.7.3. autoconfiante, habilidoso, convicto, agente de mudança, sensível ao ambiente, otimista

10.7.8. VISIONÁRIO

10.7.8.1. Capacidade de criar e compartilhar uma visão de futuro

10.7.8.2. Como queremos estar dentro de x anos ?

10.7.8.3. escolha e comunica a visão

10.8. Modelo de Likert

10.8.1. dividia a liderança em 4 estilos

10.8.1.1. autoritário-coercitivo

10.8.1.1.1. lider decide todo o processo

10.8.1.1.2. ambientes com funcionários de menor nível de escolaridade / tecnologia rudimentar

10.8.1.2. Autoritário-benevolente

10.8.1.2.1. lider toma decisões sem dar liberdade ou flexibilidade ao funcionário

10.8.1.2.2. ambientes industriais, onde a mão de obra é mais especializada

10.8.1.3. Consultivo

10.8.1.3.1. lider consulta os subordinados para tomada de decisões

10.8.1.3.2. ambientes de serviços, bancos, financeiras, etc

10.8.1.4. Participativo

10.8.1.4.1. lider envolve todos os funcionários

10.8.1.4.2. ambientes de alta tecnologia, sofisticado, com funcionários preparados

10.8.1.4.3. estilo mais recomendado por Likert

11. Gestão da Qualidade

11.1. DEFINIÇÃO

11.1.1. ações para melhorar a qualidade de produtos e serviços

11.2. OBJETIVO

11.2.1. desenvolver um produto ou serviço que atenda ao cliente

11.2.1.1. satisfazer o cliente

11.2.2. tornar o processo mais eficiente, eficaz, efetivo e flexível

11.2.3. visa identificar, analisar e otimizar processos

11.3. CARACTERÍSTICAS

11.3.1. elevado grau de descentralização dos processos

11.3.1.1. colaboração entre as áreas

11.3.2. participação de todos os funcionários seja qual for o nivel hierárquico

11.3.2.1. *empowerment* - autonomia do funcionário tomar decisões / proatividade

11.3.2.2. liderança comprometida

11.3.2.3. gerência participativa

11.3.3. foco no cliente - cliente é o centro das preocupações

11.3.4. melhoria contínua e aperfeiçoamento

11.3.4.1. prevenção de problemas

11.3.4.2. orientação por dados para tomar decisões

11.3.4.3. comunicação aberta

11.3.4.3.1. disseminação das informações

11.3.4.3.2. todos devem conhecer a missão, visão, grandes propósitos e planos organizacionais

11.3.4.4. visão sistêmica

11.3.4.4.1. sistema integrado / a qualidade de uma parte afeta o todo

11.3.4.5. desenvolvimento dos recursos humanos

11.3.4.6. garantia da qualidade

11.3.4.6.1. sistema documentado para certificação e comparação

11.3.5. planejamento

11.3.5.1. alcançar metas

11.3.5.2. identificar clientes internos e externos

11.3.5.3. constância nos propósitos

11.3.5.4. gerenciamento de processos

11.3.5.4.1. sistema aberto com finalidade de atender as necessidades dos usuários

11.4. Qualidade

11.4.1. dos produtos

11.4.1.1. durabilidade, confiabilidade, funcionalidade, segurança, inovação

11.4.1.2. mensurável, controlável tecnicamente

11.4.2. dos serviços

11.4.2.1. excelência na entrega, experiência do cliente

11.4.2.2. subjetivo, dificil de ser quantificado e padronizado, intangível

11.4.2.2.1. cortesia, agilidade, conhecimento, empatia e disponibilidade

11.4.2.3. FATORES DE QUALIDADE

11.4.2.3.1. Intangibilidade

11.4.2.3.2. simultaneidade ou inseparabilidade

11.4.2.3.3. heterogeneidade ou variabilidade

11.4.2.3.4. perecebilidade

11.4.2.3.5. capacidade de resposta

11.5. Processo evolutivo

11.5.1. Era 01 - Inspeção

11.5.1.1. artesanal, peça padronizada e ajustada de acordo com o cliente, inspeção para garantir a qualidade dos produtos um a um ou aleatoriamente

11.5.1.2. não havia preocupação com defeitos, a inspeção era realizada após a produção

11.5.1.3. O PRODUTO ERA O FOCO

11.5.2. Era 02 - CEQ - Controle estatístico da qualidade

11.5.2.1. produção em massa e contínua, inspeção por amostragem e CEP, observação direta

11.5.2.2. calculo de % de falhas

11.5.2.2.1. corrigir erros do processo

11.5.2.3. impedir que o produto defeituoso chegue ao cliente.

11.5.2.4. O PRODUTO ERA O FOCO

11.5.3. Era 03 - GQT - Garantia da qualidade

11.5.3.1. quantificação de custos, controle total da qualidade, zero defeito, engenharia de confiabilidade, visão sistêmica do processo, participação de todos, treinamentos, interesse do consumidor

11.5.3.2. prevenção de defeitos e desperdícios

11.5.3.3. A PRODUÇÃO ERA O FOCO

11.5.4. Era 04 - Gerenciamento estratégico da qualidade (Qualidade total)

11.5.4.1. cliente como foco, integração de qualidade no planejamento estratégico, envolvimento dos empregados, evolução contínua e *benchmarking *

11.5.4.1.1. *Benchmarking *

11.5.4.1.2. OBS: não confundir *benchmarking * com *benchmarket *

11.5.4.2. CLIENTE É O FOCO

11.5.4.3. Surgimento das normas ISO

11.6. Ferramentas da Qualidade

11.6.1. PALAVRAS CHAVES

11.6.1.1. 5S = ORDEM E LIMPEZA = HOUSEKEEPING

11.6.1.2. 6 SIGMA = CUSTO E QUALIDADE

11.6.1.3. KAIZEN = CULTURA / APERFEIÇOAMENTO

11.6.1.4. 5W2H = PLANEJAR E TOMAR DECISÕES

11.6.1.5. BENCHMARKING = APRENDIZAGEM / COMPARAÇÃO

11.6.1.6. GUT = PRIORIZAÇÃO

11.6.1.7. KANBAN = CARTÕES / REPOSIÇÃO DE MATERIAIS

11.6.1.8. JIT = REDUZIR TEMPO E ELIMINAR DESPERDÍCIO

11.6.1.9. BSC = INDICADORES / METAS / DESEMPENHO

11.6.1.10. BCG = PARTICIPAÇÃO DO MERCADO / EMPRESA

11.6.1.11. ANSOFF = PRODUTO X MERCADO / OPORTUNIDADES / PENETRAÇÃO / DESENVOLVIMENTO

11.6.1.12. 5 FORÇAS DE PORTER = AMEAÇAS / BARGANHA / RIVALIDADE

11.6.2. 5 S = HOUSEKEEPING

11.6.2.1. focado na ordem e na limpeza do ambiente de trabalho

11.6.2.2. seiri = organização

11.6.2.2.1. dar destino aquilo que não tem mais utilidade, priorizar o mais importante e manter em estoque aquilo que será necessário

11.6.2.3. seiton = arrumação

11.6.2.3.1. manter as coisas nos devidos lugares

11.6.2.4. seiso = limpeza

11.6.2.4.1. local limpo impacta positivamente na produtividade e na qualidade

11.6.2.5. seiketsu = higiene

11.6.2.5.1. eliminação de tudo que é prejudicial à saúde

11.6.2.6. shitsuke = disciplina

11.6.2.6.1. manter a execução para manter o ambiente saudável

11.6.2.7. As atividades são baseadas em:

11.6.2.7.1. SENSIBILIZAÇÃO

11.6.2.7.2. PERPETUAÇÃO

11.6.3. 6 sigma

11.6.3.1. desenvolvido pela Motorola na década de 80

11.6.3.2. capacidade de redução de custos com aumento da qualidade a fim de atingir resultados significativos

11.6.3.2.1. tem como principio reduzir de forma contínua a variação nos processos, eliminando defeitos ou falhas nos produtos e serviços

11.6.3.3. Objetivo

11.6.3.3.1. atingir o nivel de defeitos de 2 ou 4 peças por milhão

11.6.3.4. usa a técnica DMAIC para implantação

11.6.3.4.1. D = definir

11.6.3.4.2. M = medir

11.6.3.4.3. A = analisar

11.6.3.4.4. I = melhorar

11.6.3.4.5. C = controlar

11.6.3.4.6. ESSAS SIGLAS PODEM DEMANDAR DE FERRAMENTAS ESTATÍSTICAS DIFERENTES

11.6.3.5. Equipes de trabalho

11.6.3.5.1. formadas por diversos níveis hierárquicos

11.6.4. Kaizen

11.6.4.1. ideia de melhoramento / aperfeiçoamento / aprimoramento contínuo e incremental

11.6.4.1.1. diretriz cultural, busca da perfeição que nunca será alcançada, mas é desejada

11.6.4.2. não se limita à produção, mas ao comportamento e a vida dentro e fora da empresa

11.6.4.2.1. coloca-se em ordem decrescente os valores dos produtos, desde o maior até o menor, para se ter a ordem de prioridades das ações.

11.6.4.3. controle de qualidade descentralizado

11.6.5. Modelo da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ)

11.6.5.1. instituição voltada para disseminação do conhecimento de Excelência em Gestão

11.6.5.1.1. personalidade juridica de direito privado

11.6.5.2. Instituiu o Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ)

11.6.5.3. Criou o Modelo de Excelência da Gestão (MEG)

11.6.5.3.1. baseado no PDCL

11.6.5.4. conceitos principais

11.6.5.4.1. Pensamento sistêmico

11.6.5.4.2. Aprendizado organizacional

11.6.5.4.3. Cultura de inovação

11.6.5.4.4. Liderança e Constância de propósitos

11.6.5.4.5. Orientação por processos e informações

11.6.5.4.6. Visão de futuro

11.6.5.4.7. Geração de valor

11.6.5.4.8. Valorização das pessoas

11.6.5.4.9. Conhecimento sobre o cliente e o mercado

11.6.5.4.10. Parcerias

11.6.5.4.11. Responsabilidade social

11.6.6. 5W2H

11.6.6.1. Plano de ação para planejar e implementar soluções para um problema

11.6.6.1.1. W = WHAT

11.6.6.1.2. W = WHEN

11.6.6.1.3. W = WHY

11.6.6.1.4. W = WHERE

11.6.6.1.5. W = WHO

11.6.6.1.6. H = HOW

11.6.6.1.7. H = HOW MUCH

11.6.7. *Benchmarking *

11.6.7.1. processo de aprendizagem na base da comparação entre setores, departamentos e entre diferentes organizações

11.6.7.2. processo sistemático, contínuo

11.6.8. Matriz GUT

11.6.8.1. técnica de priorização de problemas

11.6.8.2. G = gravidade

11.6.8.2.1. impacto do problema / prejuizos / custo

11.6.8.3. U = urgência

11.6.8.3.1. prazo disponível para resolver o problema

11.6.8.4. T = tendência

11.6.8.4.1. potencial de crescimento / decrescimento do problema

11.6.8.5. cada item deve ser numerado de 1 a 5

11.6.8.5.1. calcula-se o produto de G x U x T e obtem-se o resultado final

11.6.9. Kanban

11.6.9.1. Técnica que utiliza cartões para sinalizar a necessidade de reabastecimento de materiais

11.6.9.2. gera senso de urgência

11.6.9.3. Formado por 3 colunas

11.6.9.3.1. a fazer | fazendo | feito

11.6.10. JIT = *Just in time *

11.6.10.1. técnica que visa diminuir o tempo de ciclo e eliminar o desperdício

11.6.10.2. Produção puxada

11.6.10.2.1. cada ciclo da fabricação puxa a etapa anterior do processo

11.6.10.2.2. O controle de estoque na produção puxada é feito pelo Kanban

11.6.10.2.3. Vantagens

11.6.10.2.4. Desvantagens

11.6.10.2.5. Produção Puxada + redução de desperdícios = *LEAN MANUFACTURING* = SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO

11.6.10.3. Produção Empurrada

11.6.10.3.1. produção baseada na previsão da demanda - produção existe independente do consumo do processo seguinte

11.6.10.3.2. Ideal para empresas que precisam de quantidades de produtos e que não sofrem com interferências de sazonalidades

11.6.10.3.3. Vantagens

11.6.10.3.4. Desvantagens

11.6.11. PFMEA

11.6.11.1. confiabilidade

11.6.11.1.1. é a porcentagem ou probabilidade de funcionamento adequado, dentro de determinado período de tempo, de máquinas, sistemas e/ou itens inseridos na cadeia produtiva.

11.6.11.1.2. horas diponíveis / nº de danos

11.6.11.2. Metodologia de análise de severidade e avaliação de prioridade de riscos de acordo com o modo e o efeito da falha

11.6.11.2.1. F = Failure M = Mode E = Effect A = Analysis

11.6.11.2.2. S = severidade O = Ocorrência D = Detecção

11.6.11.2.3. Determina-se o S x O x D

11.6.11.3. Não confundir PFMEA com DFMEA

11.6.11.3.1. DFMEA é usado para análise de falhas no desenvolvimento / *design * de produtos ou projetos

11.6.11.3.2. O PFMEA é usado para falhas nos processos (recepção, operações e entrega do produto final)

11.6.11.4. disponibilidade

11.6.11.4.1. é o tempo que um equipamento está disponível para as solicitações de trabalho ou está em estado operacional.

11.6.11.4.2. (horas disponiveis / horas planejadas) x 100

11.6.11.4.3. uptime = tempo em operação downtime = tempo parado

11.6.11.5. IMPORTANTE

11.6.11.5.1. MTBF = tempo médio entre falhas

11.6.11.5.2. MTTR = tempo médio de reparo

11.6.11.5.3. MTTF = tempo médio sem falhas

11.6.12. MASP

11.6.12.1. Método de Análise e Solução de Problemas

11.6.12.2. técnica dividida em etapas

11.6.12.2.1. cada etapa contribui para a identificação dos problemas e a elaboração de ações corretivas e preventivas para eliminá-los ou minimizá-los.

11.6.12.3. Etapas

11.6.12.3.1. 1- Problema: identificar o problema;

11.6.12.3.2. 2- Observação: analisar as características do problema;

11.6.12.3.3. 3- Análise: determinar as causas principais;

11.6.12.3.4. 4- Plano de ação: conceber um plano para eliminar as causas;

11.6.12.3.5. 5- Ação: agir para eliminar as causas;

11.6.12.3.6. 6- Verificação: confirmar a eficácia da ação;

11.6.12.3.7. 7- Padronização: eliminar definitivamente as causas;

11.6.12.3.8. 8- Conclusão: recapturar as atividades desenvolvidas e planejar para o futuro.

11.6.13. Cartas ou Gráficos de controle

11.6.13.1. analisar viabilidade dos processos / serve para medir a variabilidade de um processo / define limites mínimos e máximos de tolerância/ monitorar como uma métrica se comporta ao longo do tempo

11.6.14. Diagrama de Ishikawa

11.6.14.1. Diagrama de espinha de peixe = diagrama de causa e efeito

11.6.14.2. levantar possíveis causas para problemas Baseado na hierarquização das causas que possam gerar um efeito

11.6.14.3. Dividido em 6M's

11.6.14.3.1. método matéria prima mão de obra máquina medida meio ambiente

11.6.15. Diagrama de correlação ou de Dispersão

11.6.15.1. estabelecer correlação entre duas variáveis / podemos ver como a mudança em uma variável muda outra variável

11.6.16. Fluxogramas

11.6.16.1. descrever processos / usado em modelagem de processos

11.6.16.2. BPMN = Business Process Model and Notation

11.6.16.3. Método visual

11.6.16.3.1. USO DO MÉTODO SIPOC para mapear processos.

11.6.17. Gráfico de Pareto (80/20)

11.6.17.1. distinguir os fatores essenciais e secundários = GRÁFICO 80/20 80% dos resultados são originados de 20% das causas

11.6.17.2. Ex:20% das doenças matam 80% dos pacientes 20% dos vendedores geram 80% das vendas

11.6.18. Folha de verificação

11.6.18.1. coletar dados relativos a não conformidade de um produto / coleta de dados de uma situação específica

11.6.18.2. A reengenharia de processos, ao propor mudanças radicais nos processos organizacionais, sempre gera resistência por parte dos colaboradores, independentemente da forma como é conduzida = **FALSO (nem sempre gera resistência)**

11.6.18.2.1. Processo de fabricação de sapato Processo: fabricação de calçados lote: 1000 pares data de verificação: 10/05/2024 Problema Quantidade Costura mal feita 2 Solado mal colado 5 Cor borrada 4

11.6.18.3. utilizada para mensurar e analisar os procedimentos internos, auxiliando na localização dos problemas que podem influenciar no desempenho e no resultado organizacional:

11.7. Reengenharia

11.7.1. reorganização radical para reprojetar e reformar sistematicamente uma organização

11.7.1.1. mudanças estruturais e comportamentais radicais na cultura das organizações.

11.7.2. redesenho dos processos com o objetivo de obter melhorias nas áreas de:

11.7.2.1. custos

11.7.2.2. serviços

11.7.2.3. tempo

11.7.3. 1-busca a fusão de tarefas, 2- eliminação do desnecessário 3- maior autonomia do corpo funcional 4- descentralização das tomadas de decisões

11.7.4. no setor público

11.7.4.1. a reengenharia é uma redefinição radical dos processos em base zero, conhecido como princípio da “folha em branco”.

11.7.5. NÃO CONFUNDIR COM DOWNSIZING

11.7.5.1. DOWNSIZING É UMA TÉCNICA DE REESTRUTURAÇÃO COM O OBJETIVO DE ELIMINAR PROCESSOS DESNECESSÁRIOS, TORNANDO A EMPRESA MAIS ÁGIL E COMPETITIVA

11.7.5.2. busca redução de custos, diminuição (enxugamento) da burocracia

11.7.6. caiu em prova:

11.7.6.1. A reengenharia de processos, ao propor mudanças radicais nos processos organizacionais, sempre gera resistência por parte dos colaboradores, independentemente da forma como é conduzida = **FALSO (nem sempre gera resistência)**

12. Qualidade na Adm Publica

12.1. qualidade

12.1.1. satisfação das necessidades e expectativas do usuário-cidadão

12.1.2. objetivo final

12.1.2.1. melhoria da qualidade de vida da população

12.1.3. Ex: Inovação proposta pela reforma gerencial

12.1.3.1. Guichê eletrônico

12.1.3.2. Tecnologia da informação

12.1.4. no aspecto tangível / objetivo

12.1.4.1. perceptível pela estrutura e equipamentos

12.1.5. no aspecto intangível / subjetivo

12.1.5.1. cortesia, simpatia, prontidão e agilidade

12.1.5.2. dificil de mensurar

12.1.5.2.1. mensurado pela pesquisa de satisfação e caixinha de sugestão

12.1.5.2.2. deve haver um processo contínuo de monitoração e melhoria

12.2. Histórico

12.2.1. 1990

12.2.1.1. PBQP - Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade

12.2.1.1.1. focado na iniciativa privada

12.2.1.2. Governo Collor

12.2.1.3. Objetivo

12.2.1.3.1. modernizar a empresa brasileira

12.2.1.3.2. aumentar a competitividade dos bens e serviços

12.2.2. 1991

12.2.2.1. subprograma Qualidade e Produtividade na Adm Publica

12.2.2.1.1. buscava aprimorar as ferramentas e melhorias de processo

12.2.2.1.2. estabeleceu metas para o setor público

12.2.2.2. FNQ - Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade

12.2.2.2.1. atual FNQ (privada)

12.2.2.2.2. disseminar os fundamentos da excelência em gestão para o aumento da competitividade das organizações

12.2.2.2.3. FINALIDADE

12.2.2.2.4. ATUAÇÃO

12.2.2.2.5. FOCO

12.2.2.2.6. DIMENSÃO

12.2.3. 1995

12.2.3.1. PDRAE - Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado

12.2.3.1.1. apresentou 2 programas

12.2.3.1.2. instrumento de mudança da cultura BUROCRÁTICA para a GERENCIAL

12.2.4. 1999

12.2.4.1. PQSP - Programa de Qualidade no Serviço Público

12.2.4.1.1. foco no usuário - cidadão

12.2.4.1.2. gestão por resultados

12.2.4.1.3. inovação dos instrumentos gerenciais

12.2.4.1.4. FINALIDADE

12.2.4.1.5. MISSÃO

12.2.4.1.6. OBJETIVOS GERAIS

12.2.4.1.7. FOCO

12.2.4.1.8. Dividido em

12.2.5. 2005

12.2.5.1. GesPública - Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização

12.2.5.1.1. Decreto 5378

12.2.5.1.2. essencialmente público e contemporâneo

12.2.5.1.3. contempla as medidas necessárias para a promoção do PPA

12.2.5.1.4. FINALIDADE

12.2.5.1.5. OBJETIVOS

12.2.5.1.6. É preciso ser excelente sem deixar de ser público

13. ESCOLAS DE PLANEJAMENTO

13.1. Prescritivas

13.1.1. detalham como o processo é realizado

13.1.2. Design, Planejamento e Posicionamento

13.1.3. DESIGN

13.1.3.1. Mais antiga - base das demais escolas

13.1.3.2. Ajuste das forças internas e externas

13.1.3.3. Estratégia é fruto do pensamento consciente/racional

13.1.3.4. responsabilidade = 1 chefe = executivo mais graduado

13.1.3.5. Modelo simples e informal

13.1.3.5.1. estratégia única e cada caso deve se analisado individualmente

13.1.3.6. EXTREMO

13.1.3.6.1. FIXAÇÃO

13.1.4. PLANEJAMENTO

13.1.4.1. Reflexo da escola de design

13.1.4.1.1. acrescenta o fato de que o processo estratégico não é apenas cerebral, mas também formal

13.1.4.1.2. formalidade é separada por orçamentos, programas e planos organizacionais

13.1.4.2. EXTREMO

13.1.4.2.1. RITUAL

13.1.5. POSICIONAMENTO

13.1.5.1. estratégia é uma avaliação minunciosa de cada segmento

13.1.5.2. EXTREMO

13.1.5.2.1. FORTIFICAÇÃO

13.2. Descritivas

13.2.1. como ocorre a formulação do processo

13.2.2. Empreendedora, Cognitiva, Aprendizado, Poder, Cultural, Ambiental, Configuração

13.2.3. Empreendedora

13.2.3.1. centra o processo no presidente

13.2.3.1.1. estratégia fica restrita ao processo visionário do lider

13.2.3.2. baseada em intuição

13.2.3.2.1. visões vagas / perspectivas amplas / metáforas

13.2.3.3. EXTREMO

13.2.3.3.1. IDOLATRIA

13.2.4. Cognitiva

13.2.4.1. estratégia = processo mental de sua criação

13.2.4.1.1. mente --> processo / estratégia /mapas / planos

13.2.4.2. EXTREMO

13.2.4.2.1. FANTASIA

13.2.5. Aprendizado

13.2.5.1. estratégia = processo emergente

13.2.5.1.1. oriundo da organização dos seus membrod

13.2.5.2. EXTREMO

13.2.5.2.1. IMPULSO

13.2.6. Poder

13.2.6.1. estratégia = negociação

13.2.6.1.1. micro poder

13.2.6.1.2. macro poder

13.2.6.2. EXTREMO

13.2.6.2.1. INTRIGA

13.2.7. Ambiental

13.2.7.1. estratégia = processo reativo

13.2.7.1.1. organização é um ente passivo que consome seu tempo reagindo a um ambiente que estabelecem as regras.

13.2.7.2. EXTREMO

13.2.7.2.1. CONFORMIDADE

13.2.8. Cultural

13.2.8.1. estratégia = processo social

13.2.8.1.1. cultura é voltada para os interesses da organização

13.2.8.1.2. crenças comuns / tradições / hábitos

13.2.8.2. EXTREMO

13.2.8.2.1. EXCENTRICIDADE

13.2.9. Configuração

13.2.9.1. organização se agrupa em blocos coerentes

13.2.9.2. EXTREMO

13.2.9.2.1. DEGENERAÇÃO

13.3. Não são processos unicos

13.3.1. podem ser estágios dentro d euma estratégia

13.3.2. Ex: Escola de posicionamento --> cognitiva --> planejamento...

14. APO

14.1. visa aplicar o PODC, dentro de uma visão prática da Administração

14.2. define objetivos e o controle de resultados em cada área da empresa

14.3. realizado de forma participativa entre chefes e subordinados

14.3.1. os planejamentos tradicionais

14.3.1.1. cima para baixo

14.3.2. planejamentos segundo APO

14.3.2.1. via de mão dupla

14.3.2.2. os resultados formam uma hierarquia de objetivos que se ligam de um nível ao outro

14.4. Etapas

14.4.1. 1- objetivos específicos

14.4.1.1. identificar e estabelecer metas dos departamentos

14.4.2. 2- definição do tempo

14.4.2.1. prazo para realizar o objetivo

14.4.3. 3- Feedback

14.4.3.1. avaliação do desempenho da equipe e complementação de planos de ação / treinamento

14.5. críticas

14.5.1. muito focado no lucro ou no curto prazo

14.5.2. não analisa o todo

15. Mudança Organizacional

15.1. etapas

15.1.1. 1- envolve criar a percepção de que uma mudança é necessária

15.1.1.1. descongelamento

15.1.1.1.1. muitas pessoas resistirão naturalmente à mudança

15.1.1.1.2. objetivo é criar uma consciência de que *status quo* está prejudicando a organização

15.1.2. 2- mover-se em direção ao novo nível de comportamento desejado

15.1.2.1. mudança

15.1.2.1.1. transição, normalmente marcada pela incerteza, tornando-se a etapa mais difícil de superar.

15.1.2.1.2. processo que deve ser cuidadosamente planejado e executado.

15.1.2.1.3. internalização

15.1.3. 3- solidificar esse novo comportamento como a norma

15.1.3.1. recongelamento

15.1.3.1.1. ato de reforçar, estabilizando e solidificando o novo estado após a mudança.

15.1.3.1.2. garantir que as pessoas não voltem às suas velhas formas de pensar ou agir antes da implementação da mudança.

15.1.3.1.3. suporte / reforço

15.2. toda inovação envolve mudança, mas nem toda mudança envolve ideias novas ou conduz a melhorias significativas